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Posts com a Tag aloprados

quarta-feira, 13 de julho de 2011 Congresso | 18:52

PMDB e oposição fazem acordo de votar requerimento convocando ‘aloprado’

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O PMDB fechou acordo com a oposição no Senado para votar, em agosto, requerimento do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) convocando Expedito Veloso — ex-diretor do Banco do Brasil — a depor na Comissão de Constituição e Justiça da Casa.

Veloso é acusado de suposto envolvimento na compra de dossiê contra o ex-governador José Serra, em 2006.

Nesta terça-feira, a Comissão de Assuntos Econômicos rejeitou três requerimentos convocando Veloso, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e a ex-senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), para prestar esclarecimentos sobre o ‘dossiê dos aloprados’.

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 Partidos | 14:59

Em homenagem a FHC, Serra lembra caso dos ‘aloprados’

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Nem mesmo na homenagem aos 80 anos de FHC o ex-governador José Serra esqueceu o caso do “dossiê dos aloprados”.

Serra deu um jeito de encaixar o assunto em meio aos elogios ao ex-presidente:

— O FHC nunca condescendeu com o malfeito para privilegiar aliado, jamais passou a mão na cabeça de aloprados.

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Congresso | 13:43

Dornelles para Mercadante: “Não há nada como um dia depois do outro”

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O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) deu uma alfinetada agora há pouco no ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que se explica neste momento no Senado sobre acusações de envolvimento na compra de suposto dossiê, em 2006, contra o ex-governador de São Paulo José Serra.

Durante o depoimento de Mercadante, Dornelles afirmou que, diferente da postura do ministro na última legislatura, ele não assinará requerimento pedindo a investigação do caso no Senado:

— Nesse caso dos aloprados, a minha posição é totalmente diferente da que Vossa Excelência sempre tomou. Ninguém deve ser condenado na base de notícia de jornal, e Vossa Excelência na legislatura anterior tentou a cassação de mandato de companheiros seus baseado em notícia de jornal.

E completou: “Não nada há como um dia depois do outro”.

Mercadante, como se sabe, defendeu a cassação do mandato ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), em 2007, acusado de firmar sociedade oculta para comprar duas rádios e um jornal em Alagoas.

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domingo, 1 de maio de 2011 Partidos | 06:16

Assim como Delúbio e Rui Falcão, Ricardo Berzoini também está de volta à ribalta no PT

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Ricardo Berzoini (foto de Renato Araújo/ABr)

O deputado Ricardo Berzoini (SP) assumiu a presidência do PT logo após o partido viver sua maior crise: o escândalo do mensalão. E deixou o cargo marcado por outra encrenca, a denúncia de que arapongas contratados por petistas — classificados pelo ex-presidente Lula de “aloprados” — teriam preparado dossiês contra o então candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra.

Agora a presidência do PT está sendo asumida por um colega de partido, Rui Falcão, que nas últimas eleições também se meteu numa polêmica em torno da elaboração de dossiês contra os tucanos. E num momento em que volta à legenda o ex-tesoureiro, Delúbio Soares, expulso do partido por protagonizar a crise do mensalão.

O próprio Berzoini voltou a participar ativamente das decisões partidárias. Não só da reunião do Diretório que elegeu Rui Falcão e decidiu pela volta de Delúbio, como, antes, das articulações que surpreenderam o governo elegeram  Marco Maia a presidente da Câmara, contra o líder Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Poder Online — Com a reunião do diretório terminada neste sábado, o PT passou uma borracha nos episódios do passado?

Ricardo Berzoini — O PT não passa borracha em nada. Nem fazemos vereditos jurídicos. Avaliamos as situações politicamente, decidimos qual o melhor quadro e tratamos de avançar.

Poder Online — Mas o Delúbio voltou. O Rui Falcão assumiu a presidência do partido…

Ricardo Berzoine — Quanto ao Rui Falcão, é inimaginável que ele tenha participado de qualquer coisa. No caso do Delúbio, ele sofreu uma punição dura, foi expulso do PT.  Nesses mais de cinco anos de afastamento, manifestou sempre seu amor pelo partido. Então não houve nenhuma mudança em relação ao passado. O que o PT pensa sobre aquilo está formalizado nas resoluções do partido de 2005. Não estamos passando borracha alguma. Apenas achamos que o Delúbio cumpriu sua pena com dignidade e está na hora de voltar.

Poder Online — O sr. se acha vitorioso com a eleição do Rui Falcão?

Ricardo Berzoini — Acho que todos saimos vitoriosos. A escolha do Rui foi praticamente unânime. Incluindo as tendências mais à esquerda do partido, todos votaram a favor. O Rui é um militante e um dirigente experiente e vai conduzir o PT com tranquilidade. O pior dos mundos seria a interinidade.

Poder Online — Por que se falou tanto que o sr. estava estado chateado, deslocado dentro do partido?

Ricardo Berzoini — Isso é um movimento de grupos conservadores que querem disseminar a discórdia entre nós. E infelizmente é reverberado dentro do partido por uns poucos, que não se conformaram com o movimento vitorioso que levou à escolha de Marco Maia (PT-RS) como presidente da Câmara, do qual eu participei. De minha parte, tenho manifestado minhas posições sempre numa linha construtiva. Sem ressentimentos.

Poder Online — Mas diz-se que o sr. e o ex-presidente Lula teriam se distanciado desde aquele episódio dos chamados aloprados.

Ricardo Berzoini — Olha, isso é um mito absurdo. O Lula foi quem me convenceu a presidir o partido. E, também, quando eu não queria ser candidato à reeleição, ele insistiu e trabalhou para que eu continuasse no cargo.

Poder Online — E agora, como fica o PT? Qual o futuro?

Ricardo Berzoini — Precisamos preparar o partido para as eleições municipais de 2012. Especialmente para avançar naqueles pontos que nos diferenciam de qualquer outra legenda do país: conseguirmos ser governo e manter uma vida partidária ativa. E com forte penetração nos movimentos sociais, como os dos sem-terra, dos negros, das mulheres, dos homossexuais.  Só o PT tem isso: é governo, é partido e é movimento social. Acho que estamos num bom momento e em condições de acentuar essas vantagens em relação às demais legendas.

Poder Online — E a eleição em São Paulo? O candidato a prefeito será novo ou velho?

Ricardo Berzoini — Isso é um reducionismo com o qual me nego a raciocinar.

Poder Online — Mas é como muita gente no partido tem colocado. De um lado, aqueles que têm certeza da candidatura do tucano José Serra a prefeito. Eles apostam no lançamento de um candidato mais experiente, tipo Marta Suplicy. De outro lado, têm aqueles petistas que seguem a tese do ex-presidente Lula, segundo a qual São Paulo precisa de um nome novo, como o do ministro da Educação, Fernando Haddad.

Ricardo Berzoini — É. Mas tem também a terceira linha. Os que defendem um nome novo, mas que não é o Haddad, como os dos deputados Ricardo Zaratini e Jilmar Tatto.

Poder Online — O sr. está nesse grupo?

Ricardo Berzoini — Não. Estou no grupo dos que preferem esperar o segundo semestre. Por enquanto, não apoio nada.

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quinta-feira, 31 de março de 2011 Partidos | 10:02

Comando do PT está sem trânsito no governo

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Desde que o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, se licenciou do comando da legenda — por conta de uma crise hipertensiva — o partido está praticamente acéfalo.

Mesmo com o vice-presidente e presidente em exercício, Rui Falcão, sendo reconhecido como um homem de personalidade forte e até um pouco autoritário.

É que Rui Falcão não é uma figura muito popular entre seus colegas de partido. Nem junto ao governo.

já foi amigo do peito da presidenta Dilma Rousseff, mas na campanha protagonizou uma disputa de poder com o atual ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel que resultou naquele escândalo de denúncias de espionagens contra os tucanos José Serra e Aécio Neves.

Dilma tem-se reaproximado cada vez mais de Pimentel, mas as relações com Falcão permaneceram estremecidas.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010 Eleições | 12:50

Jefferson diz que Arruda tem “quatro dossiês” contra o DEM

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O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, sugeriu que o ex-governador do DF José Roberto Arruda tem dossiês contra integrantes do seu ex-partido, o DEM. 

“Há quatro dossiês escritos por Arruda em mãos de advogados. Quanto não pagara por ele, um aloprado, no meio da campanha?”, escreveu no microblog. Na semana passada, ele já havia escrito no microblog que “o DEM é uma merda”.

Jefferson tenta influenciar na escolha do vice de Serra. Indicou Benito Gama (PTB-BA) para irritar o DEM.

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sábado, 5 de junho de 2010 Eleições | 13:13

Dossiê deu poder a Palocci

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No dia 13 de maio, o ex-ministro Antônio Palocci ouviu o relato de toda a confusão do dossiê e soube do vazamento da história para a imprensa.

Pouco tempo antes, Dilma Rousseff tomou conhecimento que a montagem de um staff de inteligência em sua campanha havia sido descoberta.

A partir daí, Palocci ampliou seu poder no comando da campanha e o ex-prefeito Fernando Pimentel começou a perder estofo.

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terça-feira, 25 de maio de 2010 Partidos | 07:34

Antes poderoso, Berzoini anda em baixa no PT

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Ex-ministro e ex-presidente do PT, o deputado Ricardo Berzoini (SP) anda cada dia mais afastado da campanha de Dilmna Rousseff a presidente da República.

O comando da campanha também não tem feito a menor questão de chamá-lo. Mas tudo em silêncio, com muita discreção.

Mesmo quando o deputado e ex-ministro da Previdência votou contra o governo e pela derrubada do fator previdênciário no plenário da Câmara,  ninguém protestou publicamente.

Mas o mínimo que os auxiliares mais próximos do presidente fazem quando falam em Berzoini é lembrar da expressão “aloprados”, que o presidente Lula tanto usou para criticar uma parcela do partido.

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