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Posts com a Tag Clarissa Garotinho

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:00

Clarissa Garotinho vai levar o pau de selfie pro Congresso Nacional

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A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

Recém-chegada a Brasília, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) tem dito que pretende levar, em breve, seu pau de selfie para o Congresso Nacional.

A ideia, diz a carioca, é tentar aproximar seus eleitores da vida política na capital e mostrar um pouco mais do funcionamento da Casa, por meio de seu perfil no Facebook. Atualmente, a página é seguida por cerca de 143 mil internautas.

Recentemente, o adereço foi utilizado até mesmo pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para divulgar o programa de saúde de seu governo.

Leia também: ‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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domingo, 8 de fevereiro de 2015 Congresso | 06:00

‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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Com um caldinho de legumes, Clarissa Garotinho (PR-RJ) encerrou sua primeira semana de deputada federal. Entre uma colherada e outra, a carioca se recuperava da gastrite e revisava emendas de sua autoria que teriam de ser apresentadas no mesmo dia. “Já tem um mês que consegui cortar totalmente o glúten e a lactose!”, comemorou. Em poucas horas, embarcaria para o Rio de Janeiro, onde terá outro gabinete.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

“Quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana”, desabafa. “Quarta-feira eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook”, diz Clarissa, ao mostrar os mais de dois mil compartilhamentos alcançados pela publicação. “Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.”

De fato, a tirar por seus primeiros dias na Câmara dos Deputados, a nova rotina de Clarissa parece ser agitada. Recém-chegada, ela já foi escalada para presidir a comissão que couber ao seu partido, o PR. Filha do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), também avisou que pretende participar ativamente das discussões nas bancadas feminina e evangélica, além de trabalhar pela aprovação de projetos de sua autoria.

“Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa”, explica. “Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram.” Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

De uma forma geral, sua chegada em Brasília tem despertado bastante atenção. Não só pelo histórico familiar, mas pela sua trajetória no Rio de Janeiro. Mas, uma vez aqui, como fazer para se diferenciar em meio aos 513 deputados que disputam visibilidade?
Essa é realmente uma diferença que tem aqui. Eu já fui vereadora e deputada estadual num universo menor de parlamentares, onde você pode se pronunciar mais vezes. Aqui, por exemplo, eu me pronunciei duas vezes no primeiro dia, fiz minha inscrição no segundo e me disseram que quem não tinha falado ainda teria prioridade. Aí, quando eu me inscrevi, eu tava na vaga 39 e, de repente, quando eu olhei o painel de inscrição, tinha sido jogada pra 56. Não ia dar mais tempo de falar. Realmente é difícil. Mas eu acredito que quem realmente trabalha tem formas de mostrar isso. Tanto no plenário, como dentro da bancada. Além disso, no partido já tem um entendimento para que eu assuma a bancada que nos couber.

Assumir uma comissão já no primeiro ano de mandato não é simples. Como foi essa negociação?
Na verdade, a bancada do Rio de Janeiro tem uma força grande na bancada nacional. Rio e São Paulo têm seis deputados federais, sendo que, proporcionalmente, seis deputados do Rio têm mais representatividade. Então, nós reivindicamos a presidência de uma Comissão e a bancada do Rio acordou que o nome que representaria o grupo seria o meu. O partido viu isso com bons olhos, também. Acho que é bom, é meu primeiro mandato, né? Tem gente que às vezes fica muitos anos por aqui e não consegue presidir uma comissão. Acho que é um voto de confiança. Sendo jovem, mulher e no primeiro mandato é um grande desafio. Mas eu gosto de desafios!

A senhora sente uma pressão maior por ser filha do ex-governador Anthony Garotinho?
É a primeira vez que eu vou ocupar um cargo que meu pai também ocupou, né. Eu fui vereadora do Rio, ele não foi. Fui deputada estadual e ele só tinha sido há muitos anos atrás, em um Parlamento completamente diferente. Aqui eu vou conviver com pessoas que foram deputados com ele e agora vão ser deputados comigo. Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa. Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram. Cada um tem importância.

Nesta primeira semana, já foi possível perceber a diferença entre as rotinas de deputada estadual e federal?
Olha, essa rotina ainda tá sendo estabelecida, em uma semana ainda não posso dizer que já tenha uma rotina. Mas aqui é… quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana. Acredito até que, se algum não quiser trabalhar, não trabalha. Mas, quarta-feira, eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook, mostrando que tava levando trabalho pra casa. Anteontem, teve sessão até onze e meia. Isso porque as comissões e as CPIs não começaram a funcionar ainda. Foi a primeira semana e já teve muito trabalho. Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.

Como a senhora avalia a chegada do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa?
Olha, eu fui oposição porque discordo dos métodos dele. Essa prática de vender dificuldades para colher benefícios. Acho que o Brasil perdeu. Mas a Câmara escolheu, o Plenário é soberano e ele é o presidente da Casa. Nós vamos precisar ter uma relação institucional, embora eu continue com as minhas divergências.

Parte da bancada religiosa tem demonstrado um certo entusiasmo com a chegada de um evangélico à Presidência. Como a senhora, que também é evangélica, enxerga isso?
Acho que, como presidente da Casa, ele representa uma instituição. E ele mesmo fez bem essa separação, numa entrevista que ele deu, dizendo que ali ele representava a Câmara dos Deputados, embora tivesse suas opiniões pessoais. É evidente que a bancada vai acompanhar, mas eu mesma ainda não participei de nenhuma discussão, porque ainda não começaram as reuniões. Como eu não tava aqui no ano passado, nem sei que posição a bancada evangélica tem hoje. Mas eu não votei nele, porque não acredito no tipo de política que ele faz.

A senhora pretende participar ativamente da bancada evangélica?
Ah sim, eu pretendo ir nas reuniões.

Tem algum projeto específico voltado para essa área?
O primeiro projeto que a gente está trabalhando é mais voltado para a área de educação, terceira idade e jovens. Como eu ainda não os apresentei, não queria falar sobre projetos agora. Ainda estamos escrevendo, fechando os detalhes.

A senhora assinou o requerimento para a instalação da nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Esse deve ser um dos assuntos acompanhados pelo mandato?
Eu acho que uma nova CPI é válida, mas ainda não sei se vou participar porque dentro do partido precisamos ver como será a divisão de espaço. De qualquer forma, surgiram novos fatos, sem contar que ano passado foi um ano eleitoral então, inevitavelmente, o debate das eleições contaminou um pouco a discussão. Agora, todo o povo brasileiro quer respostas sobre a Petrobras e nós, do Rio de Janeiro, ainda mais. Porque a sede da Petrobras é no nosso estado, onde fica um volume enorme de recursos. Existe lá a construção do Complexo Petroquímico, o Comperj, instalado em Itaboraí, que era motivo de esperança pra população carente de São Gonçalo. Só que ela foi iniciada há nove anos e ainda não tem previsão de conclusão. Não apenas precisamos de uma CPI da Petrobras, mas de explicações sobre a construção das novas refinarias. O Sérgio Cabral e o atual governador (Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB) são citados na Lava Jato. Nós queremos resposta.

O Congresso Nacional pode realmente contribuir com essas investigações ou a CPI será mais um palanque político?
Eu acho que o Parlamento não pode ficar de fora. A Polícia Federal e o Ministério Público estão fazendo um excelente trabalho e quanto mais a sociedade cobra, mais nós precisamos dar respostas.

Já nesta primeira semana, foi possível observar um desgaste inicial dentro da bancada feminina (leia mais aqui). Em que temas as mulheres poderiam avançar de forma conjunta?
Eu acho que a sugestão que eu dei foi muito bem aceita, para a gente pensar em projetos não individuais, mas sim coletivos, para ganhar força de tramitação. Eu perguntei se elas têm esse hábito de fazer isso aqui e me disseram que não. Mas acho que a gente ganharia força de tramitação porque, como ali a gente tem a representação de quase todos os partidos, se todas assinarem e pressionarem suas bancadas a gente consegue aprovar muita coisa. No final, isso que é o mais importante. É evidente que o primeiro processo, que é o processo eleitoral, traz divergências de método, mas não são divergências pessoais.

A senhora já tem algum projeto em mente, que poderia ser apresentado desta forma coletiva?
Tenho, mas prefiro discutir isso com a bancada feminina primeiro.

No final do ano passado, a bancada decidiu atuar como um “bloco parlamentar” em alguns momentos, para tentar garantir a presidência de determinadas comissões ou a relatoria de matérias estratégicas. Pode dar certo?
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) tem uma proposta que estabelece que haja pelo menos uma mulher na mesa, não é? Isso eu acho legal, porque é uma proposta específica. Nós temos que colocar isso como uma regra da Casa. Agora, organizar como bloco a votação é muito difícil, a menos que seja em temas voltados para a família, a mulher. Porque, em outros temas, nós temos orientações partidárias divergentes. Hoje, uma das mulheres que nós temos na Mesa (Mara Gabrilli, PSDB-SP) está lá não pela atuação em bloco da bancada feminina, mas porque houve um entendimento do PSDB de botar uma mulher na mesa. Foi fruto de uma escolha partidária.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Congresso | 09:00

Clarissa Garotinho só reclama do salto alto

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A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

Recém-eleita, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) parece já ter se acostumado com a nova rotina. A herdeira política do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) foi escolhida por seu partido para assumir uma comissão da Câmara, assim que a distribuição de cargos for feita.

Questionada pelos colegas sobre o processo de adaptação nestes primeiros dias, aliás, a única reclamação da carioca foi sobre a dificuldade de percorrer de salto alto os longos trajetos da Câmara dos Deputados – consideravelmente maiores que na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Leia também: Membros da nova bancada feminina já começam a se estranhar

 

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Congresso | 19:48

Membros da nova bancada feminina já começam a se estranhar

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A deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO). Foto: Agência Câmara

O café da manhã que estava previsto para ser um momento de descontração e aproximação da nova bancada feminina da Câmara, nesta quarta-feira, deu o tom que deve predominar na próxima legislatura.

Desde o início da semana, a atual coordenadora da bancada, Jô Moraes (PCdoB-MG), vinha tentando um acordo com as deputadas para que PT e PMDB ficassem com coordenadoria e a procuradoria da mulher, uma vez que são as maiores bancadas do Congresso.

A proposta, no entanto, teve resistência de nomes como Clarissa Garotinho (PR-RJ), Rosangela Gomes (PRB-RJ) e Professora Dorinha (DEM-TO), que reivindicam mais espaço para seus partidos na distribuição dos cargos. Diante do impasse, uma nova reunião foi agendada para ainda hoje.

Leia também: ‘Bancada feminina atuará como bloco’, diz Jô Moraes

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Congresso | 13:30

Evangélicas estão de olho no comando da bancada feminina

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A deputada federal Rosangela Gomes (PRB-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Rosangela Gomes (PRB-RJ). Foto: Divulgação

Às vésperas da nova legislatura, parte das deputadas federais eleitas já começou a sondar a Secretaria da Mulher da Câmara sobre o funcionamento do órgão e a coordenação dos trabalhos da bancada feminina, que hoje tem representação oficial no Colégio de Líderes.

Foram pedir informações as evangélicas Rosangela Gomes (PRB-RJ) e Tia Eron (PRB-BA), além de Clarissa Garotinho (PR-RJ). As três têm interesse em construir uma vitrine para as eleições de 2016.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014 Congresso | 10:30

Clarissa Garotinho incomoda à bancada feminina

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A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A chegada de Clarissa Garotinho (PR-RJ) para compor a bancada feminina da Câmara dos Deputados com a maior votação absoluta entre as deputadas federais é aguardada com receio por parlamentares mais próximas do movimento feminista.

Leia também: Bancada feminina terá perfil mais conservador na próxima legislatura

O medo é de que a filha do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), da Igreja Presbiteriana, queira disputar os rumos da bancada e mudar a postura do grupo quanto a temas como reforma política – onde as deputadas defendem a inclusão da paridade de gênero com lista fechada – bem como questões relacionadas a direitos sexuais e reprodutivos.

Hoje, além de promover a convivência entre as deputadas, a bancada feminina também tem representação oficial no Colégio de Líderes da Câmara.

 

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segunda-feira, 22 de julho de 2013 Eleições | 06:00

Garotinho anda animado com empreitada em família em 2014

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O líder do PR na Câmara, Anthony Garotinho (RJ), anda animado com a perspectiva de entrar em campanha com a família toda em 2014. A aliados, ele tem dito que a aceitação ao seu nome vem avançando no estado, na esteira da queda de popularidade do governador Sérgio Cabral (PMDB).

O parlamentar já prepara a filha, Clarissa, para a disputa de uma cadeira na Câmara dos Deputados. Já o filho, Wladimir, será candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio.

No PR, também não está descartada a possibilidade de Rosinha Matheus, prefeita de Campos dos Goytacazes, se desincompatibilizar para disputar a eleição do ano que vem.

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sexta-feira, 2 de março de 2012 Eleições | 12:01

Quando nasceu a chapa Maia-Garotinho para a Prefeitura do Rio

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A chapa auto-intitulada como conservadora para a Prefeitura do Rio de Janeiro — encabeçada pelo deputado Rodrigo Maia (DEM) e tendo como vice Clarissa Garotinho (PR) — nasceu no plenário da Câmara.

Lembra?

Rodrigo e o pai de Clarissa, o deputado e ex-governador Anthony Garotinho (PR), foram surpreendidos, em abril do ano passado, pelo Poder Online em plena confabulação.

E acabaram admitindo. Reveja:

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quinta-feira, 14 de abril de 2011 Eleições | 18:33

No Rio, PSDB deve ficar fora da aliança Maia-Garotinho

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Quem não gostou nem um pouco do anúncio da chapa de Rodrigo Maia (DEM) com Clarissa Garotinho (PR) para concorrer à Prefeitura do Rio de Janeiro foi o deputado Otavio Leite (PSDB).

Ele também pretende se candidatar a prefeito e sonhava uma aliança com DEMe PR.

— Acho que eles se precipitaram. Desse jeito não chegam a lugar nenhum — reclamou Leite.

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