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Posts com a Tag Cândido Vaccarezza

quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Governo | 21:03

Líder do governo sobre relação com aliados: “Não existe rebelião na base”

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Líder do governo na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirmou que a saída de Wagner Rossi do Ministério da Agricultura — precedida da queda de outros três ministros — não deve causar rebelião na base aliada.

— Não existe rebelião na base. Nós acabamos de ter uma votação, depois do anúncio da saída do ministro, e tivemos 316 votos a favor do governo, 11 contra e mais algumas abstenções.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011 Eleições | 13:20

Vaccarezza, o voto indeciso

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O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), começou o processo de escolha do candidato do PT a prefeito de São Paulo apoiando o colega Carlos Zarattini, depois voltou para o lado de Marta Suplicy e, agora, está unha e carne com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a pedido do ex-presidente Lula.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Eleições | 09:08

Vaccarezza defende prévias mesmo aumentando briga interna no PT

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Apesar de concordar com Marco Aurélio Garcia que a realização de prévias pode acentuar divergências internas, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), insiste que a convenção é o melhor caminho para a escolha do candidato à prefeitura de São Paulo em 2012.

— O fato é que temos uma tradição. Nós podemos, e devemos, colocar alguns limites para que as prévias não sirvam para as pessoas se promoverem, nem para aprofundar as divergências — disse ao Poder Online.

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sábado, 9 de julho de 2011 Partidos | 06:04

Vaccarezza: “Mensalão não prejudicou o PT em nada”

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Cândido Vaccarezza

Líder do governo na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirmou que o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal — previsto para o ano que vem — não deve prejudicar o PT nas eleições municipais de 2012.

“Esse fato não é novo. Já tivemos três eleições com a história do mensalão sendo discutida e badalada, e não prejudicou [o PT] em nada”, disse.

Em entrevista ao Poder Online, Vaccarezza afirmou que, diferente das últimas eleições, o ex-presidente Lula não vai intervir em favor dos réus.

Poder Online: O PT tinha expectativa que o procurador Roberto Gurgel pedisse para o STF inocentar outros réus do mensalão, além de Luiz Gushiken?

Vaccarezza: Não, nenhuma expectativa. Estamos aguardando o julgamento do Supremo. E confiamos no STF. Todos os fatos comprovam que não houve utilização de dinheiro público nem interferência do governo. O que houve foi caixa 2. E tem que ser punido como caixa 2, não como um crime maior. Na minha avaliação, os personagens que participaram já pagaram mais do que o tamanho do erro.

Poder Online: O julgamento do STF, que deve ocorrer justo no ano que vem, não vai prejudicar o PT e o governo nas eleições municipais?

Vaccarezza: Esse fato não é novo. Já tivemos três eleições – a de 2006, 2008 e 2010 — com essa história do mensalão sendo discutida e badalada, e não prejudicou [o PT] em nada. O povo soube separar o que é denúncia e o que é julgamento real. Aliás, a derrota dos que exploraram o tema foi fragorosa. Teve partido que até mudou de nome.

Poder Online: Mas, na época, o Lula interveio diretamente.

Vaccarezza: Não tinha como não intervir. O Lula, inclusive, foi candidato em 2006, e ganhou a eleição.

Poder Online: O Lula entrará na defesa dos réus para diminuir o efeito do julgamento nas eleições?

Vaccarezza: Toda vez que foi perguntado sobre o mensalão, o Lula respondeu. Agora, ele não vai entrar nesse assunto, porque não é um assunto de campanha, é um assunto do Supremo Tribunal Federal. Não é adequado levarmos as emoções ao julgamento.

Poder Online: O deputado Daniel Almeida, do PCdoB baiano, criticou a “ferocidade do PT” nas eleições em relação aos aliados. Qual sua opinião sobre essa divergência?

Vaccarezza: Respeito e entendo, mas quero fazer aliança com o Daniel Almeida onde for possível, porque essas alianças do PT e PCdoB têm sido muito positivas para ambos. É bom deixarmos para o PSDB a briga interna. Nossa relação é de afinidade e busca de acordo entre todos os aliados.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011 Governo | 17:46

Em Paris, Vaccarezza visita fabricante do caça Rafale

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A convite do Senado francês, os deputados Cândido Vaccarezza, Hugo Napoleão (DEM-PI), Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Carlos Zarattini (PT-SP) e o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) passaram o feriado de Corpus Christi em Paris.

A comitiva, que saiu do Brasil no dia 20, foi recebida na Dassault Aviation, fabricante dos caças Rafale, que disputa o favoritismo na decisão do governo brasileiro sobre a compra dos 36 novos caças da Força Aérea Brasileira.

O grupo também visitou a Embraer e participou de reuniões na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa da Assembleia Nacional e no Instituto Universitário de Altos Estudos.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011 Congresso | 10:01

Governista aponta votação de emenda 29 como resultado da brigalhada petista

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O deputado governista Silvio Costa (PTB-PE) chama a atenção para a manchete de ontem do jornal da Câmara (acima): “Líderes fecham acordo para votar em julho projeto que regulamenta emenda 29, sem novo imposto”.

— Isso só entra em pauta quando o presidente da Câmara quer. É evidente que tem a ver com a brigalhada interna do PT.

O presidente da Câmara, o petista Marco Maia  (no círculo vermelho da foto abaixo, comandando reunião dos líderes em que foi decidida a inclusão na pauta da Emenda 29), foi eleito para o cargo contra o candidato do Palácio do Planalto, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

A chamada Emenda 29 é uma emenda constitucional que cria limites mínimos para União, Estados e Municípios aplicarem na Saúde.

Tem um artigo que propõe a recriação do imposto sobre o cheque sob o nome de CSS (Contribuição Social para a Saúde). Sem esse imposto, o governo considera a Emenda 29 um desastre.

Segundo Silvio Costa, Marco Maia colocou o projeto em pauta apenas para provocar o Palácio do Planalto.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Congresso | 17:12

O presente de grego de Vaccarezza

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De viagem marcada para a França este sábado, onde participará de evento sobre cooperação franco-brasileira, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) deixará na semana que vem a liderança do governo nas mãos de outro petista.

O convidado foi o deputado Odair Cunha (PT-MG), que não faz muito tempo foi peça-chave na articulação da eleição de Marco Maia (PT-RS) para a Presidência da Câmara – posto que originalmente havia sido prometido ao próprio Vaccarezza.

Mas o que a princípio aparenta ser um gesto para selar a paz entre os petistas na Câmara, acabou se revelando um presente de grego. O motivo é que, no mesmo período, Odair havia acertado viagem para Harvard, nos Estados Unidos , onde participaria com outros parlamentares de uma série de seminários.

Resultado: Odair aceitou abdicar do convite da prestigiosa universidade americana para ficar na liderança do governo.

Mas não sem uma pulga atrás da orelha.

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Governo | 16:02

Dilma impediu Chinaglia de assumir a liderança do governo

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Arlindo Chinaglia

Estava tudo certo para o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) voltar a ser líder do governo na Câmara.

Apesar da resistência inicial, Cândido Vaccarezza (PT-SP) havia aceitado ceder seu lugar se viesse a se tornar ministro das Relações Institucionais.

O acordo teve como principal avalista o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), com quem desde o começo do ano Vaccarezza vinha travando uma briga nos bastidores.

O problema é que a presidenta Dilma Rousseff resolveu colocar Ideli Salvatti na pasta das Relações Institucionais.

Para o lugar dela, transferiu Luiz Sérgio, que é deputado federal e assim não precisou chamar nenhum deputado.

Vaccarezza ficou onde já estava, na liderança do governo.

E Chinaglia, que já foi líder do governo e presidente da Câmara (2007-2009), ficou de mãos abanando.

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domingo, 12 de junho de 2011 Governo | 06:02

Renan Calheiros diz que, para PMDB, nomeação de Ideli marca o início de um novo governo

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Renan Calheiros (Foto: Antonio Cruz / ABr)

Após a nomeação de Gleisi Hoffmann para ministra-chefe da Casa Civil, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), pôs-se a reclamar da falta de participação do PMDB nas decisões sobre mudanças no ministério de Dilma Rousseff.

Renan fez campanha aberta pela permanência de Antonio Palocci no governo e foi surpreendido pela demissão do ministro.

Desfraldou a bandeira da candidatura do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), para coordenador político do Palácio, mas a presidenta Dilma Rousseff preferiu outro nome: Ideli Salvatti.

E agora? Renan e o PMDB gostaram? Não gostaram?

Em entrevista ao Poder Online Renan Calheiros jura que a emenda saiu melhor que o soneto. Que desta vez Dilma conversou com o partido, que Ideli é ligadíssima ao PMDB, que os canais de interlocução política serã desobstruídos e que, enfim, o governo Dilma Rousseff começa, de fato, agora.

Poder Online — Tem muita gente no PMDB que não gostou da nomeação de Ideli Salvatti para a coordenação política do governo?

Renan Calheiros — Sou o líder do partido na Câmara e posso lhe dizer. Se tem gente contrária, não é a maioria do partido. Em todos os lugares sempre vai ter uma parcela contra. Mas a ministra Ideli sempre foi corretíssima com o PMDB e gozará de nosso total apoio.

Poder Online — Como ela agiu durante aquele período de acusações contra o senhor, quando era Presidte do Senado, e também quando as acusações se voltaram contra José Sarney?

Renan Calheiros — Olha, ela foi muito amiga, muito correta com o PMDB nas duas crises. Assim como o ex-presidente Lula, a senadora Ideli se mostrou uma grande companheira.

Poder Online — Mas o PMDB não apoiava a nomeação do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), para comandar essa pasta das Relações Institucionais?

Renan Calheiros — Nós achávamos o Vaccarezza um nome muito bom. Mas fomos conversar com a presidenta Dilma, na quinta-feira, e vimos que não dava para levar nome algum. Ela já tinha na cabeça a Ideli. A presidenta me perguntou explicitamente se era verdade que o PMDB tinha restrições, e eu esclareci que de maneira nenhuma. A Ideli é uma amiga do PMDB.

Poder Online — E o Vaccarezza?

Renan Calheiros — O Vaccarezza também. Seria um excelente ministro. Mas teve o problema do PT na Câmara, da divisão do partido. Talvez se tivesse mais tempo para se costurar um acordo entre os dois grupos do partido… Mas a presidenta teve que resolver o problema do ministério agora.

Poder Online — O senhor estava reclamando que o PMDB queria participar da escolha. E isto não ocorreu.

Renan Calheiros — Nós reclamávamos que quaríamos ser ouvidos. Não quanto a nomes, mas em relação ao processo, o PMDB quer ter um papel na articulação política. O partido cobra um canal de interlocução. Aliás, quem mais cobra isto é o PT.

Poder Online — Então? Vocês defenderam a permanência do ex-ministro Antonio Palocci, mas reclamam da coordenação política. Ele é quem cuidava da coordenação política.

Renan Calheiros — O Palocci, pessoalmente, contou com nosso apoio. Mas nós não estávamos de acordo com o modelo de coordenação política.

Poder Online — E isso vai mudar?

Renan Calheiros — Já mudou. Nós criticávamos o modelo centralizado, com um ministro cuidando da gestão, na Casa Civil, e, ao mesmo tempo, da coordenação política. Nem o Palocci, nem ninguém dava conta assim. Agora não. Agora a ministra Gleisi Hoffmann fica com a gestão e a ministra Ideli, com sua experiência no Congresso, cuidará da articulação, da desobstrução dos canais.  Pode estar certo de que o governo inaugura uma nova fase. Começa aqui um novo governo.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011 Governo | 19:09

Vaccarezza: “Não me julgo desgastado”

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Vaccarezza (Foto de Antônio Cruz / ABr)

Preterido na disputa com Ideli Salvatti pela vaga de coordenador político do Palácio do Planalto, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse ao Poder Online que que não se julga desgastado pela decisão da presidenta Dilma Rousseff.

Poder Online — O que o senhor vai fazer agora?

Cândido Vaccarezza — Nada demais. Vou continuar à disposição da presidenta para ajudá-la e à ministra Ideli Salvatti na aprovação dos projetos de interesse do governo na Câmara. Elas podem contar comigo totalmente.

Poder Online –Mas o senhor não se sente desgastado?

Cândido Vaccarezza — Olha, eu sempre disse que não era candidato a cargo algum. Não existe candidato a ministro. Fico até lisonjeado de senadores e deputados de expressão no meu partido e nos partidos aliados terem levantado meu nome.

Poder Online — Mesmo assim a presidenta não o escolheu. Não é ruim?

Cândido Vaccarezza — Posso ver por outro lado: a presidenta buscou uma solução interna no governo. Ela quis fazer um roque entre o ministro Luiz Sérgio e a ministra Ideli.

Poder Online — O senhor não acha que a divisão interna de seu partido atrapalhou?

Cândido Vaccarezza — Não. Acho que a presidenta já havia tomado essa decisão antes.

Poder Online — Mas não fica uma mágoa pela divisão?

Cândido Vaccarezza — Fica o contrário. Esta semana eu e o líder do PT, Paulo Texeira (SP), tivemos uma longa e franca conversa, de mais de duas horas. Acertamos os ponteiros. Ou seja, a bancada da Câmara construiu a unidade. A partir de agora teremos condição de partir unidos na defesa dos interesses do Partido dos Trabalhadores e do governo no Congresso. Isso foi um grande ganho deixado por este episódio.

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