Publicidade

Posts com a Tag cargos

terça-feira, 28 de abril de 2015 Governo | 16:07

Renan volta à rota de colisão com Dilma. Assista

Compartilhe: Twitter

Dilma Rousseff que se cuide.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, tem voltado a reclamar da presidente da República em suas conversas tanto públicas como privadas.

Não foi gratuita sua declaração de hoje pela manhã, segundo a qual, se continuar assim, Dilma terá cada vez maios dificuldades para fazer pronunciamentos públicos sob o risco de se submeter a panelaços (veja vídeo abaixo).

Renan mandou foi um recado à presidente de que está irritado.

Primeiro, porque Dilma havia lhe dito que não ia demitir o seu apadrinhado no Ministério do Turismo, Vinicius Lages, mas demitiu.

Depois, porque atribui ao Palácio do Planalto a origem de informações de que está fazendo outras indicações para o segundo escalão do governo.

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 11 de junho de 2012 Partidos | 10:01

Embora tenha feito acordo para permitir leitura de relatório, PR não deve facilitar para o governo esta semana

Compartilhe: Twitter

O PR foi chamado no Palácio do Planalto, na semana passada, e não ofereceu nenhuma resistência para permitir a leitura do relatório da Medida Provisória (MP) 559, que vem com uma emenda que amplia o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) para obras do PAC.

Mas o partido não deve adotar a mesma postura novamente. Um grupo de parlamentares da legenda já não esconde mais insatisfação com o governo por causa da demora em empenhar emendas parlamentares nos estádios. O grupo promete trabalhar duro para barrar qualquer tentativa do governo de votar o RDC esta semana.

Autor: Tags: , , ,

quarta-feira, 28 de março de 2012 Congresso | 19:30

Em campanha para presidir a Câmara, líder do PMDB defende cargos para base aliada e liberação de emendas ao Orçamento

Compartilhe: Twitter

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), aproveitou o plenário cheio para a votação da Lei Geral da Copa e subiu à tribuna para fazer um discurso de campanha a presidente da Casa.

Como se sabe, Henrique Alves é candidato à sucessão do atual presidente da Casa, Marco Maia (PT-SP).

Enfático, ele defendeu o direito de deputados da base aliada fazerem indicações para o preenchimento de cargos no governo.

 Se disse farto de responder a críticas de fisiologismo e perguntou: 

— Quem vai ocupar esses cargos? Algum fantasma?

Henrique Alves também disse não aguentar mais as críticas às tentativas dos parlamentares de liberarem verbas no Orçamento.

 Disse que isso “não é nenhum toma-lá-dá-cá” e sim a defesa das bases eleitorais dos representantes do povo.

Recebeu uma salva de palmas.

Poder Online gravou alguns trechos do discurso. Veja abaixo:  

Autor: Tags: , , , , ,

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 Governo | 06:01

Marco Maia: “Ideli é minha brother”

Compartilhe: Twitter

Como se sabe, na quarta-feira o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), encerrou uma sessão do plenário logo depois de ter discutido pelo telefone com a coordenadora política do Palácio do Planalto, ministra Ideli Salvatti.

Segundo foi noticiado, a briga teria ocorrido porque o Palácio não aceitou uma indicação de Maia para a diretoria do Banco do Brasil.

Mas ontem, mais calmo, Marco Maia negou que tenha suspendido a votação por causa do tal cargo.

Quanto a Ideli Salvatti, digamos que o presidente da Câmara define seu relacionamento com a ministra de uma maneira pouco ortodoxa.

Veja o que ele disse ao Poder Online:

Autor: Tags: , , ,

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Congresso | 15:21

De Chico Alencar sobre o protesto de Marco Maia: “Uma das vezes em que a política brasileira mais se rebaixou”

Compartilhe: Twitter

O deputado Chico Alencar (PSol-RJ) estava no plenário ontem no momento em que o presidente da Câmara, Marco Maia, se retirou da sessão e acabou não colocando em votação o projeto do Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos da União (Funpresp), que tanto interessava ao governo.

Ele relata:

— Só hoje li nos jornais que o Marco Maia teria se retirado porque não foi atendido na indicação de um apadrinhado para o Banco do Brasil. Sinceramente, torço para que isto não seja verdade. Na hora achei que era um gesto de independência, de grandeza do presidente da Câmara. Mas se for por causa de um carguinho, terá sido uma das vezes em que a política brasileira mais se rebaixou. Um presidente da Câmara não pode dirigir a Casa em função do toma-lá-dá-cá do interesse pessoal por cargos.

Em tempo:

Marco Maia convocou hoje entrevista coletiva para negar que tenha suspendido a sesão por causa do tal cargo. Segundo afirma, a sessão foi suspensa simplesmente porque ele concluiu que a matéria precisa ser discutida por mais tempo.

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 Congresso | 08:02

Câmara estuda dividir comissões para acomodar PSD

Compartilhe: Twitter

Os líderes partidários da Câmara estão discutindo a proposta de dividir as comissões de Turismo e Desporto (CTD) e Educação e Cultura (CEC) para acomodar o recém-criado PSD entre os partidos com direito ao comando de comissões temáticas do Congresso.

Pela proposta, que serviria para acalmar a disputa entre PSD e DEM por cargos, a legenda criada pelo prefeito Gilberto Kassab ficaria com o comando das comissões de Desporto e de Cultura. O DEM, com a de Turismo e a de Educação.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Governo | 12:03

Dilma quer revolucionar mais além do segundo escalão do governo

Compartilhe: Twitter

Devagarzinho, a presidenta Dilma Rousseff parece estar interessada em mexer em tudo no governo. Muito além da reforma ministerial.

Semana passada, foram mudados nada menos do que 12 diretores estatutários do Banco do Brasil e preenchido o cargo de diretor em São Paulo.

Na Petrobras, como se sabe, todos os diretores estão pendurados, de uma forma ou de outra.

No Ministério da Integração, o ministro Fernando Bezerra anunciou ontem que, por ordem de Dilma, trocará o comando do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

— A presidenta recomendou que houvesse a renovação e que se buscasse perfis técnicos para os cargos de direção das instituições vinculadas ao Ministério da Integração — revelou.

Também há expectativa de mudanças próximas na diretoria da Caixa Econômica Federal.

Isso pelo que se sabe até agora…

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 Partidos | 12:01

Dilma viaja, Temer assume e o PMDB torce

Compartilhe: Twitter

A presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer (Foto: Vanessa Carvalho/News Free/aE)

O PMDB, que vem reclamando tanto da distribuição dos cargos no governo, pode ter oportunidade hoje mesmo de resolver seus problemas.

Se tudo ocorrer como previsto na agenda do Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff viaja agora ao meio-dia para Cuba e Haiti.

E o presidente licenciado do PMDB, Michel Temer, assume interinamente a Presidência da República.

Quem sabe ele não chama o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves, para uma conversinha?

Autor: Tags: , , , ,

domingo, 29 de janeiro de 2012 Partidos | 16:10

Presidente do PMDB diz que partido não pode se digladiar por cargos

Compartilhe: Twitter

Valdir Raupp (Foto: Paulo H Cardoso - Agência Senado)

Presidente nacional do PMDB desde que o titular, Michel Temer, pediu licença do cargo para ocupar a Vice-Presidência da República, o senador Valdir Raupp (RO) dá como superado o episódio do bate-boca do líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), com o governo por conta da demissão do presidente do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca), Elias Fernandes.

Em entrevista ao Poder Online, Raupp diz que a ameaça de demissão do presidente da Transpetro, Sérgio Machado — indicado pelo líder no Senado, Renan Calheiros –, “foi boato”. E que os líderes do PMDB fizeram essas indicações não por interesses pessoais, mas para cumprir “uma complicada tarefa comum em sua região, o Nordeste”.

Ele aponta, inclusive, como o autor das “mais ferozes indicações”, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é presidente nacional do PSB.

Apesar disso tudo, o senador diz que uma das lições a ser tirada do episódio é que “o PMDB não pode ficar de digladiando por cargos”.

Poder Online – Qual a sua avaliação final desse episódio da demissão do presidente do Dnocs em meio aos protestos do líder Henrique Eduardo Alves?
Valdir Raupp –
Nós já demos esse episódio como superado, página virada.

Poder Online – Como assim?
Valdir Raupp –
Já conversei com o Henrique, ele está tranquilo e já se acertou com o governo.

Poder Online – O acerto é que ele indicará o substituto.
Valdir Raupp
– Parece que é isso. Não sei.

Poder Online – E tem o caso da ameaça de demissão do presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
Valdir Raupp –
Esse caso eu conversei com o Renan Calheiros (líder do PMDB no Senado) e ele disse que foi só boato. Nem existiu.

Poder Online – Mas não fica mal para o PMDB os dois líderes do partido discutindo indicações pessoais com o governo?
Valdir Raupp –
Mas não são bem indicações pessoais. É uma complicada tarefa comum em sua região, o Nordeste, que eles têm que cumprir.

Poder Online – O Elias Fernandes foi apadrinhado pelo Henrique Eduardo alves, e o Sérgio Machado, pelo Renan.
Valdir Raupp –
Mas no Nordeste as bancadas regionais costumam se reunir e decidir as indicações como um todo, cabendo aos líderes a intermediação com o governo. E essas indicações passam principalmente pelos governadores. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), é o atuor das mais ferozes indicações.

Poder Online – O senhor acha que a presidenta Dilma tratou mal o partido, contribuindo para o desgaste?
Valdir Raupp –
Não. Acho que o diálogo com a presidenta está indo muito bem, até porque é muito bem intermediado pelo vice-presidente Michel Temer.

Poder Online – Qual lição fica destes episódios?
Valdir Raupp –
Primeiro, que o partido tem que se manter unido. Unidos, nós temos crescido esses anos todos e continuaremos crescendo. Acho que nos mantivemos unidos nesse período, e isso ajudou bastante.

Poder Online – Mas essa coisa de cargos…
Valdir Raupp –
De fato, eu nunca fui muito favorável a essa coisa de cargos. Tenho defendido a tese de que o PMDB não pode se digladiar por cargos.

Poder Online – E daqui para a frente? haverá alguma retaliação?
Valdir Raupp –
Retaliação? De forma alguma. Um partido do tamanho do PMDB não pode se rebelar. Seria muito ruim para o país.

Poder Online – Mas sempre tem aquelas coisas que se pode fazer…
Valdir Raupp –
Nada disso. No início do governo Lula, passamos dois anos sem qualquer cargo e continuamos apoiando o então presidente, em nome da governabilidade, do interesse do país. E aqueles foram momentos difíceis para o Lula, mas o PMDB continuou apoiando-o.

Poder Online – Assim será com a Dilma?
Valdir Raupp –
Sim continuaremos apoiando, independentemente de cargos. Estamos no governo. Temos o vice-presidente, Michel Temer, ao lado dela. Esse é o nosso papel.

Autor: Tags: , , , , , ,

sábado, 21 de janeiro de 2012 Governo | 16:27

PMDB tenta segurar aliado em órgão da Integração Nacional

Compartilhe: Twitter

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ligou hoje para o ministro da Integração, Fernando Bezerra, para se informar sobre a demissão do seu aliado político, Elias Fernandes, da diretoria-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS).

— O ministro me disse que só foi definida a saída do diretor administrativo-financeiro Albert Gradvohl. Inclusive vai sair no Diário Oficial desta segunda-feira. O Elias continua.

Para o lugar de Gradvohl foi escolhido um representante da Controladoria-Geral da União. O órgão de fiscalização do governo encontrou uma série de irregularidades no departamento.

Segundo palacianos, é por isso que Dilma já definiu a saída de Elias da diretoria-geral do órgão como o Poder Online informou. Só falta definir um substituto para a exoneração ser efetivada.

Mesmo assim, o líder do PMDB ainda sai em defesa do afilhado.

— A CGU apontou alguns problemas, mas o Elias respondeu tudo. Isso faz parte do processo administrativo. A CGU não é órgão punitivo.

Autor: Tags: , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última