Publicidade

Posts com a Tag DEM

domingo, 10 de maio de 2015 Congresso | 06:00

‘Ninguém vai calar minha boca com besteirinha de feminismo’, diz Alberto Fraga

Compartilhe: Twitter

Mesmo após a repercussão negativa de suas declarações à líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), o presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga, nega ter arrependimentos. Na última quarta-feira, o deputado afirmou no plenário da Casa que “mulher que bate como homem tem de apanhar como homem“.

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

“Posso pedir desculpas a todas as mulheres do Brasil, se entenderam a minha frase errado, mas para a deputada Jandira Feghali não. Se eu tivesse que fazer, faria tudo de novo, sem nenhum problema”, diz Fraga, ao Poder Online. Eleito como o deputado federal mais bem votado do Distrito Federal, o presidente da bancada da bala na Câmara diz ainda que tem recebido o apoio de todos os seus colegas, sem exceção.

Sobre as comparações com o episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse à ex-ministra Maria do Rosário (PT-RS) que ela não merecia ser estuprada “porque é muito feia”, o coronel da Polícia Militar diz que as mulheres não podem se “vitimizar”. 

Confortável em dar as declarações no vídeo, o deputado, já longe da câmera, foi mais longe. Questionado se tinha algo a acrescentar, disparou: “Continuo e continuarei sendo o Fraga de quatro mandatos de deputado. Ninguém vai calar a minha boca com besteirinha de feminismo não”. Clique aqui para ouvir.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

O senhor tem sido muito criticado após dizer à deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) que mulher que “bate como homem, tem que apanhar como homem também”. Queria a sua versão sobre os fatos.
O que eu penso é o seguinte: a deputada Jandira Feghali, conhecida por todos os colegas como uma pessoa arrogante, que vai pra cima das pessoas, que não é o primeiro embate nesse nível que existe dentro do Plenário. Ela xinga e não quer ser xingada. Ela agride e não quer ser agredida. Ela provoca e não quer ser provocada. Diante daquele quadro que todo mundo presenciou e que o PT e a esquerda não esperavam, com as galerias jogando notas de dólares falsas, eu acho que ela – envergonhada com o voto que ela deu contra os trabalhadores – buscou uma uma situação para se vitimizar. Andando no Plenário hoje, não teve sequer um deputado, nenhum, que condenou a minha atitude.

E por que o senhor se envolveu nessa história?
O problema não foi comigo, o problema começou com o Roberto Freire (PPS-SP) e o Orlando Silva (PCdoB-SP). No momento em que o Freire toca nas costas do Orlando Silva, ela sai do lugar dela, entra no meio dos dois e bota o dedo na cara do parlamentar e disse umas palavras que não cabe a mim repetir. Até mesmo porque, quem tem que falar, é o Roberto Freire. E, imediatamente, o Roberto Freire tirou os dedos da cara dele, ela correu ao microfone e já começou a se vitimizar.

Mas ele chegou a segurar a mão dela.
Ele segurou porque ela estava com dedo na cara dele. Isso é correto? Nem com ela era a discussão. Porque ela tinha que botar o dedo lá? Se você pegar uma faca e vier pra cima de mim eu tenho que aceitar porque você é mulher e pedir o que? Eu imediatamente, vendo aquela situação, no momento do encaminhamento era a minha vez e eu pronunciei as palavras que eu repito e reafirmo. Não há diferença entre homens e mulheres na política. A única diferença que existe entre homem e mulher é quando a gente vai falar no capítulo força física. Eu disse então o seguinte, quando ela reclamou, ‘se, na política, a mulher bate como homem, ela tem que apanhar como homem’. E esse bate de debate político, não fisicamente. Agora, isso dava o direito de ela me chamar de fascista? De matador? Dizer que eu faço apologia à agressão das mulheres? Eu entrei com uma ação contra ela e o deputado Glauber Braga (PSB-RJ), no Conselho de Ética, por difamação, calúnia e injúria. Agora, contra o que ela entrou contra mim eu não sei, porque eu não cometi nenhum crime.

Ela anunciou que vai entrar com ações tanto no Conselho de Ética como no Supremo Tribunal Federal.
Eu também vou pro STF, eu também. Mas eu quero saber qual foi o crime que eu cometi.

Em sua defesa, o senhor disse que não bate em mulher e que inclusive convive bem com muitas delas. Sua mãe, esposa, filhas. Como resposta, muitas mulheres disseram que isso nunca impediu nenhum agressor…
Eu não tenho nem o que falar sobre isso. É de uma idiotice tão grande colocar uma questão dessas. Na minha vida pública, não existe absolutamente nenhum episódio que conste qualquer tipo de agressão ou ataques a mulheres. É falta de não ter o que falar. Nada. Tenho 33 anos de casado, tenho filha, recebi um relato de uma ex-presidente do Democratas Mulher em minha defesa.

O senhor mesmo afirmou que há uma diferença física entre homens e mulheres e que o deputado Roberto Freire segurou o braço da deputada Jandira Feghali. Isso não é extrapolar o limite da agressão física?
Eu não posso, de forma alguma, julgar o comportamento do Roberto Freire. Eu sei que ele é um cara muito combativo, mas jamais o vi praticar qualquer ato de truculência. Ele apenas tirou o dedo da cara dele e mostrou que é muito moderado quando subiu à Tribuna e pediu desculpas a ela. Eu não peço desculpas a ela. Posso pedir desculpas a todas as mulheres do Brasil, se entenderam a minha frase errado, mas para à deputada Jandira Feghali não. Se eu tivesse que fazer, faria tudo de novo, sem nenhum problema.

Esse episódio tem sido comparado com a discussão entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a deputada Maria do Rosário (PT-RS) (leia mais). O que o senhor acha disso?
O que não pode ter é a vitimização. A mulher tem todo o direito de lutar por sua igualdade, já tem seu espaço na política, mas não pode, escudada nos movimentos feministas, achar que se você agredir seu oponente injustamente ele não tenha que responder.

Mudando um pouco de assunto, queria que o senhor falasse um pouco sobre a atuação da bancada da bala, sob o seu comando, nos últimos meses.
Para todos os projetos que pedimos prioridade, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, com muita sensibilidade, tem nos ajudado. Seja para aumentar a pena de quem usa os menores para praticar crimes, agravando a pena de pichadores, desengavetando a questão da maioridade penal, permitindo o debate sobre a questão do desarmamento. Todas essas são questões de nível nacional, mas que viraram tabus criados pelos partidos de esquerda. Essa turma do quanto pior, melhor. O PT sobrevive e sobreviveu do caos.

Falando em partidos, qual é sua posição com relação à fusão do DEM ao PTB?
Ah, eu sou contra. Não, perdão. Eu sou favorável desde que o partido em que a gente vai se fundir venha para a mesma posição do Democratas, que é a oposição. Eu não vou jogar minha história de vida pública fora. Não tem a menor hipótese de eu fazer parte da base do governo do PT. O (Ronaldo) Caiado não quer de jeito nenhum, eu não sou tão radical assim. Eu acho que o Democratas, com o tamanho que tá e o tamanho que já teve, não tem condições de continuar assim. Isso é ruim e dificulta. Você acabou de presenciar eu mendigando uma vaga num conselho. Aqui está assim, você não consegue as coisas por causa do tamanho do partido.

No Distrito Federal, os dois partidos têm uma relação relativamente boa, não é? O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) estava com vocês nas últimas eleições.
Exatamente, não tem nenhum problema. O problema todo fica a nível nacional, porque o PTB tem uma posição de governo, embora os mentores dessa fusão já tenham dito que não são governistas. Na última reunião, eu votei a favor da continuidade da discussão. Não votei a favor da fusão, até mesmo porque na última reunião do Diretório Nacional a discussão era sobre continuar conversando. Dizer radicalmente que a gente não quer fusão de forma alguma, acho que não é por aí.

Quem são esses mentores?
A Cristiane (Brasil), o Benito Gama. Tanto é que esta semana eles votaram contra o governo, na questão da MP 665. E, lamentavelmente, de maneira triste, oito deputados nossos votaram com o governo. Causou um problema sério dentro da bancada. Depois da votação, os oito deputados se sentaram separados e acho que sentiram que a bancada não gostou dessa decisão e isso vai ter consequências. Eu acho que o Conselho de Ética deve se pronunciar e se manifestar. Acho que já houve uma provocação, que seria pelo Onyx (Lorenzoni), que é o nosso secretário-geral.

Nacionalmente, um dos maiores entraves seria o ministro Armando Monteiro (PTB-PE), que está à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio?
Não, não acredito que seja ele não. Pelo que eu conheço do Armando, acho que ele até saíria (do ministério) para não ter problema. O problema eu acho que está no Jovair Arantes (PTB-GO). Sabemos que ele tem uma forte relação com o governo e já disse claramente que, se sair, não sai da base do governo e, se fizerem uma fusão, ele sai e leva 20 deputados. É o que ele diz. Já os outros dizem que não é assim não.

Tem mais alguma coisa que o senhor acha importante?
Não. De resto, continuo e continuarei sendo o Fraga de quatro mandatos de deputado. Ninguém vai calar a minha boca com besteirinha de feminismo não.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de março de 2015 Partidos | 13:00

PTB e DEM retomam conversas sobre fusão

Compartilhe: Twitter
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA). Foto: Divulgação

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA). Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira, as bancadas do DEM e do PTB se sentam para retomar as conversas sobre uma possível fusão.

Na bancada do PTB, o clima é mais favorável à movimentação, que resultaria no quarto maior partido do Congresso Nacional. Fala-se em manter a sigla do Partido do Trabalhista Brasileiro e o número eleitoral 14.

O DEM ainda tem certa resistência – motivo que levou, inclusive, à ida do prefeito de Salvador e um dos principais expoentes da sigla, Antônio Carlos Magalhães Neto, para Brasília.

Leia também: DEM descarta plano de fusão com PSDB

Autor: Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 Congresso | 13:37

‘Congresso desrespeitou autonomia da Venezuela’, diz petista

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA). Foto: Divulgação

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA). Foto: Divulgação

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) tem dito que há “uma indignação seletiva” no Congresso Nacional, quanto aos fatos internacionais. “Quando os Estados Unidos, por exemplo, invadem países sem o aval dos organismos internacionais, da ONU, não há nenhuma reclamação no Parlamento”, diz o petista.

Saiba mais: Mendonça apresenta moção de repúdio contra Nicolas Maduro

De acordo com Valmir, por uma articulação do DEM e do PSDB, a Câmara dos Deputados foi “arrogante” ao aprovar uma moção de repúdio ao governo da Venezuela. “O Congresso Nacional promoveu um desrespeito à autonomia da Venezuela, enquanto país democrático. Um desrespeito ao presidente Nicolas Maduro, eleito com a maioria dos votos em eleições limpas e reconhecidas pela comunidade internacional, além de desrespeito à soberania do povo venezuelano”.

Militante do MST, Valmir disse ainda que “o Parlamento não tem o direito de interferir naquilo que não tem informações concretas”, e afirmou que a moção foi baseada “em notícias filtradas pela mídia brasileira”. Segundo o petista, “se houvesse coerência no DEM e no PSDB, eles também teriam se mobilizado quando Hugo Chávez e Fernando Lugo sofreram golpes de Estado”, na Venezuela e no Paraguai.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015 Congresso | 18:39

Izar diz que disputará novo mandato à presidência do Conselho de Ética

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP). Foto: Agência Câmara

Depois de eleito quarto suplente da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, Ricardo Izar (PSD-SP) achou que não poderia concorrer a um novo mandato na presidência do Conselho de Ética da Casa.

Entretanto, após consulta a técnicos da Casa, Izar ficou sabendo que não haveria impedimento regimental a uma nova candidatura. Ele chegou a pensar em apoiar o nome de Marcos Rogério (PDT-RO).

A definição ainda depende de acertar os ponteiros no PSD, já que Sérgio Brito (BA) e José Carlos Araújo (BA) pediram ao partido para serem indicados ao posto. Izar deve conversar com Brito nesta terça-feira, mas diz que o correligionário já deu sinalização no sentido de abrir mão em nome do atual presidente do Conselho de Ética.

Segundo o atual presidente do conselho, as primeiras indicações dos partidos para a nova composição do grupo o estimularam. Izar acredita que poderá ter o apoio de PSDB, DEM e PMDB para conseguir um novo mandato.

“Acho que com isso dá para sustentar (nova candidatura)”, aposta Izar. Existe uma grande chance que a eleição para o Conselho de Ética coloque Izar em disputa com Rogério mais uma vez. Os dois, que atualmente têm uma relação cordial, disputaram o mesmo cargo em 2013, ocasião em que Izar acabou vencendo.

Embora conte com o apoio do PMDB, o partido deverá acompanhar o candidato indicado pelo presidente da Câmara e ex-líder na Casa, Eduardo Cunha. O cargo de presidente do Conselho de Ética deve receber ainda mais visibilidade em função dos desdobramentos da Operação Lava Jato sobre parlamentares envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras.

Autor: Tags: , , , , , , ,

sábado, 21 de fevereiro de 2015 Congresso | 08:00

Alberto Fraga assumirá comando da bancada da bala

Compartilhe: Twitter
Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

Já está tudo certo para que o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF) assuma o comando da bancada da bala na Câmara. A Frente Parlamentar da Segurança Pública será instalada oficialmente em um café da manhã, na próxima quarta-feira, quando o presidente do DEM no Distrito Federal deverá ser conduzido à presidência do grupo.

Assista: ‘Congresso precisa votar fim da maioridade penal’, diz Alberto Fraga

Ex-coronel da Polícia Militar, Fraga conseguiu 296 assinaturas para reinstalação da Frente – número bastante superior aos 21 deputados provenientes de órgãos de segurança como Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Federal. Com a movimentação, Fraga acabou se consolidando como o nome natural para assumir a bancada, como planejado pelo parlamentar desde o resultado das eleições.

O deputado pretende, entretanto, trazer para perto de si nomes de peso da bancada. Para sua vice-presidência, ele diz querer convidar deputados como João Campos (PSDB-GO), Major Olímpio (PDT-SP) e Lincoln Portela (PR-MG). Os ajustes finais serão feitos na próxima terça-feira, quando o grupo finalizará a redação do Estatuto da frente. “É praxe que quem criou seja o presidente, mas não quero que isso gere nenhum desconforto. Quero ser o porta-voz apenas para coordenar nossas ações e garantir que elas não fiquem muito pulverizadas”, diz Fraga.

Entre as principais bandeiras de Fraga, que inicia seu quarto mandato, estão o fim completo da maioridade penal, bem como a revisão do Estatuto do Desarmamento, a obrigatoriedade do trabalho para presidiários e o fim do chamado “saidão”.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Partidos | 10:30

Roberto Freire está a postos para voltar à Câmara

Compartilhe: Twitter
Presidente nacional do PPS, Roberto Freire. Foto: Divulgação

Presidente nacional do PPS, Roberto Freire. Foto: Divulgação

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal de arquivar a investigação sobre o suposto envolvimento do deputado Rodrigo Garcia (DEM-SP) no chamado cartel do metrô, a expectativa é de que a qualquer momento ele seja convidado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) para voltar ao secretariado paulista.

Assim, surgiria mais uma vaga para os suplentes eleitos por São Paulo, abrindo espaço justamente para o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que chegou à quarta suplência. Aliado do PSDB em São Paulo, o PPS esperava ansioso desde a eleição para que a fila andasse.

Três já saíram da frente, todos convidados para ocupar secretarias: Arnaldo Jardim (PPS), Floriano Pesaro (PSDB) e Duarte Nogueira (PSDB) assumiram, respectivamente, Agricultura, Desenvolvimento Social e Transportes.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:30

‘Congresso precisa votar fim da maioridade penal’, diz Alberto Fraga

Compartilhe: Twitter

De volta à Câmara dos Deputados, o presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga, tem se empenhado na recriação da Frente Parlamentar da Segurança Pública. Em uma semana, o deputado diz já ter obtido 328 assinaturas e pretende chegar a 400.

Leia também: Alberto Fraga pretende assumir comando da bancada da bala

“Vamos formar uma frente atuante, para dar uma resposta à sociedade”, diz o parlamentar. “O Congresso Nacional precisa de imediato votar alguns assuntos que a população não aceita mais a protelação, como a questão do menor. Temos que acabar com essa idade penal, o sistema prisional brasileiro não recupera ninguém”, diz o parlamentar que defende o fim completo da maioridade penal.

Assista:

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Congresso | 19:30

DEM cola na segurança pública

Compartilhe: Twitter
O líder do DEM, Mendonça Filho (PE). Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara

O líder do DEM, Mendonça Filho (PE). Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara

Na lagarda da nova legislatura, o DEM tenta abraçar por todos os lados a agenda da segurança pública.

Em meio à distribuição das comissões, o partido tem se articulado para permanecer no comando da Comissão de Segurança Pública da Casa, presidida pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), no último ano.

Além disso, parlamentares da sigla praticamente finalizaram a coleta de assinaturas para recriar a Frente Parlamentar da Segurança Pública, que deve ser presidida pelo deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF).

Leia mais: Alberto Fraga pretende assumir comando da bancada da bala

Autor: Tags: ,

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:30

‘Clima anti-PT que existia nas ruas chegou ao Congresso Nacional’, diz Ronaldo Caiado

Compartilhe: Twitter

Escolhido para assumir a liderança do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO) tem dito que pretende fortalecer o papel de oposição no Congresso e vê na vitória do peemedebista Eduardo Cunha (RJ) para a presidência da Câmara mais um sinal do “isolamento do PT”.

Leia também: Com Eduardo Cunha, oposição prepara ofensiva contra Dilma no Congresso

“Esse clima anti-PT que existia nas ruas chegou ao Congresso Nacional”, diz o senador recém-eleito. “Hoje, o PT é um partido quase que totalmente ilhado na Câmara e no Senado, sem uma capacidade de interlocução”.

Assista:

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:30

Oposição faz fila para emplacar CPIs no Congresso

Compartilhe: Twitter
O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PPS-PR). Foto: Divulgação

O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PPS-PR). Foto: Divulgação

Para marcar o início da nova legislatura, parlamentares de siglas como PSDB, DEM, PPS, PV, PSB e Solidariedade pretendem protocolar até o final do dia o pedido para a abertura de cinco Comissões Parlamentares de Inquérito contra o governo, na Câmara dos Deputados. O grupo também se articula com senadores para abrir uma nova comissão de investigação mista sobre a Petrobras.

“É algo que estamos articulando desde o encerramento das atividades da CPMI da Petrobras, no ano passado. Não podemos deixar esse vazio”, diz o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR). A ideia é emplacar uma nova CPI da Petrobras, bem como investigações sobre supostas irregularidades envolvendo o BNDES, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, a gestão dos fundos de pensão e do setor elétrico.

Enquanto parte dos assessores corre atrás das 171 assinaturas necessárias para encaminhar o pedido na Câmara, a outra guarda o lugar na fila do Protocolo, para não correr o risco de perder a vez para algum governista. Pelo regimento da Casa, apenas cinco CPIs podem funcionar simultaneamente. A reabertura de investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras, aliás, foi uma das principais promessas de campanha do novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última