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Posts com a Tag ajuste fiscal

sábado, 13 de junho de 2015 Partidos, Política | 12:53

“Fora Levy” vira texto ameno em “Carta de Salvador”

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As críticas duras ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao pacote de ajuste fiscal deram lugar a texto ameno sobre a necessidade de retomar o crescimento econômico e a política de empregos, durante o 5º Congresso do PT, nesta semana, em Salvador (BA).

Durante a votação da Carta de Salvador, a única alteração admitida pelos governistas no texto base em relação à política econômica foi a seguinte: “É preciso conduzir a orientação geral da política econômica para a implementação de estratégias para a retomada do crescimento, para defesa do emprego, do salário e demais direitos dos trabalhadores que permitam ampliação das políticas sociais.”

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Partidos | 11:14

Petistas governistas derrubam tese crítica ao ajuste fiscal

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O campo majoritário do PT conseguiu derrubar a tese assinada pela chamada esquerda do partido com críticas explícitas ao ministro da Fazenda Joaquim Levy e a condução da política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff.  A tese era assinada por tendências como a Articulação de Esquerda, a Democracia Socialista, Mensagem ao Partido, O Trabalho entre outras.

Para contemplar as reinvindicações do PT mais ligado à Central Única do Trabalhadores (CUT), os delegados ainda aprovaram um acordo prevendo no texto uma retomada imediata do crescimento econômico, da política de emprego e salários além da retomada das políticas sociais.

Ao defender o acordo construído para evitar uma racha no partido, o senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu que o PT reafirme sua posição de apoio ao governo. “É preciso que o PT afirme e reafirme que está ao lado do governo e de suas políticas”, disse o senado sob vaias dos delegados.

“A votação do texto ocorre neste momento no 5º Congresso do partido, em Salvador (BA).

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quinta-feira, 28 de maio de 2015 Congresso | 16:01

“Ninguém vai fazer uma loja da Louis Vuitton aqui, isso é palhaçada”, diz Cunha

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rejeitou a possibilidade de que a aprovação do artigo que permite às duas casas do Congresso Nacional celebrar Parcerias Público-Privadas signifique que será construído um Shopping na Casa.

O polêmico artigo foi acabou colocado dentro do texto da Medida Provisória 668/15, que trata sobre o aumento das alíquotas de contribuição para o PIS/Pasep e da Confins na importação de bens. A MP 668/15 foi aprovado na manhã desta quinta-feira em votação simbólica no Senado.

Cunha disse que é “palhaçada” supor que a aprovação significará a construção de um shopping na Câmara dos Deputados.

“Ninguém vai fazer uma loja da Louis Vuitton aqui, isso é palhaçada”, disse ele.

Assista:

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quarta-feira, 27 de maio de 2015 Economia | 16:27

Barbosa descarta volta da CPMF e imposto sobre grandes fortunas

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Presente a audiência na Comissão Mista de Orçamento, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, descartou a criação de novos tributos por enquanto.

Barbosa foi questionado por diversos parlamentares a respeito do ajuste fiscal encaminhado na forma de um conjunto de medidas provisórias para o Congresso Nacional.

Deputados e senadores questionaram, entre outros temas, quando o governo cortaria na própria carne, reduzindo a máquina e também a respeito de um ajuste que contemplasse os milionários brasileiros.

Ao responder sobre o tema, ele também abordou uma possível volta da CPMF. “O esforço é atuar sobre os impostos que já existe. Não faz parte da estratégia do governo a criação de novos impostos”, disse Barbosa.

Assista:

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terça-feira, 26 de maio de 2015 Governo | 22:29

“Ou o PT muda ou teremos de procurar outro caminho”, diz Paim

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O senador Paulo Paim (PT-RS) diz cogitar pedir licença do PT por causa da votação da MP 665/14, que foi aprovada no Senado na noite desta terça-feira.

“O momento é muito difícil. Estamos refletindo o que vamos fazer porque se continuar nessa linha eu, que nunca votei contra os trabalhadores não votei hoje e não votarei.Ou o PT muda ou teremos de procurar outro caminho”, afirmou Paim.

Ele disse que a licença do partido poderia ser tirada no mês de julho para avaliar o futuro.

Assista:

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Política | 11:35

Russomanno é elogiado por parceria em votação do ajuste fiscal na Câmara

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Celso Russomanno (Foto: AE)

Celso Russomanno (Foto: AE)

Se o governo comemorou o cumprimento da primeira parte da missão de aprovar o ajuste fiscal no Congresso, com a aprovação das Medidas Provisórias na Câmara, alguns nomes foram destacados nos bastidores como grandes parceiros nessa tarefa.

Um deles é do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que foi elogiado por seu apoio nas reuniões da base e por cobrar coerência dos aliados nos acordos construídos.

Curiosamente, Russomanno tem planos bem claros para o próximo ano. Disputará a prefeitura da Capital paulista enfrentando o petista Fernando Haddad.

Se em 2015 Russomanno é considerado parceiro entre articuladores petistas, deverá ser em 2016 uma dor de cabeça para o PT manter sua posição à frente do Executivo municipal de São Paulo.

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segunda-feira, 25 de maio de 2015 Política | 20:19

Dilma quer alternativa para poder vetar fim do fator previdenciário

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Certo de que o fim do fator previdenciário será aprovado no Senado, junto com a Medida Provisória 664, a comissão de ministros criada para debater a questão da previdência no Planalto recebeu da presidente Dilma Rousseff a missão de apresentar uma alternativa para permitir que ela vete o fim do fator.

Na avaliação do governo, não dá para a presidente somente vetar, sem que se apresente uma solução para diminuir o crescente déficit da previdência no país.

O prazo é curto. Até o final do mês, a medida precisa ser votada no Senado para que não perca a validade. Além disso, o governo prefere que o Senado não faça mudanças na medida que motivem sua volta para apreciação na Câmara.

Apesar de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ter garantido que colocaria a emenda em votação de forma ágil, tudo que Dilma não quer é  ficar nas mãos de Cunha neste assunto.

Fazem parte da comissão os ministros da Previdência, Carlos Gabas; do Planejamento, Nelson Barbosa; da Casa Civil, Aloizio Mercadante; das Comunicações, Ricardo Berzoini; da Fazenda, Joaquim Levy, e da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto.

“Não dá para ser contra o fator previdenciário e colocar alguma coisa em seu lugar”, disse o ministro Nelson Barbosa, sem falar, no entanto, da intenção de veto.

“Não adianta ser bonzinho agora para lá na frente esse sistema ruir”, disse o ministro Gabas. “Sobre a sanção (do fator previdenciário), não temos nenhuma definição sobre a posição do governo. Ao final da votações é que o governo vai analisar a posição a ser adotada”, disse Gabas.

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sexta-feira, 22 de maio de 2015 Economia, Sem categoria | 16:21

Levy falta a anúncio do Orçamento

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ausencia_levyEsperado para o anúncio do contingenciamento no Orçamento deste ano, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não apareceu para a entrevista coletiva que daria ao lado do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

Em meio a rumores de que o pedido da cabeça do ministro, feito por senadores aliados do governo, teria funcionado, assessores explicaram que o motivo da ausência foi uma forte gripe.

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quinta-feira, 21 de maio de 2015 Política | 14:14

“Levy fica”, diz Dilma diante das críticas de senadores

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A presidente Dilma Rousseff reagiu às críticas ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, feitas pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e antecipadas em entrevista ao iG.

“Este é um País democrático. As pessoas podem pensar diferente. Eu não tenho a mesma posição que o senador (Lindbergh Farias) em relação ministro Joaquim Levy. Ele é da minha confiança e fica no governo”, disse Dilma antes de oferecer um almoço no Itamaraty ao presidente do Uruguai, Tabaré Vasquez.

Na entrevista ao iG, Lindbergh não só pediu alterações na política econômica, como também sugeriu a saída do ministro: “Ele pensa diferente do PT. Não tenho esperança de que, enquanto estiver no Ministério da Fazenda, o Levy mude o rumo.”

 

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segunda-feira, 18 de maio de 2015 Política | 18:33

Governo inclui na conta do corte mudanças da Câmara no pacote fiscal

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Em tempos de especulação sobre o tamanho do corte a ser anunciado pelo governo ainda nesta semana, interlocutores do Planalto tem feito a seguinte conta: Soma-se o que o governo diz que já vem economizando, correspondente a 1/18 avos do previsto na Lei Orçamentária (aproximadamente R$ 58 bilhões), mais o que o Congresso, especificamente a Câmara, já modificou nas medidas do pacote fiscal e outra parcela de cautela, já que é de praxe, que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sempre pedirá um pouquinho mais. Na soma de Levy, o corte deve fechar entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões.
O texto aprovado pela Câmara diz que o trabalhador terá direito ao seguro-desemprego se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos dois anos. O prazo proposto pelo governo era de 18 meses. Antes, o trabalhador precisava de apenas seis meses.
Em relação ao abono salarial, a Câmara entendeu que o trabalhador que recebe até dois salários mínimos deverá ter trabalhado por três meses para ter direito ao benefício. O texto do Executivo exigia seis meses.
Para o seguro-defeso, pago ao pescador durante o período em que a pesca é proibida, a Câmara manteve a regra vigente antes da edição da medida provisória. O pescador necessita ter ao menos um ano de registro na categoria. O governo queria aumentar a exigência para três anos.

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