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Posts com a Tag Cândido Vaccarezza

quarta-feira, 18 de junho de 2014 Congresso | 07:30

Entre futebol e feriado, relator do Caso Vargas garante que ouvirá testemunhas

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Deputado federal André Vargas, recentemente desfiliado do PT. (Foto: Divulgação)

Deputado federal André Vargas, recentemente desfiliado do PT. (Foto: Divulgação)

O relator do processo contra o deputado federal André Vargas no Conselho de Ética da Câmara, Júlio Delgado (PSB-MG), garantiu que – mesmo com o jogo do Brasil de ontem e o feriado de amanhã – estará em Brasília nesta quarta-feira, para ouvir as primeiras testemunhas.

“Eu não acredito que vá aparecer todo mundo amanhã. Mas se aparecer, melhor. Tenho apenas três ou quatro perguntas para fazer para cada convidado, não vai ser aquele interrogatório longo como o que o Marco Maia apresentou à Graça Foster, na CPMI da Petrobras”, ressaltou Delgado.

 

Ao contrário das comissões parlamentares de inquérito, o Conselho de Ética só tem o poder de convidar testemunhas – e não convocar. Na lista dos convidados estão o presidente do PT, Rui Falcão, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) e o senador licenciado Vicentinho Alves (SDD-TO).

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domingo, 8 de junho de 2014 Congresso | 08:00

‘Quem elogia Eduardo Cunha é a presidente Dilma. Eu defendo a aliança PT-PMDB’, diz Vaccarezza

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Alvo de críticas dentro de seu próprio partido, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) minimiza a tese de que age em conjunto com o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), contribuindo para dar munição ao peemedebista contra o Palácio do Planalto.

Depois de protagonizar a polêmica articulação de uma proposta de reforma política que dá sobrevida ao financiamento privado de campanha, Vaccarezza diz que apenas trabalha pela aliança prioritária com o PMDB e que tem muito clara sua opinião sobre a reforma política.

“Quem elogiou Eduardo Cunha na última reunião que teve foi a presidente Dilma. Agora, eu defendo a aliança do PT com o PMDB”, diz o deputado, que defende que o financiamento privado das campanhas seja opcional, enquanto o PT defende o financiamento público exclusivo.

Alvo de um pedido no PT para lhe seja negada a legenda na eleição deste ano, Vaccarezza diz acreditar que tem o direito de ter opinião diferente da de seu partido, desde que acompanhe as orientações da bancada na hora de votar. ” O fato é que não há um voto meu sequer registrado contra o PT. Agora, eu tenho direito à minha opinião. Tenho direito ao debate e a dizer o que eu penso. Não significa que estou contra o meu partido.”

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Confira os principais trechos da entrevista ao Poder Online: 

O senhor foi parar no meio de uma polêmica com seu partido por causa da reforma política. Como o senhor rebate as críticas?
A reforma política é uma necessidade para o aprofundamento da democracia no país. O PT tem posição clara a favor do financiamento público exclusivo. Eu sempre votei com o PT. Mas é público e notório que eu tenho uma opinião diferente em relação a este assunto. Todos sabem qual é a minha posição.

O senhor é a favor da manutenção do financiamento privado de campanha. 
Não. Sou a favor de que o financiamento privado seja opcional. Acho que deve existir essa alternativa. Eu sou favorável ao financiamento público, optaria pelo financiamento público. Mas acho que deve ser uma escolha. Mas o fato é que esta foi a primeira vez em que o financiamento público foi parte de uma PEC (proposta de emenda constitucional). Antes disso, nada andava. Agora, isso está numa PEC na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Mas o PT mandou enterrar a PEC. 
Se o PT tiver forças para tanto, vai enterrar. Mas o fato é que não há um voto meu sequer registrado contra o PT. Agora, eu tenho direito à minha opinião. Tenho direito ao debate e a dizer o que eu penso. Não significa que estou contra o meu partido.

Mas há um grupo que diz que o senhor ajuda a fortalecer o líder do PMDB, Eduardo Cunha, em uma estratégia contra o Planalto.
Este grupo se esconde atrás do anonimato. Sim, porque ninguém no PT nunca disse isso. E quem elogiou Eduardo Cunha na última reunião que teve foi a presidente Dilma. Agora, eu defendo a aliança do PT com o PMDB. É isso o que eu defendo.

Há uma ala do seu partido que propôs que lhe seja negada legenda para disputar a eleição para deputado federal, por conta dessa polêmica da reforma política. Como o senhor responde? 
Isso foi apresentado ao diretório, mas não acredito que exista uma discussão real. O partido não concorda com isso. Eu não conheço em detalhes o que está sendo apresentado. Mas sei que o que se diz no diretório é que meu nome tem aprovação por unanimidade para entrar na chapa de deputados do PT.

Isso significa que o senhor se vê como vítima da disputa interna?
Não tenho do que reclamar do PT. Fui líder do PT, líder do governo, nos governos de Lula e de Dilma. Se existe alguém sendo discriminado no partido, não sou eu. Sinto que o PT me dá apoio.

A citação ao seu nome na Operação Lava-Jato da PF ajudou a criar um desgaste ainda maior?
Não acredito nisso. Até porque todos já tomaram conhecimento do que transcorreu na operação. Eu tive acesso a esse material e meu nome é apenas citado numa conversa. E não há indício de nada criminoso. Eu avalio que saí fortalecido desse processo todo.

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terça-feira, 27 de maio de 2014 Congresso | 15:00

Ala do PT propõe recusar legenda a Cândido Vaccarezza

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Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Um grupo do PT de São Paulo sugeriu à direção nacional do partido recusar a legenda ao deputado Cândido Vaccarezza, para que dispute neste ano um novo mandato na Câmara.

O grupo argumenta que Vaccarezza contrariou os princípios partidários ao se tornar um dos principais articuladores do projeto de reforma política que dá sobrevida ao financiamento privado das campanhas eleitorais. O PT é declaradamente a favor do financiamento público.

A proposta alimentou os comentários de corredor, mas o comando da legenda não deu lá muita bola.

Leia também: Reforço petista aumenta poder de Eduardo Cunha contra o Planalto

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terça-feira, 20 de maio de 2014 Eleições | 06:00

PT manda engavetar proposta que mantém financiamento privado das campanhas

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O PT montou uma operação para engavetar a proposta de emenda constitucional da reforma política, que vinha sendo trabalhada por um grupo de deputados para tentar dar sobrevida ao financiamento privado das campanhas eleitorais.

Após a bancada petista fechar questão em torno do assunto, a cúpula partidária agora acionou diretamente o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Vicente Cândido (SP), que foi orientado a não pautar o projeto no colegiado.

Entenda: Grupo de deputados tenta dar sobrevida ao financiamento privado de campanha

A proposta de reforma política foi desenhada por um grupo de trabalho liderado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), no ano passado.  Recentemente, o iG relatou a movimentação de Vaccarezza, numa articulação conjunta com o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para utilizar a proposta como base de uma estratégia para manter as doações privadas nas eleições.

O plano era votar a proposta antes que o Supremo Tribunal Federal concluísse o julgamento sobre o assunto, no qual já há maioria pela ilegalidade do financiamento privado. Cândido era peça-chave da estratégia do grupo, já que caberia a ele dar andamento ao projeto na CCJ.

Leia também: Reforço petista reforça poder de Eduardo Cunha contra o Planalto

 

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sexta-feira, 25 de abril de 2014 Congresso | 14:00

Em vídeo, Vaccarezza defende reforma política criticada pelo PT

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Deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), em vídeo no youtube. (Reprodução)

Deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), em vídeo no youtube. (Reprodução)

Em vídeo publicado nesta semana, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) voltou a defender a aprovação da PEC da reforma política que prevê o financiamento privado de campanha – mesmo contra determinação do PT.

Leia mais: Grupo de deputados tenta dar sobrevida a doações privadas de campanha

Ao defender o projeto, porém, ele não mencionou a polêmica. Disse apenas que o “um conjunto de mudanças na forma de financiamento de campanha vai deixar a eleição melhor fiscalizável e muito mais barata” e que “todos os candidatos terão mais ou menos as mesmas condições de disputa”.

Vaccarezza não mediu as palavras, no entanto, ao defender a proposta que restringe o acesso ao fundo partidário e tempo de TV para partidos com menor votação – outro ponto inaceitável por seu partido.

 

 

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quinta-feira, 24 de abril de 2014 Congresso | 11:00

Benedita da Silva diz temer veto à lei das domésticas

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A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). - (Foto: Agência Brasil)

A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). – (Foto: Agência Brasil)

A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) está se articulando para chegar a um consenso sobre a regulamentação da PEC das Domésticas. A intenção é evitar um possível veto do governo federal.

Na semana que vem ela se reunirá com o relator no Senado Romero Jucá (PMDB-RR) e o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que presidiu a comissão mista especial.

Leia também:  ‘Se fosse hoje, eu não trabalharia como empregada doméstica’, diz Benedita

O ponto que mais gera polêmica, atualmente, são os valores de arrecadação do FGTS. “Sei que o Romero Jucá está irredutível, mas precisamos conversar e chegar num acordo. Ou é isso ou o governo já disse que vai vetar”, afirmou a petista.

Otimista, Benedita pretende aprovar o projeto até dia 13 de maio, quando é celebrada a abolição da escravatura no Brasil.

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terça-feira, 22 de abril de 2014 Congresso | 11:00

Deputados custam a se entender sobre a reforma política

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A PEC da reforma política, que saiu do grupo de trabalho liderado pelo petista Cândido Vaccarezza (PT-SP), está na pauta da reunião de hoje na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas o texto ainda custa a andar.  “Não vai ter acordo no colégio de líderes e, quando isso acontece, dificilmente o presidente insiste em manter na pauta”, afirmou o deputado Nilmário Miranda (PT-MG).

Leia também: ‘Estou rezando para o STF votar logo’, diz presidente da CCJ sobre reforma política

No texto, relatado por Leonardo Picciani (RJ), está em questão nada menos que o financiamento privado das campanhas eleitorais. O texto também trata de outras propostas de mudança nas regras, como voto facultativo.

Em paralelo, corre a articulação do PL 6316/2013, de autoria da deputada Luiza Erundina (PSB-SP). O plano é lançar nesta tarde a Coalizão Parlamentar pela Reforma Política Democrática. O grupo conta com parlamentares do próprio PT, PSB e PCdoB, entre outros partidos – além do apoio de entidades como OAB e CNBB.

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terça-feira, 15 de abril de 2014 Partidos | 16:25

PT-SP vai analisar pedido de impugnação de candidatura de Vaccarezza

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O diretório estadual do PT de São Paulo vai analisar, na semana que vem, o pedido de impugnação da candidatura à reeleição do  deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) pela Articulação de Esquerda, uma das correntes internas do partido.

Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

O grupo apresenta no pedido resoluções de congressos, do diretório nacional, da comissão executiva nacional e da bancada do PT na Câmara sobre a reforma política para provar que Vaccarezza “reiteradamente desrespeitou e não cumpriu as resoluções partidárias” sobre o tema.

Os petistas também alegam que o projeto apresentado pelo grupo de trabalho sobre reforma política coordenado pelo deputado foi “à revelia e a contragosto tanto da bancada quanto da direção partidária” e que sua atuação parlamentar foi “contrária às orientações e posições das instâncias”.

“Um partido que defende a reforma política, nos termos e nos prazos em que o PT a defende, não pode ceder sua legenda para um parlamentar que tem trabalhado de forma ostensiva contra a reforma política desejada pelo PT”, diz trecho do pedido.

Vaccarezza foi notificado e tem até semana que vem para pronunciar sobre o caso, quando uma comissão decidirá se acata ou não o pedido, remetendo ao diretório nacional.

Leia também: Juventude do PT pede expulsão de Vaccarezza do partido

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sábado, 12 de abril de 2014 Congresso | 07:00

‘Estou rezando para o STF votar logo’, diz presidente da CCJ sobre reforma política

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O deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), presidente da CCJ. (Foto: Divulgação)

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Vicente Cândido (PT-SP), diz que está na torcida para que o STF conclua a votação sobre financiamento privado.

Saiba mais: ‘Necessidade de votar a reforma política é 100% consenso’, diz Vaccarezza

“Estou rezando para o STF votar logo isso, assim a gente instala uma crise e cria o debate na Câmara”, afirmou Cândido. O deputado defendeu, no entanto, que as mudanças só deveriam passar a valer em 2016. O tema também está na pauta da próxima reunião da CCJ.

O petista disse ser favorável à sugestão de Jandira Feghali (PCdoB-RJ), sobre instalar uma comissão especial sobre reforma política, onde possam ser debatidos em conjunto a PEC 352/2013, de Cândido Vaccarezza, e o PL 6316/2013, que tem o apoio da “Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas”, integrada pela OAB e CNBB.

No momento, o julgamento no tribunal aguarda a análise do ministro Gilmar Mendes, que pediu vistas do processo. Cândido não acredita, porém, que o ministro liberará o processo a tempo de as mudanças serem aplicadas nas eleições de 2014.

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sexta-feira, 11 de abril de 2014 Congresso | 18:55

André Vargas prepara memorial de defesa para retorno à Câmara

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O deputado licenciado e ex-vice presidente da Câmara André Vargas (PT-PR) prepara um memorial em sua defesa para ser lido no seu retorno à Câmara, o que deve ocorrer logo depois da Páscoa.

André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

André Vargas (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Além de se defender na Comissão de Ética da Casa, Vargas quer conversar com em particular com deputados da base. “O intuito dele é fazer uma ampla defesa e provar que não tem nada. Ele está muito disposto pra isso, sempre foi muito guerreiro. Não é uma questão de mandato, a preocupação dele é provar que não tem corrupção, não tem desvio, não tem elementos que indiquem crime”, afirmou Florisvaldo Souza, secretário nacional de Organização do PT e amigo do deputado.

Souza -que é um dos três dirigentes designados pela executiva do partido para ouvir o deputado antes da instauração de procedimento na Comissão de Ética da sigla- esteve com Vargas na noite de ontem, em São Paulo. O deputado deve ser ouvido pelos dirigentes do PT entre segunda e terça-feira da semana que vem.

Leia também: André Vargas despista até colegas de partido

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