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Posts com a Tag CPI do Cachoeira

domingo, 1 de junho de 2014 Congresso | 07:00

‘Não podemos transformar a CPI em horário político na TV’, diz Vital do Rêgo

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Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) - (Foto: Luiz Alves / Agência Senado)

Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) – (Foto: Luiz Alves / Agência Senado)

Presidente das duas CPIs da Petrobras que correm paralelamente no Congresso Nacional – uma do Senado e outra mista – o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) afirma que, por enquanto, as duas devem continuar.

Após o boicote à CPI do Senado, Rêgo diz que a oposição foi convidada explicitamente pelo deputado Marco Maia (PT-RS), relator da comissão mista, a contribuir com a escolha dos depoimentos e o calendário de atividades.

O senador evita fazer avaliações precipitadas ou comparações entre as duas comissões. Se limita a dizer que os depoimentos prestados até agora foram “eminentemente técnicos” e que espera “poder acreditar” que seus colegas não transformarão as investigações em um “horário político da TV”.

Poder Online: Com duas CPIs instaladas sobre o mesmo tema, o que deve ocorrer? Uma vai ficar pra trás, as duas devem se fundir, qual sua opinião?
Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB): As duas CPIs foram constituídas de forma autônoma, por requerimento da oposição, que denunciaram a necessidade de apurar irregularidades na Petrobras. Eu fui escolhido presidente das duas e assumi, com as duas, o mesmo compromisso de apurar no prazo certo. Se elas vão se fundir ou se uma vai andar em outra velocidade, dependerá exclusivamente do próprio colegiado, não de mim.

E o colegiado já discutiu algo, nesse sentido?
Não há nenhum tipo de interesse esboçado por parte da CPI do Senado em antecipar qualquer tipo de calendário. Já tem um plano de trabalho aprovado, que está sendo cumprido. Eu não vi esse interesse de encerrar os trabalhos em nenhum membro da CPI do Senado – até porque a oposição não está presente ali.

O boicote da oposição à CPI do Senado e sua presença na CPI Mista pode gerar diferenças na condução dos trabalhos?
Durante os últimos dias, desde a instalação da CPMI, a oposição foi convidada a colaborar com a construção do plano de trabalho pelo relator, Marco Maia (PT-RS). Não sei se já teve resposta, porque nós só deveremos nos encontrar na segunda-feira à tarde, mas houve esse convite.

Na CPI do Senado, houve uma proposta de serem investigadas também denúncias sobre a Petrobras durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Isso deve mesmo ocorrer?
Quando a CPI é instalada, ela atende a três critérios: número de assinaturas necessárias, fato determinante e o tempo de investigação. Se durante a investigação forem detectados fatos conexos que apontem irregularidades antes do período do objeto da instalação, eles terão que ser votados antes de se apurar.

Com relação aos depoimentos que já foram feitos – da Graça Foster e do Sérgio Gabrielli – é possível já fazer um balanço?
Eu não posso avaliar porque sou juiz e coordenador da CPI. Mas, o que eu posso dizer, é que até agora os depoimentos foram eminentemente técnicos. Eles dão instrumentos ao relator, para fazer seu relatório. Mas no caso da CPMI, ainda vamos discutir as convocações.

Houve qualquer resistência às convocações feitas pela CPI do Senado, até agora?
Não, não houve nenhuma resistência. A não ser uma dúvida jurídica se o ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União, por ser relator do processo da Petrobras poderia participar de uma oitiva da CPI, com partes interessadas nos fatos. O ministro foi convidado a prestar esclarecimentos a respeito de irregularidades que ele apura, mas ele entendeu que era parte integrante do poder Judiciário e assim se reservava o direito de não aceitar o convite.

O senhor também presidiu a CPI do Cachoeira, extremamente midiática, que chegou a ser prorrogada, mas não conseguiu aprovar um relatório. É possível fazer uma comparação entre as duas?
A CPI é o momento mais importante em termos de fiscalização do legislativo. Uma CPI nunca é igual a outra, pois elas apuram condições que acontecem naquele momento especialíssimo. No caso da CPI do Cachoeira, não apenas a apuração das irregularidades cometidas por um conjunto de pessoas de um determinado estado estavam vinculadas ao jogo de azar, mas também existiam outras situações vinculadas à imprensa, ao Ministério Público, às empreiteiras. Era uma CPI multifoco e o relator ficou sem condições de aprovar o relatório. Mas qual foi a engenharia política? Nós encaminhamos tudo ao poder judiciário. Foram mais de 5 mil páginas e 1700 documentos, que levaram o judiciário a formalizar dezenas de operações…

E a CPI da Petrobras, nesse contexto eleitoral, corre algum risco?
Essa da Petrobras – que é a maior empresa do Brasil – está sendo construída em um momento delicadíssimo da vida nacional. Nós não podemos transformá-la em um horário político da TV. Nossa obrigação é investigar se o fato determinado merece a apuração e a punição pelo poder judiciário. Quando eu entro em uma situação delicada como essa, tenho o direito de entender que meus pares têm responsabilidade com o espírito público para não politizar uma questão como essa, porque o que está em jogo é a imagem do Brasil.

O senhor foi escolhido a dedo para assumir essa responsabilidade, em acordo com o governo. O que explica essa confiança?
Risos… olha, eu recebi primeiro a confiança do PMDB, segundo, do meu bloco liderado pelo Eunício Oliveira (PMDB-CE). Essa é a quarta CPI que eu presido. Primeiro foi a CPI da mortalidade indígena no Centro-Oeste do país, em seguida a CPI do Cachoeira e agora essas duas. Talvez minha história de advogado e a forma como eu conduzo os trabalhos da Comissão de Constituição e Justiça – onde, graças a Deus nossa relação é a melhor possível com os senadores da oposição. Eu sou um homem que respeita o regimento, sou refém da Constituição e que garante a todos o seu direito, independente de governo ou oposição. Se o governo espera isso de mim, provavelmente vai ter.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 Congresso | 10:00

No rastro de Cachoeira

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Quem considerou melancólico o balanço da CPI do Cachoeira pode estar enganado.

É que enquanto deputados e senadores travaram uma longa queda de braços sobre o indiciamento (ou não) dos personagens, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal receberam mastigadas todas as quebras de sigilos bancário, telefônico e fiscal dos principais alvos da CPI, incluindo os de Fernando Cavendish, o dono da Construtora Delta.

Discretamente, como se recomenda em qualquer investigação séria, o MP e PF estão cruzando dados e seguindo o rastro de dinheiro que saiu dos cofres públicos, entrou na contabilidade da Delta, foi repassado para outras empresas e, destas, para outros endereços em forma de propina ou doações ocultas para campanhas eleitorais.

A investigação será reforçada com o relatório paralelo feito do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que lista mais de 60 empresas que não aparecem no relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG).

Deve sair daí algumas informações relevantes sobre as quais o bicheiro Carlinhos Cachoeira insinuou ser o guardião quando se declarou o “Garanta Profunda” do PT.

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terça-feira, 30 de outubro de 2012 Congresso | 18:53

Oposição defenderá CPI do Cachoeira até fevereiro

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O PSDB e o DEM trabalham para manter os trabalhos da CPI do Cachoeira até fevereiro de 2013, numa proposta de estender a atividade da comissão por mais 120 dias, contado o período de recesso.

Esse prazo está sendo negociado em reunião com os líderes dos partidos que participam da comissão.

Caso o governo insista na manutenção da CPI por somente mais 45 dias, a oposição irá buscar outra estratégia para prorrogar os trabalhos.

Onyx Lorenzoni (DEM-RS) busca assinaturas necessárias para aprovar a proposta de prolongamento de 180 dias.

Ele afirma ter 100 assinaturas e são necessárias 171.

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terça-feira, 16 de outubro de 2012 Congresso | 18:35

Relator da CPI do Cachoeira estuda pedir cassação de Lereia

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O deputado Odair Cunha (PT-MG), relator da CPI do Cachoeira, está avaliando incluir no relatório da investigação sobre o esquema do bicheiro goiano um pedido de cassação do mandato de Carlos Lereia (PSDB-GO).

Cunha tinha dúvidas sobre o real envolvimento do tucano com Cachoeira, mas já teria concluído que o depoimento dado por Lereia à CPI na semana passada iguala sua situação a do ex-senador Demóstenes Torres, cassado em junho.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Congresso | 17:10

Playboy divulga making of de Denise Rocha, o “furacão” da CPI do Cachoeira

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A revista Playboy divulgou nesta quinta-feira o vídeo com os bastidores do ensaio fotográfico da ex-assessora do gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que ficou conhecida como o “Furacão da CPI do Cachoeira” e que será a capa da edição de setembro da revista.

Assista:

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012 Congresso | 12:28

Mais uma foto de Denise Rocha na Playboy

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A revista Playboy divulgou nesta quarta-feira mais uma foto com a ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI), Denise Rocha, considerada o “furacão” da CPI do Cachoeira.

(Colaboração de Bia Sant’Anna)

Veja:

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012 Congresso | 13:07

Playboy divulga primeira imagem com musa da CPI demitida após divulgação de vídeo erótico

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A Revista Playboy divulgou nesta quinta-feira a primeira foto com Denise Rocha, ex-assessora do gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Considerada o “Furacão da CPI do Cachoeira”, Denise acabou exonerada após a divulgação de um vídeo dela com cenas de sexo explícito.

A edição com Denise chega às bancas no dia 4 de setembro.

As fotos foram tiradas por uma das principais estrelas do time de fotógrafos da revista, JR Duran.

(Colaboração de Bia Sant’Anna)

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terça-feira, 21 de agosto de 2012 Congresso | 17:45

Para senador, o jogo era o menor dos negócios de Cachoeira

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Para senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o jogo ilegal era o menor dos negócios do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Na avaliação do senador, o contraventor se utilizava da construtora Delta para desviar recursos públicos.

O senador diz ter identificado pelo menos o desvio de R$ 413 milhões.

Assista:

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quarta-feira, 18 de julho de 2012 Congresso | 15:26

Representante de revista masculina sonda “musa da CPI”

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O editor de uma revista masculina entrou em contato com  jornalista que cobre o Congresso para pedir os contatos da assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI) Denise Rocha, que tem causado alvoroço na CPI do Cachoeira.

Além de fotografar a bela assessora, a revista estaria interessada em explorar esta relação entre poder e a beleza feminina no Congresso brasileiro.

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terça-feira, 17 de julho de 2012 Congresso | 18:54

Senador conta com pressão eleitoral para convocar Cabral

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O senador Randofe Rodrigues (Psol-AP) espera contar com o apoio da pressão popular, decorrente das eleições municipais deste ano, para conseguir convocar o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), para prestar depoimento na CPI do Cachoeira.

Cabral conseguiu escapar de uma convocação quando a comissão chamou os governadores do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e do Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Só que novas informações foram encaminhadas para a CPI pelas mãos do deputado Anthony Garotinho (PR-RJ). São pilhas de documentos que denunciam contratações irregulares da empresa Delta Construções pelo governo do Rio de Janeiro.

Randolfe acredita que agora, a convocação de Cabral passou a ser inevitável.

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