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Posts com a Tag Aloysio Nunes

terça-feira, 28 de abril de 2015 Congresso | 07:00

‘É factoide’, diz petista sobre tentativa do PSDB de expulsar cubanos do Mais Médicos

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O deputado federal e idealizador do programa Mais Médicos Odorico Monteiro (PT-CE) reagiu diante da tentativa dos senadores tucanos Cássio Cunha Lima (PB) e Aloysio Nunes (SP) de cancelarem o convênio que permitiu a vinda de cerca de 11,4 mil médicos cubanos para trabalharem no Brasil, por meio do programa do governo federal.

“O programa Mais Médicos hoje é uma realidade, 90% da população brasileira aprovam esses médicos. Os médicos brasileiros que estavam resistindo hoje já percebem que há a perfeita integração entre os médicos cubanos e os médicos brasileiros”, afirmou Monteiro. “Não tem praticamente uma queixa nos conselhos regionais de medicina sobre qualquer tipo de prática desses médicos. Então, isso se trata de uma perseguição política, de criar um factoide político aqui no Congresso, pra fazer oposição”, completou.

Caso aprovado, o projeto de decreto legislativo 33/2015 invalidará o termo de cooperação firmado entre o governo brasileiro e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), levando à expulsão dos médicos cubanos do programa. O projeto está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.

Assista:

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Congresso | 13:30

PSDB pode adiar troca do líder no Senado

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Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Setores da bancada do PSDB no Senado já falam na possibilidade de adiar por alguns meses a substituição do líder Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Os defensores da espera entendem que Aloysio está segurando bem as pontas por lá e que valeria aguardar que as novas estrelas da bancada tomem pé da situação na virada da legislatura.

Entre os nomes tidos como opções óbvias para a vaga, estão José Serra (PSDB-SP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), embora líderes tucanos jurem que ninguém conversou com eles até o momento.

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terça-feira, 13 de janeiro de 2015 Eleições | 09:00

Alckmin ainda custa para encontrar uma alternativa para 2016

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Alckmin e Haddad

Alckmin e Haddad

O governador paulista Geraldo Alckmin pretende manter firme o controle sobre o processo eleitoral de 2016, mas até agora não conseguiu encontrar um nome a ser trabalhado para a disputa com o prefeito petista Fernando Haddad.

O que se sabe é que Alckmin quer um candidato para chamar de seu. Gostaria de encontrar alguém dentro do seu grupo político, empurrando para a margem alternativas como Aloysio Nunes e Andrea Matarazzo.

Meses atrás, Alckmin ensaiou bancar o nome de Saulo de Castro, mas desanimou no meio do caminho. Agora, ele o tem na fila para a sucessão estadual de 2018. Diante do desempenho em disputas anteriores, a alternativa Bruno Covas também custa a empolgar o governador. Mario Covas Neto também apresentou o nome.

Um nome que passou a circular com mais frequência nas conversas do Palácio dos Bandeirantes é o do chefe da Casa Civil, Edson Aparecido. Mas ate agora, dizem interlocutores, nada de o governador bater o martelo.

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domingo, 12 de outubro de 2014 Eleições | 08:00

‘Demora no apoio de Marina valoriza decisão’, diz Aloysio Nunes

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Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Na expectativa de uma decisão favorável da ex-senadora Marina Silva (PSB) sobre um apoio aos tucanos no segundo turno, o senador e candidato a vice-presidente de Aécio Neves, Aloysio Nunes (PSDB-SP), minimiza as exigências apresentadas pela fundadora da Rede Sustentabilidade e diz que, ao contrário de enfraquecê-la, a demora num eventual anúncio de apoio por parte de Marina “valoriza” sua decisão.

“Acho que essa demora até valoriza a decisão, é uma coisa meditada, pensada”, diz o senador, em entrevista ao Poder Online. “Ainda mais levando em conta que ela não tem um partido formalmente organizado, como o PSB, o PPS, o PV. No PSDB é muito simples, a gente reúne a comissão executiva, discute, vota e acabou-se. Foi como fez o PSB. A Rede é outra coisa, ainda não tem essa estrutura formal para tomadas de decisão”, pondera.

Animado com os resultados da última pesquisa Sensus – que indicou uma vantagem de 17,6 pontos de Aécio Neves sobre a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff -, Nunes admite que nem o PSDB esperava tamanho crescimento, mas comemora: “Pesquisa boa a gente sempre acha ótima, mas ainda tem muito chão até o fim da campanha.” Leia abaixo os principais trechos da conversa:

Senador, está previsto para esta manhã o anúncio oficial sobre o apoio da ex-senadora Marina Silva no segundo turno. Qual é a expectativa da campanha?
No segundo turno, uma candidatura como a do Aécio adquire um contorno muito mais amplo. Não é mais só da coligação, é uma candidatura de todos aqueles que querem a mudança, como é o caso da Marina, que foi nitidamente de oposição durante todo esse processo. É natural que ela venha a acompanhar o Aécio. É claro que eu espero que ela venha conosco, mas respeito os posicionamentos que ela decidir adotar.

Há em parte do PSDB uma sensação de que a demora em anunciar essa adesão enfraqueceria o apoio de Marina à candidatura. O senhor concorda?
De forma alguma. Quem diz isso? Acho que essa demora até valoriza a decisão, é uma coisa meditada, pensada. Ainda mais levando em conta que ela não tem um partido formalmente organizado, como o PSB, o PPS, o PV. É mais fácil quando um partido tem uma executiva para se orientar, então é natural que a Marina demore mais para ampliar as consultas. No PSDB é muito simples, a gente reúne a comissão executiva, discute, vota e acabou-se. Foi como fez o PSB. A Rede é outra coisa, ainda não tem essa estrutura formal para tomadas de decisão.

A avaliação que se tem é de que as exigências apresentadas por Marina expuseram as contradições entre ela e Aécio, o que poderia dificultar uma maior transferência de votos.
Mas aí foi um mal-entendido. O Pedro Ivo publicou aquela espécie de decálogo, listando que era fundamental isso, fundamental aquilo. Mas ele estava expondo a visão do núcleo da Rede, não queria dizer que eram condições para que Marina viesse a nos apoiar. Só que quando você tem forças políticas distintas é normal essa interpretação. Mas eu não entendi aquilo como um ultimato. Não houve essa negociação ponto por ponto não.

Ontem, Aécio anunciou que estava disposto a ceder em alguns pontos, mas não abriu mão do posicionamento favorável à redução da maioridade penal, criticado por Marina. 
Quem exprime com mais propriedade esse processo é o Walter Feldman (porta-voz da Rede Sustentabilidade). Ele fez uma declaração ontem, onde disse que são duas correntes políticas que estão buscando o ponto em comum – e não exarcebar as diferenças. O fundamental é o seguinte: a Marina, assim como seus amigos políticos, querem a mudança. Queremos tirar o PT do governo, para avançar. Para aperfeiçoar o processo de inclusão social, o combate à corrupção. A redução da maioridade penal é uma diferença. Nós somos a favor para crimes hediondos, mas há uma convergência muito grande no sentido de implantar o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Uma necessidade comum de ampliarmos efetivamente toda a legislação sobre juventude, que é avançada, generosa e que não é aplicada, é letra morta.

A pesquisa Sensus divulgada neste fim de semana indicou uma vantagem de 17 pontos de Aécio sobre Dilma, no segundo turno. Como a campanha recebeu essa notícia?
Pesquisa boa a gente sempre acha ótima, mas ainda tem muito chão até o fim da campanha. Mas a campanha está cada vez mais animada, é mais do que uma campanha: é um movimento com muito entusiasmo, muita alegria. Independentemente do resultado dessa pesquisa, há uma sensação de alegria nas pessoas que nos acompanham e que estão participando.

Esse resultado já era previsto internamente?
Não, de forma alguma.

Nesta reta final, qual será a estratégia da campanha? Haverá algum foco específico no nordeste, para reverter a associação que foi feita entre os eleitores do PSDB e os ataques a nordestinos?
Isso é uma conversa fiada, não vamos cair jamais nessa conversa. Não teve nenhuma repercussão essa história, a única repercussão que eu estou vendo é você me fazer essa pergunta. O que o PT está fazendo na internet é uma barbaridade. É inacreditável o que milhares de militantes pagos vêm fazendo. Eu já nem vejo mais essas coisas, dado o caráter grotesco. Não tem credibilidade nenhuma. A Dilma é uma candidata que só tem uma novidade, que é a cor do vestido. Antes era azul, agora é vermelho. Mas, como dizia minha avó, perde o pelo, mas não perde os vícios. Nós vamos nos afastar dessa atitude, não vamos nos misturar.

Qual o impacto de apoio como o da família do ex-governador Eduardo Campos, anunciado ontem, para o crescimento de Aécio num estado como Pernambuco, onde Marina venceu as eleições.
É um apoio é um apoio muito positivo, ainda mais considerando que o desempenho do Aécio foi coisa de 6% em Pernambuco, porque todo o campo da oposição estava com Marina. Então isso muda bastante o cenário. Acho muito difícil esse voto que foi pra marina, no Nordeste, ir para Dilma.

E com relação ao eleitorado em geral, existe algum segmento no qual a campanha ainda pretende crescer nestas últimas semanas?
É muito difícil uma campanha presidencial ter uma mensagem segmentada. Nossa mensagem é uma mensagem geral, do vento da mudança, que sopra aqui e sopra acolá.

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quinta-feira, 8 de maio de 2014 Congresso | 17:18

Senado debaterá legalização das drogas no dia 20 de maio

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A legalização das drogas será tema de debate na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, no dia 20 de maio. A iniciativa é do relator Antônio Valadares (PSB-SE), relator da Lei de Drogas, que atendeu à solicitação virtual de mais de 10 mil internautas.

Leia também: PSC aproveita debate sobre drogas para divulgar pré-candidata a federal

A comissão chegou cogitar o nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para palestrar, mas a iniciativa foi barrada pelo líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (SP).

Entre as presenças confirmadas, estão o juiz José Henrique Torres, de Campinas, o neurocientista Renalto Malcher, o diretor-executivo da ONG Viva Rio, Rubem César Fernandes, e a professora de direito da UnB Beatriz Vargas, especialista em política de drogas e direitos humanos.iv>

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terça-feira, 1 de abril de 2014 Congresso | 19:57

‘Chupins da CPI alheia’, diz líder tucano sobre tentativa do governo em ampliar pauta de CPI

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O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP) usou o microfone do Plenário do Senado para criticar a movimentação do governo de tentar derrubar a CPI da Petrobras.

Ele cobrou que o governo investigue ilegalidades e formações de cartel em obras do Metro que têm verbas federais e elevou o tom para dizer que o governo tenta tomar conta da CPI.

“Chupins da CPI alheia”, disse o líder tucano.

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terça-feira, 11 de março de 2014 Congresso | 11:00

Governistas buscarão mediação sobre maioridade penal no Senado

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Após vitória apertada contra a PEC 33/2012, que reduz a maioridade penal, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), petistas e aliados do governo ainda temem uma reviravolta no Plenário do Senado.

Na busca por uma mediação, o líder do PT na Casa, Humberto Costa (PT-PE), convocou uma reunião entre alguns senadores estratégicos e o tucano Aloysio Nunes (SP), autor da proposta.

Devem participar da reunião, marcada para esta tarde, a presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Ana Rita (PT-ES), a ex-ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR), e as senadoras Lídice de Mata (PSB-BA) e Lúcia Vânia (PSDB-GO), contrárias à redução da maioridade penal para 16 anos.

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 Congresso | 13:30

PT faz ‘festival de faniquito’, cutuca Aloysio Nunes

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Plenário do SenadoO senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) rebateu a gritaria do PT em relação à sessão solene realizada no Senado, em que o presidenciável tucano Aécio Neves (PSDB-MG) as comemorações pelos 20 anos do Real.

Petistas, entre eles o líder o partido no Senado, Humberto Costa (PE), correram para fazer  um contraponto ao discurso tucano a respeito da criação e gestão do Real.

Nunes disse que a reação petista foi um “festival de faniquito”. “Será que existe alguma mágoa, algum ressentimento por Fernando Henrique ter derrotado Lula duas vezes no primeiro turno?”, questionou: “O presidente Fernando Henrique tira o PT do sério”.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 Eleições | 10:30

Cinco tucanos lideram campanha de Aécio Neves

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O senador Aécio Neves (Foto: Dida Sampaio/AE)

O senador Aécio Neves (Foto: Dida Sampaio/AE)

Um  quinteto de tucanos vem se cristalizando gradualmente como núcleo articulador da candidatura presidencial de Aécio Neves (PSDB).

O mineiro tem contado com o apoio direto de Aloysio Nunes (SP) – cotado para assumir a coordenação geral da campanha -, Cássio Cunha Lima (PB), o deputado e ex-líder na Câmara Carlos Sampaio, ex-senador Tasso Jereissati, com reforço do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

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terça-feira, 26 de novembro de 2013 Congresso | 22:46

Faixa por voto aberto irrita Renan e Aloysio

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Pouco antes de ser proclamado o resultado da votação do segundo destaque da PEC do voto aberto, na noite desta terça-feira, em Brasília, senadores que defendiam as votações abertas ensaiavam a abertura de uma faixa no plenário.

A faixa continha os dizeres “Voto aberto” e nem chegou a ser mostrada corretamente pelos senadores, mas provocou uma reação  do tucano Aloysio Nunes (SP), que era contrário ao voto aberto em todas as modalidades.

“Demagogos! Escondam essa faixa”, esbravejou Nunes.

O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), também manifestou sua irritação com o gesto dos colegas.

Assista como foi:

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