Publicidade

Posts com a Tag Congresso

segunda-feira, 3 de setembro de 2012 Congresso | 15:56

Dividido em três etapas, uma das partes de relatório final da CPI do Cachoeira focará em Perillo

Compartilhe: Twitter

Com a aproximação do fim do prazo da CPI do Cachoeira, deputados governistas já articulam a apresentação do relatório final.

De acordo com o vice-presidente da comissão, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), o relatório deve ser dividido em três partes.

Uma vai abordar o braço financeiro da organização criminosa chefiada pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira, que usou a empresa Delta Construções para desviar recursos públicos.

A outra parte vai pegar o braço político da comissão, que resultou na cassação do ex-senador Demóstenes Torres (GO) e revelou o envolvimento de outro políticos com a organização.

E uma terceira parte deve abordar a infiltração do esquema criminoso de Cachoeira no governo do Goiás, chefiado por Marconi Perillo (PSDB). Na avaliação de Teixeira, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), deve ficar de fora do relatório final.

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 16 de julho de 2012 Congresso | 20:09

PR se prepara para brigar até o final com o governo para obstruir votação da LDO

Compartilhe: Twitter

Apesar do líder do PR, Lincoln Portela (PR-MG), ter liberado a bancada para votar com o governo pela aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), ele diz que apenas dois parlamentares aderiram a orientação governista na semana passada.

Com 36 deputados, o PR decidiu aderir a obstrução e está disposto a fazer jogo duro com o Planalto.

Na semana passada a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, tentou, sem sucesso, buscar um acordo com Portela para votar a LDO.

Autor: Tags: , , , ,

Congresso | 20:09

Se não tiver recesso, prazo de Medidas Provisórias continuam valendo no Congresso

Compartilhe: Twitter

Uma das preocupações com o governo, caso a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não seja votada até o próximo dia 17, é que sem recesso parlamentar os prazos para Medidas Provisórias em tramitação no Congresso não ficam suspensos.

Entre as MPs que vão contar prazo está a MP que muda o Código Florestal, já aprovada em comissão mista no Congresso.

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 9 de julho de 2012 Economia | 16:01

Suinocultores preparam protesto em Brasília

Compartilhe: Twitter

Na próxima quinta-feira, dia 12, cerca de 500 de suinocultores de 10 estados vão a Brasília cobrar medidas do governo para reverter a crise no setor.

Uma das reivindicações é a votação de um projeto de lei que, parado na Câmara, que prevê o refinanciamento de R$ 30 bilhões em dívidas acumuladas nos últimos 20 anos.

Por conta do endividamento, boa parte dos suinocultores estão com os limites de créditos comprometidos e não podem ser beneficiados pelo Plano Safra, anunciado há duas semanas pela presidenta Dilma Rousseff e que prevê R$ 115 bilhões em créditos para o setor.

Uma das causas da crise é a dificuldade da venda de carne suína para o exterior, que obriga os produtores a comercializarem o produto no Brasil. Com o aumento da oferta, o preço mercadoria acaba caindo drasticamente.

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 21 de junho de 2012 Congresso | 07:50

Com aprovação da LDO na comissão de Orçamento, governo abre caminho para recesso legislativo em julho

Compartilhe: Twitter

Mesmo com quorum enfraquecido na Câmara esta semana, o governo conseguiu reunir, na última terça-feira, expressa maioria na Comissão Mista de Orçamento (CMO) para garantir a aprovação do relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO).

Com a aprovação, o governo conseguiu avançar na tramitação da LDO no Congresso. No ritmo em que ela está caminhando, é possível que o texto fique liberado para ser votado em plenário a partir do próximo dia 3 de julho.

O recesso dos parlamentares começa a partir do dia 17, mas eles só podem  curtir o descanso depois que a LDO estiver votada.

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 24 de maio de 2012 Congresso | 11:37

Sem acordo, governo deixa Medida Provisória do Regime Diferenciado de Contratação caducar

Compartilhe: Twitter

Foi por falta de acordo que o governo não conseguiu votar a Medida Provisória (MP) 556, que entre diversos temas estendia o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento.

Tanto parlamentares da oposição como líderes da base aliada não aceitaram votar a ampliação do RDC por meio de emenda em uma outra MP.

De última hora, o Planalto cedeu em vários pontos para tentar um acordo. Mas o esforço foi em vão.

Autor: Tags: , ,

terça-feira, 22 de maio de 2012 Congresso | 15:41

Silêncio de Cachoeira obecede a estratégia que tentará anular processo

Compartilhe: Twitter

O silêncio desta tarde do contraventor Carlinhos Cachoeira na CPMI  tem um propósito bem definido por seu advogado, o ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.

Bastos diz que dentro de duas semanas deverá ser analisado um pedido de nulidade do processo contra Cachoeira na Justiça.

Até lá, avalia o ex-ministro, qualquer declaração de seu cliente pode prejudicar sua estratégia de defesa.

No começo de seu depoimento, Cachoeira chegou a prometer falar muito depois da decisão da Justiça sobre o pedido de anulação.

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 3 de maio de 2012 Governo | 19:39

PR não vai a reunião do Conselho Político da Dilma

Compartilhe: Twitter

O PR não compareceu na reunião do Conselho Político da presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. O conselho é formado por líderes da base aliada no Congresso.

O PR foi convidado para o encontro e chegou a confirmar presença para a reunião que estava marcada para ontem. Mas como houve uma mudança de data, os líderes do partido se ausentaram e nem enviaram seus representantes.

O PR é o único partido que sofreu baixas na Esplanada dos Ministérios sem ser novamente contemplado.

Autor: Tags: , , ,

domingo, 22 de abril de 2012 Congresso | 11:58

Primeira mulher a presidir o Congresso, Rose de Freitas prepara-se para disputar a Presidência da Câmara

Compartilhe: Twitter

O presidente do Senado exerce também o posto de presidente do Congresso Nacional. Seu vice, no entanto, não é o presidente mas quem esteja na Vice-Presidência da Câmara.

E a vice-presidenta da Câmara é a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES).

Portanto, por força da licença médica do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), coube a uma mulher assumir pela primeira vez o cargo de presidenta do Congresso.

A deputada Rose de Freitas também acabou presidindo, na última quinta-feira, a sessão de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da Câmara e do Senado que investigará o envolvimento do banqueiro do bicho Carlinhos Cachoeira com o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).

Mas como pensa a primeira presidenta do Congresso Nacional? Poder Online foi ouvi-la.

Ficou claro que Rose de Freitas já elaborou até seu programa de gestão, caso seja eleita presidenta da Câmara, em vez do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).

Ela reclama da falta de discussão interna no seu partido e mostra-se como uma forte aliada da presidenta Dilma Rousseff.

Classifica a primeira mulher a assumir a Presidência da República como “uma presidenta feminina com olhar feminista”.

Poder Online – Como a senhora está vendo essa CPI?

Rose de Freitas – A primeiro movimento, que muito me agradou, foi o de os partidos terem indicado, como seus representantes na comissão, gente muito séria,  em condições de trabalhar fundo nas investigações. Isso é muito importante para o país num momento desses.

Poder Online – Mas a deputada Íris de Araújo (PMDB-GO), indicada pelo seu partido para a comissão, fez um discurso forte de ataque ao governador tucano Goiás, Marconi Perillo, a quem ela faz oposição e que é  um dos alvos da CPI. Isso não indica que o critério usado pelo PMDB pode ser o de transformar a comissão num palco de vinganças regionais?

Rose de Freitas – Realmente isso é complicado.  A CPI é uma oportunidade de a classe política retomar o bom convívio com a opinião pública, num momento em que o povo anda desacreditado dos políticos. Então nenhum de nós pode chegar lá com posições pré-determinadas.

Poder Online –Mas a CPI também não pode se transformar em pizza…

Rose de Freitas – Se seus membros tiverem uma postura séria, investigativa, de magistrados, sem posições pré-determinadas, ela não acabará em pizza. O povo não aguenta mais corrupção, assim como não aguenta mais essas artimanhas políticas. A CPI é uma grande oportunidade de fazer o povo acreditar novamente nos políticos, pois estamos todos, todas as autoridades  em xeque. No Executivo, houve as denúncias contra os ministros, que a presidenta Dilma soube enfrentar com prontidão e isso aumentou sua popularidade. O Judiciário também tem sido alvo de denúncias. Aqui no Espírito Santo foi descoberta uma corrupção avassaladora no Tribunal de Justiça. Então essa é a hora de virar o jogo, e a CPI será importantíssima para isso.

Poder Online – E como a senhora se sente sendo a primeira mulher a presidir o Congresso?

Rose de Freitas – Já presidi em outras sessões, mas como vice-presidente do Congresso, já que o presidente, o senador José Sarney, estava no exercício do cargo. Agora estou no exercício da Presidência, pois o senador está sob licença médica. Mas, respondendo à sua pergunta, sinto-me muito orgulhosa. Sempre que uma mulher assume uma posição dessas aumenta a confiança da população nas mulheres para qualquer outro cargo.

Poder Online – É o caso da presidenta Dilma?

Rose de Freitas – A presidenta Dilma foi mais importante ainda, porque ela assumiu sem se esquecer da questão de gênero. Eu diria que, além de ser uma presidenta feminina, ela é a primeira feminista a assumir o cargo. Dilma foi buscar outras mulheres para postos de importância em seu governo, fortalecendo a luta das mulheres. A verdade é que, infelizmente, ainda temos muito poucas mulheres na política e em cargos de relevância.

Poder Online – Quando a senhora dirige sessões da Cãmara ou do Congresso sente algum preconceito dos homens no plenário?

Rose de Freitas – As sessões do Congresso são muito objetivas, não dão margem a isso. Na Câmara, no início, senti algumas vezes. Mas acho que eu soube me impor. Também tive muito apoio das demais mulheres do Parlamento. Sempre que houve alguma atitude preconceituosa, todas nós nos juntamos, contei muito com o apoio das minhas companheiras. Hoje, acho que praticamente não há mais isso. Tenho visto inclusive muitos deputados assumindo essa questão como uma luta deles também.

Poder Online – Mas houve o episódio recente do líder do governo na Câmara, o Arlindo Chinaglia (PT-SP), que a desafiou. Disse para a senhora descer da Mesa Diretora para o plenário, e que não medisse o comportamento dele pela sua régua.

Rose de Freitas – É… Foi um episódio desrespeitoso. Eu até pensei em entrar com uma representação contra ele, mas estou segurando. Tenho a fita da sessão, mas resolvi esperar para ver se o Arlindo reflete sobre o assunto e volta atrás. Ele, inclusive, foi procurado por algumas de nossas colegas. Acho que o deputado é uma figura de rompantes, mas gosto dele.  Até votei no Arlindo para presidente da Câmara, quando ele acabou vitorioso. Não guardo mágoas. Apenas reflito sobre a representação porque acho que este tipo de atitude não pode ocorrer. Menos ainda com um líder do governo e com um ex-presidente da Câmara.

Poder Online – Por falar em Presidência da Câmara, a senhora é candidata?

Rose de Freitas – Na data de hoje, não. Tenho ouvido de vários partidos conversas nessa direção, mas sinceramente não estou candidata. Acho que hoje, qualquer candidatura terá que passar por uma ampla discussão de um programa de trabalho diferenciado para a Câmara.

Poder Online – Como assim?

Rose de Freitas – É preciso que a Câmara traga a população para discutir mais o país aqui dentro. Já até apresentei algumas propostas. Temos, por exemplo, as sextas-feiras sem votações no plenário. Devíamos usá-las para  sessões em que os diversos setores da sociedade viessem aqui debater  temas na ordem do dia do país como, por exemplo, o Código Florestal, que vai ser votado agora a toque de caixa. Tem também o problema dos projetos serem votados sem que o plenário tenha tempo para avaliá-los melhor. O relator entrega seu parecer quando quer. Os líderes se reúnem à tarde e a votação inicia à noite, varando a madrugada, com todo mundo cansado e com pressa. Não dá. E há matérias aqui que tramitam há anos sem necessidade dessa demora. Houve, há pouco, o caso do projeto que deu às avós o direito de visitar os netos. Tramitou durante 20 anos.

Poder Online –  E a candidatura do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), a presidente da Câmara?

Rose de Freitas – Não tenho condições de falar sobre isso. A vaga é do PMDB e o Henrique é o líder. Mas acho que o partido carece de maiores debates. As coisas do partido não podem ficar como dadas, sem discussões. Por exemplo: quais as posições políticas do PMDB? Que posições firmes temos tomado sobre assuntos importantes? Poderíamos, por exemplo, ser o partido da construção do pacto federativo, num momento em que os governos estaduais estão endividados e o Congresso está tratando da reforma tributária em fatias, em que temos a grande polêmica dos royalties. Mas o PMDB fica, apara a opinião pública, na discussão do fisiologismo. Isso não é bandeira de partido. Não me sinto à vontade nisso. Se o partido decidir pelo Henrique Eduardo Alves, teremos então que discutir com ele nosso programa. Mas ninguém faz isso. Daí acaba que até o Henrique fica com sua candidatuta questionada e marcada pelo fisiologismo.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 11 de abril de 2012 Congresso | 20:32

Oposição estranha demora do governo em apresentar requerimento da CPI

Compartilhe: Twitter

Os parlamentares da oposição estranham a demora da base governista em apresentar o texto do requerimento de abertura da CPI do Cachoeira no Congresso.

O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PSDB-PE), não entende porque tanta demora para apresentar o texto, que não passa de cinco linhas.

Ele disse que se o documento não ficar pronto até amanhã, tomará a iniciativa de apresentar um novo requerimento e recolher as assinaturas.

O impasse acontece porque não há acordo no número de integrantes para a comissão.

Autor: Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 4
  3. 5
  4. 6
  5. 7
  6. 8
  7. 10
  8. Última