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Posts com a Tag coordenação política

terça-feira, 21 de agosto de 2012 Congresso | 08:00

Esforço concentrado põe em xeque coordenação política do governo

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Começa hoje mais uma semana de esforço concentrado dos parlamentares para votarem medidas provisórias durante o recesso.

Três MPs trancam a pauta devido a uma obstrução de governistas e oposicionistas em protesto pelo fato de a coordenadora política do Planalto, Ideli Salvatti, não ter cumprido promessa de liberação de emendas ao Orçamento.

Se a votação ocorrer sem a liberação das emendas, será uma demonstração de força do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que estão em rota de colisão com Ideli.

Se a votação não ocorrer, será a evidência de que o esquema de coordenação política do governo está inoperante e a presidenta Dilma Rousseff terá que dar um freio de arrumação nos seus coordenadores.

Especialmente Ideli e Chinaglia, já que sobre Marco Maia, chefe do Poder Legislativo,  é menor a autoridade de um chefe de outro Poder.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012 Congresso | 08:09

Semana decisiva para a coordenação política do governo na Câmara

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O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), convocou para hoje à tarde sessão deliberativa da Cãmara a fim de tentar votar as medidas provisórias 563 e 564, que integram o Plano Brasil Maior, com medidas de enfrentamento à crise econômica internacional.

Maia já marcou também sessão deliberativa para amanhã, caso ocorra o mais provável, que é não haver quórum suficiente para  votar as MPs hoje.

As duas MPs correm sério risco de caducar, também se o governo nãoo conseguir votar esta semana a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que sofre obstrução dos parlamentares da base governista e da oposição em protesto contra a lentidão do Palácio na liberação de emendas do Orçamento para obras nos municípios.

A votação (ou não) dessas materias esta semana é considerada decisiva no relacionamento da presidenta Dilma Rousseff com Marco Maia — que andou estremecido por conta da colocação na pauta de votações da Câmara de temas que desagradavam ao Palácio do Planalto.

Também será um teste decisivo para a ministra de Assuntos Institucionas, Ideli Salvatti. Encarregada da coordenação política do Palácio, Ideli não tem conseguido se articular com os líderes da Câmara, o que ameaça sua permanência no cargo na reforma ministerial prevista para depois das eleições municipais.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 Governo | 12:47

Em balanço de fim de ano, Dilma elogia coordenação política

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Confraternização de líderes e ministros governistas no Palácio da Alvorada (Foto: Alan Sampaio/iG)

Ontem à noite em sua festa de confraternização de final de ano com ministros e líderes governistas, no Palácio da Alvorada, a presidenta Dilma Rousseff não poupou elogios a seus coordenadores politicos.

Ninguém acreditava que desse muito certo o grupo formado pelas ministras Ideli Salvatti (Assuntos Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e pelos líderes do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP); no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR); e no Congresso, José Pimentel (PT-CE).

Nem eles mesmo acreditavam, e também não morrem muito de amores uns pelos outros. Incluindo aí os presidentes da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e no Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Mas a verdade é que, no balanço de fim de ano do Palácio do Planalto, tudo que o governo queria do Congresso foi aprovado.

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sexta-feira, 17 de junho de 2011 Governo | 06:02

Dilma Rousseff e Marco Maia: um relacionamento em má fase

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MAU HUMOR -- Dilma Rousseff e Marco Maia (com Michel Temer ao centro) em cerimônia na Marinha, no mesmo dia 10 em que conversaram sobre o ministério para o qual acabou nomeada Ideli Salvatti, que está sentada atrás da presidenta (Foto: Atônio Cruz - ABr)

A escolha de Ideli Salvatti para ministra-chefe das Relações Institucionais expôs o mal-estar que existe no momento na relação do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), com a presidenta da República, Dilma Rousseff.

Na sexta-feira passada, poucas horas antes do anúncio de Ideli Salvatti como ministra,  Marco Maia  encontrou-se com Dilma. Foi levar à presidenta o resultado das negociações dentro do PT da Câmara visando oferecer um nome de consenso para o ministério.

Maia informou que a bancada fechara em torno de Cândido Vaccareza. E que no seu lugar, como líder do governo, acertara a indicação de Arlindo Chinaglia.

Mas Dilma já havia se decidido por Ideli e pela permanência de Vaccarezza como líder.

A presidenta  argumentou que não gostava de indicações. E Marco Maia, então, respondeu que ambos eram políticos e que, em política, indicações são normais.

Enfim, a conversa não acabou bem.

Há boatos de que os dois teriam batido boca. Mas líderes ouvidos reservadamente pelo Poder Online afirmam que não se chegou a tal ponto.

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domingo, 12 de junho de 2011 Governo | 06:02

Renan Calheiros diz que, para PMDB, nomeação de Ideli marca o início de um novo governo

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Renan Calheiros (Foto: Antonio Cruz / ABr)

Após a nomeação de Gleisi Hoffmann para ministra-chefe da Casa Civil, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), pôs-se a reclamar da falta de participação do PMDB nas decisões sobre mudanças no ministério de Dilma Rousseff.

Renan fez campanha aberta pela permanência de Antonio Palocci no governo e foi surpreendido pela demissão do ministro.

Desfraldou a bandeira da candidatura do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), para coordenador político do Palácio, mas a presidenta Dilma Rousseff preferiu outro nome: Ideli Salvatti.

E agora? Renan e o PMDB gostaram? Não gostaram?

Em entrevista ao Poder Online Renan Calheiros jura que a emenda saiu melhor que o soneto. Que desta vez Dilma conversou com o partido, que Ideli é ligadíssima ao PMDB, que os canais de interlocução política serã desobstruídos e que, enfim, o governo Dilma Rousseff começa, de fato, agora.

Poder Online — Tem muita gente no PMDB que não gostou da nomeação de Ideli Salvatti para a coordenação política do governo?

Renan Calheiros — Sou o líder do partido na Câmara e posso lhe dizer. Se tem gente contrária, não é a maioria do partido. Em todos os lugares sempre vai ter uma parcela contra. Mas a ministra Ideli sempre foi corretíssima com o PMDB e gozará de nosso total apoio.

Poder Online — Como ela agiu durante aquele período de acusações contra o senhor, quando era Presidte do Senado, e também quando as acusações se voltaram contra José Sarney?

Renan Calheiros — Olha, ela foi muito amiga, muito correta com o PMDB nas duas crises. Assim como o ex-presidente Lula, a senadora Ideli se mostrou uma grande companheira.

Poder Online — Mas o PMDB não apoiava a nomeação do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), para comandar essa pasta das Relações Institucionais?

Renan Calheiros — Nós achávamos o Vaccarezza um nome muito bom. Mas fomos conversar com a presidenta Dilma, na quinta-feira, e vimos que não dava para levar nome algum. Ela já tinha na cabeça a Ideli. A presidenta me perguntou explicitamente se era verdade que o PMDB tinha restrições, e eu esclareci que de maneira nenhuma. A Ideli é uma amiga do PMDB.

Poder Online — E o Vaccarezza?

Renan Calheiros — O Vaccarezza também. Seria um excelente ministro. Mas teve o problema do PT na Câmara, da divisão do partido. Talvez se tivesse mais tempo para se costurar um acordo entre os dois grupos do partido… Mas a presidenta teve que resolver o problema do ministério agora.

Poder Online — O senhor estava reclamando que o PMDB queria participar da escolha. E isto não ocorreu.

Renan Calheiros — Nós reclamávamos que quaríamos ser ouvidos. Não quanto a nomes, mas em relação ao processo, o PMDB quer ter um papel na articulação política. O partido cobra um canal de interlocução. Aliás, quem mais cobra isto é o PT.

Poder Online — Então? Vocês defenderam a permanência do ex-ministro Antonio Palocci, mas reclamam da coordenação política. Ele é quem cuidava da coordenação política.

Renan Calheiros — O Palocci, pessoalmente, contou com nosso apoio. Mas nós não estávamos de acordo com o modelo de coordenação política.

Poder Online — E isso vai mudar?

Renan Calheiros — Já mudou. Nós criticávamos o modelo centralizado, com um ministro cuidando da gestão, na Casa Civil, e, ao mesmo tempo, da coordenação política. Nem o Palocci, nem ninguém dava conta assim. Agora não. Agora a ministra Gleisi Hoffmann fica com a gestão e a ministra Ideli, com sua experiência no Congresso, cuidará da articulação, da desobstrução dos canais.  Pode estar certo de que o governo inaugura uma nova fase. Começa aqui um novo governo.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011 Governo | 19:09

Vaccarezza: “Não me julgo desgastado”

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Vaccarezza (Foto de Antônio Cruz / ABr)

Preterido na disputa com Ideli Salvatti pela vaga de coordenador político do Palácio do Planalto, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse ao Poder Online que que não se julga desgastado pela decisão da presidenta Dilma Rousseff.

Poder Online — O que o senhor vai fazer agora?

Cândido Vaccarezza — Nada demais. Vou continuar à disposição da presidenta para ajudá-la e à ministra Ideli Salvatti na aprovação dos projetos de interesse do governo na Câmara. Elas podem contar comigo totalmente.

Poder Online –Mas o senhor não se sente desgastado?

Cândido Vaccarezza — Olha, eu sempre disse que não era candidato a cargo algum. Não existe candidato a ministro. Fico até lisonjeado de senadores e deputados de expressão no meu partido e nos partidos aliados terem levantado meu nome.

Poder Online — Mesmo assim a presidenta não o escolheu. Não é ruim?

Cândido Vaccarezza — Posso ver por outro lado: a presidenta buscou uma solução interna no governo. Ela quis fazer um roque entre o ministro Luiz Sérgio e a ministra Ideli.

Poder Online — O senhor não acha que a divisão interna de seu partido atrapalhou?

Cândido Vaccarezza — Não. Acho que a presidenta já havia tomado essa decisão antes.

Poder Online — Mas não fica uma mágoa pela divisão?

Cândido Vaccarezza — Fica o contrário. Esta semana eu e o líder do PT, Paulo Texeira (SP), tivemos uma longa e franca conversa, de mais de duas horas. Acertamos os ponteiros. Ou seja, a bancada da Câmara construiu a unidade. A partir de agora teremos condição de partir unidos na defesa dos interesses do Partido dos Trabalhadores e do governo no Congresso. Isso foi um grande ganho deixado por este episódio.

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Governo | 16:34

Raupp: “Para o PMDB é indiferente a escolha de Ideli”

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Presidente em exercício do PMDB, o senador Valdir Raupp (RO) reagiu com frieza à escolha de Ideli Salvatti para ministra das Relações Institucionais:

— Bem… Ela era uma das pessoas cotadas, então não é surpresa que tenha sido escolhida. Para nós do PMDB, é indiferente. Pelo que tenho ouvido falar, o problema maior é com o PT na Câmara.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Partidos | 12:01

Briga no PT da Câmara diminui chances de Vaccarezza assumir ministério

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O candidato natural à vaga de coordenador político seria o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Uma forma de compensar os deputados pela nomeação de uma senadora no lugar de Antonio Palocci.

O problema é a brigalhada interna no PT da Câmara, entre Vaccarezza, o líder do partido, Paulo Texeira (SP), e o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS).

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Governo | 11:01

A cozinheira Dilma faz fritura em fogo baixo

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A presidenta Dilma Rousseff tem dito aos companheiros de maior intimidade que não tem a menor pressa em substituir Luiz Sérgio no ministério das Relações Institucionais.

Quer dar tempo ao tempo de as águas se acalmarem.

Mas, se o mar continuar revolto — ou se o próprio Luiz Sérgio não aguentar a fritura — tudo pode se apressar.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 Governo | 10:12

Palocci faz sombra a Luiz Sérgio

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Luiz Sérgio (Foto: Vanessa Carvalho/AE)

Na sua posse, o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, tentou minimizar as notícias de que seria muito poderoso, e avisou explicitamente ao ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, que ficaria com a tarefa exclusiva de cuidar do Congresso.

Mas não é bem assim que está acontecendo. Político fareja onde está o poder. Por isso, quando algum deputado ou senador quer mesmo resolver um problema no Palácio do Planalto, tem tratado de procurar Palocci.

Enquanto o ministro da Casa Civil fala todo dia com a  chefe, o pobre do Luiz Sérgio ainda nem teve a sua vez entre aquelas audiências institucionais com a presidenta da República.

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