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Posts com a Tag denúncias

domingo, 15 de janeiro de 2012 Partidos | 06:01

Presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra pisa em ovos para atacar ministro de Dilma

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Deputado Sérgio Guerra (foto: José Cruz/ABr)

Presidente nacional do PSDB, o deputado Sérgio Guerra (PE) viu-se numa situação delicada com o aparecimento de denúncias contra o ministro da Integração, Fernando Bezerra.

É que Sérgio Guerra é amigo pessoal do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), padrinho político do ministro.

Uma amizade que lhe rendeu inimigos no Estado, como o ultra  oposicionista senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

E, agora, essa proximidade com o governador está custando ao presidente dos tucanos a suspeita de que esteja trabalhando, por baixo dos panos, pelo silêncio da oposição em relação às denúncias contra o ministro.

Em entrevista ao Poder Online, Sérgio Guerra nega atuar neste sentido, mas não esconde que está numa situação muito delicada.

Poder Online – Deputado, como o senhor está vendo as denúncias contra o ministro Fernando Bezerra?

Sérgio Guerra – Olha, não gosto de falar muito sobre isso. O ministro é de Pernambuco e estão concentrando muito a discussão nessa coisa do Estado, do Nordeste…

Poder Online – O senhor acha que está havendo um movimento da imprensa do Sul e do Sudeste contra as verbas para o Nordeste?

Sérgio Guerra – Não. Não acho que haja plano nenhum de ninguém contra ninguém. Não dá para transformar isso numa guerra de secessão. Mas, como ficou nessa história, estou evitando entrar…

Poder Online – Mas o senhor acha, afinal, que o ministro é culpado ou inocente?

Sérgio Guerra – Acho que há dois tipos de assuntos nessas denúncias. Um é em relação à liberação de verbas para Pernambuco, denúncias de que ele teria privilegiado o seu Estado de origem. As outras denúncias se referem a coisas pessoais, digamos assim, que teria havido favorecimentos a parentes. O que posso dizer é que essas liberações para Pernambuco, pelo que se viu, são de responsabilidade múltipla dentro do governo. Não foi só o ministro. Têm responsabilidade também seus colegas, a presidente da República e até governadores de diversos estados e partidos.

Poder Online – E a questão de ele ter deixado o irmão dirigindo a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco), de o filho, que é deputado, ter tido liberação privilegiada de emendas?

Sérgio Guerra – Olha, isso aí tem que ser investigado. O homem público tem que esclarecer todo tipo de denúncia que apareça contra ele. Mas não quero entrar muito nessa coisa de família.

Poder Online – O que o senhor achou do depoimento do ministro no Congresso?

Sérgio Guerra – Para ser absolutamente sincero, eu não assisti.

Poder Online – Pois é. Tem essa história de que o senhor, na verdade, tem trabalhado por uma posição mais suave do PSDB em relação ao ministro, exatamente por sua ligação com o governador.

Sérgio Guerra – Olha, eu nunca neguei minha amizade com o Eduardo. Mas não estou trabalhando para suavizar nada. O papel da oposição é cobrar e nós estamos fazendo isso como deve ser feito, como em todos os casos.

Poder Online – Mas, no caso do depoimento no Congresso, a mídia registrou que as críticas foram dirigidas menos ao ministro e mais ao governo, à presidenta Dilma.

Sérgio Guerra – Sim, sim. Mas não foi só no caso do Fernando Bezerra. Também foi assim com as denúncias contra o ex-ministro do Turismo Pedro Novais (PMDB-MA). A culpa principal é do Palácio do Planalto. Não é relevante o Novais, ou o Fernando. É a presidente da República que mantém essa estrutura viciada de distribuição de cargos e benesses. Ela não diz que é a gerentona, que manda em tudo, que sabe de tudo? Então é ela quem tem que responder mesmo.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Governo | 14:22

Empreiteiras “se escondem” para escapar de crise no Dnit

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Do dono de uma empreiteira que firmou contratos com o Dnit sobre seu desaparecimento este mês das dependências do órgão:

– Mas como não sumir? Estou que nem avestruz, com a cabeça num buraco para não ser visto – justificou em conversa entre amigos em Brasília.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 Congresso | 06:02

Oposição insiste em denúncias contra Comissão do Orçamento

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A renúncia do senador Gim Argello (PTB-DF) à relatoria da Comissão de Orçamento não cessará com as denúncias da oposição envolvendo as emendas ao Orçamento.

O senador Heráclito Fortes (DEM-PI) foi ontem mesmo à tribuna pedir que as apurações não parem por causa da saída de Argello. E acusou o Ministério da Cidades de acobertar “fatos nada abonadores”.

Mas Heráclito não explicitou quais “fatos” seriam estes. Ficou claro, apenas, que a oposição pretende insistir no assunto

Veja só:

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sábado, 23 de outubro de 2010 Eleições | 16:32

Vice-presidente do PT denuncia: “estádio do DF vai custar mais de R$ 1 bilhão”

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O vice-presidente do PT no Distrito Federal, Chico Vigilante, denunciou ao Poder Online o que, segundo ele, vai ser o próximo escândalo do DF. Vigilante garante que parte do dinheiro para as obras ao novo estádio foram liberadas sem autorização e que o valor vai quase duplicar.

- O estádio, orçado em menos de R$ 700 milhões, vai ficar em mais de R$ 1 bilhão. E a Terracap já repassou R$ 80 milhões sem a autorização do Conselho de Administração do órgão, que é composto por quatro integrantes do governo federal. E o Rogério Rosso (governador do DF) já enviou à Assembleia Legislativa um projeto para vender o tal estádio para a Terracap, que é a dona dos imóveis de Brasília – afirmou.

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terça-feira, 21 de setembro de 2010 Eleições | 11:01

Petistas agradecem aos tucanos terem livrado Dilma de Erenice

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Tem gente no alto comando da campanha de Dilma Rousseff propondo que, terminadas as eleições, e com a petista vitoriosa, o novo governo ofereça uma medalha ao tucano José Serra por serviços prestados à nação.

Trata-se de uma brincadeira, mas com base de seriedade. É que muito provavelmente Erenice Guerra seria a ministra-chefe da Casa Civil no governo Dilma.

E as denúncias contra ela, agora na campanha, livraram Dilma Rousseff do risco de uma alavanche de denúncias contra um dos ministérios mais fortes do governo, que certamente estourariam logo no início de sua administração.

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