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Posts com a Tag Alberto Goldman

segunda-feira, 16 de março de 2015 Política | 13:14

‘Haja coxinha para encher as ruas desse jeito’, ironiza vice-presidente do PSDB

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O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (Foto: Divulgação)

O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (Foto: Divulgação)

Um dia depois dos protestos que ganharam as ruas em oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, diz que ficou claro que a insatisfação já se estendeu para muito além da elite. “Haja coxinha para encher as ruas desse jeito”, ironizou o tucano.

Goldman afirmou que o governo e o PT minimizaram o grau de insatisfação na classe média brasileira, que, segundo ele, encheu os protestos deste domingo.

“Eles se autoenganaram. E, o que vemos, é que nada mudou de fato. As falas dos ministros sobre as manifestações mostram que eles continuarão dizendo que ganharam as eleições e farão a mesma coisa que fizeram até agora.”

 

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quarta-feira, 11 de março de 2015 Partidos | 07:00

PSDB deve formalizar apoio aos protestos, sem endossar impeachment Dilma

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O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O ex-governador de São Paulo  Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O comando nacional do PSDB deve se reunir nesta quarta-feira, em Brasília. A expectativa é de que seja tirada da reunião uma posição formal de apoio aos protestos organizados contra o governo da presidente Dilma Rousseff em todo o país. O partido, entretanto, não vai endossar a ideia de pedir o impeachment da presidente e, provavelmente, evitará uma convocação formal da militância para reforçar as manifestações.

No início desta semana, o diretório paulista do PSDB, por exemplo, discutiu a ideia de propor que o comando nacional do partido faça uma convocação nacional dos militantes, para que saiam às ruas em protesto contra o governo petista.

“Nós apoiamos todos os movimentos de indignação e oposição social a este governo. Mas não temos a intenção de fazer uma convocação formal. Nós não articulamos e nem participamos formalmente da organização desses atos. Mas apoiamos sim este sentimento generalizado”, diz  vice-presidente do PSDB nacional, Alberto Goldman.

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terça-feira, 10 de março de 2015 Partidos | 14:57

‘Pau que nasce torto morre torto. O governo é ruim e vai continuar ruim’, diz Goldman

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Alberto Goldman (Foto: Divulgação/PSDB)

Alberto Goldman (Foto: Divulgação/PSDB)

O vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, diz que o governo da presidente Dilma Rousseff é “ruim em sua origem” e que de nada vai adiantar fazer mudanças na equipe e ajustes na articulação política, que estão sendo discutidos pelo primeiro time da petista.

“Este é um governo que nasce ruim na presidente, no partido dominante. Pau que nasce torto morre torto, como diz o ditado popular. O governo é ruim e vai continuar ruim”, emenda o dirigente.

 

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 Política | 06:00

‘Dilma está morta, o PT está morto politicamente’, diz Alberto Goldman

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O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, pega embalo nas notícias sobre o apagão que atingiu vários estados nesta semana e os novos impostos anunciados pela presidente Dilma Rousseff. “O país não vai aguentar mais quatro anos desse jeito. Precisamos fazer um debate interno sobre o que a oposição vai fazer diante disso”, afirma.

Impeachment? Manifestações? “Temos que pensar numa saída legal. Ninguém aqui vai pegar em armas, querer que ela faça o que Getúlio fez, ou fazer o que fizeram com Jango. Mas já vimos que não adianta mais bater em cachorro morto. Dilma está morta, o PT está morto politicamente. Só estão no exercício do cargo.”

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014 Partidos | 18:00

‘O povo não está preocupado com isso, nem nós’, diz Goldman, sobre disputa interna no PSDB

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O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O ex-governador Alberto Goldman diz não ver motivo algum para preocupação com um acirramento da disputa interna no partido, de olho na eleição de 2018. Com Aécio Neves derrotado na corrida presidencial, o governador paulista, Geraldo Alckmin, e o senador eleito José Serra aparecem entram na lista de interessados na cabeça de chapa.

“O povo não está preocupado com isso, nem nós no PSDB. Pouco importa neste momento quem vai ser candidato a que cargo e quem vai disputar o que”, diz Goldman.

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domingo, 28 de setembro de 2014 Eleições | 08:00

‘As pessoas ainda têm dificuldade de falar o nome do Aécio’, diz Alberto Goldman

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O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

A uma semana do primeiro turno da eleição, o coordenador de campanha do tucano Aécio Neves em São Paulo, Alberto Goldman, diz que o presidenciável ainda é “o candidato menos conhecido” no estado, entre os três principais nomes da disputa.

“As pessoas têm dificuldade de falar o nome de Aécio, até porque Aécio não é um nome fácil, ainda não foi suficientemente popularizado”, explica Goldman ao Poder Online. Diante disso, a estratégia é tentar “convencer os eleitores anti-Dilma de que Aécio é o candidato em melhores condições de administrar o país”, com o argumento de que Marina Silva (PSB) não teria a mesma capacidade de gestão.

Na reta final, porém, vale também correr para eleitores da candidata petista à reeleição Dilma Rousseff, diz Goldman.

Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Poder Online: Parece ter surgido uma luz no fim do túnel para a campanha do Aécio Neves, com essa recente queda da Marina Silva, não é mesmo? Qual a estratégia, nesta última semana, para obter superá-la na briga pelo segundo turno?
Alberto Goldman: Nós estamos apostando basicamente nisso, na continuidade da queda da Marina, que foi muito forte e vai continuar, além de uma subida do Aécio para chegar no segundo turno. Ganhar agora significa convencer o eleitor anti-Dilma de que Aécio é o candidato em melhores condições de administrar o país.

O que significa se definir como “voto útil” contra o PT, nesta estratégia?
É em cima da análise sobre o eleitor que não quer votar na Dilma, mas que está preocupado em olhar a história e capacidade não só eleitoral de cada candidato, mas de gerenciar o país. A mudança mais consciente e responsável somos nós, mas vai depender da análise dos eleitores. Agora parece estar dando certo, na última semana um contingente enorme de pessoas não definidas se uniu à gente. Estamos trabalhando com aqueles eleitores que têm uma tendência de voto na Marina, mas não estão seguros de que ela seria capaz de conduzir um país. Tem até mesmo alguns que momentaneamente foram para a Dilma, porque não veem na Marina nada de consistente, mas ao mesmo tempo estão insatisfeitos e poderiam votar no Aécio.

Em São Paulo, apesar da grande chance do PSDB se reeleger ao governo estadual, Aécio ainda está atrás tanto de Marina Silva como Dilma Rousseff. O que explica esse panorama?
No nosso tracking local, ele já está na frente da Dilma, com mais ou menos a diferença que nós já temos no plano nacional. Achamos que isso deve acontecer nas eleições de São Paulo também. Temos confiança especialmente pelo apoio histórico ao PSDB e pela estrutura partidária que nós temos. Mas ele continua sendo o candidato menos conhecido, as pessoas têm dificuldade de falar o nome do Aécio, até porque Aécio não é um nome fácil, ainda não foi suficientemente popularizado. Mas isso está mudando.

Qual será a estratégia do discurso, nesta reta final? A campanha pretende focar em temas mais conservadores, como a questão da redução da maioridade penal e da criminalização do aborto, que Aécio têm comentado ultimamente?
Não, essas não são pautas importantes para a Presidência da República. Nós precisamos trabalhar com desenvolvimento econômico, falar na diminuição da capacidade de consumo, na incapacidade do governo de tirar o país de onde está. Cada dia é um escândalo maior e nada é feito para mudar isso. Vamos manter nosso papel, que é de ser a oposição que pode ganhar a eleição.

Caso Aécio não chegue ao segundo turno, isso deve acirrar a disputa interna no partido para a disputa presidencial de 2018 – entre José Serra, Geraldo Alckmin e o próprio Aécio?
Se eu estiver vivo até lá, em 2018 você me pergunta sobre isso.

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quarta-feira, 30 de abril de 2014 Eleições | 10:00

Divergência na equipe de Aécio é questão de ‘semântica’, diz coordenador regional

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O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB-SP), coordenador da campanha à Presidência do senador Aécio Neves (MG) no estado, afirmou que o clima tenso que se instalou entre o vereador Andrea Matarazzo e o presidente do diretório municipal do PSDB-SP, Milton Flávio, são uma questão semântica. Matarazzo e Milton andaram batendo cabeça nesta semana, em divergência sobre qual deve ser a  estratégia do senador mineiro.

“O Matarazzo é o coordenador na cidade, que vai cuidar da parte operacional, dos eventos, das figuras políticas dos outros partidos. É claro que o diretório vai participar, mas o Matarazzo é o coordenador. A discussão que houve foi semântica, voto não tem cor, não tem classe social, são todos iguais. É que a tendência natural é começarmos a reconquistar os votos que perdemos na última eleição para depois expandirmos esse trabalho”, afirmou Goldman.

Leia também: Equipe de Aécio custa a se entender sobre estratégia em São Paulo

 

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sexta-feira, 25 de abril de 2014 Eleições | 13:05

Goldman faz hoje primeira reunião de coordenação da campanha de Aécio em SP

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O ex-governador de São Paulo e vice-presidente nacional do PSDB, Alberto Goldman, reúne dirigentes tucanos hoje em sua casa para montar a equipe paulista da campanha do senador Aécio Neves (MG) à Presidência.

Será a primeira reunião de Goldman frente à coordenação paulista da campanha de Aécio. O senador irá anunciar oficialmente o posto do ex-governador durante sua agenda em São Paulo na próxima segunda-feira.

Leia também: Nome de Aloysio Nunes para vice de Aécio Neves ganha força no PSDB

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sábado, 6 de abril de 2013 Partidos, Política | 21:10

Elaboração de documento provoca bate-boca e expõe divisão do PSDB paulista

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A produção daCarta de São Paulo, documento definido como um resumo do pensamento de lideranças e militantes do PSDB de São Paulo reunidos no Congresso Estadual da legenda, provocou bate-boca e demonstrou que, apesar do discurso dos tucanos em torno da unidade, o partido permanece dividido.

Os tucanos Eduardo Graeff e Fabrício Cobra coordenaram um grupo de cerca de 40 pessoas, entre políticos e técnicos, que elaboraram um documento de 13 páginas entregue nesta semana à executiva do PSDB. A encomenda foi feita pela organização do congresso em janeiro.

No entanto, na noite de sexta-feira (5), chegou à executiva estadual uma nova carta de cinco páginas, elaborada por um grupo ligado ao secretário estadual de Energia, José Aníbal, e levada ao encerramento do congresso pelo presidente estadual Pedro Tobias para votação neste sábado (6).

O ex-governador Alberto Goldman, que participou do grupo de trabalho de Graeff, ao descobrir hoje no início do evento que o documento que seria votado era outro, discutiu com o secretário executivo do PSDB-SP, Nelson Botton, e se retirou da Assembleia, antes mesmo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chegar.

Membros do grupo de trabalho de Graeff se disseram indignados com a troca da carta e chamaram de “irresponsável” a atitude de Tobias e de “golpe baixo” a apresentação de um novo documento em cima da hora.

Botton afirmou que foram feitos cinco textos e o aprovado foi uma compilação do documento do grupo de Graeff.

“Queríamos uma carta que a população pudesse ler, que fosse de fácil compreensão. Compilamos e ficou ótima. Até a minha carta foi desprezada. A outra tinha quase 40 páginas, era muito técnica, política, não era o que queríamos. Eles estavam na coordenação da carta, nós estamos na organização do congresso”, afirmou o secretário do partido.

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terça-feira, 12 de março de 2013 Congresso | 18:49

Goldman diz que PT “não tem escrúpulos”

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O ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), não perdeu a chance de exercitar seu tradicional tom beligerante contra o PT.

Durante seminário promovido pelo PSDB na Câmara dos Deputados para discutir a gestão da Petrobrás, Goldman lembrou como o PT usou em 2010 o argumento de que o PSDB privatizaria a estatal petrolífera caso ganhasse a eleição.

Ao longo de sua fala, Goldman foi subindo o tom e afirmou que o PT “não tem escrúpulos”.

Assista:

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