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Posts com a Tag André Vargas

sexta-feira, 10 de abril de 2015 Política | 13:00

Vaccarezza diz estar tranquilo

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Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Diante da prisão do antigo colega André Vargas nesta sexta-feira, o ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) tem dito que está “absolutamente tranquilo” e que não vê risco algum de ter o mesmo destino do colega.

Ele afirma que seus advogados estão acompanhando todos os desdobramentos da nova fase da Operação Lava Jato.

Mensagens interceptadas como parte das investigações da Lava Jato apontavam que o doleiro Alberto Youssef teria participado, junto com Vargas, de uma reunião no apartamento de Vaccarezza. O petista nega envolvimento no esquema de desvios da Petrobras.

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segunda-feira, 9 de março de 2015 Política | 07:00

André Vargas agora ganha defensores dentro do partido

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André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Fora da lista de investigados da Lava Jato, o ex-deputado André Vargas ganhou nos últimos dias o coro de alguns antigos colegas de partido em sua defesa. A tese alardeada pelo grupo do ex-petista é que o partido se precipitou em pedir sua desfiliação.

O assunto já havia aparecido na última reunião da ala majoritária do partido, liderada pela corrente Construindo um Novo Brasil. Durante um encontro em Minas Gerais, aliados do ex-deputado criticaram o comando da corrente pelas pressões para que deixasse a legenda.

Mas o comando partidário nunca viu motivo para arrependimento. Afirma que as caronas no avião do doleiro Alberto Youssef, por si só, desrespeitam os princípios éticos da legenda. E são motivo suficiente para que o PT o queira longe de seus quadros.

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014 Congresso | 06:00

André Vargas pede socorro aos colegas

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André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

O deputado André Vargas tem conversado corriqueiramente com alguns líderes do PT. Discute nos bastidores o andamento de seu processo de cassação no Conselho de Ética e pede socorro aos velhos amigos para a hora da votação.

Ainda assim, a maioria prefere não ser associada ao deputado. A regra é negar oficialmente qualquer tipo de contato com o ex-petista, acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef.

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terça-feira, 4 de novembro de 2014 Congresso | 06:00

André Vargas bate à porta do PT, mas não consegue ser recebido

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Deputado federal André Vargas, atualmente sem partido. (Foto: Agência Brasil)

Deputado federal André Vargas, atualmente sem partido. (Foto: Agência Brasil)

André Vargas (sem partido-PR) apareceu ontem na sede nacional do PT. O deputado, convidado a se retirar da legenda quando seu nome apareceu nas investigações da Operação Lava-Jato da Polícia Federal, até tentou ser recebido. Mas ficou a ver navios.

Sem adiantar o assunto, ele contou que queria conversar com os colegas José Guimarães (SP) e Vicentinho (SP). Mas os dois avisaram que não ia dar. “Eu expliquei a ele que não tinha como falar naquela hora. Mas não sei qual era o assunto”, despistou Guimarães.

*Colaborou Luciana Lima, iG Brasília

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terça-feira, 5 de agosto de 2014 Congresso | 19:24

Presidente do Conselho de Ética reage e diz que advogado de André Vargas age de ‘má-fé’

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O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, Ricardo Izar (PSD-SP), divulgou nota em que critica as acusações do advogado do deputado André Vargas (sem partido-PR), Michel Saliba, de que ele o relator do caso, deputado Júlio Delgado (PSB-MG), estariam agindo de má-fé na condução do processo.

O deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP). Foto: Agência Câmara

Vargas é alvo de representação para apurar suposta quebra de decoro parlamentar por causa de suas relações com o doleiro Alberto Youssef, preso pela PF no âmbito da Operação Lava Jato.

“Estamos trabalhando com toda a transparência  possível para que o processo transcorra de acordo com as normas estabelecidas pelo Código de Ética e pelo Regimento Interno desta Casa. Além disso, sempre estivemos, juntamente com a Secretaria do Conselho, à disposição dos advogados do deputado André Vargas para contribuir com o perfeito andamento do processo”, diz a nota.

Izar devolve ao defensor de Vargas a acusação de má-fé por causa de mandado de segurança impetrado no STF. “Má-fé é afirmar no STF que não recebeu cópia integral do Inquérito 3596, sendo que temos o recibo da entrega do documento ao nobre advogado. Posso enumerar outras inverdades contidas no mandado de segurança, mas prefiro elencá-las diretamente na resposta que enviaremos ao STF”, afirma o documento.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014 Congresso | 11:54

Prestes a entregar relatório, Delgado critica ‘jogo de empurra’ de André Vargas

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O relator do caso André Vargas no Conselho de Ética, Júlio Delgado (PSB-MG), espera resolver ainda hoje sua parte no processo. Delgado, que é candidato à reeleição como deputado federal, quer entregar nesta tarde o relatório sobre o caso. A expectativa é de que ele peça a cassação do ex-petista.

Mais uma vez, o socialista reclamou da postura de André Vargas, que no fim de semana concedeu entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo e insiste em se ausentar das reuniões do Conselho de Ética.

“Ele fala à imprensa, mas não vem se explicar no Conselho”, reclamou o relator, que fez uma nova tentativa de convocar o ex-petista nesta manhã, mas já teve a resposta de que ele não comparecerá. “Mesmo tendo sido convocado, ele alega que não sabia da reunião. É mais uma vez esse jogo de empurra dele”, queixou-se Delgado.

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terça-feira, 29 de julho de 2014 Congresso | 16:17

‘Vargas quer manter um mandato que não representa mais ninguém’, diz relator no Conselho de Ética

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). - (Foto: Agência Brasil)

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). – (Foto: Agência Brasil)

O relator do caso André Vargas no Conselho de Ética da Câmara, Júlio Delgado (PSB-MG), diz não ver motivo para os sucessivos furos e protelações comandadas pelo ex-petista no colegiado. “André Vargas está tentando manter um mandato que não representa mais ninguém. Ele só atrapalha todo mundo, para terminar um mandato absolutamente melancólico.”

Hoje, como era de se esperar, Vargas e outras testemunhas não deram as caras no Conselho de Ética.

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domingo, 20 de julho de 2014 Congresso | 07:00

‘Fetichismo a prazos não pode atrapalhar direito de defesa’, diz advogado de André Vargas

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O ex-presidente da OAB e advogado do deputado federal André Vargas, José Roberto Batochio. Foto: Divulgação

O ex-presidente da OAB e advogado do deputado federal André Vargas, José Roberto Batochio. Foto: Divulgação

Conhecido por defender políticos como o ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) e o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci (PT-SP), o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil José Roberto Batochio agora representa o deputado paranaense André Vargas, recentemente desfiliado do PT, no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

Criticado por tentar protelar as investigações, Batochio diz que “não importa a celeridade, importa a verdade” e afirma que o “fetichismo aos prazos não pode atropelar o direito constitucional de defesa”.

O advogado também alfineta o relator do processo, Júlio Delgado (PSB-MG), e outros deputados que “possam supor que essa imagem de justiceiro venha a render qualquer tipo de dividendo eleitoral”, em outubro. “Esperemos que nosso julgador não seja o acusador”, lança Batochio, cobrando imparcialidade no relato do processo contra Vargas.

Poder Online: Como está o deputado André Vargas?
José Roberto Batochio: Claro que ele está profundamente constrangido com essa situação. Foi um golpe fulminante na carreira dele, mas tudo aquilo que inicialmente se anunciou já se viu que não era procedente. As acusações foram caindo. Agora o relator parece querer se apegar desesperadamente só na viagem. Mas cadê o lobby, a corrupção, a advocacia administrativa?

O senhor vê um clima de condenação prévia, no Conselho de Ética?
Se isso estiver acontecendo, eu lamento muito. Eu percebo alguns gestos no sentido de se mostrar mais rigoroso por parte de alguns membros do Conselho. Me parece que alguém, efetivamente, possa supor que essa imagem de justiceiro venha a render qualquer tipo de dividendo eleitoral em uma sociedade que está estimulada até a defender punição sem julgamento adequado. É de se lamentar se isso estiver acontecendo, pois estaremos negando toda nossa tradição civilizatória. Linchamentos estão se reeditando, incompreensivelmente, mas isso é um salto regressivo a um processo medieval.

Com relação à defesa, o senhor tem se apoiado no fato de que o suposto contrato com o Labogen nunca se concretizou. Essa continuará sendo a argumentação?
O contrato não só não se concretizou, mas ficou demonstrado à exaustão que André Vargas não fez nenhum gesto de favorecimento. Apenas foi procurado por gente de sua base eleitoral que tinha necessidade de ter uma interlocução com o governo federal e ele disse que o caminho era ir até o Ministério da Saúde, o que é normal. Como não se encontrou prejuízo, não dá para falar em peculato e corrupção. Como não se encontrou contrato firmado, não dá para falar em lobby e advocacia administrativa. Agora querem se apegar a uma viagem em que o deputado se propôs a pagar pelo combustível, em um jatinho fornecido não por um doleiro, mas por uma empresa de Táxi Aéreo, cujo sócio já veio depor e dizer que o avião era dele. E eu queria saber qual é o parlamentar no Brasil que ainda não viajou de carona ou em aviões particulares, inclusive em suas campanhas. Só esses podem atirar a primeira pedra.

E sobre a denúncia de que o deputado André Vargas mentiu em Plenário, haverá alguma defesa específica?
Primeiro, quem é que disse que o que ele falou em Plenário é mentira? Quem é o dono da verdade que se contrapõe à explicação que ele deu? Quem quer punir e extirpar a liberdade de manifestação de um parlamentar na tribuna? Todos sabemos que a Constituição assegura que a palavra é livre no Parlamento. Se formos condenar a opinião de um deputado porque ela contraria o que uma maioria acredita, então vamos fechar o Parlamento.

O deputado falará ao Conselho de Ética no dia 29, como combinado?
Prontamente. Se não o proibirem de ir lá, né. Porque é só o que falta: dizer que não pode ir lá porque já disse isso ou aquilo antes.

O senhor acredita que será possível concluir o processo no prazo estipulado?
Não sei, mas esse fetichismo aos prazos não pode atropelar o direito constitucional de defesa. Num julgamento onde a pressa entrar pela porta, a Justiça sairá pela janela. Não importa a celeridade, importa a verdade. Há os que se contentam com as aparências, não é o nosso caso.

O senhor tem afirmado que a dificuldade de acesso ao processo completo do Conselho de Ética tem atrapalhado a defesa. O senhor pretende recorrer da decisão da Câmara dos Deputados?
Veja bem, eu já fui deputado federal (pelo PDT, de 1998 a 2002), já fui do Conselho de Ética, e por princípio não sou favorável a levar à judicialização essas irregularidades. Acho que não faz bem à autonomia e à independência do Congresso Nacional, quando somos contrariados, cruzar a Praça dos Três Poderes até o Judiciário. Melhor seria se o Legislativo não transgredisse a legalidade para que não recebesse uma corrigenda do Judiciário. Mas, no meu caso, sou obrigado. Como é que nós podemos exercer a defesa de um cidadão, na amplitude que a constituição impõe, se nós não temos acesso verdadeiro e efetivo a todo o conteúdo dos autos?

Mas o processo pode ser consultado pelos advogados na Câmara dos Deputados.
Sim, mas eu quero saber quem é o ser humano que consegue examinar dez, doze mil páginas em pé ou sentado em uma mesinha. Quanto tempo vou levar para fazer apontamentos, confrontações e tudo mais? Não dar cópia é não dar acesso. Ademais, o segredo de Justiça não se aplica ao acusado e ao seu defensor constituído. O processo em que se oculta as provas do acusado só é compatível com o terceiro Reich, é arbitrário, inconstitucional. Por isso vamos levar essa questão ao Supremo Tribunal Federal.

O senhor também está acompanhando o processo em que o André Vargas é citado na Operação Lava-Jato, que está no STF?
Sim, mas ele ainda nem foi chamado. Se eu conhecesse o que está lá, nem insistiria para saber o que está na Câmara, não é mesmo?

Agora, o senhor já defendeu o ex-prefeito Paulo Maluf e atualmente defende o Vargas. Qual caso foi mais desafiador?
Olha, eu defendi o Maluf, mas também defendi o Antônio Palocci, defendi o Sérgio Motta – ministro das Comunicações de Fernando Henrique Cardoso, defendi gente do PSB, do PMDB, juízes, desembargadores, defendi todo mundo. Assim como um médico que está no Pronto Socorro atende um cientista que teve um problema e um marginal que tomou um tiro na rua. Ou ele é obrigado a deixar o sujeito morrer? Digo isso porque tenho recebido interpelações na minha vida política e tenho dito o seguinte: ‘não sabia que a gente recebia por osmose as qualidades negativas dos nossos clientes’. Mas, neste caso, a inocência está demonstrada pelas provas trazidas pelo acusador, que é juiz ao mesmo tempo. Agora, diz o ditado: aquele que tem por juiz um acusador não será absolvido nem tendo Deus por advogado. Esperemos que nosso julgador não seja o acusador. Já defendi muita gente que julgava os outros e depois vinha me pedir para defendê-lo, quando acusado.

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sexta-feira, 18 de julho de 2014 Congresso | 07:30

Presidente da Câmara pede votação dos casos Vargas e Argôlo até eleições

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O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

O próprio presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), tem se articulado para garantir que os processos contra o ex-petista André Vargas e Luiz Argôlo (SDD-BA) sejam concluídos até as eleições de outubro.

Leia também: Argôlo alega uso de prova ilegal em defesa no Conselho de Ética

Alves, que disputará o governo do Rio Grande do Norte, pediu agilidade na condução dos processos diretamente ao presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP).

Com o adiamento da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o prazo dos processos continua a correr normalmente e os relatores de cada processo – Júlio Delgado (PSB-MG) e Marcos Rogério (PDT-RO) – afirmam que seguirão o combinado.

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quinta-feira, 17 de julho de 2014 Congresso | 18:00

André Vargas segue dando canseira no Conselho de Ética

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André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

O deputado André Vargas continua dando canseira no Conselho de Ética da Câmara. A mais recente investida do deputado foi pedir a troca de duas testemunhas no processo, alegando que os novos nomes eram imprescindíveis para a defesa do parlamentar.

Só que uma delas não só disse que não tem a menor intenção de comparecer à oitiva, como disse que não conhece o deputado. Que, aliás, nunca o viu mais gordo.

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