Publicidade

Posts com a Tag Arlindo Chinaglia

terça-feira, 21 de agosto de 2012 Congresso | 08:00

Esforço concentrado põe em xeque coordenação política do governo

Compartilhe: Twitter

Começa hoje mais uma semana de esforço concentrado dos parlamentares para votarem medidas provisórias durante o recesso.

Três MPs trancam a pauta devido a uma obstrução de governistas e oposicionistas em protesto pelo fato de a coordenadora política do Planalto, Ideli Salvatti, não ter cumprido promessa de liberação de emendas ao Orçamento.

Se a votação ocorrer sem a liberação das emendas, será uma demonstração de força do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que estão em rota de colisão com Ideli.

Se a votação não ocorrer, será a evidência de que o esquema de coordenação política do governo está inoperante e a presidenta Dilma Rousseff terá que dar um freio de arrumação nos seus coordenadores.

Especialmente Ideli e Chinaglia, já que sobre Marco Maia, chefe do Poder Legislativo,  é menor a autoridade de um chefe de outro Poder.

Autor: Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 14 de agosto de 2012 Governo | 05:01

Chinaglia e Ideli: como marido traído

Compartilhe: Twitter

Ministra-chefe das Relações Institucionais, Ideli Salvatti tem como função cuidar da coordenação da base parlamentar com o Palácio do Planalto.

Tinha um problema sério na Câmara, com o antigo líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), com quem não se dava. Por conta disso, ele perdeu o cargo.

Mas o pior é que o substituto de Vaccarezza também está às turras com Ideli.

Oposicionistas e governistas obstruem a pauta de votação sob argumentação de que a ministra não cumpriu acordo de liberar emendas do Orçamento. Quando correm atrás do líder para saber se o problema vai ser resolvido, escutam o seguinte:

— Isso foi uma encrenca criada pela Ideli e cabe a ela resolver. Eu estou que nem marido traído, nada sei.

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 10 de agosto de 2012 Congresso | 09:48

E Chinaglia sobe no muro

Compartilhe: Twitter

Oposição e governistas, liderados pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), não admitem votar a medida provisória 565 enquanto o governo não cumprir promessa da ministra-chefe da Coordenação política, Ideli Salvatti, de liberação de emendas dos parlamentares ao Orçamento.

A MP 565, que está trancado a pauta de votações da Câmara, trata da repactuação de dívidas agrícolas dos produtores atingidos pela seca no Nordeste.

Ideli Salvatti havia prometido a Marco Maia, antes do recesso, que iria liberar R$ 3 milhões em emendas de cada parlamentar, mas isso até agora não ocorreu.

Perguntado sobre o assunto pelo Poder Online, o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), parece estar sem resposta:

— Nós estamos conversando com o governo e os partidos para chegar a uma solução. Na próxima semana não estão previstas votações. Temos até a outra para resolver o problema antes que vença o prazo de votação da medida provisória — afirma.

Mas vai haver ou não a liberação dos pagamentos? — insistiu a coluna.

— Isso nós estamos discutindo. Ninguém disse que não haverá a liberação das emendas. Estamos conversando. É o que posso dizer neste momento. — balbucia o líder.

Autor: Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Congresso | 08:42

Na volta do recesso, volta a descoordenação política

Compartilhe: Twitter

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), foi quem decidiu suspender a sessão de ontem na Câmara, quando os deputados começariam a votar medidas provisórias.

O Palácio do Planalto está interessado em votar três MPs que trancam a pauta do Câmara.

Duas delas foram editadas para combater danos da seca no Nordeste à agricultura. Já a terceira MP institui o Brasil Carinhoso, que dá crédito extra para as mães que recebem Bolsa Família e têm filhos na escola.

Para conseguir que o Congresso, antes do recesso, votasse outras medidas provisórias, o governo havia prometido que até agosto liberaria R$ 3 milhões em emendas de cada parlamentar ao Orçamento da União.

Ontem, durante reunião com os líderes, a oposição afirmou que o acordo não foi cumprido.

Irritado, Maia disse que havia sido fiador desse acordo e que não votaria as MPs enquanto a coordenadora Política do Palácio do Planalto, Ideli Salvatti, não mostrasse ter cumprido o prometido.

O líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), ficou de dar uma resposta até o início da semana que vem.

Se a descoordenação permanecer, as MPs podem caducar.

Autor: Tags: , , , , ,

terça-feira, 17 de julho de 2012 Congresso | 08:22

Governo vence mas descoordenação política ainda continua

Compartilhe: Twitter

Mais do que uma reorganização da coordenação política do governo, a aprovação ontem à noite da medida provisória 563, do Plano Brasil Maior, foi uma demonstração de força do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que se empenhou pessoalmente pela votação.

Vale lembrar que há poucos dias Maia foi chamado ao Palácio para um encontro com a presidenta da República, descontente com a inclusão na pauta de votações de vários itens contrários aos interesses do governo. Sua atuação agora, é um sinal de que, pelo menos com ele, a conversa parece ter surtido efeito.

O desacerto na coordenação política — apelidado pela própria presidenta de “descordenação política” — continua entre a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Chinaglia simplesmente não estava presente na votação de ontem. Havia negociado com os líderes, no início do mês, a votação dessa MP e da 564, assim como Lei de Diretrizes Orçamentárias, em troca da liberação de emendas parlamentares ao Orçamento — inclusive da oposição. Seguro da votação, o líder partiu em viagem para os Estados Unidos.

Quando fechou a negociação, Chinaglia colocou a minsitra no viva-voz com os líderes. Mas alguns deles passaram a reclamar que o acordo não foi cumprido e deu-se início à obstrução das votações desde então. Ideli, então, substituiu pessoalmente Chinaglia nas negociações e alterou os termos do acordo.

Agora, é esperar para ver o retorno de Chinaglia e ver se os coordenadores políticos voltam a se coordenar após o recesso parlamentar.

Bem, isso se a LDO for aprovada hoje.

Autor: Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 4 de junho de 2012 Congresso | 11:01

Ideli Salvatti está preocupada com assédio de Marco Maia à sua cadeira

Compartilhe: Twitter

A coordenação política na Câmara tem três nomes: Marco Maia (PT-RS), presidente da Casa, Arlindo Chináglia (PT-SP), líder do governo, e Jilmar Tatto (PT-SP), líder do PT.

As movimentações do grupo já até despertaram o alerta na ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

Ideli tem confidenciado a alguns interlocutores que a movimentação do grupo assusta.

Maia termina o mandato no início do ano que vem, e se não tiver nenhum cargo no governo volta para a planície. Estaria de olho na cadeira da ministra

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 23 de abril de 2012 Congresso | 06:28

Código Florestal: primeiro grande embate do ano entre PT e PMDB.

Compartilhe: Twitter

Está prevista para esta semana a votação na Câmara do projeto de novo Código Florestal.

Será o primeiro grande embate explícito entre o PT e o PMDB desde que assumiram os novos líderes do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do PT, Jilmar Tatto (SP).

É que o texto do relator, Paulo Piau (PMDB-MG), conta com o apoio ostensivo não só da bancada ruralista, como também do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).

Jilmar Tatto considera o relatório “um retorcesso inaceitável”, por não mais prever a recuperação de Áreas de Proteção Ambiental (APAs) tomadas pela agricultura.

Os ruralistas dizem que têm voto para atropelar o PT e o governo.

Será também o primeiro grande teste de habilidade de negociação para Chinaglia, desde que ele assumiu.

Autor: Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 11 de abril de 2012 Congresso | 06:01

Vice-presidenta da Câmara promete ação contra líder do governo

Compartilhe: Twitter

A vice-presidenta da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), disse ao Poder Online que está preparando uma representação contra o líder do governo Arlindo chinaglia (PT-SP) na Corregedoria da Casa.

O motivo é o bate-boca ocorrido na sessão do dia 29 de março, quando Chinaglia — irritado com a colocação em pauta de um projeto de criação de estrutura permanente para as turmas recursais dos Juizados Especiais Federais e os respectivos cargos de juízes — atacou:

— A senhora pode ter o método que quiser, mas não queira usar da sua régua para dar a metragem para outros parlamentares.

Rose de Freitas afirma que reuniu as notas taquigráficas da sessão e teria provas de que , “isso foi o mínimo de que ele me xingou”.

Autor: Tags: ,

quinta-feira, 22 de março de 2012 Congresso | 09:01

Clima foi de cumplicidade entre Chinaglia e Henrique Alves durante a obstrução

Compartilhe: Twitter

Arlindo Chinaglia, Henrique Alves e Marco Maia, assistidos por Inocêncio de Oliveira, durante a obstrução à Lei Geral da Copa (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Apesar de o painel da Câmara registrar a derrota do governo com a obstrução comandada pelo PMDB à votação da Lei Geral da Copa — como forma de forçar o Palácio Planalto a colocar em pauta o projeto de Novo Código Florestal –, o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), e o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), não perderam o bom humor nem por um instante.

E também não abandonaram o clima de cumplicidade.

O PMDB comandou, de fato, a obstrução.

Mas Chinaglia e Marco Maia trabalharam arduamente para que chegasse ao Planalto o recado de que a maioria da Câmara quer alterar o Código Florestal.

Autor: Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 21 de março de 2012 Congresso | 11:01

Bolsa de apostas no Congresso: quanto tempo Chinaglia e Ideli resistem sem brigar

Compartilhe: Twitter

A grande aposta na base governista no Congresso é quanto tempo o novo líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), levará para bater de frente com a coordenadora política do Palácio do Planalto, Ideli Salvatti.

Não só porque os dois tenham temperamento, digamos, forte.

Mas porque Chinaglia, diferentemente dos outros líderes do governo, é um líder com bancada. Ou seja, pouco disposto a aceitar ordens.

Seu grupo tem vencido todas as batalhas dentro do PT ultimamente, até mesmo contra candidatos com o apoio do governo e da cúpula nacional do partido.

Foi assim na escolha do líder do PT, Jilmar Tatto (SP), e na eleição do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).

Maia  tem feito questão de demonstrar sua proximidade com Arlindo, o que tem sido entendido pelo Palácio do Planalto como um recado do tipo: “se brigarem com Arlindo, brigam com a gente.”

Autor: Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 3
  3. 4
  4. 5
  5. 6
  6. 7
  7. Última