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Posts com a Tag Conselho de Ética

quarta-feira, 16 de julho de 2014 Congresso | 12:00

‘Nossa estratégia não é protelar as investigações’ afirma advogado de Argôlo

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Deputado Federal Luiz Argôlo (SDD-BA) responde a processo no Conselho de Ética. (Foto: Agência Câmara)

Deputado Federal Luiz Argôlo (SDD-BA) responde a processo no Conselho de Ética. (Foto: Agência Câmara)

Ao contrário do que tem feito a defesa do ex-petista André Vargas no Conselho de Ética da Câmara, o advogado do deputado Luiz Argôlo (SDD-BA), Aluísio Reges, garante que não tentará atrasar o processo para ganhar tempo até as eleições.

Leia também: Deputados propõem adiar recesso para concluir casos Vargas e Argôlo

“Nossa estratégia não é protelar as investigações. Nós vamos agir de uma forma completamente diferente da defesa do Vargas. Pode ver que nós não precisamos ser chamados por edital, mesmo doente o deputado recebeu a denúncia. Agora, também não vamos acelerar nada”, afirmou Reges.

Em junho, o Solidariedade decidiu arquivar o processo contra Argôlo. Com o sinal verde do partido, o deputado disputará a reeleição na Bahia. Uma eventual cassação, porém, abriria brechas jurídicas para impedir sua posse, caso eleito.

 

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quarta-feira, 2 de julho de 2014 Congresso | 07:30

Delgado desiste de ouvir Alberto Youssef sobre André Vargas

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). Foto: Divulgação

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). Foto: Divulgação

O relator do processo contra o deputado federal André Vargas no Conselho de Ética da Câmara, Júlio Delgado (PSB-MG), praticamente desistiu de ouvir o doleiro preso Alberto Youssef, que prestaria depoimento por videoconferência ao Conselho nesta quarta-feira.

Assista: Relator do caso Vargas bate boca com petista no Conselho de Ética

A videoconferência foi cancelada após Youssef afirmar que permaneceria calado durante a oitiva. Diante da atitude, Delgado chegou a sugerir a ida de representantes do Conselho ao Paraná, para pressioná-lo.

Aos mais próximos, porém, o deputado revelou que, se nenhum dos conselheiros insistir, ele não levará a ideia adiante. O medo é de que a viagem acabe favorecendo a estratégia da defesa de Vargas – que tenta ao máximo postergar a conclusão do processo.

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terça-feira, 1 de julho de 2014 Congresso | 17:30

Relator do caso Vargas bate boca com petista no Conselho de Ética

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Pouco antes de se iniciar o depoimento do deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) ao Conselho de Ética da Câmara, nesta terça-feira, um bate-boca entre os deputados Sibá Machado (PT-AC) e Júlio Delgado (PSB-MG) acirrou os ânimos locais.

O motivo foi a quebra de um acordo, no qual Machado havia se comprometido a garantir a presença de testemunhas petistas para falarem sobre a relação entre o deputado federal André Vargas (recentemente desfiliado do PT) e o doleiro Alberto Youssef.

“Não sou babá de ninguém”, gritou Machado, após pedir para que referências à quebra do tal acordo fossem retiradas da ata desta reunião. Como resposta, ouviu de Delgado, relator do caso Vargas,  que não era merecedor de confiança.

Assista a um trecho da discussão:

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quarta-feira, 21 de maio de 2014 Congresso | 07:30

Michel Saliba será advogado de André Vargas no Conselho de Ética

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De volta à Câmara, o deputado federal André Vargas  já definiu que Michel Saliba será seu advogado para enfrentar o processo por quebra de decoro no Conselho de Ética.

Leia mais: ‘Vim aqui para trabalhar, senão cortam meu salário’, diz André Vargas

De acordo com aliados, Vargas, que atualmente está sem partido, tem dito que não guarda rancor do partido e que continuará votando com o PT, na Câmara.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014 Congresso | 10:30

Marcos Rogério e César Colnago disputam relatoria de processo contra Argôlo

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Deputado Federal Luiz Argôlo (SDD-BA) responderá a processo no Conselho de Ética. (Foto: Agência Câmara)

Deputado Federal Luiz Argôlo (SDD-BA) responderá a processo no Conselho de Ética. (Foto: Agência Câmara)

A disputa para a relatoria do processo por quebra de decoro contra o deputado federal Luiz Argôlo (SDD-BA), no Conselho de Ética da Câmara, está entre os deputados Marcos Rogério (PDT-RO) e César Colnago (PSDB-ES).

Leia mais: Conselho de Ética da Câmara instaura processos de cassação contra Luiz Argôlo

O terceiro sorteado, Izalci Lucas (PSDB-DF), disse que já conversou com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP) e abriu mão de sua vaga, para priorizar os trabalhos na CPMI da Petrobras, que deve ser instalada na próxima semana.

Argôlo é o segundo parlamentar citado na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, ligado ao doleiro preso Alberto Youssef.

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segunda-feira, 5 de maio de 2014 Congresso | 18:00

Número do PT vira piada em votação do relatório Vargas

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Deputado federal André Vargas, atualmente sem partido. (Foto: Agência Brasil)

Deputado federal André Vargas, atualmente sem partido. (Foto: Agência Brasil)

Após a votação do relatório preliminar que pediu, no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, a investigação da suposta quebra de decoro do ex-petista André Vargas (PR), deputados fizeram piada com o resultado do pleito.

O parecer foi aprovado por 13 votos a zero, sendo que o deputado Fernando Ferro (PT-PE) foi quem definiu o placar.

A maldade que virou piada é que a investigação a Vargas foi autorizada justamente com o número do PT.

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sexta-feira, 25 de abril de 2014 Congresso | 10:00

Menção a Padilha será mantida em relatório do caso André Vargas no Conselho de Ética

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Alexandre Padilha (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Alexandre Padilha (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Citado no relatório da Polícia Federal como possível patrocinador da indicação de um ex-assessor para o laboratório Labogen, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha também deverá ter seu nome mantido no relatório que embasa o caso do deputado André Vargas (PT-PR) no Conselho de Ética da Câmara.

O relator Júlio Delgado (PSB-MG) já avisou que pretende deixar a menção ao ex-ministro no texto. Ela aparece no trecho que cita a relação entre o laboratório Labogen e o Ministério da Saúde.

Padilha nega qualquer envolvimento com o caso e afirma que nunca indicou ninguém para trabalhar no Labogen.

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domingo, 13 de abril de 2014 Congresso | 07:00

“Não quero fazer palanque da sangria de André Vargas ou do PT”, diz relator

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). - (Foto: Agência Brasil)

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG) é o relator de projeto contra o deputado André Vargas (PT-PR), no Conselho de Ética. (Foto: Agência Brasil)

Relator do processo de quebra de decoro parlamentar contra o deputado André Vargas (PT-PR) no Conselho de Ética da Câmara, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) disse que pretende cumprir todo processo de investigação ainda no primeiro semestre deste ano, antes da Copa do Mundo.

A rapidez no processo, para Delgado, é para que ninguém o acuse de fazer palanque com a investigação. Delgado é um dos principais aliados do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que será adversário do PT na corrida presidencial.

Em entrevista ao Poder Online ele enfatiza: “Não quero fazer palanque da sangria de André Vargas ou do PT”.

Delgado foi relator no Conselho de Ética do processo que cassou o deputado petista José Dirceu (SP), atualmente preso por ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal no processo de envolvimento no esquema do mensalão. Para ele o principal avanço em relação àquela época é a adoção do voto aberto para cassação de mandato.

Poder Online: Quando o senhor pretende apresentar o relatório? Júlio Delgado (PSB-MG):

Estou trabalhando no relatório e espero apresentar meu parecer quando o presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar, marcar a próxima sessão. Parece que será no dia 22 deste mês. Assim que ele marcar, estou pronto para apresentar meu voto. A partir daí poderá começar o trâmite, propriamente dito, que é prazo de defesa, oitiva de testemunha.

O senhor já identificou indícios da atuação conjunta de André Vargas com o doleiro Alberto Yousseff? Em que pontos essa relação significou quebra de decoro parlamentar?

A análise será feita para identificar se a quebra de decoro foi cometida em duas partes. Neste momento não posso antecipar meu voto, até porque, é necessário respeitar os prazos e o direito amplo de defesa. Além disso, novas questões podem surgir.

Mas a primeira denúncia refere-se ao uso da aeronave do doleiro Alberto Yousseff, preso pela Polícia Federal na operação Lava Jato. Isso caracteriza quebra de decoro?

A representação apresentada foi com relação ao uso da aeronave e aí pode haver um indício de tráfico de influência. Ele teria essa vantagem por ter beneficiado os negócios de Yousseff. No entanto, a fala dele no plenário da Câmara talvez tenha sido a parte mais grave neste processo.

E quanto aos diálogos trocados por meio de mensagens de celular?

Os diálogos não estão nesta representação e só serão analisados na outra fase do processo, se a tese da admissibilidade for aceita.

O senhor representa o PSB na Câmara, um partido que defende a candidatura do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República, contra o PT, partido do deputado André Vargas. O senhor teme ser acusado de fazer do Conselho de ética da Câmara um palanque?

Não tenho o menor interesse em protelar esse processo e fazer palanque com a sangria de André Vargas ou do PT.  O meu prazo para a conclusão do processo é de 90 dias uteis, caso a tese da admissibilidade seja aceita. E não tenho nenhum interesse de estender isso. Antes da Copa tenho condição de preparar o relatório, mas sei que esta dinâmica vai depender da dinâmica que eles, o PT e o deputado André Vargas estabelecerem. Não quero vincular nenhum tipo de ação política ou eleitoral a esse processo que tem condições de terminar no primeiro semestre. Fui sorteado e vou cumprir minha obrigação.

Na fase política da investigação sobre o mensalão, o senhor foi relator do processo que pediu a cassação do então deputado José Dirceu (PT-SP), que perdeu o mandato e atualmente está preso, condenado pelo Supremo. O senhor acredita que o processo de André Vargas deverá ter desfecho semelhante?

É necessário lembrar que naquela época o voto era secreto e, mesmo assim, a tese pela cassação que eu propus foi aceita. Hoje, o voto é aberto.  Agora, se a tese chegar ao plenário, as pessoas podem saber, de forma transparente, como é que votou o seu deputado.

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sexta-feira, 11 de abril de 2014 Partidos | 16:30

Com aliado como relator, Eduardo Campos surfa no caso André Vargas

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Eduardo Campos e Júlio Delgado, em Pernambuco. (Foto: Divulgação)

Eduardo Campos e Júlio Delgado, em Pernambuco. (Foto: Divulgação)

O presidenciável socialista Eduardo Campos aproveitou que tem um de seus principais aliados na relatoria do processo contra o deputado André Vargas (PT-SP) para surfar no caso.  A página do socialista no Facebook era só elogios ao colega nesta sexta-feira.

Leia também: André Vargas despista até colegas de partido

“O PSB tem satisfação de ter parlamentares do quilate de Júlio”, afirmou Campos. “Sua escolha como relator do processo apenas reforça isso”, completou.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013 Copa 2014 | 14:19

Presidente do Conselho de Ética diz ver chance de agilizar investigações

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O deputado Ricardo Izar (PSD-SP) comemorou a jurisprudência criada pelo caso envolvendo Devanir Ribeiro (PT-SP) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Isso porque, Izar vem tentando extinguir o chamado relatório preliminar, que é o levantamento inicial sobre ocorrências na Câmara dos Deputados.

Segundo Izar, esse relatório “segurava o conselho de ética”. “O relator não tinha como fazer um estudo e apresentar um relatório profundo. Normalmente esse relatório era derrubado no plenário e as investigações não iam para frente”, disse Izar.

Só que o relator do caso Devair/Lorenzoni, Marcos Rogério (PDT-RO), apresentou um relatório preliminar com análise mais profunda e sugerindo penas o que, para Izar, criou o precedente necessário para extinguir a ferramenta.

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