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Posts com a Tag Dilma Rousseff

quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 00:26

Governo aposta na estratégia de isolar Cunha agradando PMDB

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As movimentações da presidente Dilma Rousseff no sentido de agradar o PMDB, partido que passará a ter pelo menos sete pastas na Esplanada dos Ministérios, tiveram efeito de isolar, em parte, as já conhecidas investidas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no sentido de causar constrangimento ao Planalto.

Nesta quarta-feira (30), Cunha decidiu ocupar fisicamente o Plenário da Câmara dos Deputados com uma infindável sessão. O objetivo era impedir a realização da sessão do Congresso, marcada há uma semana, destinada a apreciar o restante dos vetos presidenciais.

Pela manhã, Cunha avisou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é presidente do Congresso e responsável pela convocação das sessões, sobre a sessão da Câmara. Cunha avisou: “Vai demorar”.

O presidente da Câmara ainda exigiu que Renan coloque em votação no Senado a proposta que permite o financiamento de campanhas por empresas privadas, ainda nesta semana

Renan não embarcou. Por enquanto, Renan tem dados sinais de que não se pautará pela vontade do colega.

O governo ainda considera vitória da articulação política ter atraído o líder do PMDB, Leonardo Picciani, aliado de primeira hora de Cunha.

O PMDB, que já possui cinco pastas no governo, passará a ter sete ministérios, mantendo as que já existem e ampliando seu domínio sobre a pasta da Saúde e, provavelmente, Cultura.

 

O nome mais indicado para a Saúde nesta semana passou a ser o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) antigo aliado de Cunha, mas que chegou a ter divergências com o presidente da Câmara por ocasião da votação da reforma política.

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terça-feira, 29 de setembro de 2015 Governo | 20:09

Chioro reclamou com Dilma de ser demitido “pela imprensa”

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Ministro da Saúde, Arthur Chioro. (Crédito: Agência Brasil)

Ministro da Saúde, Arthur Chioro. (Agência Brasil)

O Palácio do Planalto confirmou nesta terça-feira (29), a demissão do ministro da Saúde, Arthur Chioro, que havia sido comunicado pela presidente, em reunião na semana passada, no Palácio da Alvorada.

Ao comunicar ao ministro demissionário sua intenção de passar a pasta para o PMDB, Dilma acabou ouvindo do ministro sua contrariedade com a forma que foi informado: “pela imprensa”.

O ministro ainda se disse bastante chateado com a divulgação da lista de indicados para o substituí-lo na pasta, apresentada pelo PMDB, a pedido de Dilma, antes de comunicá-lo sobre a saída.

De acordo com pessoas presentes à reunião, apesar de chateado, o ministro garantiu a presidente que não atrapalharia os planos dela de agradar o PMDB.

De acordo com o Palácio do Planalto, o telefonema de Dilma para Chioro, feito nesta terça-feira, apenas oficializou o comunicado. No entanto, ele deve ser oficialmente exonerado do cargo na próxima quinta-feira, quando a presidente anunciar a reforma.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Governo, Política | 12:00

Reforma ministerial só será anunciada após retorno dos Estados Unidos

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Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff só deverá anunciar a reforma ministerial depois que voltar da viagem que fará aos Estados Unidos, a partir deste fim de semana.

Dilma decidiu adiar o anúncio, seguindo os conselhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de avaliar que não havia conversado o suficiente, nem com partidos aliados, como o PMDB, nem com representantes de movimentos sociais que podem ter as expectativas frustradas em relação a fusão de pastas consideradas simbólicas, como as de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Mulheres.

Até o embarque, que pode ocorrer na noite desta quinta-feira (24) ou até mesmo na sexta-feira, Dilma se dedicará aos diálogos.

Neste momento, a presidente se reúne no Palácio da Alvorada com o vice-presidente Michel Temer e ministros como Miguel Rossetto (Secretaria Geral), Kátia Abreu (Agricultura), Giles Azevedo (Gabinete), Eleonora Minecucci (Mulheres), além de Ricardo Berzoini (Comunicações), responsável pela articulação política do governo.

A presidente viaja para Nova Iorque, onde fará a abertura dos debates da 7ª Sessão da Assembléia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28).

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quarta-feira, 23 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Política | 16:10

Convite de Dilma a ministra das Mulheres é entendido como sinal de que pastas sociais não serão fundidas

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A ministra de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. (Foto: Agência Brasil)

A ministra de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. (Foto: Agência Brasil)

Diante das incertezas em relação à reforma administrativa que a presidente Dilma Rousseff deverá anunciar nas próximas horas, os defensores da manutenção das pastas destinadas a políticas afirmativas comemoraram o convite feito pela presidente à ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci para acompanhá-la na viagem a Nova Iorque.

O convite soou como uma sinalização de que Dilma não mexerá nas pastas que têm o status simbólico de ministério: Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial.

Além de Eleonora, a presidente ainda levará em sua comitiva o ministro da Fazenda, Joaquim Levy; o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira; do Meio Ambiente Izabella Teixeira, e do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias.

A viagem a Nova Iorque ocorre por conta da abertura da  70ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28), na qual a presidente discursará.

 

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terça-feira, 22 de setembro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:11

Picciani tem dificuldades em entregar a Dilma PMDB apaziguado

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Leonardo Picciani (foto: divulgação)

Leonardo Picciani (foto: divulgação)

Integrantes da bancada do PMDB na Câmara, rebeldes ao governo, tem reclamado que, no último mês, desde que o líder, deputado Leonardo Picciani (RJ), deu início a um diálogo mais próximo com a presidente, ele não tem realizado a tradicional reunião semanal da bancada das terças-feiras.

Na semana passada, Picciani chegou a chamar os deputados para o costumeiro encontro, mas, diante do atraso de uma hora e meia, muitos parlamentares decidiram não esperar, irritados.

Picciani marcou reunião para esta terça-feira, quando terá que apaziguar os ânimos da bancada, enfurecida com o veto da presidente Dilma Rousseff ao nome do deputado e ex-ministro Saraiva Felipe, para comandar o Ministério da Saúde.

Felipe esteve a frente da pasta no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, gestão marcada por seu envolvimento com a chamada Máfia das Sanguessugas. Ele teria nomeado como sua assessora uma ex-funcionária da empresa Planam, Maria da Penha Lino. A Planam era o centro da investigação do esquema que envolvia emendas parlamentares e fraudes em licitações.

A sugestão foi levada a Dilma pelo líder como sugestão para a reforma ministerial que deverá ser anunciada nesta quarta-feira.

Perante a bancada, o líder tem passado a ideia de fragilidade ao não conseguir emplacar o indicado. Já o governo teme que a articulação com Picciani acabe azedando ainda mais a relação com a Câmara e, principalmente com o PMDB. Isso porque, integrante do Planalto já enxergam que a Picciani exerce uma liderança “outorgada” pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ).

Agora, como interlocutor privilegiado do Planalto, teme que ele não tenha a ascendência necessária para entregar o que Dilma espera: uma bancada menos rebelde.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:02

Governo conta com Cunha para barrar impeachment, mas teme articulação da oposição

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

As devoluções, arquivamentos e postergações de decisão sobre os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são visto pelos auxiliares mais próximos da presidente como sinais de que ele não dará prosseguimento ao processo de impeachment, de forma monocrática, competência garantida ao presidente da Câmara, pela Constituição Federal.

No entanto, o governo teme que, diante de uma provável negação de Cunha, deputados de oposição, e até mesmo de partidos da base rebeldes ao governo, consigam aprovar recurso, dando início, em Plenário, à tramitação.

O assunto foi objeto de conversa da presidente Dilma com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira, no Palácio da Alvorada. Os dois se encontraram com o objetivo de traçar estratégia para enfrentar a deterioração do cenário político das últimas semanas, inclusive a eminência de um processo de impeachment a ser deflagrado na Câmara.

Na semana passada, a oposição levantou uma questão de ordem tratando deste assunto, que deve ser respondida por Cunha na próxima segunda-feira (21). Ao receber o principal pedido até agora, assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, Cunha disse que primeiro responderia a questão de ordem, depois decidiria sobre ele sem, no entanto, falar de prazos. Enquanto isso, a ordem no governo é negociação intensa no Congresso, principalmente na Câmara.

Dilma escalou seus ministros mais habilidosos para a função, entre eles o de Comunicação, Ricardo Berzoine, que também finaliza o novo desenho da Esplanada a ser anunciado na próxima quarta-feira (23); da Defesa, Jaques Wagner; além do chefe do Gabinete Pessoal da presidente, Giles Azevedo, que tem conseguido resultados importantes na negociação com a ala do PMDB mais rebelde da Câmara.

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terça-feira, 15 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 12:28

Defesa de Dilma por líder do PMDB é fruto de articulação de Giles

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Assessor pessoal da presidente Dilma Rousseff, Giles Azevedo costurou apoio de peemedebistas rebeldes

Assessor pessoal da presidente Dilma Rousseff, Giles Azevedo costurou apoio de peemedebistas rebeldes (foto: PR)

Apesar de ter sido um dos motivos do desconforto do vice-presidente Michel Temer com a presidente Dilma Rousseff, há cerca de um mês, as articulações do assessor especial da presidente, Giles Azevedo, tem começado a dar resultados, de acordo com interlocutores do governo.

Se há sinceridade na postura recente de Picciani, o governo terá que esperar para conferir. Um sinal observado por auxiliares de Dilma foi a fala do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani, em apoio à permanência de Dilma no cargo em ato de apoio a Dilma nesta terça-feira.

“Eu tenho a percepção, que é a percepção corrente no PMDB, que a eleição se disputa até o fim do dia do pleito. Depois disso, tem que respeitar o resultado das urnas”, disse o peemedebista, que lidera a bancada da Câmara, rebelde à aliança com o Planalto.

O deputado é aliado de primeira hora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que anunciou rompimento com Dilma em julho, durante o recesso.

O pai do deputado, Jorge Picciani, que preside o PMDB do Rio de Janeiro, foram recebidos no Planalto em uma articulação que contou, além de Giles, com a contribuição do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, movimentação que teria deixado Temer enciumado.

Pai e filho tinham sido responsáveis, na eleição, pela montagem do palanque do senador Aécio Neves (PSDB-MG), no Rio.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 19:33

Com cortes no Minha Casa, Minha Vida, governo troca lançamento por reuniões fechadas

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Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Com a perspectiva de ter que adequar os investimentos em programas sociais à realidade orçamentária difícil do próximo ano, o governo apresentará uma proposta mais modesta para a terceira fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Os números ainda estão mantidos em sigilo, no entanto, integrantes do governo já admitem que a proposta inicial de lançar mais 3 milhões de unidades a serem entregues até 2018 acabou sendo revisada. Representantes do setor e de movimentos sociais também já foram avisados do corte no programa.

Diante do enxugamento, o Planalto também decidiu substituir a cerimônia de lançamento da terceira fase do programa, prevista para quinta-feira (10), por um anúncio bem mais discreto.

Com a presença da presidente Dilma Rousseff, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, explicará o programa em reuniões fechadas, primeiramente com representantes dos movimentos sociais, depois, com empresários do setor da construção civil. Kassab foi convocado a explicará as mudanças feitas na proposta original e os motivos destas mudanças.

Somente após estas reuniões, marcadas para a parte da tarde, no Palácio do Planalto, é que o ministro deve dar uma entrevista falando sobre o projeto.

Nesta quarta-feira, Kassab e integrantes de sua equipe passaram a manhã em reunião no Planalto, acertando os detalhes. No entanto, o ministro não conseguiu convencer que o lançamento merecia a pompa costumeira das agendas positivas.

No Planalto, o ministro das Cidades conversou com o chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, depois foi chamado ao gabinete presidencial para pela presidente Dilma Rousseff.

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política, Sem categoria | 16:45

Oposição lança movimento pelo impeachment de Dilma

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A oposição na Câmara prepara para esta quinta-feira (10) um ato para lançar um movimento suprapartidário pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. O grupo de deputados pretende basear seus argumentos no pedido de impeachment apresentado, na semana passada, pelo jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT.

O ato está marcado para 11 horas, na Câmara e reúne deputados do PSDB, DEM, PPS e SD, entre outros partidos. Os tucanos enfatizam que não lideram o movimento.

Além do ato, o grupo de deputados dará início à coleta de assinaturas pela internet pedindo a saída da presidente.

A ideia inicial era de formar uma frente parlamentar, no entanto, o grupo decidiu por uma ação menos formal, ou seja, um movimento, capaz de abarcar outras formas de apoio além da política.

Inicialmente, surgiu a ideia de também assinarem o pedido apresentado por Bicudo, no entanto prevaleceu a tese, defendida pelos tucanos, de que o pedido deveria seguir puro, sem assinaturas da oposição, e com a carga simbólica de ter sido apresentado por um fundador do partido da presidente.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:34

Temer chama base para habitual reunião de articulação

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O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

A contar pela agenda do vice-presidente, Michel Temer, as pautas da Câmara ou do Senado fazem parte dos assuntos da “macropolítica”, que continuarão sob sua responsabilidade.

Temer enviou aos líderes da Câmara, nesta tarde, o convite para a habitual reunião da terça-feira (25), quando se define as estratégias do governo para a semana na Câmara. A reunião ocorrerá no Gabinete da Vice Presidência.

Além disso, de acordo com interlocutores do vice, ele continuará participando das reuniões da coordenação política no Planalto.

Na prática, a função desempenhada na articulação política pelo vice-presidente permanecerá quase inalterada, já que o governo finalizou a fase de nomeações de cargos nos segundo e terceiro escalão, tarefa que era desempenhada principalmente pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS).

Os trabalhos do governo agora se voltam, principalmente, para o corte de pastas, anunciado pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Nas negociações para os cortes, a presidente Dilma Rousseff contará com a ajuda do vice nas definições

 

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