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Posts com a Tag Cândido Vaccarezza

sexta-feira, 10 de abril de 2015 Política | 13:00

Vaccarezza diz estar tranquilo

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Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Diante da prisão do antigo colega André Vargas nesta sexta-feira, o ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) tem dito que está “absolutamente tranquilo” e que não vê risco algum de ter o mesmo destino do colega.

Ele afirma que seus advogados estão acompanhando todos os desdobramentos da nova fase da Operação Lava Jato.

Mensagens interceptadas como parte das investigações da Lava Jato apontavam que o doleiro Alberto Youssef teria participado, junto com Vargas, de uma reunião no apartamento de Vaccarezza. O petista nega envolvimento no esquema de desvios da Petrobras.

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quinta-feira, 12 de março de 2015 Política | 09:00

Kassab rebate Vaccarezza e diz que entregou 25 CEUs

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O ex-prefeito Gilberto Kassab (Agência Brasil)

O ex-prefeito Gilberto Kassab (Agência Brasil)

Não agradou em nada ao ministro Gilberto Kassab a declaração dada pelo ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), de que a administração do ex-prefeito de São Paulo foi concluída com a entrega de “uns cinco CEUs”.

Vaccarezza alfinetava o atual prefeito e colega de partido, Fernando Haddad, que, segundo ele, só entregou um Centro de Educação Unificado (CEU) até agora.

A equipe de Kassab garante que foram entregues 25 unidades durante sua passagem pela prefeitura paulistana, deixando a cidade com 46 CEUs em funcionamento.

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domingo, 8 de março de 2015 Política | 13:00

Alvo da Lava Jato, ex-líder do governo dispara contra Dilma: ‘Não tem projeto e a articulação é uma tragédia’

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O ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que há um bom tempo vem se desentendendo com seu partido  e aparece na lista de investigados na Operação Lava Jato, decidiu encampar as críticas à presidente Dilma Rousseff. Ao Poder Online, Vaccarezza, que foi líder do governo na Câmara no primeiro mandato de Dilma, disse que a presidente “não tem consistência” e que sua articulação política é uma “tragédia”.

“Este governo que está sendo conduzido pela presidente Dilma Rousseff por nunca ter tido um projeto claro para o país. É um governo que não tem consistência. Cuja articulação política é uma tragédia”, disse Vaccarezza, que se empenha em negar as suspeitas de envolvimento em desvios da Petrobras, que justificaram a inclusão de seu nome nas investigações da Lava Jato. 

O ex-deputado, que não conseguiu se reeleger, chegou a conversar nos bastidores uma possível troca de legenda. Ele nega que tenha planos de deixar o PT, acompanhando a ex-ministra Marta Suplicy. Disse que vai brigar dentro do partido para que o rumo do governo seja discutido. Mas não deixou de disparar também contra o colega e prefeito paulistano, Fernando Haddad, que deve ter Marta como adversária pelo PSB na eleição de 2016. “Marta é a melhor prefeita que São Paulo teve nos últimos anos. Ela é muito melhor, inclusive, que o Haddad”, disse.

Sobre seu envolvimento na Lava Jato, ele se queixa da cobertura da imprensa e diz que não há indícios que justifiquem sua inclusão na lista de investigados. Confira os principais trechos da entrevista:

Cândido Vaccarezza

Cândido Vaccarezza

 

 A ex-ministra Marta Suplicy aparentemente acertou tudo com o PSB. Diziam que o senhor iria com ela. Vai mesmo?
Este governo que está sendo conduzido pela presidente Dilma Rousseff peca por nunca ter tido um projeto claro para o país. É um governo que não tem consistência. Cuja articulação política é uma tragédia. Não tem projeto concreto em áreas essenciais. É só olhar a política energética. A política de juros. O problema desse governo é que não tem planejamento. Não tem lado. Olha só a inflação. A inflação, no Brasil, não é uma inflação de demanda. É uma crise da produtividade, que é baixa demais, combinada a uma burocracia sem tamanho.

Mas o que o senhor defende que seja feito?
Nessa questão, por exemplo, porque é que o governo não negocia com sua própria base? Se o governo permitisse a negociação de sindicatos patronais com os sindicatos dos trabalhadores, poderiam ser feitos vários acordos que reduziriam a burocracia e melhorariam a produção. Precisamos de um governo que inicie a reforma tributária para, daqui a dez anos, termos um sistema de fato mais eficiente. E não fazer essa desoneração desgovernada que ela (Dilma) faz, para estourar lá na frente. Se as medidas certas fossem tomadas, seria possível arrecadar muito mais.

Mas o senhor vai sair do PT?
Eu tenho divergências claras com esse governo. Mas eu quero discuti-las dentro do PT. O problema é que o PT não está aberto para a discussão, isso está ficando cada vez mais claro. Eu não nasci no PT e não tenho que morrer no PT, mas eu quer discutir essa situação dentro do meu partido.

O senhor apoia a decisão da Marta?
A Marta foi a melhor prefeita que São Paulo teve nos últimos anos. Ela é muito melhor, inclusive, que o Fernando Haddad. A Marta fez CEUs na cidade inteira. Conseguiu fazer as coisas andarem depois de herdar uma cidade totalmente endividada. Onde não tinha de onde tirar dinheiro, ela deu um jeito de ter investimento. O (Gilberto) Kassab fez uns cinco CEUs na gestão dele, em seguida. E o Haddad só fez um até agora, que já estava praticamente pronto.

O senhor fala em brigar dentro do PT, mas como fica seu envolvimento na lista da Lava Jato?
A cobertura da imprensa em relação ao meu caso é desonesta. Tudo o que o Paulo Roberto Costa disse que tenha referência ao meu nome em momento algum justifica a inclusão do meu nome em lista alguma. O que houve foi que uma pessoa disse que ouviu que eu teria estado em algum lugar para supostamente receber dinheiro. Isso nunca existiu. Tudo o que tem contra mim vem de terceiros, que disseram para terceiros e repetiram para terceiros. Não tem o menor sentido.

 

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 Congresso | 19:02

PT aciona Rui Falcão para derrubar PEC de Vaccarezza sobre reforma política

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O presidente do PT, Rui Falcão (Foto: Divulgação)

O presidente do PT, Rui Falcão (Foto: Divulgação)

O líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), acionou o presidente nacional do partido para ajudar a traçar uma estratégia de enfrentamento à proposta de reforma política encampada pelo PMDB.

Nesta quarta-feira de manhã, Rui Falcão se reunirá com os deputados petistas designados para acompanhar a comissão especial instalada para debater o tema. Passada a primeira reunião da comissão, a avaliação da bancada é de que o cenário está bem complicado, sobretudo pela condução dos trabalhos pelos deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), sob relatoria de Marcelo Castro (PMDB-PI).

Sob a coordenação de Cândido Vaccarezza (PT-SP), a PEC 352/2013 foi elaborada pelo grupo de trabalho da reforma política instalado em 2013. Na época, o petista foi indicado pelo então presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), contra a vontade do PT.

Leia também: OAB e CNBB fazem ato contra reforma política do PMDB

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Congresso | 09:30

Vaccarezza cogita fala em voltar para a medicina

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Cândido Vaccarezza

Cândido Vaccarezza

Enquanto é apontado como um dos principais articuladores de dissidências interessadas em deixar o PT na esteira da rebeldia da senadora Marta Suplicy (PT-SP), Cândido Vaccarezza (PT-SP) diz que está disponível para voltar a atuar na iniciativa privada.

Leia também: Possível saída de Marta atiça insatisfeitos e alimenta dissidências no PT

“Sou médico, sou funcionário da prefeitura de São Paulo e estou vendo algumas coisas na área da Saúde que vou fazer e na iniciativa privada”, diz Vaccarezza. Perguntado se isso significaria o fim de sua carreira na política, Vaccarezza foi enfático. “De jeito nenhum”.

Vaccarezza é médico ginecologista.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015 Congresso | 10:30

“Fazer reforma sem mexer com o financiamento é brincadeira”, diz petista

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Cotado para assumir a liderança de governo a partir da próxima legislatura na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE) atira contra o texto da reforma política que foi formatado em 2013, no âmbito do grupo de trabalho constituído na Casa naquele ano.

O grupo foi uma resposta às manifestações de junho de 2013 e contavam com participação de todos os partidos ou blocos partidários e foi coordenado pelo petista Cândido Vaccarezza (PT-SP).

“O PT colocará isso (reforma política) como o centro político de nossa estratégia (em 2015)”, promete Guimarães, que critica o texto formatado pelo correligionário no que diz respeito ao financiamento das campanhas eleitorais. “Não vamos aceitar isso (o texto do grupo de trabalho). Fazer reforma sem mexer com o financiamento é brincadeira”, afirma o deputado.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014 Congresso | 15:11

Orelha de Vaccarezza ardeu na quinta-feira

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Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Teve muita gente que comemorou a ausência do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) na reunião que definiu ontem a criação de um grupo para fazer frente à candidatura do peemedebista Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara.

Nos corredores, o comentário era que, se o deputado paulista estivesse presente, daria trabalho de sobra para aprovar a criação da comissão. Um termo usado para descrever o petista foi “desagregador”.

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014 Eleições | 09:00

Cândido Vacarezza vai mais uma vez de Macarena

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Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

O deputado Cândido Vaccarezza decidiu repetir a receita de sua eleição para deputado e vai utilizar também este ano a música “Macarena” como base de seu jingle.

Só que, desta vez, o petista fez uma salada de estilos.

Clique aqui para ouvir o novo jingle

 

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sexta-feira, 25 de julho de 2014 Eleições | 07:30

‘Tenho um apoio evangélico imenso’, afirma Vaccarezza

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Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP). (Foto: José Cruz/ABr)

Conhecido por seus posicionamentos polêmicos no Partido dos Trabalhadores, o deputado federal e candidato à reeleição Cândido Vaccarezza (PT-SP) diz não enxergar conflito entre ser apoiado por igrejas e defender um estado laico.

“Tenho um apoio evangélico imenso, mas isso não interfere na minha atuação parlamentar”, afirma Vaccarezza, que se orgulha de ter na lista de apoiadores a cantora gospel e vereadora Noemi Nonato (PROS-SP) e o pastor Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus do Brás.

“Eles estão interessados em minha capacidade política. Nunca apresentei nenhum projeto de cunho religioso, mas também sou contra qualquer medida que restrinja a liberdade de culto”, ressaltou o deputado.

 

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terça-feira, 1 de julho de 2014 Congresso | 17:30

Relator do caso Vargas bate boca com petista no Conselho de Ética

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Pouco antes de se iniciar o depoimento do deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) ao Conselho de Ética da Câmara, nesta terça-feira, um bate-boca entre os deputados Sibá Machado (PT-AC) e Júlio Delgado (PSB-MG) acirrou os ânimos locais.

O motivo foi a quebra de um acordo, no qual Machado havia se comprometido a garantir a presença de testemunhas petistas para falarem sobre a relação entre o deputado federal André Vargas (recentemente desfiliado do PT) e o doleiro Alberto Youssef.

“Não sou babá de ninguém”, gritou Machado, após pedir para que referências à quebra do tal acordo fossem retiradas da ata desta reunião. Como resposta, ouviu de Delgado, relator do caso Vargas,  que não era merecedor de confiança.

Assista a um trecho da discussão:

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