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Posts com a Tag articulação política

sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:02

Governo conta com Cunha para barrar impeachment, mas teme articulação da oposição

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

As devoluções, arquivamentos e postergações de decisão sobre os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são visto pelos auxiliares mais próximos da presidente como sinais de que ele não dará prosseguimento ao processo de impeachment, de forma monocrática, competência garantida ao presidente da Câmara, pela Constituição Federal.

No entanto, o governo teme que, diante de uma provável negação de Cunha, deputados de oposição, e até mesmo de partidos da base rebeldes ao governo, consigam aprovar recurso, dando início, em Plenário, à tramitação.

O assunto foi objeto de conversa da presidente Dilma com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira, no Palácio da Alvorada. Os dois se encontraram com o objetivo de traçar estratégia para enfrentar a deterioração do cenário político das últimas semanas, inclusive a eminência de um processo de impeachment a ser deflagrado na Câmara.

Na semana passada, a oposição levantou uma questão de ordem tratando deste assunto, que deve ser respondida por Cunha na próxima segunda-feira (21). Ao receber o principal pedido até agora, assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, Cunha disse que primeiro responderia a questão de ordem, depois decidiria sobre ele sem, no entanto, falar de prazos. Enquanto isso, a ordem no governo é negociação intensa no Congresso, principalmente na Câmara.

Dilma escalou seus ministros mais habilidosos para a função, entre eles o de Comunicação, Ricardo Berzoine, que também finaliza o novo desenho da Esplanada a ser anunciado na próxima quarta-feira (23); da Defesa, Jaques Wagner; além do chefe do Gabinete Pessoal da presidente, Giles Azevedo, que tem conseguido resultados importantes na negociação com a ala do PMDB mais rebelde da Câmara.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:34

Temer chama base para habitual reunião de articulação

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O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

A contar pela agenda do vice-presidente, Michel Temer, as pautas da Câmara ou do Senado fazem parte dos assuntos da “macropolítica”, que continuarão sob sua responsabilidade.

Temer enviou aos líderes da Câmara, nesta tarde, o convite para a habitual reunião da terça-feira (25), quando se define as estratégias do governo para a semana na Câmara. A reunião ocorrerá no Gabinete da Vice Presidência.

Além disso, de acordo com interlocutores do vice, ele continuará participando das reuniões da coordenação política no Planalto.

Na prática, a função desempenhada na articulação política pelo vice-presidente permanecerá quase inalterada, já que o governo finalizou a fase de nomeações de cargos nos segundo e terceiro escalão, tarefa que era desempenhada principalmente pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS).

Os trabalhos do governo agora se voltam, principalmente, para o corte de pastas, anunciado pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Nas negociações para os cortes, a presidente Dilma Rousseff contará com a ajuda do vice nas definições

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:49

Para peemedebistas, sinalização Temer é de “desembarque próximo”

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

As movimentações do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP) no sentido de deixar bem claro seu descontentamento com o governo e a disposição em entregar à presidente Dilma Rousseff a função de articulador político passaram um sinal para o meio político, principalmente para peemedebistas rebeldes, de que “o desembarque está próximo”.

O PMDB já prepara sua convenção partidária para o dia 15 de novembro em Brasília. Entre os deputados do partido, boa parte seguidora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a tese majoritária é de rompimento com o governo petista.

Deputados do PMDB defendem que foi Temer quem defendeu a aliança na Convenção e que Temer é quem segurava a insatisfação.”O rompimento é o  caminho natural do PMDB e a postura de Temer, ao querer entregar a articulação, é uma sinalização importante e que terá  efeito na convenção”, disse ao Poder Online, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Temer se reuniu com Dilma para entregar suas funções de articulador do governo, assumida logo após o ministro Pepe Vargas (PT-RS), atual ministro de Direitos Humanos, ser defenestrado do Planalto, onde era ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), por exigência da bancada do PMDB da Câmara.

A decisão de ficar ou não na articulação vazou de forma meio dúbia, já que Temer, continuaria cuidando das questões mais importantes, enquanto seu auxiliar, Eliseu Padilha, atual ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), continuaria com o rame-rame da negociação de cargos e emendas parlamentares. Ou seja, o que mudou foi o clima. Temer continuaria cuidando do que sempre cuidou. A presidente teria agora é que  encontrar alguém para substituir Padilha até 1º setembro, quando ele deve passar a se dedicar exclusivamente à sua pasta titular.

“Se o PT não deixou Temer cuidar do micro, vai deixar cuidar o macro?”, questionou o deputado.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 19:27

Senadores “independentes” se apresentam a Dilma como alternativa no Senado

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Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai ao Planalto com grupo de senadores "independentes"

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai ao Planalto com grupo de senadores “independentes”

O grupo de senadores que se autodenomina “independente” está reunido neste momento com a presidente Dilma Rousseff para se apresentar como “alternativa” de diálogo diante das dificuldades que o governo vem enfrentando no Congresso.

Fazem parte do encontro os senadores Acir Gurgaz, líder do PDT no Senado, Cristóvam Buarque (PDT-DF), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), João Cabiberibe (PSB-AP), Lasier Martins (PDT-RS), Lídice da Mata (PSB-BA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

O encontro havia sido pedido ao vice-presidente Michel Temer, responsável pela articulação política, em carta enviada no início da semana.

Temer não respondeu e na quarta-feira (12) a assessoria da presidente retornou marcando o encontro que é considerado estratégico para reforçar o contraponto que o governo vem construindo no Senado, à oposição declarada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ao Planalto, o diálogo ainda servirá para minimizar os efeitos das dissidências da base anunciadas pelo PDT e pelo PTB da Câmara, sob a influência de Cunha.

Tal como fez o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que sugeriu a chamada “Agenda Brasil”, os independentes chegaram ao Planalto com outra agenda que deverá servir de ponto de partida para a aproximação.

Entre as propostas estão as que tratam da reforma política e ainda as que envolvem o compromisso de que o ajuste fiscal não atingirá conquistas sociais e investimentos em infraestrutura.

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terça-feira, 19 de maio de 2015 Política | 14:26

Articulação do governo faz ministro cancelar viagens em tempos de votação do pacote fiscal

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O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, tem enfrentado a dupla jornada de cuidar de sua pasta e ajudar na articulação política do governo. Em tempos de votação do pacote fiscal no Congresso e de definições sobre os cargos de segundo e terceiro escalões do governo, passar uma semana fora de Brasília poderia causar transtornos ao Palácio.
O petista acabou cancelando várias viagens. Uma delas foi sua participação, em Genebra, na Suíça, das celebrações dos 150 anos da União Internacional das Telecomunicações (UIT), na semana passada.

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quinta-feira, 30 de abril de 2015 Governo | 18:04

“Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade”, rebate Temer sobre fala de Renan

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O vice-presidente Michel Temer (PMDB) divulgou nota rebatendo as declarações do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Renan acusou o governo de não ter iniciativa e afirmou que Temer, agora responsável pela articulação política do Planalto, não poderia usar sua posição para “transformar a coordenação política em uma coordenação de RH, para distribuir cargos e boquinhas”.

Em nota, Temer afirmou que não usará seu “cargo para agredir autoridades de outros Poderes”.

“Respeito institucional é a essência da atividade política, assim como a ética, a moral e a lisura. Não estimularei um debate que só pode desarmonizar as instituições e os setores sociais. O País precisa, neste momento histórico, de políticos à altura dos desafios que hão de ser enfrentados”, diz a nota do vice-presidente.

“Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade política e a harmonia ensejadoras da retomada do crescimento econômico em benefício do povo brasileiro. Se outros querem sair desta trilha, aviso que dela não sairei.

Assista ao que disse Renan:

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segunda-feira, 16 de março de 2015 Governo | 09:00

O silêncio de Aloizio Mercadante

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O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

O ministro Aloizio Mercadante está um túmulo desde a semana passada, quando começaram a circular as notícias sobre os planos do governo de descentralizar a articulação política, hoje concentrada nas mãos do chefe da Casa Civil.

Até então, ele gostava até de aparecer de surpresa nos gabinetes de alguns colegas, para um cafezinho.

Mas quem é próximo do ministro garante que ele está “tranquilo”. Sereno, até.

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quarta-feira, 11 de março de 2015 Governo | 17:24

Governo estuda ‘desidratar’ Mercadante e entregar articulação ao PMDB

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Com um diagnóstico pouco animador para os próximos meses, o governo está decidido a fazer uma “reestruturação profunda” de seu núcleo central, na esperança de acalmar a crise que atinge a presidente Dilma Rousseff. As medidas ainda estão sendo negociadas, mas auxiliares diretos da presidente admitem que pelo menos dois eixos estão em discussão. O primeiro é uma possível “desidratação” da função hoje exercida pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que concentra o papel de principal articulador do governo. O segundo resgata uma proposta antiga, que no passado já enfrentou resistência da própria Dilma e do PT: entregar a Secretaria de Relações Institucionais para o PMDB.

Leia mais: PT pode discutir destino de acusados na Lava Jato na próxima semana

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

No caso de Mercadante, o Planalto chegou a divulgar uma nota nesta tarde, para refutar a informação de que pretende remover o ministro do cargo de chefe da Casa Civil. Auxiliares de Dilma apontam, entretanto, que muito do que está em discussão é a possibilidade de Mercadante dividir parte das funções que exerce atualmente com colegas de Esplanada. O nome tido como natural para auxiliar nessa função é o do ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Já a possibilidade de uma troca de comando na SRI é tida como opção clara para acalmar o PMDB e apaziguar a base aliada no Congresso. Se a ideia avançar, um nome proposto para assumir a Secretaria de Relações Institucionais – hoje comandada por Pepe Vargas (PT-RS) – é o do ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). O peemedebista ficou sem mandato desde a última eleição e aguardava apenas a confirmação de que está fora da lista de investigados da Lava Jato para negociar sua entrada na Esplanada. O plano original era acomodar Henrique em pastas como o Turismo ou a Integração Nacional, mas pelo menos dois interlocutores de Dilma já sugeriram que a SRI seja entregue ao peemedebista.

O redesenho da Esplanada entra em discussão justamente no momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou as recomendações para que Dilma faça uma nova reforma ministerial. Nas conversas que manteve nas últimas semanas com líderes petistas, Lula queixou-se do funcionamento do núcleo central do governo e disse considerar problemático o fato de o PMDB não ter participação ativa na tomada de decisões dentro do Palácio do Planalto.

Lula, segundo interlocutores, também vem se queixando há algum tempo do modelo que coloca Mercadante como uma espécie de “todo-poderoso” do governo. Conselheiros da presidente também discutiram o assunto nesta semana, em algumas reuniões no Palácio do Planalto. A conclusão tirada de um desses encontros é que, em tempos de instabilidade, é arriscado demais concentrar uma fatia tão grande das funções de articulação política e interlocução com a presidente em um único ministro.

Saiba mais:  Em busca de agenda positiva, petistas pedem visitas de Dilma ao Nordeste

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segunda-feira, 13 de maio de 2013 Congresso | 06:00

MP dos Portos eleva pressão sobre articulação política do governo

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A nova tentativa do governo de votar a MP dos Portos nesta semana elevou a níveis nada amigáveis as pressões sobre a articulação política do governo. Mesmo no partido da presidente, sobe cada vez mais o tom das críticas aos ministros encarregados do diálogo com o Congresso e os partidos que integram a base aliada.

O alvo principal tem sido a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT-SC). Mesmo aliados próximos afirmam, em reservado, que ela “não tem dado conta” de negociar com o Congresso.  O ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP) também virou alvo de ataques nos bastidores por sua atuação na liderança do governo. Para completar, nas palavras de um petista, “falta uma figura na Casa Civil capaz de aconselhar a presidente”  na tomada de decisões, a exemplo do que ocorria com o ex-ministro Antonio Palocci.

Petistas atribuem a esse quadro a ascensão do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no governo. É a ele que a presidente tem recorrido para dialogar com a base em situações de crise. ”O fato é que ele nunca teria conseguido esse status se fosse nos tempos do governo Lula”, alfineta um colega de legenda do ministro.

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segunda-feira, 4 de junho de 2012 Congresso | 11:01

Ideli Salvatti está preocupada com assédio de Marco Maia à sua cadeira

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A coordenação política na Câmara tem três nomes: Marco Maia (PT-RS), presidente da Casa, Arlindo Chináglia (PT-SP), líder do governo, e Jilmar Tatto (PT-SP), líder do PT.

As movimentações do grupo já até despertaram o alerta na ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

Ideli tem confidenciado a alguns interlocutores que a movimentação do grupo assusta.

Maia termina o mandato no início do ano que vem, e se não tiver nenhum cargo no governo volta para a planície. Estaria de olho na cadeira da ministra

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