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Posts com a Tag Antonio Imbassahy

segunda-feira, 2 de março de 2015 Congresso | 15:00

Delgado defende convocação de empresários à CPI da Petrobras

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Deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

Deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

Integrante da nova CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) apresentou requerimentos para que os donos das empreiteiras investigadas no esquema sejam convocados para prestar esclarecimentos.

Irritado com a associação de seu nome à lista de parlamentares que mais receberam dinheiro das empresas na campanha eleitoral, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, Delgado diz querer tirar a limpo as suspeitas. O socialista aproveita para alfinetar os deputados do PSDB, que focaram seus requerimentos em alvos do PT. “Quero que todo mundo seja convocado. Não é só para fazer bonitinho”, disse Delgado.

Nesta manhã, o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), e o ex-líder da bancada, Antonio Imbassahy (BA), madrugaram para protocolar 57 requerimentos – entre eles um pedido de convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Congresso | 10:30

‘Estamos fechados com Júlio Delgado, isso não vai mudar’, diz líder do PSDB

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Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA). Foto: Divulgação

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA). Foto: Divulgação

Mesmo diante da pressão de boa parte da bancada tucana, o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), segue prometendo lealdade ao acordo fechado com o PSB em apoio à candidatura do mineiro Júlio Delgado à presidência da Câmara.

“Estamos fechados com o Júlio Delgado. Isso não vai mudar, não, não, não”, diz Imbassahy, sobre a possibilidade de os tucanos passarem a apoiar o peemedebista Eduardo Cunha (RJ). “Nossa expectativa é, sim, de que o Júlio chegue ao segundo turno e estamos trabalhando para isso”, completa.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014 Congresso | 12:00

Em busca do novo líder, bancada tucana torce pelo ‘resta um’

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Duarte Nogueira

Duarte Nogueira

A expectativa de que o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) possa ser nomeado secretário do governador paulista Geraldo Alckmin tende a facilitar as negociações para decidir quem será o novo líder da bancada tucana na Casa. Em tempos em que o partido anda embalando entusiasmado os discursos de oposição ao governo Dilma, a vitrine ficou pra lá de cobiçada.

Se a nomeação sair, alguns nomes atraem a maioria dos palpites. No topo da lista, o atual líder Antonio Imbassahy (BA) e Carlos Sampaio (SP), que cuidou do jurídico da campanha de Aécio Neves.

 

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Congresso | 13:16

‘Me levem ao líder dessa joça’, diz Lobão no Congresso

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Em Brasília para participar da movimentação contra a alteração da meta do superávit primário de 2014, o cantor Lobão criticou o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), por barrar a entrada dos manifestantes no prédio.

“Me levem ao líder dessa joça”, disse o cantor, que negocia a entrada de cerca de 50 manifestantes no Congresso Nacional. O grupo leva cartazes contra o Foro de São Paulo e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. De acordo com os seguranças, Lobão foi autorizado a entrar por ser “um artista e cidadão de bem”, além de ter autorização do presidente da Casa.

Leia também: Oposição comemora palanque na votação da meta de superávit

Com o apoio de parlamentares da oposição como Mendonça Filho (DEM-PE), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Antônio Imbassahy (PSDB-BA) e Jair Bolsonaro (PP-RJ), Lobão estuda a possibilidade de ir ao Supremo Tribunal Federal contra Calheiros.

Assista a um trecho da chegada de Lobão ao Congresso:

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014 Congresso | 21:26

Vida de deputado rendeu algumas rugas a Otavio Leite

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O deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ). Foto: George Gianni / PSDB

O deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ). Foto: George Gianni / PSDB

Ao entrar para a galeria de ex-presidentes da Comissão de Segurança Pública da Câmara, o deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ) encarou com bom humor as diferenças entre a foto tirada há cerca de dois anos e sua aparência atual.

“Desafio vocês a tirarem uma foto no início e no final do mandato, para compararem”, brincou Leite com os aliados presentes, diante dos fotógrafos que registravam o momento.

A piada arrancou risadas dos líderes Antonio Imbassahy (PSDB-BA) e Fernando Francischini (SDD-PR). Já o presidente do PSDB de São Paulo, Duarte Nogueira, não perdeu a oportunidade de fazer uma média com correligionário. “Essa foto tem duas características muito marcantes: você está bonito e até parecido”.

Leia também: Ala do PSDB prefere manter Imbassahy na liderança da bancada

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Congresso | 15:31

Ala do PSDB prefere manter Imbassahy na liderança da bancada

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Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy

A movimentação apontando para o nome de Duarte Nogueira (PSDB-SP) para a liderança do partido na Câmara provocou reação de parte da bancada tucana.

Alguns líderes do partido responderam com uma articulação propondo que o atual líder Antônio Imbassahy (BA) permaneça no posto no ano que vem.

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quarta-feira, 21 de maio de 2014 Congresso | 13:42

Imbassahy desiste de fazer ronda em institutos que realizam testes em animais

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Antônio Imbassahy (Foto: Leonardo Prado)

Antonio Imbassahy (Foto: Leonardo Prado)

O líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), resolveu passar a bola pra frente e não irá mais fazer a ronda pelos institutos que realizam pesquisas com animais e recebem recursos governamentais.

Leia mais: Ambientalista pretende aprofundar debate sobre testes em animais com opositores

Apesar do interesse pelo tema, Imbassahy afirmou que não será possível conciliar a tarefa com a liderança tucana.

A missão havia sido designada pelo presidente da Comissão Externa que investiga maus tratos de animais, Delegado Protógenes (PCdoB-SP), que agora irá indicar outro deputado.

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quinta-feira, 24 de abril de 2014 Congresso | 21:39

Orientação do PSDB é para assinar CPI do caso Alstom

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O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), vai orientar a bancada tucana da Casa a assinar o pedido de criação de CPI mista sobre o caso Alstom promovido pelo PT. A ação petista foi divulgada após decisão do STF em manter uma CPI exclusiva para investigar a Petrobras.

“Vindo para a Câmara, todos os deputados serão orientados a assinar. Não temos preocupação com isso, se tiver algo errado, tem que investigar mesmo, não temos problema em apoiar. Nossa preocupação é preservar a Petrobras”, afirmou Imbassahy.

Leia também: “Vamos criar tantas CPIs quantas forem necessárias”, diz líder do PT no Senado

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quarta-feira, 23 de abril de 2014 Congresso | 18:01

PSDB não defenderá mandato de Leréia

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O tucano Carlos Alberto Lereia

O tucano Carlos Alberto Lereia

O deputado federal Antonio Imbassahy (BA), líder do PSDB na Câmara, afirmou que a bancada tucana votará a favor da suspensão do mandato de Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO).

Leia também: Depois de Donadon, deputados questionam votação de punição a Lereia

“Vamos votar acolhendo o parecer do Conselho de Ética. O relatório tem consistência”, disse Imbassahy.

Na última quarta-feira, o deputado teve uma conversa rápida com Leréia, no Plenário da Câmara, onde informou a posição que deve predominar na bancada tucana.

O relatório do Conselho de Ética da Câmara determina a suspensão de Leréia por 90 dias, por relações suspeitas com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

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domingo, 30 de março de 2014 Congresso | 07:00

‘O PT comete grave erro ao julgar que manda no Congresso’, diz líder do PSDB

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Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy

O deputado Antonio Imbassahy (BA), líder do PSDB na Câmara, garante já ter o número de assinaturas suficientes para instalar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras. Ele é autor de dezenas de requerimento sobre a Petrobras desde 2012.

Na terça-feira, PPS, DEM, SDD e PSDB se reúnem para revisarem o texto da Câmara e deixarem igual ao do Senado e também para a articulação da implantação da CPMI.

Para Imbassahy, não há dúvidas de que a presidente Dilma Rousseff (PT) tem responsabilidade por ter autorizado a compra da refinaria de Pasadena, em 2006. Ele também critica a maneira que classifica como “arrogante” do governo federal de achar que o PT “manda no Congresso”.

O negócio é investigado por três instâncias: Polícia Federal, Ministério Público e Tribunal de Contas da União. A Petrobras pagou US$ 360 milhões à Astra Oil por 50% da refinaria, em 2006. Um ano antes, a empresa belga havia adquirido a unidade inteira por US$ 42,5 milhões.

A Petrobras ainda teve de pagar mais US$ 820,5 milhões após ser obrigada judicialmente a comprar os outros 50% da refinaria com base em uma cláusula no contrato que estabelecia que, em caso de litígio entre sócios, um deveria comprar a parte do outro.

Poder Online – Como está a articulação na Câmara para a CPMI?
Antonio Imbassahy –
Já temos o número suficiente para a CPMI, que é uma proposta conjunta do deputado Rubens Bueno (PR), líder do PPS. Temos mais do que as 171 assinaturas que são necessárias. Mas ela tem um texto diferente da que foi assinada no Senado. Na terça-feira, vamos nos reunir com o PPS, DEM e SDD para mudarmos o texto e deixar igual ao do Senado para não ter problemas de questionamento.

Quais as diferenças entre os dois textos?
O texto do Senado está mais atualizado e coloca a compra de Pasadena, a denúncia de propina da empresa holandesa de locação de plataformas e a investigação de plataformas que estariam operando no mar sem que todos os equipamentos estivessem instalados, oferecendo risco de segurança para os operários. É importante deixarmos os textos iguais para não ter questionamento da mesa diretora da Câmara e do Senado.

O senhor acredita que o PT vai tentar fazer na Câmara o que fez no Senado, de pedir para os parlamentares retirarem a assinatura?
Pelas informações que temos, já estão tentando, mas não vão obter sucesso. É desmoralizador para qualquer parlamentar. Os senadores que foram abordados já declararam que não vão retirar. E no Senado tem folga, precisava de 27 assinaturas, foram 29.

O senhor está contando com o apoio do PMDB?
Na Câmara é mais fácil, se no Senado que era mais difícil, passou, na Câmara o blocão vai assinar, vai ser bem mais fácil.

O PT está tentando colocar o caso Alstom/Siemens na CPI da Petrobras. O senhor acha possível?
Não deve passar, é uma tentativa de desviar o foco, é muito evidente que eles querem desviar o foco de uma investigação de grande importância.

O PT alega que é uma CPI eleitoreira.
O PT comete grave erro ao julgar que manda no Congresso. Aliás, esse é o cacoete do Planalto, de uma atitude arrogante que quer transferir para o Congresso. Não vai prosperar.

Já dá para ter uma previsão de início dos trabalhos da CPMI?
Difícil dizer, mas acredito que até a segunda quinzena de abril. Não pode deixar escapar, está grande a pressão.

Alguns tucanos falam em responsabilidade da presidente Dilma Rousseff. O senhor acredita nisso? Quais crimes serão investigados?
Não tenho dúvidas de que ela teve responsabilidade na medida que ela autorizou a compra da Pesadena e que isso gerou um prejuízo ao patrimônio. Pela Lei das Sociedades Anônimas, que não tenha sido doloso, mas é culposo. E há indícios de lavagem de dinheiro e evasão de divisas nas transações da Petrobras.

Documentos da Petrobras encaminhados ao Congresso em resposta a requerimentos do senhor chegaram violados. Quando foi isso? O que aconteceu?
O envelope chegou aberto no meu gabinete. Ao conferir a documentação, estavam faltando duas páginas, exatamente as que eram sobre Pasadena. Isso foi em dezembro de 2012. Registrei na época o que houve e logo depois recebi tudo completo. Uma investigação da Câmara concluiu que houve um erro de um servidor.

A bancada do PSDB na Câmara também está trabalhando contra o Mais Médicos. Quais as ações estão sendo feitas?
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara, com o deputado Eduardo Barbosa (MG), pedirá à Organização Internacional do Trabalho (OIT) e à Organização das Nações Unidas (ONU) para verificar as cláusulas que violam os direitos humanos no contrato de trabalho feito pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), que contrata os médicos cubanos. O governo de Cuba recebe cerca de 70% do valor pago pelo governo brasileiro, não recebe integral.

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