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segunda-feira, 27 de outubro de 2014 Eleições | 18:10

Tucanos se dividem sobre futuro de Aécio

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O presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG). (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

O presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG). (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

No círculo próximo ao senador mineiro Aécio Neves, circulam hoje duas teses sobre seu futuro político. Alguns aliados entendem que ele saiu mais forte da eleição presidencial e pode sair candidato novamente em 2018. O argumento em favor do mineiro seria o de que a distância para a presidente Dilma Rousseff foi pequena o bastante para valer uma nova tentativa.

Mas muita gente acha que Aécio teve sua vez e o nome agora é Geraldo Alckmin. O argumento aqui é a derrota em Minas Gerais. Aécio perdeu em casa, enquanto Alckmin não só se reelegeu, como ajudou a puxar o desempenho do senador no maior colégio eleitoral do país.

De qualquer forma, ambos os lados admitem que tudo dependerá de quem forem os adversários, principalmente o do PT.

 

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domingo, 26 de outubro de 2014 Eleições | 08:00

‘Dos temas de junho de 2013, prevaleceu a corrupção’, diz cientista política

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A cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos Maria do Socorro Souza Braga. (Foto: Arquivo Pessoal)

A cientista política e professora da Universidade Federal de São Carlos Maria do Socorro Sousa Braga. (Foto: Arquivo Pessoal)

Na opinião da doutora em ciência política e professora da Universidade Federal de São Carlos Maria do Socorro Sousa Braga, nenhum dos presidenciáveis que chegaram ao segundo turno soube incorporar, de fato, o sentimento levado às ruas do país em junho de 2013. “Dos vários temas difusos que foram apresentados, o único que prevaleceu ainda no segundo turno foi a corrupção”, diz Maria.

Em entrevista ao Poder Online, entretanto, a cientista política avalia que nenhum candidato se beneficiou particularmente das críticas à corrupção, sobretudo pela estratégia do PT de investir no discurso da credibilidade de instituições como a Polícia Federal. Maria do Socorro também acredita que uma humanização de Dilma durante os debates contribuiu para um bom desempenho. “Ela conseguiu pegar o jeito. No início, passava uma imagem de mulher durona e depois passou a rir, mostrar sensibilidade em várias questões”, elogia.

Por outro lado, na análise da professora, Aécio soube aproveitar o sentimento anti-PT, além de escolher temas estratégicos para conquistar outra parcela do eleitorado. “Uma grande sacada pra explicar tantos votos em Aécio é a questão da segurança pública e a defesa da redução da maioridade penal. Isso mexe com a população”, diz Maria do Socorro, “além desse sentimento anti-PT”.

“Eles representam dois projetos diferentes para o país”, diz a professora, apesar de reconhecer sinais de continuidade entre Dilma e Aécio. Desta vez, as semelhanças se dariam sobretudo na manutenção da lógica dos programas sociais, enquanto uma certa estabilidade na política econômica foi necessária na transição do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso para seu sucessor petista Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Neste último dia, o voto de indecisos pode influenciar significativamente a disputa presidencial. O que explica tanta gente ainda não ter decidido seu voto?
Na verdade, as últimas pesquisas mostram que o percentual de indecisos está reduzindo, o que significa que eles estavam mesmo em dúvida entre as duas candidaturas. Levando em conta que essa foi uma das eleições mais competitivas, se a gente olha desde 1989 pra cá, ainda havia uma certa insegurança quanto à candidatura do PSDB, pelo Aécio ser uma figura nova no cenário nacional. Tem também uma certa insegurança sobre a política mesmo do PSDB, considerando que em 2001 o Fernando Henrique Cardoso não conseguiu levar à frente o projeto que havia sido prometido, muito por causa daquela crise econômica. Mas há também uma grande crítica ao atual governo, que naturalmente é a principal vidraça.

Algum dos presidenciáveis que chegaram ao segundo turno soube dialogar com aquele sentimento das manifestações de junho do ano passado?
Na verdade, aqueles temas foram pouco debatidos. O único que prevaleceu ainda no segundo turno foi a corrupção. Mas, no fundo, a gente sabe que os dois partidos estão envolvidos em denúncias. Entre os vários temas difusos que apareceram, esse foi um dos poucos que voltou e esteve presente nas eleições. A gente praticamente não ouviu falar da questão da mobilidade urbana, por exemplo. A questão da saúde veio porque você tinha uma indecisa perguntando no último debate da Globo.

A senhora acredita que o debate sobre corrupção colou mais em algum candidato?
Quem está no governo geralmente é mais vidraça e tem que responder mais pelos atos, isso é comum acontecer. Teve o mensalão, a Petrobras… Mas eu não penso que pegou mais no PT não, porque Dilma soube responder com o fato de terem levado à prisão os condenados e de ter aberto investigações. A Polícia Federal foi uma protagonista nessa questão e mostrou que as instituições funcionam, o que é bem visto não só pelos eleitores, mas fora do país também. Se a corrupção tivesse colado mais na Dilma, o Aécio é que estaria subindo entre os indecisos. Mas é o contrário, o que é explicado principalmente por essa resposta de que “há corruptores em qualquer governo, mas estamos tentando punir”.

De uma forma geral, a senhora diria que alguém soube aproveitar melhor os debates?
Acho impressionante como a Dilma cresceu no debate, essa segurança com a qual ela passou a defender todos os programas de transferência de renda e o próprio governo, as instituições. O Aécio ficou no “leviana” e na agressividade, que foi muito criticada pelos eleitores. Ela conseguiu pegar o jeito. No início passava uma imagem de mulher durona e depois passou a rir, mostrar sensibilidade em várias questões. Isso aproxima o eleitor, até porque ela não é nada carismática, quem é carismático é o Lula. Então ela reforçou a imagem de mulher gestora, com os números na ponta da língua, o que soava meio técnico, mas também foi passando firmeza, que é o que parte do eleitor queria ver.

Tem crescido um sentimento de que haveria pouca diferença, na prática, entre eventuais governos do PT e do PSDB. A senhora concorda com essa avaliação?
Não, não. Eles representam dois projetos diferentes para o país. Por mais que se aproximem na questão da macroeconomia, com uma continuidade que é importante para a democracia, existem duas diferenças centrais. Uma é ampliação dos programas sociais, essa questão de tirar tantas pessoas da linha da miséria, é uma marca do PT que o distingue do PSDB. Outra é a política externa. Enquanto o PT e forças próximas sempre defenderam uma relação muito próxima entre os países sul-sul e a valorização do Mercosul e de países mais à esquerda do Brasil, o PSDB prioriza relações sul-norte, com os Estados Unidos e países europeus.

Os eleitores conseguiram perceber essas diferenças?
Acho que sim, principalmente o eleitorado da Classe Média C e os setores mais empobrecidos e humildes, que conseguiram acesso a compra de imóveis, carro e outros bens de consumo como a ida ao cabeleireiro, por exemplo, que normalmente só era consumido por uma classe média mais alta. Os moradores das regiões mais afastadas do sudeste que vinham para o sudeste mudar de vida e agora não precisam mais deixar suas casas. Eles percebem no bolso.

Nestas eleições, o Aécio tem reivindicado até mesmo a autoria de programas de transferência de renda como o Bolsa Família. Seria uma postura eleitoreira ou a senhora acredita que esses programas de fato seriam incorporados numa eventual vitória tucana?
Eu penso que eles continuariam, sim, porque se você tira passa a ser impopular e eles muito provavelmente nem conseguiriam fazer um sucessor no próximo mandato. Talvez eles não ampliassem, ou se limitassem a construir programas próprios com portas de saída para os programas já existentes. Seria similar ao PT, quando pegou o governo em 2002 e manteve, de certa forma, os pilares da macroeconomia – o que só começou a mudar um pouco no governo Dilma, até porque se mudasse muito bruscamente o Brasil teria um baque.

Além das diferenças ideológicas entre petistas e tucanos, boa parte do voto no PSDB vem de um sentimento anti-PT. O que representa, hoje, o voto em Aécio?
Uma grande sacada pra explicar tantos votos em Aécio é a questão da segurança pública e a defesa da redução da maioridade penal. Isso mexe com a população. Além desse sentimento anti-PT e várias críticas ao governo Dilma. Algumas decisões econômicas do PT geraram reação muito forte por alguns setores da sociedade. Fora que a mídia tradicional é extremamente crítica ao governo e assumiu uma postura muito radical. Tem aí uma critica também de setores da classe média a essa política de distribuição de renda da forma como é feita, além dos chavões que ficaram de Bolsa Esmola e Bolsa Preguiça. Mesmo com a defesa do Aécio, a gente sabe que parte desse eleitorado é muito crítica aos programas. Só que esses programas são muito populares, ser contra tira muito voto. A gente sabe que as pessoas mais críticas ao investimento nos serviços públicos e nesses programas são aqueles eleitores de uma classe que não usa esses serviços.

Existe um certo cansaço da polarização entre PT e PSDB e parte do eleitorado foi conquistada pela ex-senadora Marina Silva, com o discurso da chamada “terceira via”. Se aliar ao Aécio seria a derrota política desse discurso?
Sim, com certeza. E na minha opinião, começou bem antes, quando Marina entrou no PSB. Sei que ali era porque ela não tinha condição de ter uma candidatura própria e eles abriram espaço para ela defender muitas coisas. Ao se aliar com Aécio, ela se desconstruiu mais ainda. Em uma eventual vitória do Aécio, ela ainda poderia ocupar algum cargo e ter visibilidade pública nos próximos anos, para se fortalecer. Como provavelmente não vai ser isso que vai acontecer, ela vai ter dificuldade de se recuperar. Mas ela se desconstruiu sozinha, ao dar essa guinada, ao mudar de opiniões sérias em um mesmo dia. Ela perdeu tanto votos dos evangélicos como do eleitorado mais progressista, por isso que ela teve uma votação muito próxima da de 2010. Não consigo ver muito futuro para Marina não.

Boa parte da vantagem de Dilma é atribuída à militância de esquerda, nas ruas. Existe chance de isso levar a um maior diálogo entre a presidente e os movimentos sociais, num eventual segundo mandato?
A expectativa é essa. Imagino que quanto maior o número de votos que a militância trouxer, maior será a interlocução com esses setores, porque ela dependeu muito dessa militância que, realmente, só cresceu no segundo turno. Havia um afastamento muito grande da militância e no segundo turno o PT conseguiu essa guinada.

Mas, com a nova composição do Congresso Nacional, não será difícil conciliar as expectativas da militância com a governabilidade? A senhora enxerga algum tema reivindicado pelos movimentos sociais no qual ela tenha chances reais de avançar?
Realmente, a governabilidade vai ser difícil porque ela vai pegar um Congresso ainda mais conservador. Mas acho que uma das questões que os jovens mais queriam em junho era a passagem gratuita. Talvez ela consiga avançar nessas políticas de mobilidade urbana.

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sábado, 25 de outubro de 2014 Eleições | 08:00

Aécio chega ao fim da campanha mais ‘antenado’ na rede

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AecioNeves_AlanSampaio_IGBRASILIA

O presidenciável tucano Aécio Neves. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A visão do presidenciável tucano Aécio Neves sobre o uso estratégico das redes sociais mudou ao longo da campanha. No início, dizem aliados, o candidato era mais reticente ao investimento nas redes sociais. Ao ver que as publicações chegavam a milhões de pessoas, Aécio mudou de ideia.

Nesta reta final, o tucano tem gravado cerca de um vídeo por dia para distribuir no Whatsapp e não poupa pitacos às publicações mais estratégicas feitas pela assessoria em seus perfis virtuais. Quando a ex-senadora Marina Silva (PSB) declarou apoio ao presidenciável no Twitter, por exemplo, Aécio imediatamente acionou o responsável pela rede social para que retuitasse a publicação.

O tucano opinou até mesmo sobre o vídeo de apoio do jogador de futebol Neymar, compartilhado na última quinta-feira no perfil tucano. O pedido era para que a imagem se aproximasse de seu rosto, transmitindo “mais emoção”.

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014 Eleições | 21:01

PT pede busca e apreensão de panfletos apócrifos em apoio a Aécio

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O PT pretende pedir busca e apreensão de panfletos apócrifos que começaram a ser distribuídos hoje por militantes em defesa do tucano Aécio Neves com a capa da revista Veja desta semana. A edição afirma que a presidente Dilma Rousseff e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do suposto esquema de corrupção da Petrobras.

Milhares de cópias da capa da revista foram impressas, sem identificação de nenhuma coligação e têm sido distribuídas por pessoas com camisetas e bandeiras do PSDB, em cidades como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

No verso, um texto diz que “essa não é uma eleição PT x PSDB”, mas sim uma eleição do “chega”, em que “escolher o 45 no lugar do 13 é dá (sic) um recado de que a corrupção já deu e que se o PSDB roubar nós também vamos tirar ele de lá”.

 

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Eleições | 16:30

PSDB fará transmissão para deficientes auditivos do último debate

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Aécio Neves (foto: Agência Senado)

Aécio Neves (foto: Agência Senado)

No último debate entre os presidenciáveis, que será realizado nesta noite pela TV Globo, o PSDB decidiu investir numa fatia do eleitorado pouco disputada: pessoas com deficiência auditiva. Pela primeira vez, o site oficial do tucano Aécio Neves fará uma transmissão ao vivo do debate em Libras, a língua de sinais brasileira, usada por surdos e mudos.

Para evitar o risco de quaisquer acusações de manipulação ou imprevistos, como o que ocorreu no funeral de Nelson Mandela, o PSDB contratou os professores de Libras Rony Ederson Carvalheiro e Maiana Fuentes.

De acordo com o coordenador de internet da campanha tucana, Zuza Nacif, a ideia veio após a repercussão positiva de um vídeo produzido em Libras pelo PSDB com propostas voltadas especificamente para a inclusão de pessoas com deficiência. “Recebemos cerca de 300 e-mails de eleitores com dúvidas sobre as propostas e os debates. Quando vimos que ele não seria transmitido em Libras em nenhum outro local, decidimos fazer”, explica.

Leia também: Pesquisas animam equipe de Dilma, mas debate da Globo ainda preocupa

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Eleições | 06:00

Pesquisas animam equipe de Dilma, mas debate da Globo ainda preocupa

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Dilma e Aécio, no debate da Band (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press)

Dilma e Aécio, no debate da Band (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press)

Animados com o resultado da pesquisa Ibope divulgada ontem, integrantes do governo voltaram a traçar um diagnóstico otimista para eleição de domingo. Agora, o discurso é de que – ao menos em tese – o único  obstáculo que se coloca entre a presidente Dilma Rousseff e sua recondução ao Palácio do Planalto é o debate da TV Globo, marcado para esta noite.

Dilma optou por cortar parte da agenda prevista para a reta final da campanha justamente para se preparar para o embate desta noite. Coordenadores da campanha entendem que o tucano Aécio Neves vem se saindo bem nos confrontos televisivos e pode dar trabalho.

Na avaliação de um interlocutor da presidente, o cenário eleitoral agora se mostra mais consolidado. Mas ninguém deve menosprezar o risco de um “efeito Nixon”, diz ele, em referência ao histórico debate presidencial realizado entre John F. Kennedy e Richard Nixon em 1960, nos Estados Unidos.  Ou seja, Dilma está com tudo encaminhado. Mas não tem margem para escorregar.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014 Eleições | 16:53

Dilma e Aécio disputam popularidade em publicações do Twitter

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Dilma e Aécio, no debate da Band (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press)

Dilma e Aécio, no debate da Band (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press)

Às vésperas do segundo turno, a presidente Dilma Rousseff e seu adversário Aécio Neves competem para ver quem consegue se manter à frente dos tópicos mais comentados no Twitter. Apesar de a petista ter 2,9 milhões de seguidores contra 150 mil do tucano, a disputa nas publicações é de igual para igual.

Para estimular a militância, a cada dia as campanhas dos presidenciáveis criam novas hashtags – mecanismo usado para destacar algum assunto específico. Nesta tarde, por exemplo, a disputa é entre “Aecio45PeloBrasil”, que aparece em segundo lugar, e “13rasilTodoComDilma”, que é a quarta mais comentada.

Além delas, as publicações geralmente trazem as já conhecidas “MudaMais” e “Dilma13”, quando favoráveis aos petistas, e “MudaBrasil” e “Aecio45”, para defender os tucanos.

Leia também: Malafaia convoca tuitaço, mas escorrega na hashtag

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Eleições | 14:08

Ministros do TSE estimam que abstenção será menor que em 2010

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Entre os ministros do Tribunal Superior Eleitoral é praticamente um consenso que deve ocorrer uma redução no índice de abstenção do segundo turno, em comparação com as eleições de 2010.

Na opinião dos ministros, o acirramento da disputa política entre a presidente Dilma Rousseff e seu adversário tucano, Aécio Neves, deve estimular a ida da população às urnas, neste domingo.

Nas últimas eleições, o índice ficou em 21,5%, na disputa final entre Dilma e o então presidenciável José Serra (PSDB). Desta vez, a previsão dos ministros é que a abstenção fique entre 18% e 20%. Os mais otimistas falam até mesmo em 15%.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014 Eleições | 09:00

PT busca reforço na militância e PSDB recruta ‘formadores de opinião’

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Na reta final da campanha, tanto a equipe da presidente Dilma Rousseff quanto a do tucano Aécio Neves avaliam que a militância será fundamental para decidir a corrida presidencial.

O PT exalta o fato de ter uma “militância histórica”, “engajada” e, ao menos em parte, “espontânea. PSDB avalia que tem a vantagem de possuir, entre seus militantes, uma quantidade maior de “formadores de opinião”.

 

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Eleições | 07:30

Caso Lindsay-Naomi provocou confusão no QG tucano

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O presidenciável tucano Aécio Neves. Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidenciável tucano Aécio Neves. Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O anúncio de apoio da modelo Naomi Campbell e da atriz Lindsay Lohan ao presidenciável tucano Aécio Neves causou um rebuliço no QG da campanha, na tarde de ontem.

Leia também: Apoio de Lindsay Lohan a Aécio Neves vira piada na internet

Ao saberem da notícia, dirigentes do partido pegaram os telefones, preocupados com a repercussão. Ainda assim, houve no comando partidário quem aproveitasse para tentar aumentar a exposição. Alguns foram atrás do contato das assessorias internacionais das celebridades, em busca de um engajamento maior na corrida eleitoral.

Tanto a campanha quanto o empresário Jairo Soares da Hollywood TV Brasil, responsável por angariar os apoios, afirmam que as declarações foram espontâneas e não envolveram qualquer forma de pagamento ou contrato com a campanha.

Saiba mais: Lindsay e Naomi deram apoio a Aécio a pedido de agência

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