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Posts com a Tag CPI do Metrô

quarta-feira, 15 de outubro de 2014 Congresso | 17:11

CPI do Metrô fica para depois da eleição

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A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Enquanto a oposição exalta as denúncias de desvio na Petrobras, a bancada petista já perdeu a esperança de iniciar os trabalhos da CPMI do Metrô neste mês. Nesta semana, apesar do esforço concentrado do Congresso, os parlamentares nem tentaram convocar a reunião que oficializará a presidência e a relatoria da comissão, já prevendo a falta de quórum. Agora, só depois do segundo turno.

Leia também: Debates e Petrobras lideram lista de preocupações no PT

A campanha de Dilma vai continuar investindo no assunto. Citou o tema no debate de ontem e deve seguir mencionando o assunto em entrevistas e na TV.

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terça-feira, 19 de agosto de 2014 Congresso | 18:49

Petistas preparam mutirão de visitas sobre CPI do Metrô

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Mesmo sem sessão deliberativa, parte da bancada petista no Congresso Nacional se reunirá na manhã desta quarta-feira para preparar um mutirão de visitas aos órgãos que já investigam a prática de cartel em licitações do metrô de São Paulo e no Distrito Federal.

Leia também: ‘Não queremos ir com muita sede ao pote’, diz petista sobre CPI do metrô 

“O cartel já está completamente configurado, o que precisamos definir é a relação do cartel com os agentes públicos”, diz o deputado federal Renato Simões (PT-SP), que deverá ser oficializado como relator da CPMI do Metrô em setembro.

A previsão é de que sejam realizadas audiências no Ministério da Justiça, Ministério Público Federal e no Ministério Público Estadual de São Paulo. As visitas serão realizadas na semana anterior à sessão que nomeará o presidente e o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, para dar de fato início às investigações.

 

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domingo, 10 de agosto de 2014 Congresso | 08:00

‘Não queremos ir com muita sede ao pote’, diz petista sobre CPI do metrô

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Mesmo sem ter sido oficializado como relator da CPI do Metrô, o deputado federal Renato Simões (PT-SP) já se adiantou para não perder tempo até setembro e pretende visitar ainda neste mês os órgãos onde já correm inquéritos relativos à prática de cartel em licitações do metrô de São Paulo e no Distrito Federal. Os processos servirão de base para a investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que foi instalada na última quarta-feira.

Deputado federal Renato Simões (PT-SP). Foto: Agência Câmara

Deputado federal Renato Simões (PT-SP). Foto: Agência Câmara

Em entrevista ao Poder Online, porém, Simões diz discordar de que a instalação da CPI dois meses antes das eleições vá ser utilizada em outubro. “Se nós tentarmos usar eleitoralmente, eles vão esvaziar as reuniões e não teremos quórum. Os tucanos não querem só evitar o uso eleitoral da CPI, eles querem evitar uma investigação que os coloque na cadeia”, diz o deputado paulista. “Não trocaremos três denúncias antes das eleições por uma investigação que possa desmontar o esquema do PSDB”, explica.

De acordo com Simões, a CPMI terá de ser conduzida de maneira a evitar “constrangimentos” com os partidos que compõem, ao mesmo tempo, a base aliada da Dilma no Congresso Nacional e a do governador tucano Geraldo Alckmin, em São Paulo.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Poder Online:  Deputado, o senhor já deu entrada em alguns requerimentos na semana passada, mesmo sem a CPMI ter definido a presidência e a relatoria. O que mais o senhor pretende fazer até setembro?
Renato Simões (PT-SP): Por uma contingência da reunião de quarta-feira, que foi extremamente desgastante e não conseguiu eleger nem a presidência, nem a relatoria, estamos com um funcionamento precário e a única atividade possível até dia 02 de setembro é a apresentação de requerimentos e a eventual realização de diligências e reuniões de trabalho informais, pra não perder o mês de agosto.

E qual o objetivo desses requerimentos? Que solicitações estão sendo feitas?
Uma coisa importante que a CPI pode fazer – e por isso já protocolamos esse requerimento – é criar uma integração e uma circulação de informações entre os vários inquéritos que já existem. Nós queremos centralizar as informações dispersas de inquéritos abertos em cinco grandes instituições no Brasil: no Ministério Público Federal, no Ministério Público Estadual de São Paulo, na Política Federal, na Corregedoria Geral da Administração do Governo de São Paulo e no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Além dos inquéritos no exterior.

A CPMI também vai pedir acesso aos inquéritos de fora do Brasil?
Os requerimentos que apresentamos, inicialmente, têm a ver com os inquéritos que já são de conhecimento nosso com relação às instituições no Brasil. Mas, quando tivermos acesso aos inquéritos do MPF veremos que parte deles é decorrente de inquéritos no exterior. A Justiça suíça, por exemplo, já tem inclusive algumas condenações, algumas contas no exterior bloqueadas de tucanos aqui de São Paulo. A parte brasileira desse inquérito corre no Ministério Público Federal. Essa foi a grande polêmica que teve: a Suíça pediu o apoio do MPF e ficaram durante três anos aguardando uma resposta que não foi implementada. Chegaram a romper relações que só depois foi recuperada.

E quais visitas já estão programadas?
Como membro da CPMI, pretendo visitar pessoalmente o Ministério da Justiça, além dessas cinco instituições, para conhecer os titulares dos inquéritos e já estabelecer uma primeira relação. Até para o caso de eu ser confirmado como relator, já incorporar essas informações ao meu plano de trabalho.

Existe alguma possibilidade de o senhor não ser confirmado como relator ou de o senador João Alberto (PMDB-MA) não assumir a presidência?
Na verdade, nesta semana lideranças do PT e do PMDB vão ter de sentar para bater o martelo. O senador João Alberto nem era membro da CPMI e foi designado na quarta-feira de manhã, em substituição ao senador Casildo Maldaner (PMDB-SC). Então é importante a gente se organizar para chegar com os votos articulados, porque essa anti-candidatura do (deputado federal, Fernando) Francischini (SDD-PR), que vem só para desmoralizar a CPMI, pode se aproveitar do vácuo. Nós não trabalhamos 20 anos esperando uma investigação independente para entregar na mão da base de sustentação do Alckmin – como é o Solidarierdade.

O PT criticou muito a oposição por um suposto uso eleitoral da CPI da Petrobras e agora tem recebido a mesma crítica. O que o senhor acha disso?
Acho que a situação é diferente por duas razões. Primeiro que a principal contribuição que o PT quer dar a essa CPMI é que ela exista, porque nunca houve uma CPI que investigasse os tucanos. Então, não queremos ir com sede ao pote, nem estamos pressionados por uma situação de curtíssimo prazo – queremos que até dezembro nós possamos apresentar os resultados. É preciso que, mesmo num momento instável da política, a CPI possa cumprir sua finalidade constitucional de levar uma investigação séria ao povo de São Paulo sobre a corrupção tucana.

E a segunda razão?
É que a maior parte dos partidos da base aliada da Dilma no Congresso Nacional são da base aliada do (governador Geraldo) Alckmin, em São Paulo e não vamos poder criar constrangimento com esses partidos. Sem reforma política, é isso que acontece hoje, né. Temos que ir com muita responsabilidade nesse processo, para não inviabilizar a CPI – que é o objetivo dos tucanos. Se nós tentarmos usar eleitoralmente, eles vão esvaziar as reuniões e não teremos quórum. Os tucanos não querem só evitar o uso eleitoral da CPI, eles querem evitar uma investigação que os coloque na cadeia. Mas nós queremos investigar a corrupção tucana, até porque o cartel já está provado e as empresas envolvidas já são réus confessos. Não trocaremos três denúncias antes das eleições por uma investigação que possa desmontar o esquema do PSDB. O PT não está pressionado a curtíssimo prazo para ter resultados dessa CPI até a eleição de outubro, mas sim a dar uma resposta ao povo de São Paulo que espera há 20 anos por essa investigação.

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sexta-feira, 4 de julho de 2014 Congresso | 06:00

PT cobra o PMDB por CPI do Metrô

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O PT anda impaciente com os peemedebistas por conta da demora na indicação de um nome para presidir a comissão parlamentar de inquérito sobre denúncias de irregularidades em obras do metrô paulista.

Os petistas tinham esperança de instalar a comissão o quanto antes, para quem sabe aproveitar a largada da campanha presidencial. O caso é estratégico para as campanhas presidencial e estadual petistas, já que atinge diretamente a gestão tucana no estado.

No melhor dos mundos, o PT queria ver a CPI funcionando ainda em julho. Mas já se contenta com agosto.

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quinta-feira, 20 de março de 2014 Congresso | 10:00

Petista cobra instalação da CPI do Metrô em São Paulo

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Diante da estratégia do blocão para desgastar o Planalto por meio de convocações a ministros e representantes do governo federal ao Congresso, o deputado federal Vanderlei Siraque (PT-SP) cobrou da oposição postura semelhante no estado de São Paulo, governado pelo PSDB.

Ele chegou a cobrar essa postura do colega Vanderlei Macris (PSDB-SP). “Em São Paulo, vossa excelência não deixava nem a gente convidar um secretário”, disse.  “Aqui vocês são democráticos, mas lá são ditadores. Pega a questão do trem, do metrô:  até hoje não tem uma CPI”, disse o petista.

Assista:

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