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Posts com a Tag Dilma

sexta-feira, 8 de maio de 2015 Partidos | 06:00

Para amenizar desgaste, PT se descola de Dilma e reforça vínculo com Lula

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A direção nacional do PT marcou mais uma reunião no próximo dia 18, em Brasília, para avançar na estratégia de resposta à crise de imagem que atinge o partido. Abertamente, dirigentes petistas ssaem em defesa da presidente Dilma Rousseff e das medidas do ajuste fiscal. Nos bastidores, entretanto, integrantes do comando partido explicitam um plano para descolar cada vez mais a imagem do partido da presidente Dilma Rousseff e reforçar o vínculo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Uma proposta que já começou a ser estudada internamente e deve passar pelo crivo da executiva nacional na reunião do dia 18 é pedir a Lula que embarque em um amplo giro de viagens pelo país. Setores do comando partidário avaliam que o ex-presidente precisa assumir a dianteira do plano para resgatar a relação do PT com sua base histórica. A ideia é garantir uma extensa agenda de visitas ao Nordeste, por exemplo.

Os primeiros passos desse plano, diz um líder petista, se fizeram ver no programa de televisão veiculado pelo partido nesta semana. Apesar das críticas e dos panelaços que tomaram vários estados brasileiros, o comando partidário diz fazer uma avaliação positiva do vídeo. Isso porque  o filme tinha um objetivo específico: dialogar com setores estratégicos, como movimento sindical e entidades de representação de trabalhadores. Para justificar o distanciamento em relação ao governo, alguns petistas investem na tese de que o partido precisa primeiro se levantar para depois poder ajudar Dilma.

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terça-feira, 28 de abril de 2015 Governo | 16:07

Renan volta à rota de colisão com Dilma. Assista

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Dilma Rousseff que se cuide.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, tem voltado a reclamar da presidente da República em suas conversas tanto públicas como privadas.

Não foi gratuita sua declaração de hoje pela manhã, segundo a qual, se continuar assim, Dilma terá cada vez maios dificuldades para fazer pronunciamentos públicos sob o risco de se submeter a panelaços (veja vídeo abaixo).

Renan mandou foi um recado à presidente de que está irritado.

Primeiro, porque Dilma havia lhe dito que não ia demitir o seu apadrinhado no Ministério do Turismo, Vinicius Lages, mas demitiu.

Depois, porque atribui ao Palácio do Planalto a origem de informações de que está fazendo outras indicações para o segundo escalão do governo.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 15:45

Com fama de ‘arrecadador eficiente’, Vaccari enfrenta denúncias desde que assumiu

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Preso nesta quarta-feira em mais uma etapa da Operação Lava Jato, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é alvo de denúncias desde que assumiu as contas partidárias. Quando foi indicado para o cargo, o secretário de Finanças estava na mira do Ministério Público de São Paulo, por conta do caso Bancoop.

A Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) estampou as manchetes assim que Vaccari foi indicado para a tesouraria petista, no início de 2010, por conta da suspeita de que o dinheiro pago por cooperados para a construção de imóveis tivesse sido desviada para caixa do partido. O tesoureiro, que comandou a cooperativa entre 2004 e 2010, dizia que a investigação não passava de uma “ação eleitoreira” e atribuía os problemas a falhas de planejamento.

Leia também: Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

Vaccari também chegou a ter seu nome mencionado em investigações do escândalo dos “aloprados”, em 2006, quando petistas foram presos tentando comprar um dossiê contra candidatos tucanos. Ele entrou no caso por ter conversado por telefone com Hamilton Lacerda, então coordenador de Comunicação da campanha do hoje ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e um dos envolvidos na tentativa de compra do dossiê. O tesoureiro, entretanto, não foi denunciado.

Vaccari sempre foi defendido por colegas de partido mais próximos, em especial aqueles pertencentes ao seu grupo dentro do PT, a corrente Construindo um Novo Brasil – a mesma de Lula e de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci. O argumento repetido à exaustão pelos petistas era o de que não havia provas concretas do envolvimento do tesoureiro de nenhuma das acusações. O próprio Lula saiu abertamente em defesa de Vaccari, já durante as investigações da Operação Lava Jato.

Mais do que isso, Vaccari sempre recebeu elogios dos colegas mais próximos. De perfil discreto, ele raramente fala com a imprensa e abandonou a prática que havia sido implantada pelo antecessor Paulo Ferreira, de comentar com frequência as finanças partidárias e a arrecadação da legenda. Mas quem é próximo do tesoureiro o descreve como um “arrecadador eficiente”, que soube reforçar de maneira significativa o caixa petista desde que assumiu a função.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Governo | 07:33

Dilma põe Temer na dianteira da resposta às manifestações

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A presidente Dilma Rousseff comentou rapidamente as manifestações de ontem colocando o vice-presidente Michel Temer na dianteira da resposta aos protestos. Por meio da Secretaria de Comunicação Social, Dilma afirmou que a posição do governo é aquela já manifestada pelo vice e que “as manifestações são normais do processo democrático”.

O ministro da Secom, Edinho Silva, acrescentou que “há um descontentamento generalizado com a organização política brasileira”. “A oposição não consegue capitalizar nas ruas as mobilizações. É um desgaste que atinge todos os poderes da República”, completou o ministro.

Segundo ele, Dilma “catalisa o descontentamento por ser o Poder Central”. “A pauta da corrupção é importante e só o tempo vai mostrar para a sociedade que a presidenta Dilma tem tido uma posição de fortalecimento das instituições que tem combatido a corrupção.”

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quarta-feira, 18 de março de 2015 Governo | 17:00

Contato direto de Lula com líderes governistas é cada vez mais frequente

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O ex-presidente Lula (Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula)

O ex-presidente Lula (Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem conversado diretamente com líderes governistas, integrantes da base e ministros com uma frequência cada vez maior.

Lá atrás, já houve momentos em que ele preferia ficar longe do telefone, mandando os recados por meio de alguns poucos interlocutores. Esse tempo parece ter passado de vez, diz um interlocutor.

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Governo | 06:00

Lula cobra reação do governo à crise e defende giro de Dilma pelo Brasil

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou pessoalmente na reação à crise que cerca o governo da presidente Dilma Rousseff e distribuiu ontem uma série de coordenadas a líderes governistas. Além de orientar o Planalto a intensificar medidas que ajudem a melhorar o clima na base aliada – como a reunião da presidente com líderes marcada para esta manhã – o ex-presidente defendeu que seja organizado um amplo giro de Dilma pelos principais estados brasileiros.

Dilma e Lula ABR

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Em uma das conversas em que deu a determinação, o ex-presidente não escondeu a insatisfação com o desgaste da sucessora. Reclamou das falhas no controle da imagem do governo e se queixou da atuação do próprio PT diante da crise. Avisou que ele próprio vai se encarregar de melhorar a relação do governo com a legenda, como parte da estratégia.

A receita é a mesma usada pelo próprio Lula em momentos de crise que marcaram seu próprio governo. No auge do escândalo do mensalão, por exemplo, o ex-presidente percorreu o país em viagens, num esforço para tentar reverter o desgaste e criar uma agenda positiva para o governo.

O plano de intensificar a agenda de viagens da presidente se apoia na avaliação positiva feita da recente visita de Dilma ao Rio de Janeiro. Um dos próximos destinos deve ser o Cinturão das Águas, no Ceará. O projeto, segundo líderes petistas, deve receber uma nova leva de recursos, o que ajudaria a melhorar a agenda positiva do governo diante do ajuste fiscal.

Leia também: Expectativa sobre a lista da Lava Jato dá esperança à oposição e eleva tensão na base

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Partidos | 09:00

‘Este será um momento de ouvir as bases do PT’, diz Rui Falcão

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Rui Falcão (Foto: Divulgação)

Rui Falcão (Foto: Divulgação)

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, diz que o momento é de aproximar o partido de sua militância. Diante do agravamento das denúncias da Operação Lava Jato, a legenda realiza hoje um ato em comemoração aos seus 35 anos, em Belo Horizonte, em que são esperados a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além dos principais líderes do partido.

“Este será um momento de ouvir as bases do PT, que são a razão do partido de existir”, afirma o dirigente, em referência ao encontro desta sexta-feira. Na ocasião, haverá  reunião do diretório nacional, que fará uma análise da conjuntura nacional, na qual está prevista uma ampla defesa do governo e da Petrobras.

O encontro também servirá para preparar as bases do próximo congresso do PT, instância que dá a linha estratégica a ser seguida pelo partido nos próximos anos. Segundo Rui, a ideia é abrir as discussões para a participação da militância por todos os meios possíveis, seja com a presença física ou por meio da internet.

Leia mais: Com Lula e Dilma, PT intensifica defesa do governo diante da crise na Petrobras

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Política | 06:00

Com Lula e Dilma, PT intensifica defesa do governo diante da crise na Petrobras

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Balançado pelos novas revelações da Operação Lava Jato da Polícia Federal, o PT reúne hoje sua direção em Belo Horizonte, com a tarefa de fazer uma ampla defesa do partido e do governo frente ao agravamento das denúncias de corrupção na Petrobras. Ontem, já reunidos na capital mineira, lideres da legenda acertavam os últimos detalhes do encontro do diretório nacional. Também davam a orientação a ser seguida no ato que comemora o aniversário do PT, em que são esperados a presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta às denúncias da Lava Jato

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Com a divulgação do depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, a expectativa é de que seja ampliado o espaço que já estava reservado nos discursos para uma defesa do partido, governo e da Petrobras, por conta das denúncias da Lava Jato. Uma mensagem nesse sentido deve sair antes mesmo do ato político, na resolução de conjuntura que será aprovada pelo diretório nacional petista.

Integrantes do comando partidário admitem que pode haver alguma pressão diante das menções ao tesoureiro João Vaccari Neto na investigação, vinda principalmente da chamada esquerda petista. A ala majoritária do partido, entretanto, reiterava na noite de ontem a orientação para seguir dando sustentação a Vaccari. O argumento difundido internamente é o de que, se houvesse provas concretas do envolvimento de Vaccari no esquema, a Polícia Federal já teria pedido sua prisão.

Ajuste fiscal

Com a Operação Lava Jato ganhando os holofotes, pode cair para segundo plano uma “crítica moderada” que vinha sendo preparada pelo partido em relação às primeiras medidas do pacote fiscal anunciado pelo governo. O comando da legenda tinha como plano fazer um aceno à militância, para amenizar o incômodo na base com rumo dado ao novo governo. Ao controlar cuidadosamente o tom da crítica a ser feita à nova equipe econômica, o comando do PT entende que pode combinar uma queixa moderada a uma mensagem de apoio irrestrito a Dilma. Uma saída seria exaltar no documento a preservação das conquistas sociais, mencionando a necessidade de evitar um retrocesso na direção das políticas adotadas por governos anteriores.

Ainda no que se refere à área econômica, o PT pode aprovar a defesa de propostas históricas para fazer frente ao aperto econômico. Na lista, entrariam sugestões como a retomada do debate sobre a reforma tributária e a defesa da criação de um imposto sobre grandes fortunas.

Leia também: Ao PT, Vaccari afirmou que interrogatório foi ‘genérico’

 

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015 Política | 19:37

Suplicy é ovacionado por populares na posse de Dilma

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O senador Eduardo Suplicy, a caminho da posse da presidente Dilma Rousseff.

O senador Eduardo Suplicy, a caminho da posse da presidente Dilma Rousseff.

O senador Eduardo Suplicy foi ovacionado por populares ao cruzar a pé o trajeto do Congresso ao Planalto, na posse da presidente Dilma Rousseff.

Enquanto passava pela militância que acompanhava a cerimônia por telões, Suplicy era fortemente aplaudido e aproveitou para dar uma desfilada.

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Governo | 06:00

Movimento sindical pode dificultar vida de Dilma na largada do 2º governo

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Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Diante das negociações para a montagem do ministério, das primeiras medidas fiscais preparadas pelo novo governo e do perfil da nova equipe econômica, setores do movimento sindical fizeram chegar a líderes petistas que o clima já é de tensão.

Ao mesmo tempo em que tenta equilibrar as demandas da base aliada às de seu próprio partido, a presidente Dilma Rousseff tende a enfrentar também no sindicalismo, base histórica do partido, uma boa dose de crítica. Até mesmo na CUT, as reclamações já começam a se amontoar.

 

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