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domingo, 5 de abril de 2015 Partidos | 07:00

‘País vive crise por incompetência e irresponsabilidade’, diz presidente do PSB sobre Dilma

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Num sinal de que o PSB está decidido a subir o tom em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, afirma que a petista agora vive as consequências de negligenciar os avisos que recebeu desde a época da última corrida presidencial. Fazendo referência ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no ano passado, Siqueira diz que o partido optou pela independência em relação ao governo, que não deve ser confundida com a neutralidade.

“Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo”, diz Siqueira. “Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.” Confira a entrevista:

O PSB adotou uma postura de independência do governo federal e do PT, no entanto, foi durante os governos petistas que o PSB mais cresceu, em número de deputados federais, senadores e governadores. A perspectiva de crescimento do PSB nos próximos anos dependerá de que?
O PSB vem crescendo desde sua refundação. Quando pegamos o histórico dos resultados eleitorais, de uma eleição para outra não há nenhuma situação em que o partido tenha crescido menos que na eleição anterior. É um partido que cresce gradativamente, e recentemente tem crescido de forma mais ampla, inclusive na eleição de 2012, disputando diretamente em várias cidades importantes e capitais, com PT. Decorre da sua posição política e programática.

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

A senadora Marta Suplicy já confirmou sua ida para o partido, as conversas avançam no sentido de atrair senadores Lúcia Vânia (PSDB-GO), Paulo Paim (PT-RS), Walter Pinheiro (PT-BS), além do governador do Mato Grosso, Pedro Taques (PDT). O que o PSB tem oferecido a esses políticos?
Nosso partido adotou uma posição de independência, que não é de neutralidade, é crítica em relação ao atual quadro político e, ao mesmo tempo, propositiva e tem sido procurado por que há um respeito muito grande a esta condição que não quer negociar cargos, que não quer posições, benesses, mas quer fazer proposições para sair desta crise profunda que o governo de Dilma colocou o país.

No programa do PSB, o partido pegou carona nas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff a acusando de mentir durante a campanha. A crise que o governo vive hoje pode servir de combustível para o PSB?
Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo. Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.

O que falta para Marta se filiar ao PSB com o objetivo de se candidatar à Prefeitura de São Paulo?
A senadora Marta Suplicy é uma grande liderança que nós damos as boas vindas. Está acertado o ingresso dela no PSB, falta apenas marcar a data. Ela será nossa candidata à prefeitura da principal cidade do país?

Além de São Paulo, que candidaturas o partido pretende levar como cabeça de chapa nas próximas eleições municipais?
Teremos, além de Marta, candidaturas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Porto Velho, Cuiabá Campinas, Curitiba, São Luís, Teresina, Goiânia, Campo Grande e várias outras que estão surgindo. Há um quadro de candidaturas bastante animador que ainda estão sendo acertadas por nossos dirigentes nos estados. Esta é a principal homenagem que nós podemos fazer ao nosso grande líder que perdemos, lamentavelmente, em agosto passado: continuar crescendo e continuar coerente com a linha programática que nós formulamos.

A presença da ex-senadora Marina Silva nos quadros do PSB foi uma herança da campanha. Esta relação sobrevive até 2018. Caso ela queira se candidatar, o PSB dará legenda a ela?
Marina e seu grupo não são e provavelmente nunca serão do PSB. Nós temos consciência e ela também, que ela está organizando um partido que tem uma visão programática própria, uma cultura própria de vida, de mundo e da política. Nós respeitamos muito a Marina Silva e seu grupo, mas sabemos que ela está de passagem no PSB. Eventualmente, nos podemos estar alinhados ao seu partido, mas nosso projeto é do PSB e o dela é da Rede Sustentabilidade pelo qual nós temos bastante respeito. Não sei se ela será candidata. O nosso partido se prepara para 2016 com estas candidaturas que me referi há pouco e também deverá ter uma candidatura própria em 2018. Nós temos o nosso próprio caminho, nossa própria visão programática, nossos objetivos, nossas metas e delas não vamos nos afastar.

Ao mesmo tempo em que chegam pessoas ao PSB, o partido também convive com pessoas querendo deixar a legenda, como é o caso da deputada federal Luiza Erundina, que ensaia a criação de um novo partido. Como o partido pretende lidar com isso?
Não acredito na saída da deputada Luiza Erundina do PSB. Ela é uma grande amiga e uma pessoa que admiramos muito. Gostamos dela até mesmo quando ela discorda da direção do partido. Ela tem uma missão meio pedagógica por ser um pouco mais velha que nós. Ela vai ficar no PSB, não acredito na saída dela. Ela vai nos ajudar a fortalecer essa linha de centro esquerda, claramente comprometida com os setores da sociedade. No tocante aqueles que desejam um partido de cento-esquerda, nós damos as boas vindas e estamos sempre abertos. Queremos conversar, queremos discutir, queremos a colaboração deles, se assim desejarem.

 

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quarta-feira, 11 de março de 2015 Governo | 17:24

Governo estuda ‘desidratar’ Mercadante e entregar articulação ao PMDB

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Com um diagnóstico pouco animador para os próximos meses, o governo está decidido a fazer uma “reestruturação profunda” de seu núcleo central, na esperança de acalmar a crise que atinge a presidente Dilma Rousseff. As medidas ainda estão sendo negociadas, mas auxiliares diretos da presidente admitem que pelo menos dois eixos estão em discussão. O primeiro é uma possível “desidratação” da função hoje exercida pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que concentra o papel de principal articulador do governo. O segundo resgata uma proposta antiga, que no passado já enfrentou resistência da própria Dilma e do PT: entregar a Secretaria de Relações Institucionais para o PMDB.

Leia mais: PT pode discutir destino de acusados na Lava Jato na próxima semana

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

No caso de Mercadante, o Planalto chegou a divulgar uma nota nesta tarde, para refutar a informação de que pretende remover o ministro do cargo de chefe da Casa Civil. Auxiliares de Dilma apontam, entretanto, que muito do que está em discussão é a possibilidade de Mercadante dividir parte das funções que exerce atualmente com colegas de Esplanada. O nome tido como natural para auxiliar nessa função é o do ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Já a possibilidade de uma troca de comando na SRI é tida como opção clara para acalmar o PMDB e apaziguar a base aliada no Congresso. Se a ideia avançar, um nome proposto para assumir a Secretaria de Relações Institucionais – hoje comandada por Pepe Vargas (PT-RS) – é o do ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). O peemedebista ficou sem mandato desde a última eleição e aguardava apenas a confirmação de que está fora da lista de investigados da Lava Jato para negociar sua entrada na Esplanada. O plano original era acomodar Henrique em pastas como o Turismo ou a Integração Nacional, mas pelo menos dois interlocutores de Dilma já sugeriram que a SRI seja entregue ao peemedebista.

O redesenho da Esplanada entra em discussão justamente no momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou as recomendações para que Dilma faça uma nova reforma ministerial. Nas conversas que manteve nas últimas semanas com líderes petistas, Lula queixou-se do funcionamento do núcleo central do governo e disse considerar problemático o fato de o PMDB não ter participação ativa na tomada de decisões dentro do Palácio do Planalto.

Lula, segundo interlocutores, também vem se queixando há algum tempo do modelo que coloca Mercadante como uma espécie de “todo-poderoso” do governo. Conselheiros da presidente também discutiram o assunto nesta semana, em algumas reuniões no Palácio do Planalto. A conclusão tirada de um desses encontros é que, em tempos de instabilidade, é arriscado demais concentrar uma fatia tão grande das funções de articulação política e interlocução com a presidente em um único ministro.

Saiba mais:  Em busca de agenda positiva, petistas pedem visitas de Dilma ao Nordeste

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Governo | 06:00

Lula cobra reação do governo à crise e defende giro de Dilma pelo Brasil

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou pessoalmente na reação à crise que cerca o governo da presidente Dilma Rousseff e distribuiu ontem uma série de coordenadas a líderes governistas. Além de orientar o Planalto a intensificar medidas que ajudem a melhorar o clima na base aliada – como a reunião da presidente com líderes marcada para esta manhã – o ex-presidente defendeu que seja organizado um amplo giro de Dilma pelos principais estados brasileiros.

Dilma e Lula ABR

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Em uma das conversas em que deu a determinação, o ex-presidente não escondeu a insatisfação com o desgaste da sucessora. Reclamou das falhas no controle da imagem do governo e se queixou da atuação do próprio PT diante da crise. Avisou que ele próprio vai se encarregar de melhorar a relação do governo com a legenda, como parte da estratégia.

A receita é a mesma usada pelo próprio Lula em momentos de crise que marcaram seu próprio governo. No auge do escândalo do mensalão, por exemplo, o ex-presidente percorreu o país em viagens, num esforço para tentar reverter o desgaste e criar uma agenda positiva para o governo.

O plano de intensificar a agenda de viagens da presidente se apoia na avaliação positiva feita da recente visita de Dilma ao Rio de Janeiro. Um dos próximos destinos deve ser o Cinturão das Águas, no Ceará. O projeto, segundo líderes petistas, deve receber uma nova leva de recursos, o que ajudaria a melhorar a agenda positiva do governo diante do ajuste fiscal.

Leia também: Expectativa sobre a lista da Lava Jato dá esperança à oposição e eleva tensão na base

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Economia | 16:00

Fundação petista faz as pazes com equipe econômica

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Nelson Barbosa (Foto: Agência Brasil)

Nelson Barbosa (Foto: Agência Brasil)

Depois do mal-estar provocado pelas críticas que fez às primeiras medidas do ajuste fiscal do governo, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, parece ter resolvido fazer as pazes com a nova equipe econômica.

A entidade convidou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, para fazer uma explanação sobre o pacote a militantes e líderes petistas.

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terça-feira, 11 de setembro de 2012 Internacional | 10:27

Mundo em crise

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Algumas manchetes de jornais de hoje:

“Greve de professores testa prefeito e União”

“A classe média é que vai pagar”

“Controle do dólar já aumenta preços do próximo verão”

Graças a Deus, nada a ver com o Brasil.

A primeira é do “New York Times” (EUA). A segunda, do “Figaro” (França). E a terceira, do Clarín (Argentina).

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012 Governo | 05:01

“Relações de Dilma com funcionalismo vão se radicalizar” diz ex-ministro do Trabalho

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Com a experiência  de quem foi ministro do Trabalho durante o governo Lula e o início da gestão Dilma Rousseff, Carlos Lupi afirma ao Poder Online que “deverão radicalizar ainda mais” as relações entre o governo federal e o funcionalismo público, mesmo que a greve acabe.

— O caixa do governo vai ficar ainda mais apertado no ano que vem,  a economia vive um momento de retração, há a crise internacional, menos investimentos estrangeiros…

Sobre o fato de ter havido menos greves quando ele estava no governo, ele diz:

—  Era complicado para os sindicalistas baterem de frente contra o Lula, que presidiu suas entidades. E tem também o temperamento da Dilma, que não tem o costume de ouvir. Ela parte para as conversas com ideias pré-concebidas.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Congresso | 15:31

Dilma conversa com Renan Calheiros sobre crise com PMDB

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Renan Calheiros (Foto: Antonio Cruz / ABr)

Quem disse que a presidenta Dilma Rousseff não faz política?

Ela acaba de chamar o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), ao Palácio.

Conversaram durante 1 hora e 40 minutos.

Os primeiros relatos do encontro dão conta de que falaram sobre a derrota do governo na votação de Bernardo Figueiredo para presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), semana passada.

A presidenta disse que quer, sim, melhorar o diálogo com os peemedebistas e que, a partir de agora, conversará mais com os senadores do partido.

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Congresso | 10:09

Para Dilma, depoimento de Mantega é decisivo no relacionamento com sua base no Congresso

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Há na pauta da Câmara dois temas altamente polêmicos em negociação: A Lei Geral da Copa e o Código Florestal.

Mas é no Senado que o governado concentra sua grande preocupação no momento: o depoimento amanhã do ministro da Fazenda, Guido Mantega, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Era para ser uma reunião de rotina. Semestralmente Mantega comparece à CAE para falar sobre a política econômica com os senadores. Foi o que fez em agosto do ano passado.

Em fevereiro, no entanto, senadores da oposição apresentaram requerimento cobrando seu comparecimento para explicar denúncias de corrupção na Casa da Moeda. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) conseguiu esvaziar as pressões sob o argumento de que o ministro iria neste semestre, como sempre fez, e que bastava esperar.

Marcado para amanhã o encontro, Mantega reuniu líderes da base governista em um café-da-manhã, na quarta-feira passada,  a fim de tentar se blindar de ataques em relação  aos parcos 2,7% de crescimento do PIB registrados entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012 e, especialmente, sobre as denúncias contra a Casa da Moeda.

Mas na noite daquela quarta-feira mesmo estourou uma crise com a base governista, com o PMDB juntando-se à oposição para impor a primeira derrota do governo Dilma Rousseff no Senado, ao derrubar a indicação do presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres feita pelo Palácio do Planalto.

O depoimento de Mantega, então, se cercou de expectativas.

O Planalto não sabe direito como vai se comportar sua base, especialmente o PMDB.

Mas a presidenta Dilma Rousseff mandou avisar: considera este um momento decisivo para avaliar quem está do seu lado e quem está contra.

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Congresso | 06:01

Para governo, crise na base governista tem vida curta

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O governo fez as contas e concluiu que, por conta do ano eleitoral, a crise na base governista não deve durar muito.

É que, na prática, o Congresso funciona somente até julho, quando começa o recesso de meio de ano.

Depois, os deputados e senadores vão cuidar dos candidatos que apoiam para prefeitos em suas bases eleitorais.

Sem contar que de 35 a 40 deputados devem ser candidatos às Prefeituras.

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terça-feira, 6 de março de 2012 Copa 2014 | 08:01

Governo tentará votar Lei Geral da Copa daqui a duas semana

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O governo vai tentar votar o projeto de Lei Geral da Copa no plenário da Câmara daqui a duas semanas.

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), acredita que as declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, de que era preciso dar “um chute no traseiro” das autoridades brasileiras para acelerar os preparativos da Copa de 2014, não irão prejudicar a tramitação do projeto. Ontem Valcke se desculpou formalmente ao governo brasileiro.

Segundo o líder, o clima na Câmara é de acelerar a tramitação para garantir a lei que vai permitir a realização da Copa aqui no Brasil.

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