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Posts com a Tag câmbio

segunda-feira, 5 de março de 2012 Economia | 07:06

Brasil e China discutem intercâmbio de moedas

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Os governos do Brasil e China discutem a possibilidade de fazerem operações cambiais diretas entre o Real e Iuan, sem passar pelo dólar americano.

O governo brasileiro só estuda medidas para evitar que as transações sejam desvantajosas para o Brasil.

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sábado, 3 de março de 2012 Economia | 10:04

Chineses estão de olho no mercado financeiro brasileiro

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Investidores chineses aumentaram a pressão junto ao governo brasileiro para entrarem no mercado financeiro brasileiro.

A idéia é conseguir permissão para fazer os grandes bancos da China entrarem no Brasil.

Mas as autoridades monetárias do Brasil tem resistido a iniciativa.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Congresso | 17:29

Líder do PSDB quer colocar Mantega diante de empresários para falar de câmbio

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Como as próximas Medidas Provisórias a entrarem na pauta da Câmara (539, 540 e 541) tratam de temas econômicos (Reintegra, o Brasil Maior e IOF sobre derivativos), o líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP), irá propor duas audiências públicas com a participação do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

O tucano irá apresentar requerimentos para convidar Mantega e representantes do setor produtivo para audiências conjuntas em quatro comissões – Finanças e Tributação; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio;  Ciência e Tecnologia e Defesa do Consumidor.

Na prática, o PSDB quer que Mantega vá até lá para ficar frente a frente com empresários e falar sobre as medidas adotadas pelo governo para enfrentar a valorização do real.

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sábado, 9 de abril de 2011 Economia | 16:10

Mantega dá um tempo da crise do câmbio

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Depois de uma semana tentando domar o câmbio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tirou o sábado para relaxar com a família em São Paulo.

Depois de visitar a exposição Relicário, do artista Vik Muniz, no Instituto Tomie Ohtake, Mantega almoçou com a mulher e a filha no restaurante Santinho, dentro do Instituto.

* Colaborou Mariana Castro

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quarta-feira, 10 de novembro de 2010 Economia | 14:40

Maria da Conceição Tavares e as três medidas contra a crise cambial

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A economista Maria da Conceição Tavares é amiga pessoal do presidente Lula e da presidenta eleita Dilma Rousseff.

Ela deu uma palestra em sessão conjunta das comissões de Economia da Câmara e do Senado na qual explicou sua proposta de solução para a crise cambial “que vai ter que se resolver de uma forma ou de outra”.

Segundo ela, não apenas baixar a taxa de juros, nem uma maxidesvalorização do real, nem adotar a solução chinesa de se atrelar a variação do real à do dolar definitivamente e nem a chamada flutuação suja.

A fórmula é a junção de três medidas:

Realinhamento lento do câmbio;

baixar as taxas de juros;

e controle da entrada de capitais.

É esperar e conferir se a economista ainda tem voz ativa junto a Dilma, Lula e à equipe econômica.

Veja o vídeo:

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Eleições | 00:04

Mercadante: acertar o câmbio é medida mais urgente

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“No mundo inteiro o câmbio é sujo”, disse o senador Aloizio Mercadante ao Poder Online, agora há pouco, enquanto esperava Dilma Rousseff para o primeiro pronunciamento público da presidenta eleita logo após saber o resultado da eleição.

Na linguagem dos economistas, “câmbio sujo” quer dizer que não é um câmbio fixo,  mas que sofre alguma interferência do governo. É flutuante, mas administrado.

Para Mercadante, a questão da sobrevalorização do real em relação ao dólar é um dos assuntos mais urgentes a serem tratados pela nova presidenta.

Derrotado na disputa para o governo de São Paulo, Aloizio Mercadante deixa o Senado em janeiro. Volta a ser o que sempre foi: um economista. Não se sabe se será ministro ou deixará de ser. Ele próprio se nega a comentar o assunto.

Mas, como economista, naturalmente, suas opiniões continuarão a ter importância tanto no seu partido como no governo.

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010 Eleições | 17:10

Câmbio, previdência e tributos são tabus para os candidatos

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Debate da RedeTV!: nada sobre câmbio

No início do primeiro turno, o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros disse ao Poder Online que “a Carta ao Povo Brasileiro já era”. Os candidatos a presidente, segundo ele, deveriam apresentar como, em uma economia estabilizada, o país – na visão do PSDB –  “pode mais” ou – na visão do PT – pode “seguir mudando”.

Segundo Mendonça de Barros, isso implicaria, principalmente, na redução dos gastos públicos, que hoje se resume à previdência, ao câmbio, à reforma tributária e à redução da máquina pública, na opinião de 9 entre 10 economistas.

Muitos deles alimentaram a expectativa de que o segundo turno pudesse servir para melhorar o nível da discussão.

Pois bem, a seis dias da eleição, ninguém sabe o que os candidatos pretendem fazer nestas áreas. Seus programas de governo são apenas propostas de eleitores enviadas para páginas na internet.

Na Previdência, por exemplo, Serra acena com aumento de 10% para as aposentadorias e aumento do salário mínimo para R$ 600, que impacta as contas previdenciárias. Enquanto Dilma – que prometeu apresentar hoje um programa de governo e assinou uma proposta com 13 itens subjetivos – sequer discutiu a declaração do ministro Carlos Gabas contra uma reforma previdenciária. É lícito supor que a candidata concorde com essa posição.

E assim, Marina Silva atravessou a campanha com uma proposta de previdência de capitalização individual que, se pública, é a tal capitalização escritural – descartada pelo governo FHC por um só motivo: inviável em ambiente de juros altos.

A questão do câmbio, outro exemplo, sequer foi citada no último debate. Assim como a reforma tributária, tão reivindicada pelo empresariado, até agora, é mera citação esporádica, sem nenhum detalhe sobre quem passará a pagar menos qual tributo ou imposto.

O único tema econômico da campanha são as privatizações. Há pouca esperança que o debate de hoje à noite, na Rede Record, venha a corrigir essa falha. Ou mesmo o programa da Rede Globo, na sexta-feira. E assim o Brasil vai às urnas.

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