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Posts com a Tag André Figueiredo

quarta-feira, 6 de maio de 2015 Congresso | 11:00

‘Depois discutiremos com o PDT’, diz líder do governo sobre voto contrário no ajuste

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A decisão do PDT em fechar questão para votar contra a Medida Provisória 665/14 gerou desconforto com o governo.

O líder da bancada, André Figueiredo (PDT-CE), lavou roupa suja no Plenário da Câmara e, dirigindo-se ao líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE), afirmou que seu partido não foi convidado a discutir as medidas do ajuste e que o ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), sequer foi convidado a discutir.

Em meio a problemas com o PMDB para a votação desta quarta-feira, o governo evita polemizar, mas nos bastidores não é descartada algum tipo de retaliação ao aliado.

Guimarães adotou discurso ameno. “Nada vai interditar esse nosso bom humor”, disse o líder. “Depois discutiremos com o PDT”, acrescentou ele.

Assista:

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014 Congresso | 16:45

‘O PDT não vai se aliar a Eduardo Cunha’, diz André Figueiredo

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O deputado André Figueiredo (Foto: Divulgação)

O deputado André Figueiredo (Foto: Divulgação)

O deputado André Figueiredo desconversa sobre a movimentação no seu partido para lançá-lo para a Presidência da Câmara, mas já engata um discurso afinado com o plano do Palácio do Planalto de fazer frente à candidatura do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ).

“O importante é que nós tenhamos candidaturas que representem uma outra forma de fazer o Parlamento. De qualquer forma, o PDT não vai se aliar ao Eduardo Cunha”, diz o deputado.

Figueiredo, entretanto, diz que as conversas sobre sua possível entrada no páreo são apenas “manifestações isoladas”. “Isso não está na pauta. São apenas alguns amigos que têm colocado isso, mas eu não sou candidato”, emenda.

 

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terça-feira, 11 de junho de 2013 Congresso | 15:44

Deputado do PDT será relator do projeto de royalties para Educação

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A comissão especial que discutirá o projeto que destinará os royalties do petróleo para a educação terá sua primeira reunião na tarde desta terça-feira.

Por um acordo de lideranças, a relatoria do projeto ficará com o deputado André Figueiredo (PDT-CE).

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) pleiteava a relatoria, mas ficará com a presidência da comissão.

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quinta-feira, 16 de maio de 2013 Congresso | 09:00

Comissão especial que apreciará destinação dos royalties já tem primeiros indicados

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O PDT e o bloco PV-PPS já fizeram suas indicações para a composição da comissão especial que debaterá o novo projeto de lei enviado pelo Planalto, que trata da destinação dos royalties do petróleo para a educação.

O PDT indicou André Figueiredo (CE) e Paulo Rubem Santiago (PE) e o bloco PV-PPS indicou os nomes de Sarney Filho (PV-MA) e Humberto Souto (PPS-MG).

O petista Carlos Zarattini (SP) tem trabalhado nos bastidores para ser o relator do projeto.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012 Congresso | 07:01

Passa a eleição municipal, começa a eleição para presidente da Câmara

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Pré-candidato a presidente da Câmara, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) já declarou ao Poder Online que, passadas as eleições municipais, começa a procurar outros partidos em busca de apoio.

Tem a simpatia do líder do PSD, Guilherme Campos (SP). Ele defende a necessidade de os dois partidos se contraporem à hegemonia do PT e do PMDB, que lançaram a candidatura do deputado Henrique Eduardo Alves (RN) ao comando da Casa.

Procurado pela coluna, o líder do PDT, André Figueiredo (CE), afirma que o seu partido também está disposto a discutir com o PSB e o PSD o apoio a Delgado.

— Temos um pré-entendimento com o Henrique Alves. Mas nada definitivo. E sinceramente nos incomoda esse hegemonismo do PT e do PMDB. O Júlio é uma figura que conta com grande simpatia na Câmara. Além disso, o PDT está fechando um bloco com o PSB no Senado. Enfim, estamos absolutamente abertos a esta conversa.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Governo | 20:19

Líderes do PDT fazem viagem perdida ao Planalto

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Os líderes PDT na Câmara, André Figueiredo (PDT-CE), e no Senado, Acir Gurgacz (PDT-RO), que estiveram no Palácio do Planalto para tentar tratar da substituição do ministro do Trabalho, fizeram uma viagem perdida.

Quando chegaram na ante-sala da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, eles foram informados pela assessoria da ministra que uma reunião de emergência havia sido convocada para tratar da queda de Romero Jucá (PMDB-RR) da liderança do PMDB no Senado.

Segundo eles, Ideli prometeu recebê-los amanhã.

Os líderes são contrários à posse do deputado Brizola Neto (PDT-RJ) como representante do partido no comando do Ministério do Trabalho.

Mas a presidenta tem acenado aos pedetistas que este é o nome de sua preferência.

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Governo | 18:51

Lideranças do PDT se reúnem com ministra Ideli Salvatti

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Os líderes do PDT na Câmara, André Figueiredo (PDT-CE), e no Senado, Acir Gurgacz (PDT-RO), se encontram com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati.

A reunião está acontecendo agora, no Palácio do Planalto, em meio as discussões sobre sucessão no Ministério do Trabalho, pasta controlada pelos pedetistas.

Embora o mais cotado seja o deputado Brizola Neto (PDT-RJ), seu nome sofre resistências do presidente do partido, Carlos Lupi, que comandava a pasta, e de boa parte da bnacda na Câmara.

Também estão na disputa pelo cargo o secretário geral do partido, deputado Manoel Dias (PDT-SC), e o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS).

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domingo, 5 de fevereiro de 2012 Governo | 06:01

Carlos Lupi revela a Brizola Neto os cinco nomes do PDT para comandar o Ministério do Trabalho

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Brizola Neto (Foto: Antônio Cruz/ABr)

Divulgado o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro — que irá representar o PP na Esplanada dos Ministérios –, Dilma Rousseff deve começar a fechar esta semana os seus escolhidos no PDT e no PR.

A princípio, o PDT deve continuar com o comando do Ministério do Trabalho, pasta antes ocupada pelo presidente licenciado do partido, Carlos Lupi.

Sob o fogo cruzado de denúncias, Lupi deixou o governo e reassumiu o comando do partido — também em meio a uma crise, especialmente com a ala fluminense da legenda, tendo à frente o deputado federal Brizola Neto.

Os dois conversaram na quinta-feira. Segundo Brizola Neto relata em entrevista ao Poder Online, parece que começaram a se entender.

Tanto que Lupi revelou ao correligionário-adversário a lista de nomes para ministro que chegou a discutir com a presidenta Dilma Rousseff.

São eles: o próprio Brizola Neto; o recém-eleito líder na Câmara, André Figueiredo (CE); o deputado federal Vieira da Cunha (RS); o secretário-geral do PDT, Manoel Dias; e o líder no Senado, Acir Gurgacz (RO).

Mas Brizola Neto admite que nenhum desses nomes unirá o PDT por si só. Segundo ele, antes o partido precisa de um pacto de unidade interna.

Poder Online –  O senhor protagonizou um racha no PDT contra o ex-ministro Carlos Lupi. Mas ele voltou a presidir o partido. Qual sua expectativa agora?
Brizola Neto –
Nós protestamos foi com relação aos mecanismos de organização e de decisões dentro do partido. Nada pessoal. Tanto que nos solidarizamos a ele em relação às denúncias contra sua gestão no Ministério.  Acreditamos terem partido de setores atrasados da sociedade. Agora, do ponto de vista do futuro imediato, havia duas questões a serem resolvidas: a escolha do líder na Câmara e a definição do novo ministro do PDT. O líder já foi escolhido. É o André Figueiredo. Então só falta a questão do Ministério.

Poder Online –  Pois é. Parece que o Lupi saiu ganhando na votação do líder.
Brizola Neto –
A princípio, sim. Mas também houve uma conjunção de interesses. O André é ligado a ele, mas recebeu os votos, por exemplo, dos deputados Reguffe (DF) e Miro Teixeira (RJ) que não são alinhados com o Lupi, são independentes.

Poder Online –  Mas ele também ganhou força na medida em que reassumiu a presidência do PDT.
Brizola Neto –
O Lupi tinha se licenciado por um ato pessoal. Então, do ponto de vista formal, reconheço que sua volta também dependia apenas de um ato pessoal. E foi o que houve. O que eu argumentei é que, para ter mais legitimidade, ele deveria ter discutido esse seu retorno, dentro do partido, de uma forma mais aprofundada e democrática.

Poder Online –  E agora? O Lupi tem legitimidade como presidente do PDT?
Brizola Neto –
Tudo depende de como será a gestão daqui para a frente. Se vai haver uma democratização da organização e das decisões partidárias.

Poder Online –  E vai haver?
Brizola Neto –
Olha, eu diria que o Lupi parece disposto a mudar a forma de se relacionar. Eu e ele tivemos uma reunião na quinta-feira em que começamos a discutir isso.

Poder Online –  Então vocês estão se entendendo?
Brizola Neto –
Eu não sou obstáculo ao entendimento. A conversa foi boa.

Poder Online –  Falaram de ministérios? Nomes?
Brizola Neto –
Ele relatou que, no domingo que antecedeu a sua saída do Ministério, teve uma conversa informal com a presidenta Dilma Rousseff. E que, ali, ela perguntou sobre nomes do partido. E o próprio Lupi citou cinco, acrescentando que não há vetos a qualquer um desses.

Poder Online –  E quais foram os nomes citados?
Brizola Neto –
O André Figueiredo, o Vieira da Cunha, o Manoel Dias, o Acir Gurgacz e eu.

Poder Online –  E, entre vocês cinco, qual o nome que une o partido?
Brizola Neto –
Sinceramente, neste momento não dá para dizer. É evidente que o partido viveu uma crise. Não só pelas denúncias contra o Lupi quando ministro, como por toda essa discussão acerca da falta de democracia interna. Então, mais importante do que o nome, o PDT precisa construir um pacto de unidade interna. Sem esse pacto, nenhum dos nomes unirá o partido.

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