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Posts com a Tag Comissão da Verdade

segunda-feira, 28 de julho de 2014 Justiça | 09:00

Cláudio Guerra diz que Comissão da Verdade atrapalhou sua vida de pastor

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O ex-delegado do DOPS Cláuido Guerra tem dito que não vê a hora de deixar para trás o que descreve como “colaborações” com a Comissão Nacional da Verdade. Guerra, que revelou no livro Memórias de uma guerra suja seu envolvimento em vários crimes cometidos durante o regime, conta que a repercussão de seus depoimentos ao órgão tem atrapalhado e muito sua vida de pastor evangélico.

Segundo ele, parte dos fiéis da Assembleia de Deus de Maria Ortiz já andaram evitando seus cultos, com medo de seu passado.

Leia também: ‘Militantes de esquerda foram incinerados em usina de açúcar’

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segunda-feira, 2 de junho de 2014 Militares | 19:30

UnB avalia impacto do golpe militar na universidade

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A Comissão da Verdade da Universidade de Brasília tem ouvido depoimento de gerações de perseguidos pelo golpe militar, para tentar compreender os danos do golpe militar no projeto universitário da época.

De acordo com Paixão, “Brasília era uma espécie de laboratório para um novo modelo de universidade, que foi derrubado em 1964”.

“Estamos ouvindo depoimentos de gerações de perseguidos”, afirmou o professor Cristiano Paixão, integrante da Comissão. “Queremos compor um quadro do que foi o impacto do golpe nas violações de direitos humanos na UnB como um todo.”

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quarta-feira, 26 de março de 2014 Política | 11:00

Em ato, Comissão da Verdade pedirá desmilitarização da polícia

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31marco_finalO ato em memória dos 50 anos do golpe militar que está sendo organizado pela Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo terá, entre outras exigências, o pedido da desmilitarização da polícia.

O evento, que terá representantes dos governos federal, estadual e municipal, será realizado no dia 31 de março na antiga sede do DOI-Codi, na zona sul da capital paulista.

“A cultura da morte praticada pelas Polícias Militares é continuidade do que fizeram os assassinos do DOI-CODI, com a mesma falsa versão de resistência seguida de morte para ocultar o extermínio de jovens negros e pobres das periferias de nossas cidades. A banalização da violência por parte da PM é a pior herança da ditadura militar”, diz trecho do manifesto que será lido pelo presidente da Comissão, deputado Adriano Diogo (PT-SP).

Durante o ato, 437 fotos dos mortos e desaparecidos durante a ditadura serão expostos.

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 Política | 10:30

Comissão da Verdade paulista terá foco na identificação de agentes da repressão

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A Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo diz que vai mudar o foco dos trabalhos neste ano. Se no ano passado os depoimentos de vítimas da ditadura foi prioritário, agora o grupo promete avançar na identificação de agentes da repressão e responsáveis por ordens de sequestro, tortura, assassinatos e outros crimes cometidos pela polícia e pelo Exército.

Segundo o presidente da comissão, deputado Adriano Diogo (PT-SP), o relatório final da Comissão irá incluir as cadeias de comando acima dos torturadores, grupos políticos que operavam na repressão, atentados e a atuação das escolas militares na formação de agentes. Para mapear a estrutura de torturadores será usado um documento chamado de “bagulhão”, que 233 agentes da ditadura.

Saiba mais: Comissão da Verdade mostra detalhes de como funcionava tortura na ditadura

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014 Política | 14:30

Centrais sindicais farão homenagem a vítimas da ditadura

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As principais centrais sindicais do país preparam um ato em homenagem a trabalhadores e líderes sindicais que foram alvo de repressão durante o regime militar.

A iniciativa partiu de um grupo de sindicalistas ligados à Comissão Nacional da Verdade e será realizado no dia 1º de fevereiro, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.

Várias centrais participam do encontro, entre elas CUT, Força Sindical, UGT e CGTB.

 

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terça-feira, 26 de novembro de 2013 Justiça | 19:47

Para ex-governador, Herzog foi morto para derrubar Geisel

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O ex-governador de São Paulo Paulo Egydio Martins, 85 anos, afirmou que o jornalista Vladimir Herzog foi morto, em 1975, no DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informação do Centro de Defesa Interna) para derrubar o então presidente Ernesto Geisel.

Leia também: Pedro Dallari é o novo coordenador da Comissão Nacional da Verdade

Martins, que governou o Estado entre os anos de 1975 a 1979 e se definiu como homem de confiança de Geisel em São Paulo, detalhou na Comissão da Verdade da Câmara de Vereadores da cidade como eram feitas as doações ao Exército antes do início da ditadura. “As pessoas físicas é que doavam dinheiro diretamente para os coronéis”, afirmou.

Ele afirmou que no Exército havia grupos com ideologias diferentes e que a morte do operário Manoel Fiel Filho também fazia parte do esquema para derrubar Geisel. “O metalúrgico que distribuía a Voz Operária poderia oferecer que tipo de ameaça nacional? Não tinha nada que mostrasse que ele e Herzog oferecessem algum tipo de risco, mas com a morte deles a população iria ficar exaltada e aí seria justificada uma ação mais violenta do Exército”, disse o ex-governador.

 

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terça-feira, 5 de novembro de 2013 Política | 18:00

Presidente da Comissão da Verdade diz que destruição em ossário foi ‘atentado’

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Ossário depredado (Foto: Divulgação)

Ossário depredado (Foto: Divulgação)

O deputado Adriano Diogo (PT-SP), presidente da Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo, considerou como um atentado a depredação do Ossário Geral do Cemitério do Araçá, na zona oeste de São Paulo.

Foram destruídos elementos da instalação “Penetrável Genet / Experiência Araçá”, de autoria dos artistas Anna Ferrari e Celso Sim, sobre a questão dos mortos e desaparecidos políticos da ditadura.

Três sacos plásticos contendo ossadas foram abertos e espalhados pelo local. O ossário também foi pichado.

A Comissão organiza nesta terça-feira um ato de repúdio no local. A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) estuda colocar a Polícia Federal para investigar o caso.

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013 Política | 10:30

Comissões da Verdade vão mostrar como funcionava rede de repressão

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A Comissão Nacional da Verdade e a do Estado de São Paulo apresentam nesta sexta-feira (20), na capital paulista, a estrutura e o funcionamento da repressão política durante a ditadura militar (1964-1985), desde o general Golbery do Couto e Silva, braço-direito do presidente Castello Branco (1964-1967), apontado como mentor do sistema de repressão.

A investigação dos órgãos revelou que o terrorismo de estado da época foi construído por meio de uma rede de órgãos como Forças Armadas, ministérios, universidades e entidades privadas. Para os membros das comissões, não houve “porões da ditadura”, todo o alto escalão do governo tinha conhecimento e participação das prisões, torturas e assassinatos.

Ainda segundo a pesquisa, a repressão feita por entidades privadas era complementar à estrutura do governo e recebia o nome de “entidades privadas conveniadas”.

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013 Política | 14:45

Documentos do arquivo do Ministério da Justiça serão entregues à Comissão da Verdade

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Devem chegar na próxima semana à Comissão da Verdade caixas e caixas de documentos referentes a processos administrativos do Ministério da Justiça, que têm relação com o período do regime militar.

Estão entre os papéis, inclusive, documentos referentes a casos tratados na Comissão de Anistia do ministério ou casos cuja condução foi feita pessoalmente por ministros.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013 Política | 07:00

Marin recusa convite da Comissão da Verdade e se irrita com envio de ofícios à CBF

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A última recusa do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, para ser ouvido na Comissão da Verdade da Câmara de São Paulo deixou os vereadores irritados e fez com que a Comissão Nacional da Verdade interviesse.

Desde o início do ano, a comissão vem convidando Marin para falar sobre seu envolvimento com o regime militar. O último convite, enviado para a sede da CBF, o presidente respondeu, em ofício, que na década de 1970 não era presidente da instituição.

“Permita-se vossa senhoria que manifeste minha estranheza por ter sido endereçado ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol uma correspondência que se prende a fatos ocorridos ‘na década de 1970’ quando, obviamente, eu não exercia o cargo de presidente desta Confederação. Solicito-lhe, pois, o obséquio de não mais endereçar à CBF correspondência eventualmente a mim dirigida e que não diga respeito a assuntos daquela entidade”, escreveu Marin ao presidente da Comissão municipal, vereador Gilberto Natalini (PV).

Diante da resistência e da última resposta, a Comissão Nacional da Verdade, que tem poder constitucional de convocação, irá intimar o presidente da CBF a comparecer na Câmara para prestar esclarecimentos.

Marin era deputado estadual pela Arena, em 1975, quando fez discursos públicos elogiando o delegado Sérgio Paranhos Fleury – titular da Delegacia de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo na época- e criticando o então diretor de jornalismo da TV Cultura, Wladimir Herzog, que morreu após ser torturado no Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI). Marin sempre negou envolvimento com o caso.

O filho do jornalista, Ivo Herzog, que também deve participar da audiência com Marin, lidera uma campanha contra a participação do presidente da CBF no comando da Copa do Mundo de 2014.

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