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Posts com a Tag Alexandre Padilha

sexta-feira, 1 de agosto de 2014 Eleições | 16:35

Padilha agora só quer saber de crise da água

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Alexandre Padilha (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Alexandre Padilha (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Agora que a preocupação com as torneiras paulistas ganhou o noticiário, o candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, só quer saber de crise da água.

Hoje, o petista lançou uma plataforma de propostas na área de recursos hídricos. Também já ficou acertado que o assunto entrará no programa eleitoral no rádio e na televisão. A gravação deve ocorrer em breve, segundo a campanha do petista.

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sexta-feira, 25 de julho de 2014 Eleições | 15:00

Dilma acerta agenda com Padilha em São Paulo

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A presidente Dilma Rousseff começou a acertar uma agenda conjunta com o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, na esperança de reduzir sua rejeição em São Paulo e alavancar o candidato petista ao governo de São Paulo.

Além do ato já programado com Lula na CUT, no dia 31, ficou acertada a realização de outro evento no dia 9. Em tese, a ideia é fazer uma caminhada.

Mas, com todo o aparato de segurança presidencial, a logística promete ser complicada. Se ficar difícil demais, o comando da campanha de Padilha pode optar por outro modelo.

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terça-feira, 22 de julho de 2014 Eleições | 06:00

PT recorre a Palocci para aumentar arrecadação em São Paulo

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Preocupado com a arrecadação da campanha do ex-ministro Alexandre Padilha, o PT paulista seguiu uma velha receita: recorreu ao ex-ministro Antonio Palocci. O antigo titular da Casa Civil, que caiu em 2011 sob suspeitas de enriquecimento ilícito,  vem sendo consultado com frequência e já andou dando muito palpite na estratégia para melhorar o caixa do candidato ao governo de São Paulo.

Antônio Palocci

Antônio Palocci

Logo no início das discussões sobre o processo eleitoral, ainda em abril do ano passado, Palocci chegou a participar de conversas sobre arrecadação para a campanha da presidente Dilma Rousseff.

Na época, o ex-ministro esteve em algumas reuniões com a presidente e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, depois que a notícia veio à tona, não tardou para que começasse a circular a versão de que ele ficaria longe do processo eleitoral.

Por manter uma relação muito mais próxima com o PT de São Paulo, Palocci continuou acompanhando, mesmo que discretamente, as negociações para a corrida ao Palácio dos Bandeirantes. Quando a campanha petista tentou emplacar um vice empresário na chapa, por exemplo, Palocci ajudou no diálogo com Maurílio Biagi Filho. Na época, ele também ajudou a organizar uma rodada de jantares do então ministro da Saúde com empresários, entre eles o presidente do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg.

Apesar da proximidade de Palocci com a campanha paulista, petistas juram que ele se mantém distante da campanha presidencial. A própria Dilma, segundo um petista, andou dizendo que prefere assim.

Leia também: Planalto reabilita Palocci em discussões sobre a reeleição de Dilma

 

 

 

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sábado, 19 de julho de 2014 Eleições | 08:00

Preocupado com voto petista, Padilha foca agenda na região metropolitana de SP

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Alexandre Padilha (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Alexandre Padilha (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Preocupado em garantir ao menos o voto dos eleitores que tradicionalmente votam no PT, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha decidiu que vai concentrar a agenda das próximas semanas na região metropolitana de São Paulo.

A previsão do candidato ao governo paulista é investir prioritariamente em caminhadas. Serão contempladas atividades no ABC paulista, Guarulhos, Osasco, além da própria capital.

Leia também: Campanha de Padilha já fala em desempenho abaixo do patamar histórico do PT

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sexta-feira, 11 de julho de 2014 Eleições | 06:00

Solução rápida para caso Luiz Moura virou dor de cabeça para o PT

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Em meio ao clima já desgastado da campanha do ex-ministro Alexandre Padilha ao governo de São Paulo, o PT paga agora o preço por ter optado por enterrar rapidamente o caso Luiz Moura. Quando veio à tona a notícia do suposto envolvimento do deputado com o PCC, o comando petista preferiu tratar do assunto no âmbito da executiva estadual a instalar uma Comissão de Ética para analisar o caso.

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

A decisão da Justiça que suspendeu a convenção petista, noticiada pela Folha de S. Paulo nesta semana, será revista, na previsão do PT. Isso porque, segundo o partido, o estatuto é claro em prever que a direção partidária pode tomar para si a tarefa de conduzir rapidamente o processo disciplinar, conforme a repercussão e gravidade das acusações.  Desde que dê ao filiado o direito de defesa – e Moura foi ouvido pelo mesmo órgão, antes de ser determinada a aplicação da pena de suspensão.

Mas o estrago, reconhecem dirigentes partidários, está feito. O assunto agora voltou à tona, justamente no momento em que Padilha amarga a dificuldade de fazer a campanha decolar e a debandada de aliados.

Confiante de que a decisão judicial em favor de Moura será derrubada, o PT avisa que, de qualquer forma, nada vai mudar o destino do deputado paulista.  Moura pode recorrer às instâncias que desejar, mas a sigla diz não ter a menor intenção de ceder e liberar sua candidatura.

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quinta-feira, 10 de julho de 2014 Eleições | 06:00

Campanha de Padilha já fala em desempenho abaixo do patamar histórico do PT

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A campanha do ex-ministro Alexandre Padilha já trabalha com a previsão de obter um desempenho na corrida para o governo de São Paulo inferior ao patamar histórico do PT em eleições disputadas no estado. Tradicionalmente, candidatos petistas atingem uma marca em torno de 30% dos votos no maior colégio eleitoral do país.  Mas a estimativa, agora, é de ficar pouco acima de 20% dos votos.

Alexandre Padilha (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Alexandre Padilha (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Leia também: Lula se queixa de desânimo e diz que vai ajudar a levantar campanha de Padilha

Esse número, segundo projeções da equipe do ex-ministro, seria suficiente para viabilizar um segundo turno. Isso levando em consideração a expectativa de um bom desempenho do peemedebista Paulo Skaf na eleição. A opção para Padilha permanecer na disputa até o fim seria, portanto, superar Skaf, mesmo que por pouco.

Ao justificar a previsão, petistas alegam que, neste ano, Skaf conseguiu se viabilizar como uma possibilidade de terceira via, com chances de quebrar a polarização entre PT e PSDB em São Paulo.

O patamar de 30% é a parcela do eleitorado que, segundo a máxima petista, costuma votar no partido independentemente de quem for o candidato. Em 2006, por exemplo, Aloizio Mercadante teve 31,6% dos votos válidos na eleição para governador. Ali, o PMDB também tinha candidato – o ex-governador Orestes Quércia – e a corrida também era liderada por um tucano, no caso José Serra. Sem contar que Mercadante ainda sofreu forte desgaste com o escândalo dos aloprados, em que petistas foram presos tentando vender um dossiê contra tucanos na eleição, num momento em que o PT ainda vivia os resquícios do mensalão. Quatro anos depois, em 2010, quando disputou novamente a corrida estadual, Mercadante teve 35,2%.

Apesar da projeção, o PT ainda insiste que nem no pior dos pesadelos Padilha sairia da eleição com um número tão baixo quanto o que ostenta nas pesquisas de opinião – hoje ele está na faixa de 3%. Hoje, o partido tem claro que o ex-ministro é pouco conhecido do eleitorado – não era o caso de Mercadante nas últimas eleições. A expectativa dos mais otimistas é de que ele ainda vai crescer significativamente, puxado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E ainda levará uma ajudinha da ex-ministra Marta Suplicy, recrutada para alavancar a campanha no estado.

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quarta-feira, 9 de julho de 2014 Eleições | 10:30

Feministas realizarão ato em defesa do aborto e apoio a Padilha

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Ex-coordenadora da bancada feminina da Câmara dos Deputados, Janete Pietá (PT-SP). Foto: Divulgação

Ex-coordenadora da bancada feminina da Câmara dos Deputados, Janete Pietá (PT-SP). Foto: Divulgação

As lideranças feministas do PT e do PCdoB realizarão, no próximo dia 19 de julho, a “Caminhada do Lilás com Padilha”, no centro de São Paulo em apoio ao petista, que disputa o comando do Palácio dos Bandeirantes.

“Será um ato em defesa da livre decisão das mulheres, em todos os sentidos”, afirmou uma das articuladoras do ato, a deputada federal Janete Pietá, que disputa a reeleição. “Já que o Geraldo Alckmin nunca deu relevância para essa pauta, o Padilha terá de deixar claro seu compromisso com a pauta das mulheres.

O ato, que conta com o apoio da Marcha Mundial das Mulheres, será uma oportunidade para as feministas reforçarem bandeiras já debatidas com Alexandre Padilha em seu programa de governo, sobre temas como aborto, união homoafetiva, violência contra as mulheres e autonomia econômica.

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terça-feira, 8 de julho de 2014 Eleições | 06:00

Lula se queixa de desânimo e diz que ajudará a levantar campanha de Padilha

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Lula e Padilha darão a largada na caravanas pelo estado (Foto: Futurapress)

Lula e Padilha darão a largada na caravanas pelo estado (Foto: Futurapress)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem repetindo aos colegas de partido que não quer saber de desânimo cercando a campanha do ex-ministro Alexandre Padilha ao governo de São Paulo.

Lula vem pedindo empenho aos petistas e avisou que estará junto do afilhado, para ajudar a levantar a campanha.

Disse que o PT nunca teve eleição fácil. E que esta não tem motivo para ser diferente.

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segunda-feira, 7 de julho de 2014 Eleições | 12:00

Comando nacional do PP promete ficar de olho em Maluf

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O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

A direção nacional do PP reconhece que a virada do apoio a Alexandre Padilha (PT) em São Paulo foi uma jogada de esperteza de Paulo Maluf (PP). Ainda assim, o partido não chega nem perto de falar em punição.

Durante o processo de articulação, o PP determinou que quaisquer alianças no estado de SP deveriam passar pelo aval da direção nacional. Entretanto, o partido baixou uma resolução liberando alianças nos estados e Maluf aproveitou-se desse documento para levar o PP para a esfera de Paulo Skaf (PMDB).

Ainda que não haja punição formal, a direção nacional do PP pretende avaliar de perto o desempenho do partido em São Paulo. A depender do resultado, não está descartado sentar para discutir a relação com ex-prefeito paulistano.

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domingo, 6 de julho de 2014 Eleições | 07:00

‘Não acredito que Skaf vá repetir fenômeno Russomano’, diz coordenador de campanha

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O ex-governador e atual coordenador da campanha de Paulo Skaf (PMDB), Luiz Antônio Fleury Filho. (Foto: Agência Brasil)

O ex-governador e atual coordenador da campanha de Paulo Skaf (PMDB), Luiz Antônio Fleury Filho. (Foto: Agência Brasil)

Diante de um cenário eleitoral praticamente definido no estado de São Paulo, o ex-governador e atual coordenador da campanha de Paulo Skaf (PMDB) ao governo – Luiz Antônio Fleury Filho – aposta na estrutura partidária peemedebista e dos aliados PSD, PDT, PROS e PP para chegar ao segundo turno.

“Não acredito que o Skaf vá repetir o fenômeno Russomano. Por uma razão: ele não tinha estrutura partidária”, afirmou Fleury ao Poder Online. Por enquanto, o PMDB lidera o tempo de televisão, seguido do candidato tucano à reeleição, Geraldo Alckmin, e, só então, do petista Alexandre Padilha.

Leia também: Coordenador da campanha de Skaf diz ter informantes na equipe de Alckmin

Fleury desconversa, porém, ao falar sobre o apoio de Paulo Maluf (PP) a Skaf. Diz que Skaf não tirará a tal foto com Maluf e pede até mesmo para mudar de assunto. “Veja bem, não é apoio do Maluf, é apoio do PP. Não houve nenhuma interferência da cúpula do partido para que o PP ficasse conosco, foi uma decisão da base – contrariando inclusive a fotografia: nós ficamos com o apoio e o Padilha, com a foto.”

Poder Online: Estrategicamente, com quem será a polarização do Paulo Skaf em São Paulo?
Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB-SP): Se continuarem as projeções que nós temos, nosso cálculo é de que após o início do horário eleitoral na televisão nós vamos polarizar com o Alckmin. Atualmente, o grau de conhecimento do Skaf é muito pequeno, comparado com o Alckmin e o próprio Padilha. Mas nós estamos com o maior tempo de TV. Temos cerca de quarenta segundos a mais que o Alckmin e estamos com dois minutos na frente do Padilha.

Pensando nessa polarização, qual será a estratégia adotada no discurso? Existe algum ponto fraco do Alckmin que deve ser atacado, em especial?
Evidentemente que nós já temos esse diagnóstico, mas o principal é o seguinte: o que não foi feito em 20 anos, não será realizado nos próximos quatro.

Dentro deste diagnóstico, existe algum tema central?
Nosso tema central será educação. Um dos pontos principais que nós vamos defender será o fim da progressão continuada tal como ocorre hoje.

O senhor falou em 20 anos de PSDB no estado. Como superar essa tradição, em uma eleição?
É que tem também o cansaço. Há um sentimento de renovação, de que o ciclo está chegando ao fim. O próprio Fernando Henrique Cardoso tem falado muito em renovação, mas ele só fala em renovação no nível federal e se esquece de que eles estão em São Paulo há 20 anos. É claro que o PSDB é forte: eles se organizaram aqui nos últimos 20 anos. Mas são 20 anos nos quais só aumentou a violência, em que estamos chegando a uma crise no abastecimento de água, tudo por falta de planejamento do governo. Há um descontentamento generalizado nas principais áreas de atuação do governo.

Neste sentido, o Alexandre Padilha também pode crescer, não é mesmo? Como será a relação com ele? Existe mesmo a possibilidade de um pacto de não-agressão, como indicou o vice-presidente Michel Temer (PMDB)?
Não há nenhum pacto neste sentido. Evidentemente que o adversário comum é o Alckmin, mas acho que a campanha do Padilha será mais centrada em se mostrar viável aos olhos do PT – para que ele possa se alavancar um pouco. Porque, veja, a atuação dele nas pesquisas mostra que ele precisa em primeiro lugar conquistar o partido. Então, por enquanto, não estamos preocupados com isso não.

Uma coisa interessante nas últimas eleições foi a candidatura do Celso Russomano (PRB) à prefeitura de São Paulo. Ele começou muito bem e, aos poucos, perdeu o fôlego, deixando o segundo turno com PT e PSDB. O senhor acredita que tem algum risco de o Skaf representar este mesmo fenômeno?
Não, não acredito que o Skaf vá repetir o fenômeno Russomano. Por uma razão: ele não tinha estrutura partidária. Já nós, além da estrutura do PMDB, temos PSD, PDT e PP, que são fortes no estado, e o PROS, que tem uma presença importante. Esse risco nós não temos. O que a gente vê é o seguinte: por enquanto, o Alckmin ainda tem perspectivas de primeiro turno e vai fazer de tudo para alcançar isso. Basta ver que em todos os intervalos comerciais de horário nobre, em todas as televisões, tem publicidade do governo do estado. Inclusive de obras que não foram nem lançadas. Mas, nossa aposta é que apesar do pouco conhecimento junto à população, por termos um bom tempo de TV e uma boa estrutura partidária, nós vamos reverter esse quadro. Ao contrário do Russomano, que era conhecido, mas não tinha estrutura partidária.

E o apoio do ex-prefeito Paulo Maluf (PP), de última hora? Como isto influenciará a campanha?
Veja bem, não é apoio do Maluf, é apoio do PP. A base do PP em São Paulo estava muito incomodada com o apoio ao PT aqui, porque são tradicionais adversários. E o que aconteceu foi que a executiva do partido se reuniu e, com apenas um voto divergente, resolveu apoiar o Skaf. Ao contrário do que eu tenho lido nos jornais, não houve nenhuma interferência por parte do Lula, da Dilma, ou de quem quer que seja. A gente não pode esquecer que o candidato deles queria e precisa de mais tempo de televisão.

Mas essa rivalidade histórica não foi um problema quando o PP apoiou o prefeito Fernando Haddad (PT) em 2012, né?
Na verdade, o apoio ao Haddad foi forçado pela direção do partido. Tanto é que na fotografia apareceu o Lula, o Maluf e o Haddad. Isso mostra que desta vez não houve nenhuma interferência da cúpula do partido para que o PP ficasse conosco, foi uma decisão da base – contrariando inclusive a fotografia: nós ficamos com o apoio e o Padilha, com a foto.

E vocês não vão tirar mesmo a foto?
Não.

Por que esta decisão?
Não é decisão, é falta de oportunidade.

E se houver oportunidade, vocês irão tirá-la?
Passa para a próxima pergunta, eu já falei tudo o que tinha para falar sobre esse assunto.

Tudo bem. Com relação à candidatura do Gilberto Kassab ao Senado, existe alguma possibilidade de desistência, mesmo após o registro no TRE?
Não. A candidatura é definitiva. Nessa altura, o Kassab não vai voltar atrás. Pelo menos foi o que conversamos e ele afirmou que é irreversível.

Como ficou o clima entre o Kassab e o Serra, depois dessa reviravolta?
Ahhh, você tem que perguntar aos dois. Eu sei do clima entre eu e meus amigos, minha família. Mas, pelas informações que eu tenho, eles continuam bons e leais amigos. Às vezes acontece isso, na política. Por exemplo, o Aloysio Nunes (PSDB) é candidato a vice do Aécio Neves (PSDB), mas é um grande amigo. Na política ele defende o Alckmin aqui e eu defendo o Skaf, mas somos grandes amigos pessoais.

Como o senhor enxerga um possível segundo turno?
Segundo turno é uma nova eleição. A primeira eleição de segundo turno em São Paulo foi a minha, como governador. No segundo turno, as lideranças têm um papel importante, mas não decisivo. Nem sempre o eleitor acompanha a liderança. O eleitor aprendeu que, em uma eleição, primeiro se vota em quem você acha melhor e, em seguida, em quem for menos ruim. No segundo turno, o arco de alianças se modifica completamente e depende de não se criarem sombras ou fossos iniciais que causem uma dificuldade de apoio futuro. Por isso que, no início, os ataques não são tão pronunciados: todo mundo toma cuidado para ver quem será aliado no futuro. Então, no segundo turno, nós iremos avaliar quem quer nos apoiar ou não.

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