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Posts com a Tag corrupção

quarta-feira, 9 de setembro de 2015 Brasil, Congresso, Justiça | 17:52

Cristovam Buarque pede a Renan prioridade para propostas sugeridas pela Lava Jato

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Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) adotou duas propostas de combate a corrupção sugeridas pelos procuradores da Operação Lava Jato

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) adotou duas propostas de combate a corrupção sugeridas pelos procuradores da Operação Lava Jato

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou nesta quarta-feira (9) dois projetos de lei sugeridos pelos procuradores da Operação Lava Jato, com o objetivo de combater a corrupção.

Buarque quer que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), inclua as propostas na chamada Agenda Brasil, conjunto de prioridades elencadas pelo peemedebista para as votações do senado até o final deste ano.

Uma das propostas apresentadas estabelece multa para instituições financeiras que dificultarem o acesso a dados de clientes investigados e que tiveram seus sigilos constitucionais quebrados pela Justiça.

Outra modifica o Código de Processo Penal, para que se possa utilizar o instrumento da prisão preventiva com o objetivo de evitar a dissipação de dinheiro desviado enquanto a investigação acontece.

“São medidas indispensáveis para blindar o desenvolvimento econômico e social que o Brasil busca e merece. O objetivo é integrar esses projetos à Agenda Brasil”, sugeriu o senador, ao justificar a proposta.

Renan é um dos investigados pela operação.

As duas propostas fazem parte do pacote de 19 anteprojetos de Lei apresentados aos senadores pelo grupo do Ministério Público Federal liderado pelo procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Justiça, Partidos, Política | 18:26

Para Sílvio Costa, só pressão popular tira Cunha da Presidência da Câmara

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) tem sido uma das vozes mais contestadoras da atuação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desde a posse de parlamentar no cargo. Após a denúncia, apresentada pelo procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), Costa se mostrou cético em relação a cassação do mandato de Cunha. O deputado disse não acreditar que pedidos de cassação prosperem na Câmara já que as instâncias de poder na Casa são controladas hoje pelo presidente.

“Isto que sestá acontecendo aqui não é nenhuma novidade, todo mudo sabia que ele ia ser denunciado . Sabiam dessas informações desde as eleições da Câmara”, disse o deputado.

“Se a gente colocar no Conselho de Ética, ele (Cunha) tem maioria. Se a gente colocar na Corregedoria, ele também tem maioria”, observou.

“Acho que a gente tem que começar um movimento de fora para dentro. A opinião pública tem que participar e dizer a ele que ele tem que sair.”

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quarta-feira, 24 de junho de 2015 Brasil, Governo | 06:01

Governo começa a discutir corrupção no âmbito das micro e pequenas empresas

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Ministro Valdir Simão (Agência Brasil)

Ministro Valdir Simão (Agência Brasil)

O governo pretende começar a debater a proposta de combate à corrupção no âmbito das micro e pequenas empresas.

O assunto será objeto de conversa, na próxima quinta-feira (25), dos ministros Valdir Simão, da Controladoria Geral da República (CGU), e Guilherme Afif Domingos, da Secretaria de Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República.

Ainda não se tem uma proposta concreta de ações, no entanto, os dois ministros pretendem envolver os pequenos empresários, muitas vezes fornecedores de serviços e matéria prima para as grandes empresas noções de integridade confiança.

 

Em meio a suspeitas de corrupção na relação com grandes empreiteiras, a ideia dos ministros em debater o tema com os pequenos não é isolada e responde ao desejo exacerbado nos protestos contra a presidente em provocados pela divulgação gradativa das ações da operação Lava Jato.

Guilherme Afif (Foto: Divulgação)

Guilherme Afif (Foto: Divulgação)

No início deste mês, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, lançou uma consulta pública para receber sugestões de organizações, entidades e pessoas físicas para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. Para ele, há uma cultura de impunidade para estes delitos especificamente. O ministro da Justiça chega a defender uma estrutura que dote o Estado brasileiro de condições de poder investigar e punir aqueles que praticam esses atos ilícitos,

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terça-feira, 12 de maio de 2015 Política | 06:00

Governo discute atrair grupos estrangeiros para socorrer empresas acusadas na Lava Jato

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O governo federal vem discutindo reservadamente maneiras de socorrer empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato que vão além dos acordos de leniência. O plano inclui atrair empresas estrangeiras interessadas em investir em grandes obras no país e dispostas a aplicar recursos diretamente nas empreiteiras acusadas de participar do esquema de desvios na Petrobras.

Uma das ideias é incentivar empresas acusadas de participar do esquema de desvios na Petrobras a abrir capital (Foto: Divulgação)

Uma das ideias é incentivar empresas acusadas de participar do esquema de desvios na Petrobras a abrir capital (Foto: Divulgação)

O assunto não é tratado abertamente, mas já pautou reuniões no Palácio do Planalto e no Ministério da Fazenda, segundo apurou o Poder Online. Em um desses encontros, foi levantada, por exemplo, a proposta de as empreiteiras brasileiras abrirem o capital para esses investidores estrangeiros. Seria uma forma de reforçar o caixa dessas companhias para garantir o andamento dos contratos que estão em vigor.

Outra conversa em que o assunto foi discutido tratou especificamente do interesse de grupos chineses de investir no país. Nesse caso, afirma um interlocutor, falou-se na possibilidade de atrair até R$ 2 bilhões em investimentos.

Segundo esta fonte, ainda não se falou claramente sobre como esse dinheiro seria aplicado – se seria investido diretamente nas empreiteiras investigadas ou se seriam firmadas parcerias para dar continuidade a grandes obras já contratadas. Mas seria, diz o interlocutor, “dinheiro suficiente para salvar um monte de empresas da Lava Jato”.

Leia também: Operação Lava Jato trava programa de PPPs de Alckmin

 

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segunda-feira, 11 de maio de 2015 Partidos | 17:24

Após entrevista ao iG, Patrus defende em artigo fim das doações privadas no PT

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Depois de defender, em entrevista ao iG, que o PT abra mão de doações privadas também em campanhas eleitorais, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, reforçou a proposta em artigo encaminhado a toda a militância do PT. No texto, distribuído no fim da semana passada, Patrus disse que o partido deve “colocar-se diante da própria história” e resgatar seu “projeto inaugural”.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

“Não foi o dinheiro que nos constituiu, não foram os recursos de empresas nas campanhas eleitorais; o que nos constituiu foi a força das nossas ideias, a determinação em fazermos do Brasil um país mais justo e solidário, a dedicação da nossa militância”, diz o texto.

“Nós defendemos no nosso projeto de reforma política, o fim das contribuições financeiras das empresas nos processos eleitorais. Vamos assumir perante nós mesmos e perante o povo brasileiro que continuaremos trabalhando pela reforma política que defendemos. Mas enquanto ela não for aprovada, nós vamos cumprir o que defendemos como se fosse uma norma partidária, a partir de agora, a partir das eleições de 2016”, prossegue o ministro.

Na entrevista ao iG, Patrus criticou o fato de o PT ter se rendido às “regras do jogo” e adiantou o plano de levar a proposta sobre o financiamento das campanhas ao Congresso do partido, marcado para o meio deste ano. “O que os outros partidos fazem, o PT não pode fazer”, disse. Confira aqui a íntegra da entrevista.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 12:54

Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

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A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na véspera da maratona de reuniões em que o partido decidirá seu rumo diante da crise, jogou nas alturas a pressão pelo afastamento do secretário. O comando partidário já defende há muito tempo que Vaccari se licencie do cargo – mesmo que temporariamente -, a pretexto de se defender das denúncias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reforçou o coro internamente. Fizeram o mesmo vários ministros que integram o círculo próximo da presidente Dilma Rousseff.

Leia mais: Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesouraria do PT

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Mas o próprio Vaccari resistiu. Dizia seguir a orientação de seus advogados, para os quais o afastamento soaria como uma confissão de culpa e dificultaria as chances de o tesoureiro se isentar das acusações no decorrer do processo.

Embora parte da legenda defenda uma ação mais drástica, dirigentes reconhecem também que há forte preocupação com os efeitos que essa pressão poderia ter. Entendem que isso poderia soar como confissão de envolvimento do próprio partido nos desvios. Afinal, o PT argumenta desde o início que todas as doações de empresas envolvidas na Lava Jato eram legais.

Alguns dizem temer ainda que Vaccari dispare contra a própria legenda caso se sinta “abandonado” sem que haja prova concreta de que participava do esquema. Nas palavras de um dirigente petista, seria transformá-lo em “homem-granada”.

O problema é que o PT não imaginava que Vaccari pudesse ser preso neste momento. O partido saiu do depoimento do tesoureiro na CPI da Petrobras com a avaliação de que ele conseguiu responder corretamente às perguntas, o que esfriaria a crise, ao menos por um tempo. Petistas escalados para ajudá-lo comemoravam, por exemplo, o resultado da estratégia de cruzar lista de doações eleitorais de empresas da Lava Jato com os nomes de integrantes da CPI que fazem parte da oposição. E esperavam que ele ficasse longe dos holofotes por algum tempo.

Embora o diretório nacional do PT tenha reunião marcada somente para sexta-feira, o destino de Vaccari começa a ser decidido na reunião de emergência convocada hoje pela direção partidária em São Paulo. Muitos dos integrantes da direção já estavam na capital paulista para o encontro do fim da semana, que seria antecedido de reuniões preparatórias da executiva nacional e das correntes que integram a sigla.

 

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quinta-feira, 12 de março de 2015 Congresso | 15:55

Delgado diz que CPI poupou Eduardo Cunha: ‘Oposição quer pegar só o PT’

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O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) saiu irritado da sessão da CPI da Petrobras que ouviu o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Afirmava que o peemedebista foi p0upado pelos integrantes da comissão e queixava-se do tratamento desequilibrado dado a ele pela oposição, na comparação com o PT.

“A oposição se aliou no sentido de pegar só o PT. Como se o PT fosse o único partido que compõe o governo”, diz o socialista, que também defendeu que Cunha disponibilize a quebra de seu sigilo para a comissão.

Assista:

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Justiça | 09:00

Lista com mais de 30 telefones de Youssef dificultou a vida da PF

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Alberto Youssef (Foto: Divulgação)

Alberto Youssef (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal custou muito para descobrir, lá atrás, quais telefones do doleiro Alberto Youssef deveria grampear.

Isso porque os investigadores identificaram pelo menos 30 linhas telefônicas em nome do pivô da Operação Lava Jato.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Governo | 06:00

Defendida por Dilma até o fim, Graça diz não desejar a ninguém o que passou

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Poucos dias antes da posse da presidente Dilma Rousseff, na virada do ano, a presidente da Petrobras, Graça Foster, comentou numa conversa informal com um ministro como se sentia diante do agravamento da crise de corrupção que assolava a estatal. Entre um relato e outro, desabafou: “Olha, eu não desejo para ninguém o que estou passando hoje”. A presidente da petrolífera, conta o aliado, já nem disfarçava o grau de cansaço e estresse em que se encontrava.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta a denúncias da Lava Jato

Dilma e Graça (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma e Graça (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Graça, segundo o colega, já vinha deixando claro havia várias semanas que concordava com a tese de que o melhor talvez fosse substituir toda a direção da empresa, para amenizar o impacto das sucessivas denúncias sobre os ativos da companhia. Ela fazia coro a ninguém menos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendia a mudança desde o fim do ano passado.

Naquele momento, nomes como chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, também pregavam a substituição da executiva e dos principais diretores da empresa, num gesto para tentar amenizar a perda de credibilidade da companhia junto a investidores. A Mercadante, é atribuída, por exemplo, a sugestão de indicar um político forte para o cargo. Falou-se no nome de Jaques Wagner. Mas o ex-governador da Bahia fez rapidamente chegar ao Planalto que preferia, sem dúvida, ocupar uma pasta na Esplanada. Acabou no Ministério da Defesa.

Dilma, na época, assumiu a defesa pública da amiga e da direção da estatal. Enquanto isso, as conversas sobre a possibilidade de uma troca de comando na Petrobras eram intensas. Segundo líderes do PT, a dificuldade de encontrar um substituto contribuiu para dar sobrevida a Graça. Somada a isso, é claro, a insistência da própria presidente em manter a presidente da estatal no cargo.

Entre os argumentos que ajudaram a embasar a permanência de Graça, dois se destacam. Primeiro, a presidente dizia aos auxiliares que Graça é honesta e correta. Portanto, não poderia ser punida publicamente com a demissão. Dilma, segundo um aliado com bom trânsito no Planalto, sempre deixou claro que fazia questão de recompensar a “lealdade” de Graça Foster e que não “jogaria a amiga na fogueira” num momento de dificuldade.

O outro argumento que acabou pesando na decisão foi o de que Graça servia, naquele momento, como uma espécie de escudo para a própria Dilma. Em uma das conversas mantidas sobre o assunto no fim do ano passado, ministros avaliaram que a presidente da estatal já havia “apanhado o que tinha que apanhar”. E que qualquer tipo de envolvimento da executiva com irregularidades já teria aparecido, se de fato existisse.  Portanto, o melhor era deixa-la sangrar até o fim.

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014 Congresso | 07:30

Petista propõe que Petrobras opere no Regime Diferenciado de Contratações

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O deputado federal Zé Geraldo (PT-PA). Foto: Divulgação

O deputado federal Zé Geraldo (PT-PA). Foto: Divulgação

No embalo das recentes denúncias da Operação Lava Jato da Polícia Federal, o deputado Zé Geraldo (PT-PA) decidiu apresentar um projeto de lei para que a Petrobras funcione dentro do Regime Diferenciado de Contratações.

“No mais tardar na quarta-feira eu apresentarei esse projeto. Além de punir os corruptos e corruptores, a gente precisa eliminar a raiz da corrupção”, diz Zé Geraldo. “Não vai engessar a gestão, como na Lei de Licitações, mas também não facilitará a corrupção, como é hoje.”

O petista propõe a revogação da chamada Lei do Petróleo, aprovada em 1997 com o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A lei permitiu a flexibilização do regime de contratações da Petrobras, atualmente dispensada de seguir a Lei 8.666, que rege as licitações públicas.

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