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Posts com a Tag Comissão de Educação

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 Congresso | 13:21

Comissão de Educacão da Câmara ficará com PCdoB

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A deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA). Foto: Agência Brasil

A deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA). Foto: Agência Brasil

Em meio aos acordos para distribuição de cargos na Câmara dos Deputados, foi decidido que a Comissão de Educação ficará com o PCdoB.

A mais cotada para assumir a presidência é a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), que há anos acompanha os trabalhos da comissão.

No entanto, como a baiana presidiu a Comissão de Cultura no último ano, Alice deverá enfrentar a resistência de outros nomes do partido que reivindicam um rodízio dos cargos.

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 Congresso | 11:00

PT define comissões prioritárias para 2015

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Conformada em só ter direito à quarta escolha na distribuição das comissões parlamentares da Câmara dos Deputados, a bancada petista já definiu suas quatro prioridades para 2015.

A depender do que os outros partidos selecionarão na sua frente, o PT priorizará as comissões permanentes de Fiscalização e Controle, Minas e Energia, Relações Exteriores ou Educação.

Em 2014, à frente da maior bancada, a sigla conseguiu o comando das comissões de Constituição e Justiça, Direitos Humanos e Seguridade e Família, além da Comissão Mista de Orçamento.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 Congresso | 20:07

PSB vai indicar deputado do Rio para presidir Comissão de Educação

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glauber_braga

Glauber Braga (foto: divulgação)

O PSB definiu o nome que indicará para presidir a comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

A escolha foi fechada na reunião da bancada que terminou há pouco. Será o deputado Glauber Braga (RJ).

O PSB comemorou muito a conquista da Comissão de Educação e deve usar o espaço discutindo temas que também estarão na campanha de Eduardo Campos à Presidência da República.

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quinta-feira, 18 de abril de 2013 Congresso | 18:15

Deputados da Frente LGBT combatem Feliciano em outras comissões

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Se deputados ligados ao ativismo LGBT decidiram abandonar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, não desistiram de usar as comissões para o enfrentamento a Marco Feliciano (PSC-SP).

A Comissão de Educação aprovou requerimento de Jean Wyllys (PSOL-RJ) que pede a realização de Seminário “Religião e Diversidades”, no auditório Nereu Ramos no dia 14 de maio.

Esse mesmo seminário foi proposto no começo do mês durante reunião da Frente LGBT como parte integrante do seminário nacional LGBT, marcado para o mesmo dia.

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domingo, 17 de julho de 2011 Brasil | 06:02

Gustavo Ioschpe: “Prouni serve apenas para fazer propaganda eleitoral”

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Gustavo Ioschpe

O deputado federal Edmar Arruda (PSC-PR) apresentou, no início de junho, um projeto de lei que determina que todas as escolas públicas do país fixem na porta do estabelecimento de ensino uma placa exibindo sua nota no Ideb – o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado pelo governo federal para monitorar a qualidade do ensino.

O projeto de Arruda, que está na Comissão de Educação da Câmara, foi elaborado sob inspiração de ideia do economista e especialista em Educação Gustavo Ioschpe. “Precisamos parar de tolerar o fracasso escolar dos alunos mais pobres: ou criamos um sistema em que todos aprendem, ou permaneceremos mais uma geração como ‘o país do futuro’”, diz Ioschpe.

Poder Online – Que ações efetivas a proposta de as escolas exibirem a média do Ideb já provocou?

Gustavo Ioschpe – Dois ou três dias depois da publicação do artigo na Veja, a ideia virou projeto de lei federal, do deputado Edmar Arruda, do PSC do Paraná. Ele já foi despachado para a Comissão de Educação e teve o seu relator apontado: será o deputado Lelo Coimbra, do PMDB do Espírito Santo. Espero que seja votada na Comissão nas próximas semanas. A ideia também despertou ações em vários estados e municípios.

Poder Online – Em quais?

Gustavo Ioschpe – Já foi adotada, via decreto, como lei estadual em Goiás. Também tramita como lei estadual nas Assembleias de Minas Gerais, Piauí, Mato Grosso e Espírito Santo. Foi implementada como decreto de prefeituras no Rio de Janeiro, Praia Grande (SP) e Estância (SE). Foi aprovada em lei municipal em Teresina (PI) e Cambui (MG). Tramita como lei municipal em Vitória, Dois Irmãos (RS) e Juiz de Fora. Em São Paulo, o vereador Floriano Pesaro, do PSDB, também prepara projeto de lei. E já contamos com a simpatia do Executivo.

Poder Online – Qual a importância de a proposta virar lei?

Gustavo Ioschpe – Tenho incentivado a adoção de lei a respeito do assunto em todos os lugares para que tenha mais solidez e que a proposta não esteja sujeita a cancelamento quando mudarem os prefeitos e governadores.

Poder Online – Como a divulgação do Ideb no porta da escola pode colaborar, de fato, para a melhora da educação no Brasil?

Gustavo Ioschpe – Acredito e espero que, quando os pais souberem da verdadeira qualidade da escola dos filhos, eles pararão de culpar o filho pelo seu insucesso e entenderão que é um problema da escola e do sistema de ensino. E passarão a fazer algo inédito ainda no Brasil: pressionar políticos, diretores e professores por educação de qualidade. Não acredito que um pai minimamente preocupado com o bem-estar do filho vai se manter acomodado quando souber que seu filho estuda em uma escola com Ideb baixo. E, por outro lado, também espero que eles reconheçam e incentivem os profissionais das boas escolas,que fazem um excelente trabalho e são tratados como todos os demais colegas.

Poder Online – Como os pais se relacionam hoje com a escola de seus filhos?

Gustavo Ioschpe – Hoje, infelizmente, os pais brasileiros têm uma impressão equivocada da qualidade da escola de seus filhos. Acreditam que a escola é bem melhor do que ela realmente é. A nota, de 0 a 10, que os pais dão às escolas do filho em pesquisas costuma ficar acima de 8, enquanto o Ideb mostra um desempenho que é a metade disso. Com essa satisfação, os pais não pressionam os funcionários das escolas e nem os gestores públicos por melhorias.  E mesmo quando bem intencionados, os gestores não conseguem aprovar medidas de reformas efetivas da educação porque não há apoio popular que se contraponha à forte oposição das corporações do ensino, defensoras do status quo.

Poder Online – Quais outras ações são necessárias para que a sociedade se mobilize em prol da educação?

Gustavo Ioschpe – Para haver uma mobilização precisamos de dois fatores: o primeiro é entender o quão importante é a educação de qualidade para a vida de cada pessoa e do país. Isso toda a sociedade já sabe, mesmo os pais de renda mais baixa. O segundo é saber o quão distante o Brasil está de oferecer uma educação boa. Isso a grande maioria da população ignora. A ideia do Ideb nas escolas foi pensada para suprir essa ausência. Precisamos de mais iniciativas que divulguem nossas carências. É algo que todo cidadão pode fazer, falando com seus amigos, colegas de trabalho, parentes, ajudando a disseminar um olhar mais objetivo sobre nossa educação, embasado por medidas objetivas.

Poder Online – Durante o 52º Congresso da UNE, em Goiânia, o ex-presidente Lula afirmou que “precisou de muito trabalho do ministro Fernando Haddad para garantir que o pobre chegasse à universidade”. Como você avalia essa afirmação?

Gustavo Ioschpe – É mais uma mistificação. Quantas bolsas o Prouni concedeu? Algo em torno de 600 mil. Em um país de 190 milhões de habitantes isso é irrisório, serve apenas para fazer propaganda eleitoral. E o mais incrível é que essas vagas venham de universidades privadas, e não das públicas, sobre as quais o MEC tem controle direto. O Brasil tem taxa de matrícula universitária que é a metade dos seus vizinhos de América Latina e de três a quatro vezes menor do que a dos países desenvolvidos. Os bons cursos das universidades públicas são território ocupado por alunos de famílias de alta renda. O Brasil ainda é um dos países em que é mais difícil ao pobre chegar à universidade.

Poder Online –  O argumento da secretária de Educação Básica do MEC, Pilar Lacerda, que discorda da proposta, é que o contexto em que a escola está inserida faz muita diferença no resultado do Ideb. O que fazer, então, para que o ensino das regiões pobres esteja além da questão social?

Gustavo Ioschpe – É preciso ainda mais ênfase na educação de resultado, e não tapar o sol com a peneira querendo que a verdadeira qualidade daquela escola permaneça escondida. Precisamos melhorar radicalmente a formação dos professores – algo que as universidades públicas federais, que respondem ao MEC, poderiam e deveriam ter papel de liderança. Precisamos ter processos seletivos e exigentes para escolha e treinamento de diretores, ao invés de nomeações políticas. Precisamos insistir que os professores adotem praticas que a literatura empírica aponta como importantes para o aprendizado. Precisamos acompanhar constantemente o desempenho dos alunos, por meio de deveres de casa e provas, e intervir cedo e rápido quando um problema é detectado. E precisamos insistir para que paremos de tolerar o fracasso escolar dos alunos mais pobres: ou criamos um sistema em que todos aprendem, ou permaneceremos mais uma geração como o país do futuro.

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terça-feira, 12 de julho de 2011 Congresso | 13:01

Barata “ajuda” eleger vice na Comissão de Educação no Senado

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Ana Amélia (Foto: Cadu Gomes)

Uma barata foi encontrada hoje no fundo da urna usada na votação que escolheu o novo vice-presidente da Comissão de Educação do Senado, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC). Ele foi o único candidato.

Após contar os votos, a presidente da comissão, Ana Amélia (PP-RS), anunciou:

— Eleito por 20 votos e uma barata.

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quinta-feira, 19 de maio de 2011 Congresso | 20:03

Tiririca, o mais blindado da Câmara

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Poder Online bem que tentou, mas até agora não conseguiu qualquer resposta do deputado e humorista Everardo Tiririca (PR-SP) — integrante da Comissão de Educação e Cultura da Câmara — sobre o livro do MEC que ensina o aluno a falar errado.

Sua assessoria não aceita nem ouvir falar no assunto.

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