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Posts com a Tag Arlindo Chinaglia

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013 Congresso | 19:00

Para Paulinho, bate-boca em frente a estudantes foi aula sobre a Câmara

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O presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), lamentou que o bate-boca ocorrido nesta entre os deputados Sebastião Bala Rocha (SDD-AP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP) tenha se dado diante de um grupo de estudantes que acompanhava a sessão das galerias.

Rocha perdeu o controle quando Chinaglia ironizou o fato dele já ter sido algemado, durante uma operação da Polícia Federal, em 2004.

Irritado, o vice-líder do SDD ofendeu a mãe do líder do governo.

“É lamentável que tenha ocorrido isso na frente dos estudantes, mas acho que eles aprenderam uma lição sobre a Câmara. Nem sempre as coisas são calminhas por lá, às vezes o pau quebra”, disse Paulinho.

O presidente do SDD acrescentou ainda não acreditar que o caso tenha de ser levado para o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. “Acho que os dois já perceberam a besteira que fizeram”, afirmou. “Foi um momento”.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013 Congresso | 14:24

Líder do governo na Câmara é hostilizado por policiais

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Um grupo de policiais que ocupa o Salão Verde da Câmara dos Deputados hostilizou há pouco o líder do governo na Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Os policiais querem a votação da PEC 300/2008, que estabelece um piso salarial nacional para policiais. Os policiais reclamam da defasagem dos salários.

O petista foi chamado de traidor. Também houve xingamentos e até de mensaleiro Chinaglia foi chamado. O parlamentar ainda tentou falar com a imprensa durante o tumulto, mas suas palavras foram praticamente abafadas pelos manifestantes.

Assista:

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sexta-feira, 26 de julho de 2013 Partidos | 18:00

Novo grupo no PT prega combate à corrupção e punição de petistas

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Criado com a pretensão de se transformar na segunda maior força dentro do PT, um grupo integrado por nomes como o ex-presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS) e o líder do governo Arlindo Chinaglia (PT-SP) se apresenta para a eleição interna do partido com um discurso em favor do combate à corrupção, inclusive dentro do próprio partido.

A chapa inscrita pelo grupo no chamado Processo de Eleições Diretas (PED) do PT foi batizada de Partido é para Todos. Na tese apresentada para a eleição, o grupo diz que o PT deve “dar um tratamento específico e diferenciado à temática da corrupção”.

Leia também: Ala majoritária do PT vê ‘descolamento da militância’ e cobra ‘democratização das comunicações’

“Uma coisa é a solidariedade a companheiros e companheiras frente a armações e acusações falsas. Outra é a timidez e o constrangimento de agir perante erros notórios de petistas numa dada frente institucional. A inação das instâncias dirigentes do partido, seja para defender ativamente militantes injustamente atacados, seja para tomar medidas disciplinares cabíveis, quando isso se colocar, tem ajudado a nos empurrar para a vala comum da pior tradição política brasileira”, afirma o documento. O texto não faz qualquer menção direta ao escândalo do mensalão. 

O grupo, que apoiará a reeleição do atual presidente do partido, Rui Falcão, avalia que tem chances de superar o grupo Mensagem ao Partido na eleição interna. A Mensagem, como ficou conhecida a corrente, foi criada pelo hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, no auge da crise do mensalão, em 2005.

Saiba mais: Marco Maia lidera articulação para criar novo grupo dentro do PT

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quinta-feira, 11 de julho de 2013 Congresso | 11:00

Chinaglia vira ‘líder da minoria’ em piada entre deputados do PMDB

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Circula dentro da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados uma piada maldosa sobre o líder do governo na Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

No partido, aliado de primeira hora do governo, as rebeldias são tantas e tão frequentes contra o Planalto que, ao falar de Chinaglia, os peemedebistas se referem a ele como “o líder da minoria”.

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terça-feira, 25 de junho de 2013 Congresso | 10:00

Líder do governo na Câmara diz estar ‘moderadamente otimista’ sobre royalties para Educação

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O líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), diz estar “moderadamente otimista” ao ser questionado sobre a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a área da Educação.

Essa destinação tem sido defendida pela presidente Dilma Rousseff (PT), bandeira que ganhou ainda mais força na onda de protestos pelo Brasil.

Um projeto de lei tratando dessa matéria já trava a pauta da Câmara dos Deputados e deverá ser o tema central na sessão desta terça-feira.

Chinaglia reconhece que há um desejo entre os deputados para que as verbas oriundas dos royalties do petróleo também contemplem a área da saúde, mas diz que o clima gerado pelas manifestações poderá contribuir para a aprovação em favor da educação, como quer Dilma.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013 Governo | 06:00

Dilma diz que não mexe na articulação, mas petistas já cogitam nomes

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A presidente Dilma Rousseff fez chegar a líderes partidários que não tem a menor intenção de mexer na composição do governo antes do fim do ano. Diante da polêmica envolvendo a relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso, o governo vem sendo pressionado por vários setores da base a fazer mudanças na articulação política.

Dilma diz que não mexerá na equipe. Petistas duvidam.

Além das críticas à ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, há também cobranças sobre a atuação do líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). O governo, ao menos por enquanto, se movimenta para dar sustentação a ambos. Entre petistas, entretanto, a aposta é que há grandes chances de a presidente rever os planos e fazer trocas na Esplanada depois do recesso parlamentar.

Vários grupos dentro do PT se movimentam para desenhar opções para as duas vagas. Desde a polêmica votação da MP dos Portos, um dos nomes recorrentes nas discussões é o do atual líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE). Também é citado o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), que já comandou a pasta que hoje está nas mãos de Ideli.

Há, entretanto, outra movimentação correndo em paralelo, envolvendo outra ala petista no Congresso. Nessa seara, parlamantares colocam na mesa dois nomes que poderiam preencher posições na articulação: os deputados Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente do PT, e Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Há sugestões até mesmo para que Dilma entregue a liderança do governo a um peemedebista. Ou ainda, como propõe um parlamentar petista, a presidente poderia ao menos remanejar o time atual no ministério. Por essa tese, a presidente poderia colocar desde já na Casa Civil o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que já vem conversando com setores da base sobre a articulação no Congresso. Ideli, nesse caso, poderia ir para a Secretaria-Geral e o titular desta pasta, Gilberto Carvalho, assumiria as Relações Institucionais.

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segunda-feira, 13 de maio de 2013 Congresso | 17:34

Entre críticas à articulação, petistas exaltam José Guimarães

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Em meio a críticas à articulação política do governo, defensores da tese de que a presidente Dilma Rousseff deveria mexer na equipe da área exaltam o nome do líder do PT, José Nobre Guimarães (PT-SP). Segundo petistas, ele tem sido capaz de dialogar, mesmo que pouco, com o Palácio do Planalto.

Leia também: Lula reforça orientação para que Dilma dialogue melhor com a base

A polêmica em torno da votação da MP dos Portos elevou nos últimos dias a temperatura à articulação do governo, em especial à ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, e ao líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). No governo, entretanto, o argumento é o de que, se há falta de interlocução, é por parte da própria presidente Dilma.

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Congresso | 07:00

‘Será que o desgaste não é do Congresso com o governo?’, ironiza Chinaglia

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Alvo de críticas nos bastidores pelas dificuldades de articulação política do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP) joga para o próprio Congresso a responsabilidade pelos embates em votações tidas como estratégicas, como a da MP dos Portos.

“É responsabilidade do governo contribuir para o diálogo, mas será que não há um desgaste do Congresso na relação com o governo”, alfineta o líder do governo na Câmara.

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Congresso | 06:00

MP dos Portos eleva pressão sobre articulação política do governo

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A nova tentativa do governo de votar a MP dos Portos nesta semana elevou a níveis nada amigáveis as pressões sobre a articulação política do governo. Mesmo no partido da presidente, sobe cada vez mais o tom das críticas aos ministros encarregados do diálogo com o Congresso e os partidos que integram a base aliada.

O alvo principal tem sido a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT-SC). Mesmo aliados próximos afirmam, em reservado, que ela “não tem dado conta” de negociar com o Congresso.  O ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP) também virou alvo de ataques nos bastidores por sua atuação na liderança do governo. Para completar, nas palavras de um petista, “falta uma figura na Casa Civil capaz de aconselhar a presidente”  na tomada de decisões, a exemplo do que ocorria com o ex-ministro Antonio Palocci.

Petistas atribuem a esse quadro a ascensão do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no governo. É a ele que a presidente tem recorrido para dialogar com a base em situações de crise. ”O fato é que ele nunca teria conseguido esse status se fosse nos tempos do governo Lula”, alfineta um colega de legenda do ministro.

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 Congresso | 12:00

Chinaglia propõe catalogar vetos para facilitar apreciação na Câmara

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O líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT), defende que haja uma separação por semelhança dos vetos que devem ser apreciados na Casa. O deputado fala na construção de um “acordo possível” para tratar o tema, uma vez que acredita que o debate em torno dos vetos com desdobramentos relacionados aos royalties do petróleo pode gerar disputas regimentais baseadas em “patriotismos locais”.

Chinaglia alerta ainda para o possível risco de insegurança jurídica a partir da chance de derrubada de vetos antigos que já tenham normatizado práticas consolidadas.

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