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Posts com a Tag CPMI da Petrobras

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Justiça | 07:30

Em reservado, Paulo Roberto Costa disse que delatou 35 políticos à PF

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O deputado federal Enio Bacci (PDT-RS). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Enio Bacci (PDT-RS). Foto: Agência Câmara

Se no início do dia de ontem a expectativa era de que os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró pouco ou nada falariam na acareação convocada pela CPMI da Petrobras, ao final da sessão chamavam a atenção as conversas paralelas entre Costa e os deputados Júlio Delgado (PSB-MG) e Enio Bacci (PDT-RS).

Além de agradecer pela colaboração com as investigações, os dois deputados queriam saber quantos nomes de políticos o ex-diretor havia entregue na delação premiada da operação Lava Jato da Polícia Federal.

Oficialmente, para não correr o risco de quebrar o acordo judicial, Costa limitou-se a dizer à Comissão que eram “algumas dezenas”. Mas, de acordo com Bacci, o número preciso lhe foi revelado num cochicho pelo próprio Costa: 35 nomes foram denunciados à PF.

 

 

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Congresso | 07:30

No Congresso, PT já fala em ‘pacote do terceiro turno’

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A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Diante de uma série de derrotas, parlamentares petistas já falam em um “pacote do terceiro turno”, articulado pela oposição e por peemedebistas insatisfeitos com o governo.

Leia também: CUT faz três dias de protesto pró-decreto da participação social

No bolo, entrariam tanto a derrubada do decreto presidencial que institui a Política Nacional de Participação Social e a convocação de ministros para falarem na Comissão de Agricultura, aprovadas na última semana, como a abertura de processos no Conselho de Ética contra os deputados pelo PT da Bahia Afonso Florence, Nelson Pellegrino e o governador eleito Rui Costa.

A ameaça de aprovação da PEC do Orçamento Impositivo nesta semana, as investigações da CPMI da Petrobras e a articulação para impedir que o PT assuma a presidência da Câmara na próxima legislatura seriam outras medidas do pacote.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014 Congresso | 07:30

Parlamentares prometem tirar a poeira da CPI da Petrobras

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Passada a eleição, parlamentares prometem tirar a poeira da  CPI da Petrobras. E dizem que o assunto pode inclusive contaminar as negociações do Orçamento e da eleição do novo presidente da Câmara.

Após o cancelamento da participação do doleiro Alberto Youssef, marcada para esta quarta-feira, a expectativa é de que seja ouvido na comissão o atual diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza.

 

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quinta-feira, 26 de junho de 2014 Eleições | 13:35

Desistência de irmão pode colocar Vital do Rêgo contra PT na Paraíba

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Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) pode ser relator do Marco Civil no Senado. (Foto: Agência Senado)

Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) pode ser relator do Marco Civil no Senado. (Foto: Agência Senado)

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) foi surpreendido na tarde de ontem com a notícia de que os petistas iriam apoiar a reeleição do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB-PB).

A mudança foi feita após a desistência do irmão do senador, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB), em concorrer.

Presidente da CPMI da Petrobras, Vital do Rêgo deixou a reunião que ouvia o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli às pressas para negociar os rumos da aliança com o PT.

É possível, inclusive, que com a reviravolta Vital lance o próprio nome como candidato a governador – passando de aliado a rival do PT no estado.

 

 

 

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domingo, 22 de junho de 2014 Congresso | 08:00

‘A grande contradição é se Pasadena foi ou não um bom negócio’, diz Marco Maia

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Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Relator da CPMI da Petrobras, o deputado federal Marco Maia (PT-RS) minimiza a desaceleração nos trabalhos da comissão em meio ao clima de Copa e recesso branco no Congresso. Dizendo esperar a conclusão dos trabalhos dentro do prazo, o petista diz que a prioridade no momento é esclarecer a contradição deixada pelas versões do ex-presidente da empresa José Sérgio Gabrielli e da atual presidente Graça Foster.

“A grande contradição das falas que nós ouvimos até o momento: se foi ou não um bom negócio à época”, afirma, em referência à compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados afirma que, “salvo raríssimas excessões”, não vê nos integrantes da comissão a intenção de se aproveitar do espaço eleitoralmente. Mas reconhece que alguns aproveitam o holofote. “É óbvio que sempre há um ou outro deputado que, na ânsia de aparecer mais na televisão, criar um fato político, acaba extrapolando a razoabilidade do trabalho da CPI. Confira os principais trechos da entrevista.

Poder Online: Foi só começar a Copa do Mundo que já não deu mais quórum na reunião da CPMI da Petrobras. Com as eleições, então, será que o ritmo será comprometido?
Deputado Marco Maia (PT-RS): Nós estamos iniciando a CPMI e é natural que, nesse momento, a gente tenha um ritmo mais lento do que o normal, já que nessa primeira fase nós estamos recolhendo documentos, buscando informações, ouvindo os primeiros depoimentos, para a partir disso dar um ritmo. Óbvio que por estar junto da Copa do Mundo e do processo eleitoral, vai exigir um esforço redobrado dos membros da CPMI de poder acompanhar o processo todo, já que, na sua grande maioria, são candidatos a reeleição no dia 05 de outubro. Mas minha expectativa é de que gradativamente a gente vá dando o ritmo.

Agora que já passaram algumas semanas, o senhor percebe alguma diferença específica no andamento da CPI exclusiva do Senado? A presença da oposição, por exemplo, tem causado algum tensionamento?
Olha, nós temos duas CPIs iguais, mas com tempos diferentes e com pessoas diferentes na sua condução – tirando o presidente. A presença da oposição dá à CPMI uma característica de maior debate, maior discussão. Vai possibilitar que se aprofunde mais alguns temas que na CPI do Senado não serão aprofundados por sua composição. Agora, as duas CPIs existem, estão trabalhando e, na minha avaliação, irão produzir relatórios que serão disponibilizados aos órgãos de segurança e do judiciário. Não vejo hoje a possibilidade de termos o encerramento de uma ou de outra CPI, em função do ritmo já adotado pela CPI do Senado e pelas investigações já conduzidas.

Como tem sido o diálogo com o senador José Pimentel, relator da CPI do Senado?
Nós temos conversado permanentemente. Temos compartilhado informações a toda hora – as informações que já foram requeridas pela CPI do Senado serão compartilhadas com a CPMI, o que vai nos ajudar inclusive a acelerar os trabalhos, já que não vamos precisar repetir o pedido.

Em termos de novidade, o que o senhor destacaria no último depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster – que veio ao Congresso Nacional pela quarta vez, na última semana?
Acho que a presidenta Graça foi mais uma vez muito contundente. Respondeu a todos os questionamentos e, na minha avaliação, acrescentou pouco às informações que já tínhamos recolhido com seus depoimentos. De qualquer forma, era uma etapa que precisava ser cumprida pela CPMI. Alguns entendiam que deveria ser mais para frente, quando poderíamos ter fatos novos, e outros, agora. Venceu a tese de que deveria ser agora.

E na vinda do José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, na próxima quarta-feira, o que o senhor pretende explorar de inédito?
Nós vamos ter que mais uma vez ouvi-lo e, principalmente, confrontar suas afirmações com as da presidenta Graça Foster. Me parece que esta é a grande contradição das falas que nós ouvimos até o momento: se foi ou não um bom negócio à época. O caso específico dos dois é o da refinaria de Pasadena e, portanto, esse deve ser o tema que eu mais irei explorar nas oitivas. Precisamos confrontar não só as falas deles, mas com documentos, estudos técnicos, análises de processos que foram constituídos para a compra da refinaria. Então, há a oitiva, mas também um trabalho muito técnico que tem de ser realizado de investigação.

O senhor concorda com as afirmações de que a CPI está sendo usada pela oposição como palanque, mais do que como instrumento de investigação propriamente dito?
Eu enxergo que todos os parlamentares – com raríssimas excessões – estão ali para fazer um trabalho sério e investigar as denúncias que envolvem a Petrobras. Sejam eles da situação ou da oposição. Não há nenhuma intenção de transformar a CPI em palanque. Agora é óbvio que sempre há um ou outro deputado que, na ânsia de aparecer mais na televisão, criar um fato político, acaba extrapolando a razoabilidade do trabalho da CPI.

Quanto tempo o senhor acha que a CPI levará para concluir as investigações?
Nós temos 180 dias e acho que será possível concluir os trabalhos dentro do prazo, mesmo com este calendário mais lento no início. A partir do momento que nós começarmos as oitivas e a receber os documentos, a CPMI vai ampliar sua atuação e seu trabalho.

Há algum risco de o relatório final não poder ser aprovado, por falta de consenso, como ocorreu na CPI do Cachoeira, por exemplo?
Não. Nós vamos trabalhar sempre de forma muito transparente e objetiva, ouvindo todo mundo, tentando construir acordos e consensos que nos permitam avançar e construir um bom relatório. O nosso esforço vai ser no sentido de investigar à exaustão, dar a oportunidade para que todos possam contribuir com o processo de investigação e produzir um relatório que esteja de acordo com aquilo. Se conseguirmos fazer isso, teremos um bom acordo para a aprovação do relatório.

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quarta-feira, 18 de junho de 2014 Congresso | 16:39

Por causa de assalto, Francischini também falta a reunião da CPMI da Petrobras

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Deputado Fernando Francischini (SDD-PR) - Foto: divulgação

Deputado Fernando Francischini (SDD-PR) – Foto: divulgação

Nem mesmo o deputado Fernando Francischini (SDD-PR), sempre muito participativo quando o assunto é Petrobras, veio a Brasília para a reunião da CPMI – que não ocorreu por falta de quórum. O deputado decidiu ficar em Curitiba com a família, que foi vítima de um assalto violento na última semana.

“Seria desumano deixar minha família num momento como esses”, afirmou o deputado, que também é delegado da Polícia Federal. “Estamos aqui, tentando achar uma casa nova, indo em psicólogos, todos ficaram em pânico.”

A família de Francischini – inclusive a caçula de quatro anos, com autismo – foi amarrada com cadarços pelos assaltantes, que conseguiram entrar na casa do deputado após fazerem um buraco no muro do condomínio.

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terça-feira, 3 de junho de 2014 Congresso | 17:01

Reunião da CPMI da Petrobras termina a tempo do jogo do Brasil

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Treino da seleção brasileira no  no Serra Dourada, em Goiânia. (Foto: Bruno Winckler / iG)

Treino da seleção brasileira no no Serra Dourada, em Goiânia. (Foto: Bruno Winckler / iG)

A reunião que discutiria o cronograma dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a Petrobras foi curta e objetiva. Em apenas uma hora, o relator Marco Maia (PT-RS) conseguiu aprovar o plano de trabalho e cerca de 230 requerimentos – dos 606 à mesa.

Enquanto o senador Humberto Costa (PT-PE) e o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) elogiavam a condução dos trabalhos, Fernando Francischini (SDD-PR) e Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) reclamavam do pouco tempo de debate.

Entre governo e oposição, porém, era consenso de que pelo menos haveria tempo para assistir ao amistoso entre Brasil e Panamá, que começava às 16h.

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quinta-feira, 22 de maio de 2014 Congresso | 13:08

PT confirma indicação de Marco Maia para relatar CPMI da Petrobras

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O líder do PT na Câmara, Vicentinho, confirmou no início da tarde desta quinta-feira a indicação dos deputados Marco Maia (PT-RS) e Sibá Machado (AC) para integrar a CPMI da Petrobras. Maia, como adiantou ontem o Poder Online, será o indicado do partido para assumir a relatoria da comissão.

Ainda segundo o líder, os dois suplentes nas vagas da legenda na CPMI serão Afonso Florense (BA) e Iriny Lopes (ES)

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quarta-feira, 21 de maio de 2014 Congresso | 20:47

Marco Maia é cotado para relatar CPMI da Petrobras

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Marco Maia (Foto: Abr)O nome do deputado Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara, ganhou força entre as opções para relatar a CPMI da Petrobras.

Líderes envolvidos na indicação sentaram-se nesta tarde para discutir a lista de cotados para a comissão.

Chegaram à conclusão de que o nome precisa ter trânsito em todos os setores da Casa e boa convivência com o Planalto.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014 Congresso | 10:30

Marcos Rogério e César Colnago disputam relatoria de processo contra Argôlo

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Deputado Federal Luiz Argôlo (SDD-BA) responderá a processo no Conselho de Ética. (Foto: Agência Câmara)

Deputado Federal Luiz Argôlo (SDD-BA) responderá a processo no Conselho de Ética. (Foto: Agência Câmara)

A disputa para a relatoria do processo por quebra de decoro contra o deputado federal Luiz Argôlo (SDD-BA), no Conselho de Ética da Câmara, está entre os deputados Marcos Rogério (PDT-RO) e César Colnago (PSDB-ES).

Leia mais: Conselho de Ética da Câmara instaura processos de cassação contra Luiz Argôlo

O terceiro sorteado, Izalci Lucas (PSDB-DF), disse que já conversou com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP) e abriu mão de sua vaga, para priorizar os trabalhos na CPMI da Petrobras, que deve ser instalada na próxima semana.

Argôlo é o segundo parlamentar citado na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, ligado ao doleiro preso Alberto Youssef.

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