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Posts com a Tag Dilma Rousseff

quinta-feira, 18 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 17:16

Renan sinaliza que não colocará veto em votação

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O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), sinalizou que não colocará em votação o veto da presidente Dilma Rousseff ao fim do fator previdenciário.Nesta quinta-feira, o senador fez questão de enfatizar que foi um avanço, a adoção, por parte do governo, do novo cálculo da previdência, a chamada regra 85/95. Falta agora, na opinião de Renan, melhorar a regra da progressividade na tramitação da nova medida provisória.

“O importante é saber como o Congresso vai receber a medida provisória. O congresso, terá oportunidade para melhorá-la. Eu acho que tem que melhorar essa regra da progressividade, mas não podemos deixar de dizer que, em relalão ao 85/95, já houve avanços”, disse.
Renan tem sido pressionado por sindicalistas a cumprir a promessa de colocar o veto à regra que prevê o fim do fator previdenciário ainda neste semestre. De acordo com sindicalistas, Renan, antes da decisão de Dilma, havia prometido marcar a apreciação do veto para o dia 14 de julho, véspera do recesso parlamentar.

Leia também: Fator Previdenciário: sindicalistas pressionam Renan por veto antes do recesso

 

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quarta-feira, 17 de junho de 2015 Brasil, Governo, Política | 18:39

Dilma tenta último acordo com Renan e centrais para vetar fim do fator previdenciário

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O governo tenta ainda um último acordo com as centrais sindicais e com o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), para que a presidente possa vetar o fim do fator previdenciário, e apresentar uma medida provisória capaz de servir de alternativa à medida aprovada pelo Congresso.
Interlocutores do Planalto dizem que a tendência é que Dilma realmente vete a proposta aprovada pelo Congresso e apresente esta nova medida provisória.
O ministro da Previdência, Carlos Gabas, após passar a tarde em reunião com os demais ministros, apresentou a proposta à presidente Dilma Rousseff e, em seguida, seguiu para uma reunião com Renan, no Senado na tentativa de construir um acordo.
Além de Gabas, também foram para a reunião com Renan, os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto.
Segundo o Planalto, o conteúdo já foi apresentado aos sindicalistas. Antes de se reunir com Renan, Gabas ainda ligou para os sindicalistas para tentar acordo.
O governo quer trocar o fim do fator por uma nova medida provisória que garanta que a soma da idade com o tempo de contribuição chegue a 95 anos para homens e 85 anos para mulheres.
Além disso, o governo conseguiu acordo para que haja o escalonamento da implantação da fórmula 85/95, levando em conta a expectativa de vida da população. O que ainda está em desacordo seria o ritmo de implantação dessa regra.
Após a reunião com Renan, os ministros ainda retornam ao Planalto para reportar à Presidente as reações. Dilma tem até a meia noite para vetar a proposta que terá que ser publicada no Diário Oficial de amanhã.

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Brasil, Governo, Política | 17:38

Além de mais dinheiro, MST pede que governo reduza burocracia para agricultura familiar

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Dando continuidade às “agendas positivas”, o governo marcou para a manhã da próxima segunda-feira (23) o lançamento do Plano Safra específico para a agricultura familiar. Movimentos sociais do campo esperam que o valor a ser anunciado em crédito supere o volume de R$ 24,1 bilhões, anunciado no ano passado e que o governo melhore os critérios para acesso.

“Não adianta nada comemorar volume maior de crédito, sem que o governo não cuide de melhorar o acesso ao crédito. Cada vez menos famílias procuram o Pronaf”, ponderou Alexandre Conceição, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

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segunda-feira, 15 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:45

Turma que fez “bundalelê” no Congresso organiza protesto em frente ao Planalto

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Os sindicalistas que estiveram reunidos com o governo nesta segunda-feira (15) já contam com a “turma do Paulinho” para “fazer barulho” na frente do Palácio do Planalto. O objetivo é de reivindicar que a presidente Dilma Rousseff não vete a regra que acaba com o fator previdenciário.

A reunião para definir como será o protesto já está marcada com os deputados Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP) e Arnaldo Faria de Sá para terça-feira (16), pela manhã.

“Vamos fazer um barulho lá”, disse o deputado Ademir Camilo (PROS-MG), que participou da reunião. Segundo ele, se Dilma vetar, as centrais não aceitarão participar do fórum criado pela presidente para discutir as regras da Previdência.

“Se ela vetar, nós não teremos motivo algum para sentar com ela novamente e conversar”, disse o deputado, que é vice-presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

A “turma do Paulinho” foi responsável pelo “bundalelê” no plenário da Câmara após a aprovação da MP 664, que altera as regras de pensão por morte, entre outros pontos.

Manifestantes fazem bundalelê no Plenário após aprovação da MP 664

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Brasil, Congresso, Economia, Governo, Partidos, Política | 17:56

Ministros se esforçam para explicar veto sem dizer que Dilma vetará fim do fator

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Carlos Gabas (Foto: divulgação)

Carlos Gabas (Foto: divulgação)

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, precisou se esforçar para não adiantar a posição da presidente Dilma Rousseff de vetar a regra que acaba com o fator previdenciário e, ao mesmo tempo, defender as razões para o veto que deverá ocorrer até a quarta-feira. “Não sei qual será a decisão da presidente”, insistiu Gabas após dizer que não é da natureza da presidente “se acomodar com uma posição momentaneamente cômoda”.
Mais cedo, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Edinho Silva, passou pelo mesmo dilema: “A presidente ainda não tomou sua decisão”, disse Edinho, que ao mesmo tempo evocou a “responsabilidade” do governo com a sustentabilidade da Previdência. “O governo tem responsabilidade não só com o período que governa, mas também com a sociedade brasileira”, disse.

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sábado, 13 de junho de 2015 Partidos, Política | 12:53

“Fora Levy” vira texto ameno em “Carta de Salvador”

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As críticas duras ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao pacote de ajuste fiscal deram lugar a texto ameno sobre a necessidade de retomar o crescimento econômico e a política de empregos, durante o 5º Congresso do PT, nesta semana, em Salvador (BA).

Durante a votação da Carta de Salvador, a única alteração admitida pelos governistas no texto base em relação à política econômica foi a seguinte: “É preciso conduzir a orientação geral da política econômica para a implementação de estratégias para a retomada do crescimento, para defesa do emprego, do salário e demais direitos dos trabalhadores que permitam ampliação das políticas sociais.”

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Partidos | 12:04

Em Salvador, petistas reclamam de indefinição de Dilma sobre fator previdenciário

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A falta de uma sinalização mais clara da presidente Dilma Rousseff se vetará a medida que acaba com o fator previdenciário causou dificuldades de negociação com os petistas ligados à Central Única do Trabalhadores (CUT) no 5º Congresso do PT, que ocorre em Salvador neste fim de semana.

Petistas governistas esperavam que a presidente, ao comparecer a abertura do evento na última quinta-feira desse sinal do que vai fazer e apontasse o que o governo apresentará de alternativa, caso a presidente realmente vete a medida aprovada no Congresso, dentro do pacote fiscal.

“Ela poderia ter chamado o Vagner Freitas (presidente da CUT) e dito que o governo está pensando”, reclamou o deputado Paulo Rocha (PT-PA), que pertence à corrente majoritária do governo.

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, e da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, só conversarão com as centrais na próxima terça-feira para apresentar as alternativas do governo. Dilma tem até quinta-feira para vetar a proposta. Os sindicalistas não querem o fim do fator previdenciário mas ainda esperam ouvir o que o governo tem para apresentar de compensação.

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Partidos | 11:14

Petistas governistas derrubam tese crítica ao ajuste fiscal

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O campo majoritário do PT conseguiu derrubar a tese assinada pela chamada esquerda do partido com críticas explícitas ao ministro da Fazenda Joaquim Levy e a condução da política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff.  A tese era assinada por tendências como a Articulação de Esquerda, a Democracia Socialista, Mensagem ao Partido, O Trabalho entre outras.

Para contemplar as reinvindicações do PT mais ligado à Central Única do Trabalhadores (CUT), os delegados ainda aprovaram um acordo prevendo no texto uma retomada imediata do crescimento econômico, da política de emprego e salários além da retomada das políticas sociais.

Ao defender o acordo construído para evitar uma racha no partido, o senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu que o PT reafirme sua posição de apoio ao governo. “É preciso que o PT afirme e reafirme que está ao lado do governo e de suas políticas”, disse o senado sob vaias dos delegados.

“A votação do texto ocorre neste momento no 5º Congresso do partido, em Salvador (BA).

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terça-feira, 9 de junho de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 18:17

Petistas desaconselham ida de Dilma a debates internos

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Diante da perspectiva de ausência da presidente Dilma Rousseff na abertura do 5º Congresso do PT, que ocorrerá na próxima quinta-feira (11), em Salvador, petistas aconselham que a presidente não vá durante os debates, que geralmente ocorrem no segundo dia, com críticas abertas ao governo e tradicionalmente com muita disputa política.

“A expectativa do PT, das mulheres, de todos os petistas é homnegeála, mas preferencialemten quando eles não tiverem sua propostas sendo votadas”, disse o deputado Afonso Florence (PT-BA)

Primeiramente, a intenção de Dilma era chegar da viagem que faz à Bélgica, na noite de quinta-feira e participar da abertura do Congresso ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As mulheres do PT já haviam preparado uma homenagem à presidente para a abertura.

Para o deputado,  Dilma, como petista, sabe bem como ocorrem os debates internos do partido.”Uma coisa é a abertura, um ato solene, outra coisa são os trabalhos de grupo, outra coisa é a plenária final deliberativa. Obviamente, interromper o processo de disputa típico, natural, democrático do PT pode criar um ambiente que uma proposta, tendencialmente vitoriosa se sinta preterida. Como boa petista, certamente ela sabe a distinção de sua presença em cada um desses momentos”, disse Florence, que já ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento Agrário no primeiro mandato da presidente.

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Brasil, Governo, Partidos, Política | 16:41

Sem mágoas do governo, Ideli assumirá cargo na OEA

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Ex-ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti (PT-SC) precisou sair da pasta para dar lugar ao seu colega de partido Pepe Vargas (PT-RS) depois que ele foi demitido da articulação política do governo. Agora, Ideli arruma as malas para dar a “volta por cima”.

A ex-ministra, que também já ocupou as pastas da Pesca e cuidou da articulação política no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, está arrumando as malas para se mudar para Washington, nos Estados Unidos, onde assumirá o cargo de assessora especial do uruguaio Luis Almagro, recém nomeado secretário-geral das Organizações dos Estados Americanos (OEA).

O cargo é uma solução inicial. A pedido de Almagro, Ideli deverá comandar a criação de uma nova secretaria na estrutura da OEA: a de Acesso a Direitos e Equidade, que deverá presidir após a criação.

A ex-ministra garantiu que não há mágoa com sua saída do governo. “Sou o maior exemplo de que quando uma porta se fecha, outras se abrem”, disse ao Poder Online.

 

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