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Posts com a Tag CUT

terça-feira, 1 de setembro de 2015 Partidos | 14:58

Presidente do PT participará de frente contra política econômica

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O presidente nacional do PT, Rui Falcão, participará no próximo sábado (5), em Belo Horizonte, do encontro de movimentos sociais com objetivo de criação de uma frente política que tem, entre suas convicções, uma crítica forte em relação a condução da política econômica do governo.

Puxam a frente, entidades como a Central de Movimentos Populares, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST ), a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB).

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segunda-feira, 15 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:45

Turma que fez “bundalelê” no Congresso organiza protesto em frente ao Planalto

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Os sindicalistas que estiveram reunidos com o governo nesta segunda-feira (15) já contam com a “turma do Paulinho” para “fazer barulho” na frente do Palácio do Planalto. O objetivo é de reivindicar que a presidente Dilma Rousseff não vete a regra que acaba com o fator previdenciário.

A reunião para definir como será o protesto já está marcada com os deputados Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP) e Arnaldo Faria de Sá para terça-feira (16), pela manhã.

“Vamos fazer um barulho lá”, disse o deputado Ademir Camilo (PROS-MG), que participou da reunião. Segundo ele, se Dilma vetar, as centrais não aceitarão participar do fórum criado pela presidente para discutir as regras da Previdência.

“Se ela vetar, nós não teremos motivo algum para sentar com ela novamente e conversar”, disse o deputado, que é vice-presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

A “turma do Paulinho” foi responsável pelo “bundalelê” no plenário da Câmara após a aprovação da MP 664, que altera as regras de pensão por morte, entre outros pontos.

Manifestantes fazem bundalelê no Plenário após aprovação da MP 664

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sábado, 13 de junho de 2015 Partidos | 12:04

Em Salvador, petistas reclamam de indefinição de Dilma sobre fator previdenciário

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A falta de uma sinalização mais clara da presidente Dilma Rousseff se vetará a medida que acaba com o fator previdenciário causou dificuldades de negociação com os petistas ligados à Central Única do Trabalhadores (CUT) no 5º Congresso do PT, que ocorre em Salvador neste fim de semana.

Petistas governistas esperavam que a presidente, ao comparecer a abertura do evento na última quinta-feira desse sinal do que vai fazer e apontasse o que o governo apresentará de alternativa, caso a presidente realmente vete a medida aprovada no Congresso, dentro do pacote fiscal.

“Ela poderia ter chamado o Vagner Freitas (presidente da CUT) e dito que o governo está pensando”, reclamou o deputado Paulo Rocha (PT-PA), que pertence à corrente majoritária do governo.

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, e da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, só conversarão com as centrais na próxima terça-feira para apresentar as alternativas do governo. Dilma tem até quinta-feira para vetar a proposta. Os sindicalistas não querem o fim do fator previdenciário mas ainda esperam ouvir o que o governo tem para apresentar de compensação.

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quarta-feira, 1 de abril de 2015 Política, Sem categoria | 17:30

Metalúrgicos da CUT fazem ato contra Ministério da Fazenda

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A gritaria contra o ministério da Fazenda deve continuar aumentando a dor de cabeça do ministro Joaquim Levy. Amanhã, quem promete fazer barulho em frente à sede da pasta em São Paulo são os metalúrgicos da CUT.

Serão cobradas medidas de incentivo ao setor, como a renovação da frota de caminhões. A medida é parte do pacote de reivindicações entregue ao governo em janeiro.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 Congresso | 17:39

Cunha reúne centrais sindicais para tentar barrar ajuste fiscal no Congresso

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O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: divulgação)

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: divulgação)

Enquanto o governo federal tenta convencer os deputados da base aliada a defenderem o pacote de medidas que mexem nos benefícios previdenciários e trabalhistas, o presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se reunirá com centrais sindicais para traçar a melhor estratégia pra derrubar as medidas provisórias 664 e 665.

Num café da manhã realizado na próxima quarta-feira, Cunha receberá dirigentes da CTB, UGT, NCST e Força Sindical para discutir o assunto. Tradicionalmente aliada ao PT, a CUT não foi convidada para a reunião, embora tenha se posicionado contra o pacote fiscal. Além das centrais, também participarão do encontro deputados de partidos como PMDB, Solidariedade, PP, PTB, PSC, PHS, PEN, DEM e PSDB.

No mesmo horário, os ministros Pepe Vargas (Relações Institucionais), Manoel Dias (Trabalho), Nelson Barbosa (Planejamento), Carlos Gabas (Previdência) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência) farão um café da manhã com líderes da base aliada para tentar costurar uma estratégia favorável à aprovação das medidas. Na sequência, os ministros receberão as centrais para uma nova rodada de negociações.

Leia também: ‘É pra fechar contas, não para o trabalhador’, diz dirigente da CUT sobre mudança previdenciária

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Política | 19:30

Entidades fazem coleta de assinaturas virtual para regulação da mídia

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O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação iniciou hoje uma coleta de assinaturas virtual em apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, que propõe uma nova regulação da mídia. Entre as entidades que compõem o Fórum, estão a CUT, a UNE, a Fenaj e o Intervozes.

O projeto regulamenta os artigos 5, 21, 220, 221, 222 e 223 da Constituição Federal, que tratam da comunicação. Entre outras coisas, as entidades defendem o fim dos oligopólios e monopólios de mídia, além de mais transparência nas concessões de canais de rádio e televisão, o fortalecimento da comunicação pública e comunitária e a diversidade de conteúdo nos meios de comunicação.

Por enquanto, para que um projeto de iniciativa popular comece a tramitar, é necessário o apoio de pelo menos 1% do eleitorado brasileiro, o equivalente a cerca de 1,5 milhões de pessoas, além de assinaturas presenciais. No entanto, uma Proposta de Emenda Constitucional já aprovada no Senado reduz este número de apoiadores pela metade e permite também a coleta online. O texto ainda aguarda votação na Câmara dos Deputados.

Leia também: Berzoini receberá líderes do Fórum pela Democratização da Comunicação

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Partidos | 15:00

‘Manifestações ainda estão muito mornas’, diz presidente do PSOL

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O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

Na opinião do presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, ainda falta fôlego às primeiras reações dos movimentos sociais ao pacote de ajustes nas regras de acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários anunciado pelo governo da presidente Dilma Rousseff, em dezembro.

“A reação às medidas impopulares do governo estão tímidas. As manifestações ainda estão muito mornas”, disse Araújo. “Se fosse em outros tempos, a reação seria mais rápida”, completa o dirigente, numa comparação entre a relação dos sindicatos com os governos petistas e com o do ex-presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso.

Ao longo desta quarta-feira, serão realizados diversos atos pelo país, convocados pelas principais centrais sindicais no que foi definido como o Dia Nacional de Lutas contra as Medidas Provisórias 664 e 665. Editadas pelo governo federal no dia 30 de dezembro, as medidas mudam as regras de acesso ao seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença e ao abono salarial.

Leia também: Movimento sindical pode dificultar vida de Dilma na largada do 2º governo

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015 Governo | 06:00

Movimento sindical pode dificultar vida de Dilma na largada do 2º governo

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Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Diante das negociações para a montagem do ministério, das primeiras medidas fiscais preparadas pelo novo governo e do perfil da nova equipe econômica, setores do movimento sindical fizeram chegar a líderes petistas que o clima já é de tensão.

Ao mesmo tempo em que tenta equilibrar as demandas da base aliada às de seu próprio partido, a presidente Dilma Rousseff tende a enfrentar também no sindicalismo, base histórica do partido, uma boa dose de crítica. Até mesmo na CUT, as reclamações já começam a se amontoar.

 

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014 Congresso | 11:00

Movimentos sociais preparam atos contra Eduardo Cunha

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O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: divulgação)

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: divulgação)

Na primeira semana de fevereiro, diversas entidades como CUT, MST e MTST pretendem realizar uma série de protestos na Câmara dos Deputados, contra a eleição do peemedebista Eduardo Cunha (RJ) à presidência da Casa.

A articulação faz parte das atividades do chamado Fórum 21, uma “frente de esquerda” lançada neste mês, em São Paulo. O grupo reúne militantes de partidos de esquerda e diversos movimentos sociais e sindicalistas.

 

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Governo | 09:00

‘É pra fechar contas, não para o trabalhador’, diz dirigente da CUT sobre mudança previdenciária

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A diretora executiva da CUT Jandyra Uehara (Foto: Divulgação / Adonis Guerra)

A diretora executiva da CUT Jandyra Uehara (Foto: Divulgação / Adonis Guerra)

Dirigentes das principais centrais sindicais se reunirão na primeira semana de janeiro, para debater o conjunto de mudanças previdenciárias apresentadas pelo governo federal nesta semana.

Leia mais: Governo espera cortar R$ 18 bi com alteração de regras trabalhistas

“É um ajuste para fechar contas, não para os trabalhadores”, criticou a diretora-executiva da Central Única dos Trabalhadores Jandyra Uehara Alves. “Qualquer medida que venha isoladamente, sem contemplar pautas históricas como o fim do fator previdenciário ou as causas que levam à necessidade do seguro-desemprego e do auxílio-doença, por exemplo, são restritivas e, sem dúvida nenhuma, causam prejuízo”, disse.

A diretora da CUT criticou também a falta de diálogo com as centrais sindicais antes do anúncio das medidas. “Continua sendo um governo de coalizão, mas nós vamos ter de cobrar o governo sobre esse compromisso de diálogo, se não a corda sempre arrebenta pro lado mais fraco. Essas mudanças não contemplam em nada a pauta dos trabalhadores”, criticou Jandyra.

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