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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Congresso | 19:30

Senadores investigam novas denúncias contra PMs do caso ‘Amarildo do DF’

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A presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Ana Rita Esgario (PT-ES).

A presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Ana Rita Esgario (PT-ES).

Novas denúncias de tortura contra os policiais militares Flávio Medeiros de Oliveira e Edison dos Santos despertaram a atenção da Comissão de Direitos Humanos do Senado. Acusados de participação na morte do auxiliar de serviços gerais Antônio Pereira de Araújo – mais conhecido como o “Amarildo do DF” – os dois também foram denunciados por agressões contra caminhoneiro Edini das Dores de Jesus, de Planaltina.

Nesta semana, a CDH passou a acompanhar oficialmente as investigações e solicitou às Promotorias de Justiça e à Polícia Militar de Planaltina informações sobre o andamento dos processos. Amanhã à tarde, o caminhoneiro e sua família irão à Corregedoria da Polícia Militar para reconhecimento dos agressores.

Em março, parlamentares da Comissão solicitaram, sem sucesso, o fim do segredo de justiça sobre as investigações a morte do auxiliar de serviços gerais, atualmente em curso na Vara Criminal de Planaltina. Araújo tinha 32 anos e desapareceu em maio de 2013, após uma abordagem policial na cidade de Planaltina. De acordo com a Polícia Militar, ele foi detido e em seguida liberado, por não ter antecedentes criminais. Cerca de sete meses depois, o corpo do auxiliar de serviços gerais foi encontrado. O laudo do Instituto Médico Legal indica que Antônio foi espancado até a morte.

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quinta-feira, 27 de março de 2014 Congresso | 15:00

Parlamentares cobram fim do segredo de justiça sobre ‘Amarildo do DF’

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Senadora Ana Rita Esgario (PT-ES) e Deputada Érika Kokay (PT-DF) se reúnem com procuradora-geral do MPDFT, Eunice Carvalhido. (Foto: Divulgação)

Senadora Ana Rita Esgario (PT-ES) e Deputada Érika Kokay (PT-DF) se reúnem com procuradora-geral do MPDFT, Eunice Carvalhido. (Foto: Divulgação)

Em reunião com a procuradora-geral do MPDFT, Eunice Carvalhido, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e a senadora Ana Rita Esgario (PT-ES) – integrantes das comissões de Direitos Humanos da Câmara e do Senado, respectivamente – cobraram transparência nas investigações sobre a morte e o desaparecimento de Antônio Pereira de Araújo, conhecido como “Amarildo do DF”.

Até o momento, o caso corre em segredo de justiça. O Ministério Público acompanha junto à polícia e solicitará o fim do segredo de justiça, de forma que as Comissões de Direitos Humanos possam ter acesso ao processo.

Araújo tinha 32 anos e foi visto pela última vez em maio de 2013, na cidade de Planaltina.

De acordo com a polícia, ele foi detido e em seguida liberado, por não ter antecedentes criminais. Cerca de sete meses depois, o corpo do auxiliar de serviços gerais foi encontrado. O laudo do Instituto Médico Legal indica que Antônio foi espancado até a morte.

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