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Posts com a Tag apagão

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014 Economia | 09:15

Aécio incorpora apagão ao discurso e ataca ‘má gestão’ de Dilma

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Aécio Neves (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Aécio Neves (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)s

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) incorporou rapidamente o tema do apagão ocorrido ontem em seu discurso eleitoral. Nas redes sociais, a equipe do senador mineiro difundiu mensagens em que o presidenciável tucano ataca a “má gestão” do governo na área energética e a excessiva intervenção federal.

“Estamos agora colhendo, infelizmente, os frutos da má gestão do governo federal na área de energia”, afirmou o tucano, acrescentando que o governo deveria ter retirado impostos federais que incidem na conta de luz.

“A excessiva intervenção federal vai certamente custar muito caro a todos os brasileiros que são afetados por apagões, que, se não chover rapidamente, poderão ser mais frequentes e graves no futuro.”

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domingo, 7 de agosto de 2011 Governo | 13:20

Senador petista acusa Aneel de trabalhar por aumento do preço da energia

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Governista de carteirinha, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) foi ao plenário na quinta-feira reclamar contra uma das agências reguladoras do governo, a Aneel (Agência Nacional de  Energia Elétrica).

No dia seguinte, o Rio de Janeiro sofreu um apagão. Mais um desses blecautes que têm atingido ora uma, ora outra cidade ou região do país.

Em entrevista ao Poder Online, Walter Pinheiro responsabiliza a Aneel por mais este prejuízo à população e lança suspeitas sobre o órgão:

Poder Online — No seu discurso, o senhor criticou o fato de a Aneel querer reduzir a meta de produção de energias renováveis no país.

Walter Pinheiro — Pois é. Ainda bem que  o Ministério das Minas e Energia obrigou-os a voltar atrás e manteve a meta de 4,3 mil Megawatts/ano. A Aneel queria reduzir a meta à metade.

Poder Online — E o que isso significa?

Walter Pinheiro — Significa que, com a diminuição da expectativa de produção de energia, o preço do quilowatt de energia elétrica iria aumentar. Quem defendeu isso na Aneel entende muito mais do assunto do que eu, então sabia muito bem a quem interessa essa diminuição da meta e o aumento de preços.

Poder Online — O senhor responsabiliza a Aneel de alguma forma pelos apagões que têm ocorrido?

Walter Pinheiro — Claro. Costumo dizer que uma agência reguladora não é uma caixa registradora. Cabe à agência se antecipar, fiscalizar, para que os problemas não ocorram.

Poder Online — Mas ela tem multado…

Walter Pinheiro — A multa, por exemplo, pelo apagão que ocorreu meses atrás no Nordeste, nunca pagará os prejuízos causados aos cidadãos e às empresas. Quem vai pagar pelo grande prejuízo sofrido pelo Polo de Camaçari? Multa não adianta, a agência tem que se antecipar para evitar o problema. E o pior é que essas multas acabam não sendo pagas.

Poder Online — Como assim?

Walter Pinheiro — Ora, as concessionárias recorrem à Justiça. A Light, do Rio de Janeiro, não pagou multa alguma. A Coelba, da Bahia, a Eletrosul, a Eletronorte também não pagaram. Não vi até hoje uma ação contundente da Aneel sobre a Chesf por conta do apagão no Nordeste.

Poder Online — Qual a origem desses apagões?

Walter Pinheiro — É a questão da renovação das concessões de energia elétrica. 68% dos contratos do sistema de distribuição e mais de 70% das concessões para geração de energia vemcem até 2015. Isso deixa as empresas no ar, sem saber se continuarão com o negócio. Aí diminuem ou estancam os investimentos e os problemas na rede aumentam.

Poder Online — E qual a solução?

Walter Pinheiro — Defendo que o governo edite uma medida provisória renovando ou prorrogando as concessões que estão funcionando e promovendo novos leilões para aumentar o número de empresas e atores no processo, o que aumentaria também a oferta de energia.

Veja abaixo o discurso de Walter Pinheiro no Senado, na quinta-feira:

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Governo | 13:38

Eduardo Cunha cobra demissão de diretor de Furnas

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Sempre acusado de nomear diretores de Furnas Centrais Elétricas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acaba de tuitar:

– Apagão no Rio. Culpa de Furnas. Não vão demitir o diretor de operações? Dele já é o terceiro apagão. O nome é Cézar Zani.

A propósito, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, como se sabe, é do PMDB, o mesmo partido de Cunha.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Brasil | 11:18

Zé Aníbal cobra de Luciano Coutinho ação contra apagões da Eletropaulo

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Luciano Coutinho (Foto: AE)

O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, enviou, agora há pouco, ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, carta cobrando providências do banco, um dos principais acionistas da AES Eletropaulo, sobre a deterioração do serviço da empresa.

Aníbal e Coutinho já haviam conversado, há algumas semanas, sobre os apagões de junho e julho na região metropolitana de São Paulo. A formalização da reclamação, no entanto, deixa a AES Eletropaulo sob pressão ainda maior. Esses são os principais trechos da carta:

“Dez anos após as privatizações, as ocorrências de interrupção de energia e o tempo de restabelecimento caíram 50% em relação à gestão estatal. De três anos para cá, deteriorou-se o trabalho de toda a década. Os indicadores de qualidade recuaram em 50% sobre o terreno conquistado.

Os compromissos firmados com a empresa relevaram-se inúteis, pois foram descumpridos solenemente. A valer-se da tendência observada nas prioridades da atual gestão, cuja distribuição de dividendos supera o lucro líquido, observa-se um deliberado processo de desinvestimento em curso.

É de conhecimento geral que os maus serviços prestados pela AES Eletropaulo vêm penalizando a economia e a qualidade de vida no Estado de São Paulo. A região metropolitana da capital, área de atuação da empresa, tem a maior densidade populacional do país, e responde não apenas por 60% do ICMS paulista, como também por 25% de todo o IPI e Imposto de Renda arrecadados pela União.

Pelo fluxo de investimentos financiados pelo próprio BNDES no Estado, pode-se mensurar o grau de insegurança que a concessionária lança em nosso ambiente econômico.

Sob pressão da sociedade e do Governo de São Paulo, a AES Eletropaulo anunciou investimentos adicionais de R$ 120 milhões até o final do ano, o que é insatisfatório diante da defasagem de aportes em manutenção, expansão e modernização da rede.

Somados aos prejuízos e aborrecimentos causados à população, inclusive no que tange à prestação de serviços essenciais, não podemos deixar de esperar que o BNDES, que é regido pelo princípio do interesse público, represente os anseios da sociedade no Conselho de Administração da empresa.

Sem uma ação determinante do poder público, é certo um constrangimento infraestrutural na área de energia justo no momento em que mais se depende do setor: a curva de crescimento anual da demanda por energia (de 4,6% no estado) e os grandes eventos esportivos que nos esperam.”

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Governo | 13:23

Um apagão no Planalto

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Ao ligar hoje pela manhã para a Secretaria de Imprensa da Presidência da República, a ligação caiu por duas vezes seguidas direto na telefonista.

Muito simpática, ela informou à jornalista que os ramais da secretaria estavam “desativados”. Questionada sobre o motivo, ela disse:

– Agora o apagão é aqui e não tem previsão de acabar.

(colaboração Flávia D´Angelo)

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Partidos | 13:36

Apagão interrompe reunião na sede do PT

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Um princípio de incêndio acaba de derrubar a energia no prédio da sede do PT em Brasília.

Foi  interrompida a reunião do comando da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária do partido, preparatória para a festa de amanhã em comemoração ao aniversário do PT e que contará com a presença do presidente Lula.

O presidente da legenda, José Eduardo Dutra, e o ex-deputado José Dirceu deixaram o prédio neste momento.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Governo | 12:04

Aneel dá palavra final sobre multa para Furnas por apagão de 2009

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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) avalia nesta tarde um recurso de Furnas sobre a multa de R$ 53,7 milhões determinada pelos técnicos da agência de energia elétrica por conta do apagão de 10 de novembro 2009, que deixou boa parte do Brasil no escuro.

Será colocada para avaliação do colegiado uma análise que reduz o valor da multa com base em parecer da área jurídica da entidade – que ainda não havia se manifestado sobre o tema. A decisão final sobre o valor, porém, ficará por conta dos cinco diretores da Aneel.

Depois da decisão do colegiado, só restará a Furnas reclamar da multa para a Justiça comum.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 Brasil | 18:58

Geddel na lista da degola

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O apagão do Nordeste pode trazer outra dor de cabeça para o PMDB.

É que um dos caciques do partido, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, derrotado na disputa pelo governo da Bahia, tinha mandado sinais à cúpula peemedebista de que gostaria de ser contemplado com uma diretoria da Eletrobras.

Agora que Dilma Rousseff vai aproveitar o apagão para varrer do setor elétrico os políticos, Geddel deve ficar sem essa vaguinha.

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Brasil | 18:05

Porta voz diz que foi mesmo pela manhã que Dilma mandou tomar providências acerca do apagão

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O brieffing sobre o apagão no Nordeste do porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena, não acrescentou grandes novidades.

Mas ele não negou a informação antecipada pelo iG de que a presidenta só soube do apagão de manhã, pela internet.

Veja:

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Brasil | 12:57

“O apagão vai ajudar Dilma a só deixar técnicos no comando do setor elétrico”

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Foto de Elza Fiúza/ABr

No centro dos problemas causados pelo apagão do Nordeste, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), foi dormir às 4h da madrugada, depois que a polícia debelou duas revoltas em presídios causadas pela falta de luz.

Mesmo assim, Eduardo Campos tem uma avaliação otimista do episódio. Em entrevista ao Poder Online, ele disse que o apagão, neste momento, ajudará à presidenta Dilma Rousseff a se livrar dos políticos no setor elétrico.

Poder Online: O que o sr. acha que foi? Falta de sorte?

Eduardo Campos: Não sei não. Pode ter sido até sorte. Porque, apesar de todos os problemas causados, o apagão vai ajudar à presidenta Dilma a fazer exatamente aquilo que ela tanto queria: mexer no comando do setor elétrico, nomeando apenas técnicos.

Poder Online: A presidenta queria mudar mesmo?

Eduardo Campos: Ela acha que não dá para deixar o pessoal por muito tempo nesses cargos. Cria vícios. É preciso arejar. E eu concordo com ela também. Temos que colocar técnicos mesmo. Isso não é área para brincadeira.

Poder Online: Pois é, a oposição diz que o problema é este, muito apadrinhado político. E o comando da Chesf (Companhia Hidrelétrica do Vale do São Francisco), onde ocorreu o problema, é indicação do seu partido, o PSB.

Eduardo Campos: Olha. De fato o PSB e o PT do Nordeste têm indicado diretores para lá. Mas são todos técnicos da própria Chesf. Alguns vão sair, porque a presidenta já havia pedido este rodízio. Mas são técnicos qualificados. E entrarão também técnicos no lugar destes.

Poder Online: Como o sr. soube do apagão?

Eduardo Campos: Estava jantando com o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, na residência oficial de João Pessoa. A luz apagou lá, e meu ajudante de ordens informou que estávamos com o mesmo problema no Recife. Aí voltei correndo para meu Estado. Cheguei aqui às 23h40.

Poder Online: Levantou vôo sem luz?

Eduardo Campos: Os aeroportos de João Pessoa e do Recife funcionaram com geradores.

Poder Online: E os transtornos? Qual foi o maior problema?

Eduardo Campos: O maior problema foram as rebeliões nos presídios. Num deles, os presos mataram outro presidiário que, ao que parece, eles já tinham marcado. Foi terrível. Mas a área de segurança do Estado tem um protocolo pré-programado para ocorrências deste tipo e conseguimos debelar o problema nos presídios. Assim como colocar em funcionamento os geradores dos hospitais. Graças a Deus, tudo se acertou. Mas só fui dormir às 4 horas da madrugada, com o fim dos problemas nos presídios.

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