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Posts com a Tag Anvisa

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 Governo | 13:30

Gerentes da Anvisa parecem cada vez mais jovens

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Sem títuloOs gerentes da Anvisa parecem estar cada vez mais jovens.

Ao menos é o que sugere a foto usada pela agência para ilustrar a notícia publicada em seu site, de que lançou edital para preencher essas posições.

 

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015 Governo | 17:01

‘É uma grande vitória pra quem enfrenta a epilepsia’, diz defensor do canabidiol

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Valdir Francisco Vaz e o filho Lorenzo. (Foto: Divulgação)

Valdir Francisco Vaz e o filho Lorenzo. (Foto: Divulgação)

Os familiares de pessoas com epilepsia comemoraram, nesta quarta-feira, a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária que reclassificou o canabidiol – remédio feito à base de um óleo retirado da maconha –  como medicamento de uso controlado e não mais como substância proibida.

“É uma grande vitória para todos que enfrentam a epilepsia”, diz o enfermeiro Valdir Francisco Vaz, pai de Lorenzo, que desde os quatro meses de idade desenvolveu uma das mais rigorosas versões da epilepsia. “Essa é uma doença muito estigmatizada, com um risco de vida constante. Esse é um passo muito importante”, comemora Valdir, que antes da reunião entregou aos diretores da Anvisa um abaixo-assinado com cerca de 67 mil assinaturas.

De acordo com o enfermeiro, além de uma redução de custos considerável na importação do medicamento e de um incentivo à pesquisa brasileira na área, a decisão da Anvisa também contribui para um tratamento mais saudável dos pacientes, uma vez que os efeitos colaterais do canabidiol seriam menos agressivos. “É como se fosse um fitoterápico”, diz Valdir.

Saiba mais: Anvisa libera remédio derivado da maconha

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Governo | 17:59

Defensores do uso medicinal da maconha cobram Anvisa

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Valdir Francisco Vaz e o filho Lorenzo. (Foto: Divulgação)

Valdir Francisco Vaz e o filho Lorenzo. (Foto: Divulgação)

Nesta semana, defensores da liberação do uso do canabidiol – remédio feito à base de um óleo retirado da maconha e proibido no Brasil – estarão em Brasília, para cobrar um posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Os ativistas pretendem entregar um abaixo-assinado com cerca de 67 mil assinaturas aos diretores da Anvisa, que se reunirão para discutir o tema na próxima quarta-feira. O objetivo é que o canabidiol seja excluído da lista de substâncias proibidas e reclassificado como medicamento.

Assista: Mães acompanham na Anvisa decisão sobre importação medicinal da maconha

A mobilização partiu de familiares de crianças com epilepsia, cujo tratamento com uso do canabidiol já foi recomendado por  setores da área médica. Pai de Lorenzo, Valdir Francisco Vaz é um dos organizadores do abaixo-assinado, na plataforma Change.org. Embora já tenha recebido autorização judicial para importar o medicamento, o enfermeiro explica que as dificuldades impostas à importação tornam os preços praticamente inacessíveis.

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segunda-feira, 14 de julho de 2014 Congresso | 12:11

Proibida em 2011, venda de remédios para emagrecer volta à pauta nesta semana

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No centro de uma polêmica envolvendo entidades médicas e a Anvisa, a venda de inibidores de apetite volta a ser discutida nesta semana no Congresso, podendo reacender um debate que já se arrasta desde 2011.

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deve analisar o projeto que suspende uma resolução publicada pela Anvisa naquele ano, proibindo o uso e a venda de medicamentos como anfepramona, fenproporex e manzidol no país. Na época, a agência também tornou mais rigorosa a venda de outro medicamento para emagrecer, a sibutramina. Se aprovado, o projeto segue para o plenário e passa a vigorar sem necessidade de sanção presidencial.

As entidades médicas alegam que os medicamentos são seguros e eficazes no tratamento da obesidade. A agência, entretanto, entende que a eficácia desses produtos é questionável e que seu uso acabou se tornando abusivo no país. Por isso, alega a agência, os riscos da liberação teriam se tornado maiores que os benefícios.

O parecer da relatora Lúcia Vânia (PSDB-GO) é favorável à aprovação do projeto, liberando portanto a venda desses medicamentos no Brasil, após anos de proibição.

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quinta-feira, 29 de maio de 2014 Governo | 07:30

Mães acompanharão na Anvisa decisão sobre importação medicinal da maconha

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Otimistas com a possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária finalmente liberar a importação de medicamento à base de cannabis, um grupo de mães com filhos em tratamento foram a Brasília acompanhar a reunião desta quinta-feira.

Leia mais: Remédio de maconha deverá ser liberado

“Em princípio nós importávamos de forma fácil, mas com o tempo a indústria descobriu que no Brasil era proibido e as mães que continuaram a importar tiveram a substância retida na alfândega. Isso prejudicou muito a sequência do tratamento”, explicou Margarete Brito, cuja filha sofre de epilepsia refratária.

Assista ao relato completo:

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sexta-feira, 26 de abril de 2013 Congresso | 10:00

Heinze diz que concordará com o fim dos cigarros aromáticos

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Apontado pela Anvisa como o maior adversário da medida que baniu os chamados cigarros aromáticos, o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS) diz que não quer a volta dos sabores.

Leia também: Justiça derruba liminar que permitiria a comercialização de cigarros aromáticos

O deputado argumenta que é contrário a alterações na fabricação do cigarros, incluindo interferência na composição dos mesmos e que concorda com o fim dos cigarros aromáticos.

Perguntado, Heinze diz não ser fumante, mas garante que o cultivo do tabaco é a única opção viável para os pequenos produtores que, segundo ele, não poderiam se viabilizar economicamente se substituissem o cultivo da folha por outros tipos de lavoura.

Assista:

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segunda-feira, 4 de março de 2013 Congresso | 08:00

Anvisa mobiliza deputados contra projeto que libera cigarros aromáticos

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Dirceu Barbano, diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, diz que tentará “sensibilizar” os deputados federais contra o Projeto de Decreto Legislativo 3034/2010, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS).

Pela proposta, a norma de Anvisa que proíbe a venda de cigarros aromáticos, como cigarros de cravo ou de menta, por exemplo, perde o efeito. Segundo a Anvisa, esses aditivos, além de potencializar os efeitos maléficos do cigarro no organismo, servem de chamariz para conquistar o público jovem.

Heinze argumenta que a Anvisa extrapola seus poderes ao opinar o tema e que a proibição da venda de cigarros aromáticos poria em risco 250 mil famílias que trabalham com a plantação do tabaco.

Barbano diz que o argumento de Heinze sobre a Anvisa extrapolar seus poderes “não faz sentido”.

O projeto está em vias de ser votado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Justiça | 18:01

Justiça derruba liminar que permitiria a comercialização de cigarros aromáticos

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O desembargador federal Jirair Aran Neguerian, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, derrubou a liminar que havia sido concedida ao Sinditabaco que impedia a aplicação em sua plenitude de norma da Anvisa proibindo a comercialização de cigarros aromáticos.

Na prática, a liminar deixava isenta de punições empresas que comercializassem cigarros aromáticos, apesar da orientação da Anvisa.

Os obstáculos à comercialização dos cigarros aromáticos foi idealizada para impedir que a indústria tabagista pudesse adicionar aditivos que pudessem conquistar públicos mais jovens. Cabe recurso.

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quinta-feira, 8 de março de 2012 Brasil | 18:08

Tabagistas estão em pé de guerra com a Anvisa

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A indústria do tabaco e a Anvisa estão em pé de guerra por conta das proibições de aditivos em produtos de tabaco, que devem ser anunciadas pela agência na semana que vem.

O presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, Romeu Schneider, enviou carta para a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmando que, se as proibições forem mesmo mantidas, irão afetar drasticamente o setor.

No documento, ele afirma que o Brasil é o maior exportador de tabaco do mundo e o segundo maior produtor.

Já na avaliação da Anvisa, a estratégia do uso de aditivos é perigosa porque tem como principal objetivo deixar o produto mais atraente para atrair jovens e novos fumantes.

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terça-feira, 27 de julho de 2010 Governo | 05:06

Genéricos em atraso, compras em dia

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Medicamentos genéricos em farmácia (Foto: AE)

O atraso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na aprovação de novos medicamentos genéricos é grave e está causando grande prejuízo ao governo.

Enquanto a Anvisa demora de um lado, levando em média 14 meses para fazer o que deveria ser feito em 90 dias, se a lei fosse respeitada, o Ministério da Saúde anda pagando muito dinheiro por medicamentos que já poderiam custar bem mais barato.

Dois exemplos: os comprimidos de micofenolato de sódio e as cápsulas de Tracolimo 1 mg. ambos são usados para pacientes que passaram por transplantes. Em maio, o ministério comprou quase 17 mil do primeiro e 24 mil do segundo.

A quantidade é grande e os valores idem: R$ 99 milhões e R$ 88 milhões, respectivamente.

Com um detalhe: em ambos os casos os medicamentos são comprados sem licitação.

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