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Posts com a Tag debate

sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Eleições | 08:01

Propaganda eleitoral e debates encerram hoje

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Faltam apenas dois dias para o segundo turno das eleições. Pela lei, hoje é o último dia para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão e para a realização de debates.

As propagandas eleitorais em páginas institucionais na Internet também estão sujeitas a mesma regra: só podem funcionar até o fim do dia de hoje.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010 Eleições | 10:07

Para Marcos Coimbra, debate da TV Globo, sexta-feira, será decisivo na disputa entre Serra e Dilma

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Em seu artigo publicado hoje no jornal “Correio Braziliense”, o sociólogo Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi, explica que, embora Dilma Rousseff esteja em vantagem a quatro dias da eleição, ainda há chances para José Serra na disputa presidencial.

Coimbra não espera grandes novidades dos programas eleitorais no rádio e TV. Nem uma notícia na mídia capaz de mudar o quadro. “Resta o debate, é nele que os candidatos mais poderão fazer para convencer os poucos indecisos que existem”, afirma. Veja o texto:

Quatro Dias

Marcos Coimbra

Contando hoje, restam quatro dias até a eleição. Tudo o que aconteceu nos últimos dois anos na vida política brasileira e muito do que vai acontecer nos próximos depende deles.

Dilma chega a esta quarta-feira com uma frente razoável nas pesquisas, maior que 10 pontos. Em nenhuma ela está atrás, e sempre acima das margens de erro. Sua intenção de votos, hoje em 49%, segundo a última pesquisa Vox Populi, não foi alcançada ontem, e é de 93% a proporção de seus eleitores que se diz “decidida e não pretende mudar de ideia”.

Nos 38% que Serra tem, há eleitores um pouco menos firmes. Os decididos, em seu caso, são 86%. Ou seja: enquanto ela teria apenas 7% de eleitores incertos, os dele seriam o dobro.

Os completamente indecisos, aqueles que dizem não saber em quem votar, são 8% na espontânea e 7% na estimulada, o que sugere quão adiantado está o processo de tomada de decisão das pessoas. E há 6% que dizem que vão votar em branco ou anular (no primeiro turno, esses votos somaram perto de 8,5%, sendo preciso lembrar que alguns eleitores anulam seu voto não intencionalmente).

Aceitando esses números pela aritmética (coisa sempre arriscada em se tratando de pesquisas de opinião), o pior cenário possível, para Dilma, seria perder todos seus eleitores incertos e ver a totalidade dos indecisos migrar para Serra. Nessa hipótese, ela ficaria com 46% e ele com 45%. Se, além disso, todos que saíssem de Dilma fossem para Serra, ele iria a 48% e a ultrapassaria, ainda que por poucos pontos, permanecendo a uma distância dentro da margem de erro.

Inversamente, na melhor possibilidade para ela, Dilma poderia somar a seus 49% os indecisos, indo a 56% e, se Serra perdesse o voto de seus eleitores não firmes, e ela os recebesse, alcançaria uma dianteira de mais de 25 pontos sobre ele.

Pelo que conhecemos de eleições passadas, nenhuma dessas hipóteses extremas deve acontecer. O mais provável é que os dois preservem suas intenções de voto em proporções parecidas e que os indecisos se repartam de forma equilibrada.

Isso, é claro, se a famosa premissa do nada mais se alterando se mantiver. Nas projeções baseadas em pesquisas, é sempre assim que se trabalha. Se um fato novo acontecer, elas precisam ser refeitas. E o que pode acontecer de relevante de hoje a domingo?

Comparando o primeiro turno com a situação de agora, de uma coisa podemos ter certeza: o eleitorado não disporá da opção de um terceiro nome, por meio do qual os descontentes com as duas candidaturas principais se expressem. Em outras palavras, não haverá uma Marina Silva e todos serão obrigados a escolher em função do cardápio oferecido.

Serão, portanto, os quatro dias finais da eleição polarizada que iniciamos há tanto tempo e da qual saímos nas semanas que antecederam o primeiro turno, quando uma parte minoritária mas relevante do eleitorado buscou uma terceira via.

Agora, voltamos às velhas escolhas que cada lado apresenta ao país. Do lado de Dilma, entre continuar o governo Lula ou retroceder aos tempos em que Fernando Henrique era presidente e Serra, seu ministro. Do lado de Serra, entre sua vasta biografia ou a inexperiência eleitoral e o currículo limitado de Dilma. Um puxando para o plebiscito Lula vs. FHC, o outro para a batalha das biografias.

O que vimos no primeiro turno é que nenhum dos dois conseguiu convencer mais da metade do país que a sua era a opção a fazer. No segundo, pouca coisa trouxeram de novo.

De hoje a sábado, são três dias de propaganda eleitoral, o debate na Globo e uma intensa cobertura da mídia. Na propaganda, é pouco provável que tenhamos novidades, talvez apenas a despedida emocional de Lula. Da mídia, podemos esperar o que vimos ao longo da campanha inteira, uma clara preferência (ainda que crítica, em alguns jornais) por Serra. Resta o debate.

É nele que os candidatos mais poderão fazer para convencer os poucos indecisos que existem.

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terça-feira, 26 de outubro de 2010 Eleições | 15:02

E Mercadante foi, de fato, excluído

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Aloizio Mercadante (Foto: AE)

Como o Poder Online já noticiou, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) foi apontado, nos bastidores da campanha de Dilma Rousseff, como principal responsável pela estratégia de a candidata insistir com José Serra na discussão da compra da Gás Brasiliana pela Petrobras.

A idéia foi posta em prática no debate presidencial da Rede TV! e foi considerada um fracasso.

Pois bem.   Aloizio Mercadante acabou não sendo chamado para fechar estratégia do debate da Record, ocorrido ontem.

Ele conversou com Dilma, mas não ficou para a reunião em que se definiram temas a serem abordados pela candidata.

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010 Eleições | 17:10

Câmbio, previdência e tributos são tabus para os candidatos

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Debate da RedeTV!: nada sobre câmbio

No início do primeiro turno, o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros disse ao Poder Online que “a Carta ao Povo Brasileiro já era”. Os candidatos a presidente, segundo ele, deveriam apresentar como, em uma economia estabilizada, o país – na visão do PSDB –  “pode mais” ou – na visão do PT – pode “seguir mudando”.

Segundo Mendonça de Barros, isso implicaria, principalmente, na redução dos gastos públicos, que hoje se resume à previdência, ao câmbio, à reforma tributária e à redução da máquina pública, na opinião de 9 entre 10 economistas.

Muitos deles alimentaram a expectativa de que o segundo turno pudesse servir para melhorar o nível da discussão.

Pois bem, a seis dias da eleição, ninguém sabe o que os candidatos pretendem fazer nestas áreas. Seus programas de governo são apenas propostas de eleitores enviadas para páginas na internet.

Na Previdência, por exemplo, Serra acena com aumento de 10% para as aposentadorias e aumento do salário mínimo para R$ 600, que impacta as contas previdenciárias. Enquanto Dilma – que prometeu apresentar hoje um programa de governo e assinou uma proposta com 13 itens subjetivos – sequer discutiu a declaração do ministro Carlos Gabas contra uma reforma previdenciária. É lícito supor que a candidata concorde com essa posição.

E assim, Marina Silva atravessou a campanha com uma proposta de previdência de capitalização individual que, se pública, é a tal capitalização escritural – descartada pelo governo FHC por um só motivo: inviável em ambiente de juros altos.

A questão do câmbio, outro exemplo, sequer foi citada no último debate. Assim como a reforma tributária, tão reivindicada pelo empresariado, até agora, é mera citação esporádica, sem nenhum detalhe sobre quem passará a pagar menos qual tributo ou imposto.

O único tema econômico da campanha são as privatizações. Há pouca esperança que o debate de hoje à noite, na Rede Record, venha a corrigir essa falha. Ou mesmo o programa da Rede Globo, na sexta-feira. E assim o Brasil vai às urnas.

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Eleições | 15:39

Deputado tucano dá munição para Dilma no debate

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A entrevista do deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB-ES) publicada hoje na Folha de S. Paulo será usada no programa eleitoral do PT e no debate de hoje à noite, na Rede Record.

Nas palavras de Marco Aurélio Garcia, coordenador do programa de governo petista, as palavras de Vellozo Lucas são “uma magnífica contribuição”.

Na entrevista, o deputado destaca que a Petrobras não tem como explorar sozinha o pré-sal. E defende a “adoção de modelo criado no governo FHC e entrada de grupos estrangeiros em novos campos de petróleo”.

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domingo, 24 de outubro de 2010 Eleições | 08:38

Nunca antes se ouviu tanto “no que se refere”

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Amanhã, Dilma Rousseff e José Serra enfrentam-se no penúltimo debate da eleição presidencial, na Rede Record.

Entre outras coisas, a equipe de Dilma tem tentado fazer com que a candidata se livre de um vício de linguagem que tem aumentado nas suas últimas aparições.

Circula no Youtube um vídeo que contou, no debate da Rede TV!, dia 17, simplesmente 21 repetições da expressão “no que se refere” por Dilma.

Veja só:

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010 Eleições | 15:01

Mercadante pode ser excluído da preparação para o próximo debate de Dilma

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Aloizio Mercadante e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Cesar Ogata)

A insistência de Dilma Rousseff em tratar da aquisição da Gás Brasiliana pela Petrobras no último debate está sendo atribuída, nos bastidores da campanha, a Aloizio Mercadante. E a cúpula petista avaliou que o tema não “pegou” .

Por conta disto, está sendo rediscutido o convite para Mercadante participar da reunião do final de semana em que será decidida a estratégia de Dilma para o penúltimo debate presidencial, na Rede Record.

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terça-feira, 19 de outubro de 2010 Eleições | 08:02

Marqueteiro de Dilma X comando do PT

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Se dependesse do marqueteiro João Santana, Dilma Rousseff recusaria quase todos os convites para participar de debates neste segundo turno.

Talvez aceitasse apenas o da Rede Globo. Essa tem sido a posição dele. Mas o comando do PT passou por cima.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010 Eleições | 16:44

Ainda incerto o debate da Record

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O PT tem até quarta-feira para dar a resposta para a Rede Record sobre a participação de Dilma Rousseff no debate da emissora, previsto para o dia 25.

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Eleições | 10:02

Levy Fidelix do lado do PT

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Levy Fidelix (Foto: AE)

O candidato do PRTB a presidente, Levy Fidelix, conhecido por perpetuar a promessa do aerotrem, foi convidado para o debate de ontem na Rede TV!. Sentou do lado da plateia reservado ao PT. E estava bastante à vontade entre os notórios petistas, como a senadora eleita Marta Suplicy.

Fidelix teve 57.960 votos. Não é nada, não é nada…não é nada mesmo.

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