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Posts com a Tag Alckmin

terça-feira, 4 de setembro de 2012 Eleições | 13:25

Alckmin, a esfinge, ficou ao celular

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O governador Geraldo Alckmin (PSDB) ficou no seu iPhone durante boa parte do debate de ontem na Rede TV entre os candidatos a prefeito de São Paulo.

Checou e respondeu emails, entrou no Instagram e em sites de notícias. Na tela de fundo, uma foto de Dona Lu.

Não esboçou muitas reações.

Só riu quando a Soninha (PPS) perguntou a Fernando Haddad (PT) sobre a aliança com o ex-prefeito Paulo Maluf (PP).

E soltava um sorrisinho enigmatico a cada vez que o amigo Gabriel  Chalita (PMDB) batia no tucano José Serra…

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012 Eleições | 11:01

Enfraquecimento de Serra assusta comando nacional do PSD

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O comando nacional do PSD está em pânico com a queda de José Serra nas pesquisas eleitorais.

Primeiro, porque pessedistas temem que uma eventual derrota de Serra no primeiro turno seja atribuída à aliança do tucano com o prefeito Gilberto Kassab (PSD), o pior avaliado entre os prefeitos da última pesquisa Datafolha.

Depois, porque, derrotado Kassab, o principal cacique do partido ficará ao relento, completamente dependente da petista Dilma Rousseff, sem a confiança do PT — pois abandonou o partido para apoiar Serra — e sem poder contar com o governador Geraldo Alckmin, com cuja ala do PSDB Kassab nunca se deu bem.

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segunda-feira, 7 de maio de 2012 Eleições | 09:01

José Serra e o velho medo que não passa

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Entra ano sai ano, José Serra continua o mesmo.

A foto à esquerda é da campanha de vacinação contra a gripe em 2005: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aplicando a vacina no então prefeito da capital, o medroso José serra.

A foto à direita foi distribuída sábado pela Agência Estado. É o candidato a prefeito José Serra na campanha de vacinação deste ano, mais uma vez tremendo diante de uma injeçãozinha à toa.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Eleições | 20:54

ACM Neto e Agripino oferecem mais um vice para Serra

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Pré-candidato a prefeito de São Paulo pelo PSDB,  Jose Serra esteve reunido agora no início da noite com o governador Geraldo Alckmin, o deputado ACM Neto (DEM-BA) e o presidente nacional do Partido Democratas, senador Jose Agripino Maia (RN), no Palácio dos Bandeirantes.

Na pauta, entre outras coisas, o DEM ofereceu o nome de Rodrigo Garcia para vice. Mas o partido cobra o apoio do PSDB à candidatura de ACM Neto para prefeito de Salvador.

Os tucanos têm um pré-candidato a prefeito da capital baiana, o ex-governador Antônio Imbassahy, que não tem se mostrado disposto a desistir da candidatura.

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Eleições | 19:01

Secretários de Alckmin, José Aníbal e Davi Zaia revisam contratos da gestão José Serra

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Em seu primeiro dia à frente da Secretaria Estadual de Gestão Pública de São Paulo, nesta segunda-feira, Davi Zaia (PPS) fez uma visita ao secretário de Energia, José Aníbal (PSDB).

No encontro, Zaia e Anibal falaram sobre a revisão dos contratos de fornecimento de energia elétrica, em sua maior parte firmados na gestão do ex-governador José Serra, adversário de Aníbal nas prévias do PSDB para prefeito de São Paulo.

Segundo Aníbal e Zaia, de 173 instalações avaliadas, já se verificou a possibilidade de uma economia de cerca de R$ 5 milhões ao ano.

Em tempo, Zaia foi transferido pelo governador Geraldo Alckmin, do comando da Secretaria de Trabalho para a  de Gestão, a fim de acomodar o PDT no governo e tentar atrair o partido para a provável candidatura de Serra.

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domingo, 26 de fevereiro de 2012 Partidos | 06:01

Ex-ministro Carlos Lupi anuncia que o PDT agora é aliado de Dilma e do tucano Geraldo Alckmin

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Carlos Lupi (Foto: Elza Fiúza - Agência Brasil)

O ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi deixou o governo em meio às denúncias de irregularidades em sua pasta e reassumiu a presidência do PDT. Mas não abandonou as polêmicas.

Acaba de ser nomeado e exonerado do cargo de assessor especial do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB). Pouco antes, quando reassumiu o comando do PDT, bateu de frente com o deputado Brizola Neto (RJ).

Agora está de malas prontas para São Paulo.

Tem encontro marcado nesta segunda-feira com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) para acertar o apoio do PDT ao governo tucano.

Mas, em entrevista ao Poder Online, Lupi jura que não apoiará o candidato do PSDB a prefeito da capital, seja ele José Serra ou quem for.

Diz que o partido não abre mão da candidatura própria, e que o deputado federal Paulinho da Força Sindical “está candidatíssimo”.

E que, no plano federal, o PDT continua na base de apoio ao governo petista de Dilma Rousseff.

Tanto que ele anuncia para esta semana ou a próxima a definição do pedetista que assumirá como novo ministro do Trabalho.

Os mais cotados são o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS) e o secretário-geral da legenda, Manuel Dias.

Na entrevista, Lupi sugere que a Comissão de Ética da Presidência deu paracer contrário à sua permanência como ministro porque  o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Sepúlveda Pertence, presidente da comissão, brigou com Leonel Brizola quando atuou como advogado do ex-governador do Rio na disputa pela sigla do PTB. Ele perdeu para a ex-deputada Ivete Vargas por atraso na apresentação do registro. “O Brizola perguntava: Esse Sepúlveda, a quem pertence?” conta Lupi.

Poder Online –   O senhor deixou o Ministério do Trabalho, reassumiu a presidência do PDT. E já entrou nessa  polêmica do cargo de assessor especial do prefeito do Rio.

Carlos Lupi –O PDT no Rio já estava praticamente  decidido a apoiar a reeleição do prefeito Eduardo Paes, independentemente de qualquer cargo.  Mas o Eduardo é meu amigo de longa data, e achava que eu poderia contribuir  trabalhando com ele. Ocorre que a mídia resolveu pegar no meu pé. Então eu senti que isso poderia causar constrangimento ao prefeito e pedi para desfazer a nomeação.  Foi isso o que ocorreu.

Poder Online –   O senhor se acha perseguido pela mídia?

Carlos Lupi – Quando o ex-governador Leonel Brizola era vivo, tivemos uma passagem que me marcou muito. Fui seu secretário de Transportes durante um período e resolvi promover uma campanha de trânsito que foi muito elogiada pela imprensa. Cheguei lá no Brizola, todo contente, com a manchete do jornal “O Globo” na mão dizendo: “Olha só, governador!” Ele pegou o jornal, leu, franziu a sobrancelha, sorriu  e respondeu: “Alguma coisa você fez de errado para ‘O Globo’ estar elogiando assim”. Desde então, quando a mídia me critica muito, fico pensando: Onde será que eu acertei?

Poder Online –   Verdade?

Carlos Lupi – É uma brincadeira. Acho a mídia muito importante para a democracia. Acho que a crítica é importante. Mas não concordo com linchamentos, com notícias baseadas em “indícios de irregularidades” sem provas. Não posso concordar com julgamentos sumários. Foi isso o que a mídia fez comigo. Eu pedi apuração de tudo o que foi denunciado junto ao Ministério Público e à Corregedoria- Geral da União (CGU). Estou esperando o resultado na certeza de que não haverá nada. Aí vou começar a cobrar de um por um o direito de resposta.  Não dá para mancharem uma pessoa e depois darem o caso por esquecido. Daquilo tudo, hoje, não sobrou nenhuma acusação. As pessoas só lembram daquele “Dilma, eu te amo!”, que falei quando estive na Câmara. Outro dia, um motorista de taxi gritou para mim: “Lupi, i love you!”.

Poder Online –   O senhor acha que nada será apontado quanto àquelas denúncias sobre irregularidades envolvendo  ONGs (Organizações Não Governamentais) que teriam se beneficiado do Ministério do Trabalho? E sobre aquele caso do jatinho que lhe deu carona?

Carlos Lupi – Tenho certeza. Não tive qualquer envolvimento com essas ONGs e, no caso do jatinho, já está provado que a empresa que o pagou nada tinha a ver com o Ministério do Trabalho. E nem eu sabia direito de quem era. Apenas peguei uma carona em parte de um trajeto que fiz dentro Maranhão, onde cheguei num vôo de carreira. E a CGU, inclusive, mandou devolver o dinheiro que eu havia entregue ao governo a título de ressarcimento pela passagem. Segundo a CGU, porque usei numa missão ministerial.

Poder Online –   Mas a Comissão de Ética se manifestou contra o senhor.

Carlos Lupi – Pois é, ela falou em “indícios de irregularidades”. Suspeito que ali há indícios de ódio. Lá atrás, em 2002, a Comissão havia dito que eu não podia ser ministro e presidir o PDT ao mesmo tempo. Mas não disse nada a respeito do então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, que presidia o PR. Neste caso dos “indícios de irregularidades”, eles abriram um procedimento e tomaram a decisão em poucas horas. E ainda informaram à imprensa antes mesmo de comunicar à Presidência da República. A Dilma ficou furiosa.

Poder Online –   Mas o presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence, não tem proximidade com o PDT?

Carlos Lupi – Proximidade? Ele foi o advogado do Brizola naquela ação para ficarmos com o registro da sigla do velho PTB  (Partido Trabalhista Brasileiro), também reivindicada pela Ivete Vargas. O Golbery do Couto e Silva (ministro-chefe da Casa Civil do governo do general Ernesto Geisel)  não queria ver o Brizola com uma legenda tão forte nas mãos. E o Brizola perdeu porque o Sepúlveda deu entrada no pedido de registro do partido 15 minutos depois da Ivete. O Brizola tomou ódio do Sepúlveda. Perguntava sempre: “Esse Sepúlveda, a quem pertence?”

Poder Online –   Outra polêmica sua há pouco foi com o deputado Brizola Neto, por conta de o senhor ter reassumido a presidência do PDT.

Carlos Lupi – Esse caso já está superado. Conversamos e ele entendeu que eu tinha o direito de reassumir. Eu sou padrinho do Brizolinha, sou muito amigo dele, conheço-o desde que ele usava calças curtas. Nos desentendemos como se desentendem pai e filho, tio e sobrinho, padrinho e afilhado. Ele é um rapaz muito preparado, com um futuro brilhante.

Poder Online –   E, como presidente do partido, cabe ao senhor negociar com o Palácio do Planalto a nomeação do ministro. Quando a presidenta definirá o nome do PDT para ministro do Trabalho?

Carlos Lupi – Acho que, se não for nessa semana que entra, será na próxima. Ela está deixando decantar para escolher.  A presidenta quer alguém que, além de capacidade gerencial, ajude a compor a base de apoio, traga tranqüilidade ao partido.

Poder Online –   O senhor tinha falado para o Brizola Neto que ela estava em dúvida entre cinco nomes: O dele; o dos líderes do partido na Câmara, André Figueiredo (CE) e no Senado, Acir Gurgacz (RO); o do deputado Vieira da Cunha (RS); e o do secretário-geral do partido, Manuel Dias. Ainda são os mesmo nomes?

Carlos Lupi –O André e o Acir estão como líderes e declinaram. Acho que afunilou entre o Manuel e o Vieira da Cunha.

Poder Online – O Brizola Neto está fora?

Carlos lupi – Não. Ele também pode ser…

Poder Online –   E como está o partido?

Carlos Lupi – O PDT está numa fase muito boa. Vamos ter candidatos próprios em 17 capitais, com nomes muito fortes, como o de José Fortunati, em Porto Alegre, o Amazonino Mendes, em Manaus, o Gustavo Fruet, em Curitiba, e vários outros.

Poder Online –   No Rio, vocês estão fechando com o Paes. Em São Paulo, parece que o Alckmin está levando o PDT para apoiar o candidato do PSDB à Prefeitura.

Carlos Lupi – Nada disso. Nós estamos acertando a entrada do PDT na base de apoio ao governo estadual. Nesta segunda-feira estarei lá, num encontro com o governador Alckmin. Ele oficializará o convite para o PDT comandar a Secretaria do Trabalho e eu,  o apoio formal do partido ao seu governo. Mas já está acertado que isto nada tem a ver com a eleição de 2012. Nós não abrimos mão de um candidato próprio em São Paulo. E esse candidato é o deputado Paulinho da Força Sindical. Ele está candidatíssimo.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Eleições | 09:02

O “Massacre da serra elétrica” do alto tucanato paulista

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A avaliação do comando do PSDB é de que pelo menos dois dos pré-candidatos do partido à Prefeitura de São Paulo — os secretários estaduais de Cultura, Andrea Matarazzo, e o do Meio Ambiente,  Bruno Covas — não criariam maiores dificuldades para deixar a disputa em favor do ex-governador José Serra.

O primeiro, pela proximidade com o próprio Serra. O segundo, dependendo apenas de um apelo do governador Geraldo Alckmin.

Mas outros dois pré-candidatos seriam mais resistentes:  o secretário de Energia, José Aníbal, e o deputado Ricardo Trípoli.

Os dois têm dito que não há hipótese de desistirem.

Mas a conclusão dos tucanos mais coroados é de que, se José Serra aceitar mesmo concorrer, seu grupo, junto com o do governador Alckmin e o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso produziriam um verdadeiro “Massacre da serra elétrica” sobre os dois resistentes, em caso de prévias.

Os aliados de FHC chegam a achar que isso daria mais força ainda à campanha de Serra.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 Eleições | 06:26

Quanto Chalita conta com Alckmin (e os tucanos também)

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Candidato do PMDB a prefeito de São Paulo, Gabriel Chalita tem dito aos aliados que, embora seja amigo do governador tucano, Geraldo Alckmin, e sua esposa, dona Lu Alckmin, não conta com o apoio deles à sua campanha.

Quer dizer, em termos.

Chalita também não conta com grandes empenhos do governador ao candidato a ser escolhido pelo PSDB, exceto se este for Bruno Covas.

Isso no primeiro turno.

Porque o peemedebista aposta que chega ao segundo turno. E que, se não for contra um tucano, ai Alckmin entrará de cabeça em sua campanha.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011 Eleições | 15:54

Prefeitura de São Paulo pode virar disputa de menudos

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Menudos, banda de adolescentes da década de 80Antes de desistir da candidatura a prefeito de São Paulo, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) teve uma conversa reservada com o governador Geraldo Alckmin.

Alckmin disse que se, se o senador quisesse, seria um nome natural.

Mas que — da mesma maneira que o ex-presidente Lula (PT) e o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que têm defendido as candidaturas de caras novas, como Fernando Haddad e Gabriel Chalita — ele, Alckmin, também achava que o PSDB deveria lançar um nome jovem.

O senador saiu da conversa convicto de que Bruno Covas, neto do ex-governador Mario Covas, é o candidato dos sonhos de Alckmin.

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