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Posts com a Tag CPI da Petrobras

terça-feira, 5 de maio de 2015 Congresso | 16:19

‘Não existe almoço grátis’, diz Paulo Roberto Costa

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Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa está bem mais solto em seu depoimento à CPI da Petrobras do que esperavam alguns deputados. Ao falar sobre o pagamento de propina supostamente travestido de doações de campanha, Costa disparou: “Não existe almoço grátis”.

Outra declaração que repercutiu imediatamente foi a que tratou do suposto pagamento de propina a Eduardo da Fonte (PP-PE) e ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra (PSDB-PE). Costa disse que o pagamento foi “efetivado”.

Quem acompanha o depoimento diz ter a impressão de que ele não tem a menor intenção de maneirar nas declarações.

 

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Congresso | 07:00

Oposição diz ter assinaturas necessárias para CPI do BNDES

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). - (Foto: Agência Brasil)

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). – (Foto: Agência Brasil)

A oposição afirma ter conseguido levantar as assinaturas necessárias para pedir a instalação da CPI do BNDES.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) promete confirmar a coleta dos endossos nesta quinta-feira. Quer aproveitar o depoimento do presidente do banco, Luciano Coutinho, para dar a notícia.

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 Congresso | 11:55

Deputados solicitam a guarda de “ratos da CPI da Petrobras”

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Os deputados Laudivio Alvarenga (PMDB-MG) e Ricardo Izar (PSD-SP) solicitaram à Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados a guarda dos cinco ratos soltos por um manifestante durante a sessão em que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, falou à CPI da Petrobras.

Na verdade, foram dois hamsters, dois ratinhos cinzas e um esquilo-da-mongólia. Os cinco animais estão em poder da Polícia Legislativa e são mantidos dentro de uma caixa, até que o relatório do ocorrido seja concluído.

Izar afirmou que pretende levar os animais ao veterinário, mas que eles não deverão ser soltos de volta a natureza. Ele deverá ficar com os animais.

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Congresso | 07:00

‘Os parlamentares não serão inibidos’, diz Lúcio Vieira Lima sobre depoimento de Vaccari

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) disse considerar inútil qualquer tentativa do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, de constranger deputados que integram a CPI da Petrobras com dados sobre doações de campanha feitas por empresas envolvidas em desvios na Petrobras.

Segundo o peemedebista, Vaccari prestará depoimento nesta quinta-feira à CPI por ser suspeito de receber dinheiro de um esquema de corrupção e não por receber doações de empresas para campanhas eleitorais. Caso Vaccari siga adiante com o plano, segundo Vieira Lima, será apenas uma tentativa de “chantagem”.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015 Congresso | 07:00

PT tentará devolver ataques para a oposição na CPI da Petrobras

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Os levantamentos que estão sendo produzidos pelo PT para embasar o depoimento do tesoureiro João Vaccari Neto na CPI da Petrobras devem tentar virar os ataques na direção da oposição. Vaccari deve se apoiar em informações sobre doações de campanha feitas pelas empresas investigadas por corrupção na Petrobras para apontar o dedo.

Os dados parciais levantados pelo partido indicam que os três maiores partidos receberam doações em níveis semelhantes: ou seja, PT, PMDB e PSDB estariam em posição semelhante na lista dos partidos que mais receberam recursos vindos das empresas investigadas.

O partido ainda não concluiu o cruzamento das doações com as listas de doações de todos os 513 deputados. Mas o levantamento parcial também coloca o DEM no alto da lista.

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quinta-feira, 2 de abril de 2015 Congresso | 07:00

Na CPI, Vaccari tentará constranger deputados com dados sobre doações

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

O PT já montou um plano de defesa para o tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, que terá de prestar depoimento à CPI da Petrobras. O partido mobilizou dirigentes e equipes técnicas na Câmara para levantar informações que permitam ao tesoureiro rebater os deputados que o questionarem na comissão.

Estão sendo realizados vários levantamentos. Um deles faz um mapeamento detalhado das doações feitas por empresas citadas na Operação Lava Jato a todos os partidos políticos. Outro faz o cruzamento das doações com os deputados federais e um terceiro analisa especificamente quem na CPI recebeu dinheiro das empresas citadas no esquema em campanhas eleitorais.

Com os dados em mãos, Vaccari vai tentar constranger os deputados que apontarem as doações feitas ao PT como propina paga em troca de contratos com a Petrobras, base da argumentação das investigações da Lava Jato.

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quinta-feira, 26 de março de 2015 Congresso | 09:00

‘Vamos combater corrupção ou só o PT’, questiona petista sobre CPI da Petrobras

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Integrante da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga denúncias de corrupção na Petrobras, o petista Afonso Florence (BA) tem dito que a oposição, com o apoio de parte significativa do PMDB, está tentando “espetacularizar” os trabalhos da CPI, “cerceando a investigação isenta”.

“Aceitamos a vinda do tesoureiro do PT, mas há delação contra o PMDB, o PSDB e o PP. Por que os tesoureiros deles não podem vir?”, questionou Florence. “Nós vamos combater a corrupção ou vamos combater somente o PT?”

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quinta-feira, 12 de março de 2015 Congresso | 15:55

Delgado diz que CPI poupou Eduardo Cunha: ‘Oposição quer pegar só o PT’

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O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) saiu irritado da sessão da CPI da Petrobras que ouviu o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Afirmava que o peemedebista foi p0upado pelos integrantes da comissão e queixava-se do tratamento desequilibrado dado a ele pela oposição, na comparação com o PT.

“A oposição se aliou no sentido de pegar só o PT. Como se o PT fosse o único partido que compõe o governo”, diz o socialista, que também defendeu que Cunha disponibilize a quebra de seu sigilo para a comissão.

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segunda-feira, 2 de março de 2015 Congresso | 15:00

Delgado defende convocação de empresários à CPI da Petrobras

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Deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

Deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

Integrante da nova CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) apresentou requerimentos para que os donos das empreiteiras investigadas no esquema sejam convocados para prestar esclarecimentos.

Irritado com a associação de seu nome à lista de parlamentares que mais receberam dinheiro das empresas na campanha eleitoral, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, Delgado diz querer tirar a limpo as suspeitas. O socialista aproveita para alfinetar os deputados do PSDB, que focaram seus requerimentos em alvos do PT. “Quero que todo mundo seja convocado. Não é só para fazer bonitinho”, disse Delgado.

Nesta manhã, o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), e o ex-líder da bancada, Antonio Imbassahy (BA), madrugaram para protocolar 57 requerimentos – entre eles um pedido de convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

Leia também: ‘É duro cortar na própria carne’, diz presidente da nova CPI da Petrobras

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domingo, 1 de março de 2015 Congresso | 08:00

‘É duro cortar na própria carne’, diz presidente da nova CPI da Petrobras

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Escalado pelo PMDB para comandar a nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras, o paraibano Hugo Motta já é alvo de críticas antes mesmo do início dos trabalhos. É que 60% da campanha do deputado foram financiados com recursos repassados indiretamente por duas das empreiteiras acusadas de envolvimento no esquema de corrupção investigada pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.

O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB). Foto: Agência Câmara

Ao Poder Online, entretanto, Motta diz estar com a “consciência tranquila” e que sequer conhece os responsáveis pela captação de recurso de seu partido. “Você não pode culpar um parlamentar que recebe dinheiro do partido, mas não participa do processo de captação. Eu não fui atrás de empresa pedir dinheiro, eu pedi ao meu partido e meu partido me deu. Quem é responsável por pedir dinheiro pelo meu partido eu não sei. Eu não posso responder por isso.”

O paraibano reconhece, porém, a dificuldade de investigar seus pares – mas afirma que fará o necessário para punir eventuais culpados. “A CPI vai fazer aquilo que tem de ser feito. A gente sabe que é duro cortar na própria carne e julgar companheiros, mas se tiver de ser feito, será”, diz o presidente da CPI. Leia abaixo a entrevista completa.

No ano passado nós já tivemos duas CPIs da Petrobras funcionando no Congresso. Qual o sentido de instalar mais uma?
Nossa expectativa é muito grande. Primeiro, pela gravidade dos fatos envolvendo a Petrobras e, segundo, porque você tem uma operação policial e do poder Judiciário andando e apresentando fatos novos quase que diariamente. É justamente este o diferencial dessa CPI. Desta vez, nós tivemos o avanço das novas fases da Operação Lava Jato e isso causa, principalmente na sociedade, uma expectativa sobre como será o trabalho da CPI.

E que expectativa nós podemos ter?
A nossa expectativa é podermos fazer um trabalho que a sociedade realmente avalie positivamente. Nós temos um compromisso único e exclusivo com a investigação e com a apuração. Vamos procurar, com autonomia, decidir sempre em favor de que a CPI funcione. Meu norteador será única e exclusivamente o Regimento Interno. Respeitarei o Regimento e o que estiver ao meu alcance para a CPI funcionar.

O senhor não acha que a CPI pode, justamente, ficar um pouco a reboque dessa investigação judicial e servir apenas como mais um palanque político?
A CPI é um instrumento político do Legislativo, que é um poder tão importante quanto o Executivo e o Judiciário. No Judiciário, estão avançando as investigações sob a condução do juiz Sérgio Moro. Mas a CPI tem suas obrigações e seus limites, após analisar as investigações e o que tem que ser apurado. O que eu espero é que a CPI não seja obstruída e, ao final, cumpra o seu papel. Para isso, ela precisa funcionar e ter acesso a todas as provas possíveis dessa investigação paralela. Daí, claro, a ideia é que com esses dados nós possamos ter a punição dos eventuais culpados e a sugestão de indiciar aqueles que cometeram erros. Sejam eles ocupantes de cargos públicos, políticos ou empreiteiros. Aqueles que estão devendo devem pagar pelos seus erros.

No Congresso, o único instrumento de cassação disponível é o Conselho de Ética. Existe a possibilidade de um trabalho conjunto entre o Conselho e a CPI?
Exatamente, o Conselho de Ética é o único com este poder e o que o regimento determinar nós vamos cumprir. O que eu posso te garantir é que, a partir do que sair dessa lista que será publicada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nós vamos apurar com total isenção. A CPI vai fazer aquilo que tem de ser feito. A gente sabe que é duro cortar na própria carne e julgar companheiros, mas se tiver de ser feito, será.

Dentre os nomes que já foram citados nas delações premiadas, parlamentares do seu partido, o PMDB, aparecem algumas vezes. Isso não pode gerar um certo conflito de interesses na condução dos trabalhos?
De maneira nenhuma. Neste momento, antes de termos o compromisso político-partidário, que foi o que me levou à presidência da Comissão, nós precisamos ter o compromisso moral com a sociedade. Esse é o compromisso primordial para a relação política e para quem tem patrimônio político. Meu único patrimônio é minha credibilidade, então o critério com certeza será esse.

Já na primeira reunião da CPI, o PSOL pediu a substituição de todos os membros que receberam direta ou indiretamente doações das empreiteiras acusadas de participarem no esquema de propinas da Petrobras (leia mais). O senhor, por exemplo, recebeu R$ 451 mil das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht, o que representou 60% de sua campanha. Isso não é uma contradição?
Olha, minha consciência está tranquila. Eu recebi recursos do PMDB, a nível estadual e a nível nacional. Eu não saí do meu estado, nem da minha casa ou do meu gabinete aqui em Brasília, para pedir dinheiro às empreiteiras. Não conheço as empreiteiras, nem os representantes das empresas. Não tenho relação com nenhuma delas. Então, estou muito tranquilo de poder gerir a condução dos trabalhos, dentro desse processo da Lava Jato.

O senhor discorda, então, dessa proposta de substituição.
Sim. Essa é uma posição do PSOL, e eu respeito os deputados, mas a meu ver não é cabível. Eu quero dizer que não tenho nenhum tipo de receio ou de interferência de quem quer que seja, no nosso posicionamento à frente da CPI. Os deputados diretamente envolvidos devem aparecer nessa lista do Ministério Público Federal e vão ser investigados tanto pelo STF, como pelo Conselho de Ética da Casa. O que não pode é você culpar um parlamentar que recebe dinheiro do partido, mas não participa do processo de captação. Eu não fui atrás de empresa pedir dinheiro, eu pedi ao meu partido e meu partido me deu. Quem é responsável por pedir dinheiro pelo meu partido eu não sei. Eu não posso responder por isso.

O ritmo da CPI vai ser dado tanto pelo senhor como pelo relator, o petista Luiz Sérgio (RJ). Recentemente, tem tido bastante atrito na relação entre PT e PMDB. Como fica isso? Vai ter uma trégua, na CPI?
O PMDB sempre teve compromisso com a governabilidade. Isso foi sempre dito, até pelo próprio Eduardo Cunha, antes de disputar  eleição da Casa. Esse compromisso está mantido. As nossas divergências com o PT continuam e são evidentes. Nós temos problemas nessa relação, o que é sabido por todo mundo, mas o que está mantido é esse compromisso pela governabilidade. Quem vai dizer se a relação entre governo e partido vai melhorar ou não é o PT. O que nós temos feito é, de maneira nenhuma, deixar de decidir aquilo que achamos que é certo – seja à frente da CPI ou da presidência da Câmara. São trabalhos que têm de funcionar independentemente do governo e é isso que nós vamos fazer.

Leia também: Base tenta incluir governo FHC em nova CPI da Petrobras

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