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Posts com a Tag Baleia Rossi

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Congresso | 17:07

Estreante, deputado fica sem acesso ao Plenário da Câmara

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O deputado federal e presidente estadual do PMDB em São Paulo, Baleia Rossi. Foto: Agência Brasil

O deputado federal e presidente estadual do PMDB em São Paulo, Baleia Rossi. Foto: Agência Brasil

Recém-chegado à Câmara dos Deputados, o presidente estadual do PMDB em São Paulo, Baleia Rossi, passou por um leve aperto nesta semana. Rossi perdeu seu broche de identificação, que permite aos deputados transitarem livremente pela Casa e, sobretudo, pelo Plenário.

Desnorteado, pediu ajuda a alguns colegas que rapidamente o encaminharam para a Diretoria-Geral da Câmara – responsável pela distribuição do adereço.

O broche, que chegou a ser uma joia produzida em ouro pela H.Stern durante a Assembleia Constituinte, hoje custa cerca de R$ 0,60 e é fabricado com latão. De acordo com a Diretoria-Geral, a perda do objeto é comum e, somente em fevereiro, cerca de 500 já foram distribuídos aos 513 deputados – inclusive aos mais antigos.

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013 Eleições | 12:00

Presidente do PMDB paulista descarta chapa pura para Skaf

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Citado nos bastidores como possível nome para composição da chapa de Paulo Skaf caso fracasse a tentativa de atrair algum partido grande para a disputa em São Paulo, o presidente do PMDB paulista, Baleia Rossi, rejeita a posição.

“Serei candidato a deputado federal”, resume ele, que insiste que a tese de chapa pura não é o objetivo do PMDB no estado.

“Nossa proposta de aliança é muito séria”, diz Baleia ao comentar o assunto, reforçando que o PMDB quer fazer no ano que vem, muito mais do que um deputado federal, como fez em 2010. O partido luta para evitar o isolamento na disputa de 2014.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 Eleições | 18:22

Isolamento de Skaf preocupa o PMDB paulista

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A falta de opções para alianças tem despertado a preocupação de peemedebistas de São Paulo.  Paulo Skaf aparece bem colocado em pesquisas – levantamento do Datafolha divulgado no começo do mês traz Skaf na segunda colocação com 19% das intenções de votos -, mas a indisponibilidade de partidos relevantes para a formação de aliança preocupa.

Quem pretende concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados teme um palanque fraco. Sem um nome próprio para a eleição paulista em 2010, o partido elegeu somente um deputado no estado.

O presidente do PMDB paulista, Baleia Rossi, diz que o partido vem mantendo conversas com PP, PDT, PR e PTB. Os três primeiros estão no radar do PT e o PTB é dado como certo para apoiar a reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB).

Entretanto, Rossi admite que as conversas estão mornas. “Não tem ninguém com portas fechadas, mas também não tem nenhuma conversa muito avançada”, resumiu.

Segundo Rossi, a chave para atrair partidos será manter os índices na pesquisa. “O grande desafio é esse, manter o índice nas pesquisas porque isso é algo que atrairá a atenção dos partidos no ano que vem quando forem decidir as alianças”, disse ele.

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terça-feira, 22 de outubro de 2013 Eleições | 10:00

PMDB paulista aposta em Frank Aguiar e Gabriel Chalita para puxar bancada

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O PMDB paulista deverá ter 70 candidatos a deputado federal na eleição do próximo ano.

O partido, que em 201o elegeu somente um deputado pelo estado, aposta em nomes famosos para puxar os votos necessários para reforçar a bancada federal na próxima legislatura.

Frank Aguiar e Gabriel Chalita são os nomes que o partido aposta para melhorar o índice conquistado na última eleição para a Câmara.

O partido também coloca fichas no esforço de Baleia Rossi, presidente do partido em São Paulo, e em Edinho Araújo, único eleito em 2010, para reforçar o esforço no interior do estado.

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terça-feira, 10 de setembro de 2013 Política | 19:40

PMDB paulista tenta abafar especulação sobre aliança com Alckmin

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Dois eventos organizados pelo diretório estadual do PMDB-SP, nesta quarta-feira (10), servem para reafirmar em público a candidatura própria do empresário Paulo Skaf (PMDB) ao governo do Estado de São Paulo e tentar acabar com as especulações de aliança com o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP).

Os cinco deputados da bancada do PMDB na Assembleia Legislativa de São Paulo, além de Skaf e  o ex-deputado Luiz Antônio Fleury, participaram da reunião do diretório na manhã de hoje, quando o vice-prefeito de São Bernardo do Campo (região do ABC paulista), Frank Aguiar, e o advogado Márcio Nakashima assinaram a filiação ao partido.

Hoje à noite os deputados participam de um jantar na casa de Skaf. O reforço da pré-candidatura própria da sigla se dá após o vice-presidente da República, Michel Temer, demonstrar ao presidente estadual do PMDB, o deputado estadual Baleia Rossi, seu descontentamento com a condução do partido.

Rossi, apontado como principal interlocutor de Alckmin no PMDB, fez questão de puxar o coro. “Queremos por fim a essas especulações que enfraquecem a nossa candidatura”, disse o deputado.

Leia também: “Não pretendo fazer oposição a ninguém”, diz Paulo Skaf

 

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013 Partidos | 12:00

PRB faz convite a Frank Aguiar e balança conversa com PMDB

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O presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, convidou o vice-prefeito de São Bernardo do Campo (região do ABC paulista), Frank Aguiar (sem partido), a entrar para o partido e fazer parte da direção estadual. O convite balançou a negociação com o PMDB.

Na terça-feira (10), o vice-prefeito se reúne com a direção estadual do PMDB para tentar chegar a uma decisão. Aguiar deixou o PTB em maio porque o partido vai apoiar a candidatura à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). No entanto, o PRB também apoia Alckmin.

O PMDB-SP vê nesse convite uma abertura para que, caso haja um segundo turno, o PRB possa se juntar aos partidos aliados ao PT.

“Uma das colocações dele (Aguiar) é de que ele não apoia o Alckmin. Hoje eu não tenho condições de falar para ele que não vou apoiar”, afirmou Pereira.

Leia também:  Após deixar PTB por apoiar PT, Frank Aguiar negocia com PMDB

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domingo, 8 de setembro de 2013 Política | 08:00

‘Não pretendo fazer oposição a ninguém’, diz Paulo Skaf

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Presidente da Fiesp desde 2004, Paulo Skaf, 58 anos, se diz firme nos planos de se lançar pela segunda vez ao governo do Estado de São Paulo no ano que vem, desta vez pelo PMDB. Em 2010, Skaf disputou a eleição para governador pelo PSB.

Ao Poder Online, ao som de música clássica na sua sala no prédio da Fiesp, Skaf diz que entrou na política com o objetivo de ser “propositivo” e que não tem a intenção de se contrapor a um ou outro campo. “Não pretendo fazer oposição a ninguém. Não entrei na política para me opor a ninguém”, diz ele. Confira a entrevista:

Paulo Skaf (Foto: Vanessa Carvalho/News Free/AE)

Paulo Skaf (Foto: Vanessa Carvalho/News Free/AE)

O senhor já está participando de encontros do PMDB pelo interior do Estado. Como tem sido?
Eu estive em São José dos Campos, São Caetano, Indaiatuba e Cedral. Foram todos muito bons, senti uma recepção muito boa, forte. A base do partido, além da vontade da direção nacional, do presidente (em exercício do partido, senador Valdir) Raupp, deputados estaduais e federais, vereadores, prefeitos, enfim, há realmente uma empolgação muito grande para que, depois de 20 anos, o PMDB tenha no ano que vem realmente uma candidatura a governador. É um voto de confiança. Lógico que eu repito que as coisas têm o seu momento – e neste momento, estamos aqui trabalhando – , mas continuo na presidência das entidades.

Quais devem ser suas bandeiras políticas? Alguns assuntos devem coincidir com o que o senhor defende como presidente da Fiesp e o que será seu discurso como candidato?
Como no caso não sou político de carreira, em 2009 foi a primeira vez que me filiei na vida, eu me apresentei como novidade em 2010. Novamente, nesse momento, me apresento dessa forma. Eu não tive cargo, carreira, mandato de deputado, minha vida esteve ligada mais a questões empresariais e  institucionais, de entidades como Sesi, Fiesp, Senai, Ciesp. Nós temos uma cultura de resultado, o grande diferencial, sinto, que a gente pode oferecer é esse compromisso com resultado. E ter compromisso com resultado é ter compromisso com as pessoas e ter respeito pelas pessoas. Por exemplo, não adianta você inaugurar uma escola, isso não resolve o problema. Você tem que inaugurar uma escola em que os alunos aprendam, que os professores estejam estimulados, que a alimentação seja boa, que esportes sejam praticados e que tudo caminhe bem. Isso é compromisso com resultado. Você só inaugurar uma escola não quer dizer que ela atinja seu objetivo, que é os alunos aprenderem. Não adianta ter hospitais, unidades de saúde, se o atendimento não tem qualidade, se uma pessoa tem que esperar oito meses para fazer uma ressonância. Você tem que ter resultado, tem que fazer com que a pessoa tenha o atendimento e com eficiência, que saia satisfeita. Por exemplo, São Paulo gasta 1,3% do PIB com segurança pública, a Alemanha gasta 1,2%. Proporcionalmente, São Paulo gasta um pouco a mais do que a Alemanha. No entanto, enquanto a Alemanha tem um índice de homicídio de 0,8% a cada 100 mil habitantes, São Paulo tem próximo a 12 homicídios a cada 100 mil habitantes. Ou seja, você tem uma eficiência 12, 13 vezes menos. Precisamos incentivar transporte coletivo, mas fazer num ritmo de 2 km por ano de metrô. O  Metrô tem 35 anos e tem 70 e poucos km. Então, na verdade, São Paulo precisa de outro ritmo. O mesmo em relação ao Rodoanel, Ferroanel, que é uma missão federal, mas que já deveria estar sendo feito, e tantos outros projetos que estamos discutindo até hoje e que são de 1980, 1990, que deveriam ter virado realidade em três, quatro anos. Um projeto ele é bom ou ruim, se é bom, ele tem que acontecer. O que eu penso disso tudo é que o grande diferencial é não falar só em fazer ou não fazer só por fazer, é falar menos e fazer mais, e fazer coisas que realmente funcionem, de resultado.

A sua experiência como empresário, então, na sua opinião, pode agilizar os trâmites burocráticos do Estado?
Não é só agilizar, para que fazer com que as coisas aconteçam, tem coisas aí há 20, 30 anos. O Sesi/Senai também tem licitação, tem Tribunal de Contas, essas coisas têm mesmo. Mas o importante é diagnosticar as dificuldades, definir o que precisa ser feito, resolver as questões e perseguir até ficar pronto e com qualidade, de forma com que as pessoas tenham resultado.

Skaf, junto com a cúpula do PMDB, no momento de sua filiação ao partido

Skaf, junto com a cúpula do PMDB, no momento de sua filiação ao partido

Como o senhor tem lidado com o assédio de outros partidos, como o PSDB?
Eu não tenho assedio nenhum, comigo nenhum. Eu não tenho plano B, o partido PMDB tomou uma decisão, vai ter candidatura majoritária. Eu repito, nós não temos nenhuma candidatura agora, não existe nada em 2013, neste momento, estou na plenitude em meu trabalho. Eleição, candidatura, só em 2014. A realidade é que o PMDB tomou a decisão de ter candidatura própria e me colocou como pré-candidato. E a figura de pré-candidato é abstrata, o que vale é a candidatura. Mas a política é conversa e isso não significa assédio. O governador eu conheço há anos, converso sempre com ele, é normal a gente conversar e isso não significa nenhum assédio.

Como vai fazer esse possível enfrentamento no ano que vem? O senhor pretende fazer oposição ao governo atual?

Eu não pretendo a fazer oposição a ninguém, eu não entrei na política para me opor a ninguém. Eu quero dar propostas pró-ativas e quero dar uma contribuição, minha linha não será de oposição. É ser propositivo, ideias novas, propostas. Na vida, a gente aprende uma coisa, quando o resultado não é bom, você precisa mudar o jeito de fazer. O estado de São Paulo é um estado rico, deveria ser referência. Eu não tenho nenhuma razão de fazer oposição ao governo mas uma coisa é real, o grupo do atual governador está há 20 anos governando São Paulo, depois de 20 anos, com a melhor intenção que se possa ter, o jeito deles fazerem está aí, e certamente coisas boas foram feitas também. Se queremos resultados diferentes onde existem problemas, e problemas existem muitos, na saúde pública, educação, segurança, infra, transporte pública, logística, é preciso fazer diferente, inovadora, outro estilo, que possa dar contribuição boa, e para isso não precisa se opor a ninguém. A decisão será do povo de São Paulo que é bastante inteligente, sabe entender as coisas.

 Leia também: PMDB paulista intensifica agenda de Paulo Skaf no interior 

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quarta-feira, 4 de setembro de 2013 Partidos | 07:30

PMDB paulista promove encontro com Alckmin

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O deputado Baleia Rossi, presidente estadual do PMDB-SP, promove na quarta-feira (4) de manhã um encontro entre 40 prefeitos da sigla e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O encontro não consta da agenda oficial do governador.

Rossi é tido como um dos principais pontos de negociação entre o PMDB e o governo Alckmin. Ele é citado até mesmo como um possível vice para o tucano em 2014, caso fosse possível amarrar um acordo eleitoral entre os dois partidos.

Rossi desconversa sobre a articulação eleitoral. “Vou como deputado, já tivemos um encontro prévio com o secretário da Casa Civil (Edson Aparecido) para levar as reivindicações dos prefeitos. São coisas simples, recursos pequenos, que o governador vai anunciar após o nosso pedido”, afirmou o presidente do PMDB-SP, que estará acompanhado dos deputados Jorge Caruso e Itamar Borges, também da bancada do partido na Assembleia.

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013 Partidos | 19:00

PMDB paulista intensifica agenda de Paulo Skaf no interior

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O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, não deve parar muito na capital paulista nos próximos meses. O PMDB, que o escolheu como pré-candidato ao governo de São Paulo no ano que vem, planeja intensificar sua agenda de viagens pelo interior do estado.

No dia 23, haverá um encontro em São Caetano do Sul que vai reunir lideranças da grande São Paulo, Vale do Ribeira e litoral sul. No dia 30, Skaf se reúne com lideranças em Cedral, na região de São José do Rio Preto. O pré-candidato também  já passou por Indaiatuba e São José dos Campos.

O presidente do partido no estado, Baleia Rossi, desvia quando o assunto são as conversas que vem mantendo com o PSDB, e afirma que a única negociação entre os dois partidos é a da bancada de deputados estaduais, que apoia o governo.  “É ruim para o PMDB essas notícias de negociação com o PSDB, enfraquece a candidatura do Paulo Skaf e nosso partido está focado nisso. Nossa parceria com o governo estadual é política, não é estadual”, afirmou o presidente do diretório.

Baleia é tido como alvo do assédio tucano e é até mesmo citado por aliados do governador Geraldo Alckmin como um possível vice. Na prática, entretanto, o PMDB por enquanto caminha para lançar Skaf, com a perspectiva de um acordo em segundo turno com o PT.

 

 

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quarta-feira, 31 de julho de 2013 Eleições | 15:25

‘Esperamos o apoio do PT no 2º turno’, alfineta PMDB sobre disputa em SP

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Presidente do PMDB de São Paulo, o deputado Baleia Rossi reforça a ideia de que será muito improvável a adoção de uma chapa pura para a disputa em São Paulo.

Segundo ele, tanto a vice na disputa pelo governo paulista quanto a vaga para o Senado serão usadas para ampliar a aliança em torno do nome de Paulo Skaf, pré-candidato favorito do PMDB.

Perguntado sobre uma composição com o PT, o líder do PMDB, rejeitou a possibilidade de uma união no primeiro turno.

“Com o índice que temos na pesquisa, esperamos ter o apoio do PT no segundo turno”, provocou Rossi, em referência ao desempenho na faixa de 20% registrado por Skaf em pesquisas de intenção de voto, atrás apenas do governador Geraldo Alckmin.

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