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Posts com a Tag Cândido Vaccarezza

segunda-feira, 7 de abril de 2014 Congresso | 19:57

PCdoB tenta conseguir apoio para barrar PEC da Reforma Política

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A convite da deputada federal e líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), líderes de diversos partidos da base e da oposição ao governo fecharam um acordo para impedir a votação da PEC da Reforma Política, de autoria do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Leia também:  ‘Necessidade de votar a reforma política é 100% consenso’, diz Vaccarezza
Em almoço, líderes decidem barrar votação sobre PEC da Reforma Política. (Foto: Divulgação)

Os líderes do DEM, PDT, PSD, PR, Psol, PSC, PTdoB, PTB, PRB concordaram em barrar a PEC 352/2013, no Plenário da Câmara. O encaminhamento é criar uma comissão especial que centralize a discussão sobre a PEC e o PL 6316/2013 – que tem o apoio da “Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas”, integrada pela OAB e CNBB.

Os motivos para barrar a proposta variam desde os que são contra o modelo de financiamento privado, como o próprio PCdoB, até os que querem evitar a possibilidade do voto facultativo, como DEM e PSC.

 

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domingo, 6 de abril de 2014 Congresso | 07:00

‘Necessidade de votar a reforma política é 100% consenso’, diz Vaccarezza

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Diante da preocupação de setores do Congresso com o posicionamento de ministros do Supremo Tribunal Federal sobre doações de campanha, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) retoma o discurso de um referendo para a reforma política e minimiza a demora do Congresso em tratar do assunto.

Leia também: CPI e reforma política embalam jantar na casa de Henrique Eduardo Alves

Ao Poder Online, Vaccarezza, que liderou o grupo de trabalho responsável por formular a PEC da reforma política (352/2013) desconversa sobre a pressão imposta pelo STF sobre os parlamentares. “A reforma política nunca esteve parada”, afirmou o deputado, que promete urgência para o tema entrar na pauta. “Esse é um consenso de 100% do Congresso Nacional”, garantiu.

“As principais questões serão subordinadas à consulta popular, com um referendo. Mas esse tem que ser um momento de procurar um consenso e não os extremos, o conflitante.”Deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) - (Foto: Agência Brasil)

Poder Online: Com essa recente discussão do STF sobre financiamento de campanha, a reforma política pode voltar a avançar na Câmara?
Cândido Vaccarezza: Não. Não há nenhuma relação entre as duas coisas. O STF tem suas atribuições e pode tomar a decisão que os ministros quiserem. A Câmara também. Essa discussão na Câmara é antiga, muito antes de o Supremo começar a discutir, nós formulamos uma PEC, que avançou rapidamente. A reforma política nunca esteve parada e, inclusive, já está na pauta de terça-feira, na CCJ.

De qualquer forma, o STF já sinalizou uma maioria contrária ao financiamento privado de campanha…
Eu não diria isso. A gente só pode falar de decisão do Supremo depois que eles emitem a decisão, porque os próprios ministros podem mudar de voto ao longo do processo. Existem várias decisões do Supremo que começaram com votos que mudaram ao longo da decisão.

O senhor acredita que essa mudança também pode ocorrer nesse julgamento?
Não é uma questão de fé, de acreditar. Não existe decisão do Supremo sobre o tema. Quando tiver, eu posso me manifestar. E decisão do STF não se discute, se cumpre. O que existe é um processo de discussão na Câmara que começou no início do ano passado e culminou com a PEC. Pela primeira vez, nós fizemos uma PEC global sobre a reforma política, onde cabem todas as posições. Depois que essa admissibilidade for aprovada na Câmara, será formada uma comissão especial, onde qualquer posição poderá ser posta em debate, inclusive certos extremos, que poderão entrar como emendas à proposta.

Mas existem alguns pontos que já são consenso, na Câmara?
Tem muitas ideias consensuais, mas nenhum ponto que já seja consenso. Acho que como nós optamos por fazer a reforma política através de uma PEC – e não com um projeto de lei a ser aprovado a qualquer custo – isso facilita um grande acordo nacional. Na PEC é obrigatório ter ⅗ da Câmara e ⅗ do Senado, o que é muito difícil de alcançar, então precisa de acordo. Além do mais, as principais questões serão subordinadas à consulta popular, com um referendo. Mas esse tem que ser um momento de procurar um consenso e não os extremos, o conflitante.

Que pontos devem ir a referendo?
Primeiro, se vai ter voto facultativo. Segundo, se vai acabar a reeleição. Terceiro, se deve ter circuncisão eleitoral para eleger os deputados. Quarto, o modelo de financiamento de campanha. E, também, qualquer outro ponto que represente mudanças profundas no sistema eleitoral. Tem que consultar o povo, pra ele dizer se concorda ou não.

Na reunião de segunda-feira com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, algum desses pontos causou mais polêmica?
Não se discutiu temas. O que acontece é que vários amigos costumam jantar juntos na segunda-feira e, dessa vez, se discutiu a necessidade de colocar em pauta a reforma política. Acho que esse é um consenso de 100% do Congresso Nacional.

E como anda o diálogo com o próprio PT, que tem apresentado críticas à PEC, em especial ao modelo de financiamento privado?
Eu vou tentar convencer o PT de que o melhor é nós apoiarmos o debate sobre a reforma política e que, em seguida, cada um apresente sua própria proposta. Quando a Comissão Especial estiver discutindo, o PT poderá apresentar a integralidade da sua proposta. E eu, como sempre fiz, votarei com o PT. Mas defenderei minhas ideias internamente, como o estatuto do partido me permite.

Outro tema é a regulamentação da lei das Domésticas. Já há algum consenso, em especial sobre as emendas da deputada Benedita da Silva (PT-RJ)?
Eu presidi a comissão mista que elaborou esse texto e, durante todo o processo, ouvimos exaustivamente os setores da área, tanto governo, como movimentos de empregadas e empregadores. Acredito que isso deve ser votado o mais rápido possível, sim. Mas eu prefiro discutir esses assuntos no plenário, porque por enquanto são só emendas. Eu não sei qual a posição do governo, nem do PT. Tenho boa relação com a deputada Benedita, vou tentar ajudá-la, mas votarei com o PT.

E as negociações sobre a CPI da Petrobrás? O que o senhor achou da decisão do presidente do Senado, Renan Calheiros, passar a decisão para a CCJ?
Achei a decisão acertadíssima. Parabenizo o presidente do Senado, que foi um homem cuidadoso. Mas, olha, eu só assinei essa CPI porque a liderança do governo orientou. Eu sou contra a CPI. Em toda a minha vida, eu só assinei três pedidos de CPI. Esse é um instrumento da oposição, quando não tá satisfeita com os métodos de investigação do governo. Mas para o governo não faz sentido, ele já tem instrumentos, como a Polícia Federal, o Ministério Público.

Leia mais: Proposta de reforma política é vaga sobre financiamento de campanha

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quinta-feira, 3 de abril de 2014 Congresso | 20:00

Financiamento de campanha mobiliza Vaccarezza e Eduardo Cunha

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Na última quarta-feira, os deputados federais Cândido Vaccarezza (PT-SP) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ) almoçaram juntos. Discutiram exaustivamente o tema da proibição de doações privadas em campanhas eleitorais, assunto que pautou a sessão do Supremo Tribunal Federal naquela tarde.

O tema também guiou uma conversa entre alguns deputados na casa do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), no início da semana. Tudo para buscar uma solução para recolocar o Congresso à frente da articulação em torno do assunto.

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Congresso | 09:00

Na virada para o ano eleitoral, políticos capricham na dieta

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A poucas semanas da entrada do ano eleitoral, o que não falta em Brasília é político fazendo dieta. Entre os parlamentares, as receitas vão desde restrições na alimentação e exercícios, até o uso de remédios que ajudam a promover a perda de peso.

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Vaccarezza: meta é perder 25 kgs (Foto: José Cruz/ABr)

Quem encontrou Cândido Vaccarezza (PT-SP) no Congresso nos últimos dias percebeu que o petista enxugou alguns bons quilos. Foram 13 kgs até agora, segundo o próprio, mas a meta é eliminar pelo menos 25 kgs. O segredo de Vaccarezza é uma injeção administrada originalmente para quem tem diabetes e que passou a ter aplicação também para promoção de emagrecimento.

Outro que perdeu peso foi Anthony Garotinho (PR-RJ). Ele conta que, recentemente, foi abordado pelo assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, que, diz ele, o questionou sobre o “milagre” da transformação. “Não tem milagre. É uma hora de esteira por dia.”

Um dos que ganhou fama entre os colegas foi Arlindo Chinaglia (PT-SP). Segundo os relatos feitos por ele próprio, foram R$ 16 kgs até agora.

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terça-feira, 5 de novembro de 2013 Congresso | 12:00

Deputado diz que custo de campanha deve cair em até 80% com reforma

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Coordenador do grupo de trabalho da reforma política na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP) diz acreditar que os custos de campanha devem ser reduzidos em até 80% caso o texto da PEC da reforma seja aprovado como está.

Leia também: Proposta de reforma política é vaga sobre financiamento de campanha

O petista disse ter combinado com o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a realização de um ato simbólico de entrega da PEC na próxima quarta-feira na sala da presidência, às 15 horas.

Para isso, deputados agora trabalharão para reunir as 171 assinaturas necessárias para protocolar a PEC.

Vaccarezza usou o exemplo de São Paulo para ilustrar como acredita que as campanhas serão mais baratas a partir da divisão dos estados em distritos menores.

Assista:

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013 Política | 09:00

OAB convoca manifestação pela reforma política

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As entidades da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas, liderada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), vão promover uma manifestação no dia 12 de novembro para pressionar o Congresso a fazer a reforma política.

Entre os atos que serão realizados em todos os estados, haverá uma campanha de coleta de assinaturas para o projeto de iniciativa popular em Brasília.

A coalização considera que o grupo de trabalho para reforma política da Câmara, coordenado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), não está apresentando propostas concretas.

Leia também: ‘Eu sempre voto com o PT, mas discordo dessa posição’, diz Vaccarezza sobre voto contrário à reforma eleitoral

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013 Congresso | 15:00

Oposição vira fã de Cândido Vaccarezza

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Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Cândido Vaccarezza (Foto: José Cruz/ABr)

Alguns oposicionistas andam fazendo elogios aos montes ao deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). Dizem ter encontrado no colega petista uma espécie de” porta-voz” para corrigir o que consideram um “manobra desonesta” da presidente Dilma Rousseff, de encaminhar medidas provisórias ao Congresso sobre temas semelhantes aos apresentados em projetos pelos próprios deputados.

Nesta semana, houve mais de um integrante da oposição elogiando o fato de Vaccarezza ter subido na tribuna, durante a votação sobre dívida dos estados, para dizer que os pontos fundamentais do projeto nasceram de um grupo de trabalho partidário, no qual havia vários integrantes da oposição.

Para um interlocutor, Vaccarezza “fez justiça”.

 

 

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013 Congresso | 14:00

Peemedebista diz que reforma política só passa se não ‘assustar’ deputados

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Representante do PMDB no grupo que debate a reforma política na Câmara dos Deputados, Marcelo Castro (PI) é da opinião de que, se a reforma política não for feita de forma gradativa, dificilmente será aprovada no Congresso. “É melhor fazer as reformas de forma gradativa, paulatina, senão assusta os deputados”, disse ele.

Ele estima que 70% dos deputados não aprovariam, por exemplo, a adoção de listas nas eleições proporcionais. As listas são feitas pelos partidos e servem para que as legendas definam a ordem de prioridade dos eleitos quando o formato das eleições determinam a existência delas, o que não ocorre atualmente.

O coordenador do grupo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), prevê que a PEC contendo os temas da reforma política seja votada no primeiro semestre de 2014.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013 Congresso | 10:00

Vaccarezza diz não ver incoerência em flexibilização de regras para criar partidos

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Coordenador do grupo de trabalho da reforma política na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirma não ver nenhuma incoerência entre a flexibilização para a criação de novos partidos proposta na Casa e a votação no Senado do projeto que dificulta o nascimento de novas legendas.

O Senado aprovou o texto da proposta que acaba com a portabilidade do tempo de TV e de verbas do fundo partidário. Antes, parlamentares que mudassem para novos partidos carregavam consigo tanto o tempo de TV quanto o equivalente de verbas do fundo. Há certo consenso de que tal medida dificulta a criação de novos partidos.

Vaccarezza diz discordar e declarou que o que vale é o voto do eleitor na construção dos novos partidos. O petista também defendeu que siglas que atendam aos novos requisitos têm legitimidade de nascer.

Assista:

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013 Partidos | 16:30

Juventude do PT pede expulsão de Vaccarezza do partido

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A Juventude do PT de São Paulo aprovou uma moção de repúdio e encaminhou ao diretório municipal do partido um pedido de expulsão do deputado federal Cândido Vaccarezza (SP). O documento será discutido na próxima reunião da executiva estadual do PT.

Leia também: Petistas lavam roupa suja sobre indicação de Vaccarezza

O documento pede abertura de investigação na comissão de ética do PT pela atuação do deputado por não cumprir “decisões e orientações”do partido, como no caso do grupo de trabalho que discute a reforma política na Câmara, coordenado por Vaccarezza. O partido resolveu obstruir a minirreforma política, enquanto que o deputado se manteve a favor.

“Alguns elementos do partido se aliam aos setores conservadores da política para bombardear o projeto de reforma política construído no Partido dos Trabalhadores. O expoente máximo desta desvirtuação do projeto petista de reforma política é o deputado federal Cândido Vaccarezza”, diz o documento.

Leia também: PT de Campinas expulsa 18 e pede que direção nacional investigue Vaccarezza

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