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Posts com a Tag ditadura

quinta-feira, 21 de março de 2013 Cidades | 17:00

Homenagem à Rota por atuação na ditadura foi aprovada em Comissão

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A assessoria do vereador coronel Telhada (PSDB) informa que ao contrário do que foi publicado na nota “Câmara paulistana homenageará Rota por atuação na ditadura”, o projeto de decreto legislativo 02-00006/2013, de autoria do tucano, ainda não foi aprovado no plenário.

A informação havia sido passada pela assessoria de Telhada. No entanto, o projeto foi aprovado, por enquanto, pela
Comissão de Constituição e Justiça.

Antes de ser votado pelos vereadores no plenário da Câmara Municipal de São Paulo, a proposta ainda passará pelas comissões de Educação, Cultura e Esportes e Orçamento e Finanças na próxima quarta-feira.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012 Brasil | 14:30

O açougueiro do Dops

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Ex-integrante da Resistência Francesa contra a ocupação alemã, Jacques Émile Breyton foi preso durante a Segunda Guerra e submetido a torturas numa prisão comandada pelo nazista Klaus Barbie, que  passaria para a história como o “Açougueiro de Lyon”.

Breyton veio para o Brasil em 1957, naturalizou-se, virou industrial e enriqueceu.

No fim dos anos 1960, tornou-se colaborador da ALN, organização guerrilheira comandanda por Carlos Marighella. Bombas chegaram a ser fabricadas em sua empresa.

“Eu considerava o meu novo país invadido pelos militares, como os alemães tinham invadido a França”, disse ao jornalista Mário Magalhães, que reproduziu o comentário em seu (ótimo) livro ‘Marighella – o guerrilheiro que incendiou o mundo’.

Presos, Breyton e sua mulher foram levados para o Dops onde foram submetidos a sessões de tortura comandadas pelo delegado Sérgio Fleury, cúmplice da ditadura brasileira.

Diante de uma pergunta do autor do livro, ele não teve dúvidas em dizer que, nas mãos de Fleury, sofreu muito mais do que nas do carrasco nazista.

“Os verdugos do Dops submeteram Breyton a castigos que ele não experimentara nem nos cárceres de Montluc, na França”, escreveu Magalhães.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012 Política | 16:30

Protesto contra limites da Anistia

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A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) quer aproveitar a cerimônia de “devolução” dos mandatos cassados de 170 durante a ditadura militar, marcada para 4 de dezembro, para protestar contra os limites da Lei da Anistia e cobrar esclarecimentos do paradeiro dos 142 desaparecidos políticos.

“O Brasil é o único país no mundo que criou uma lei para não investigar crimes contra a humanidade e que são imprescritíveis”, diz a deputada, coordenadora da subcomissão que fiscaliza os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade.

No início do ano, ao responder a uma ação da OAB nacional, o Supremo Tribunal Federal concluiu que casos de tortura, execução de prisioneiros e desaparecimentos forçados estão previstos na Lei da Anistia e que seus autores não podem, portanto, ser processados.

Entre os homenageados com a devolução de seus mandatos parlamentares estão personagens como Miguel Arraes, Mário Covas, Celso Furtado, Juscelino Kubistchek, Luiz Carlos Prestes, Jânio Quadros, Darcy Ribeiro, Jânio Quadros e Nelson Werneck Sodré.

O artista plástico Elifas Andreato vai apresentar na ocasião um quadro pintado especialmente para retratar os horrores da ditadura. Erundina chama a obra de “Guernica brasileira”.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012 Brasil | 08:00

Os arapongas do MEC

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A Comissão Nacional da Verdade, que esmiúça os crimes da ditadura militar, descobriu que no Ministério da Educação se concentrava o maior número de servidores civis e militares dos departamentos de Segurança e Informação, DSIs, designados pelo Serviço Nacional de Informações para espionar e controlar a máquina pública.

A descoberta levou o ministro Aloízio Mercadante a criar uma comissão que irá garimpar os arquivos do MEC atrás de informações que possam ajudar a CNV a esclarecer mistérios do período. Um deles é a suspeita levantada por Jarbas Passarinho, ex-titular da Pasta, Jarbas Passarinho, de que o MEC teria dado abrigo a ex-militantes da esquerda armada que, arrependidos, teriam colaborado com a repressão em troca de novas identidades.

Passarinho contou, anos depois do fim do regime, que atendeu um pedido do chefe do então Comando Militar do Planalto, Antônio Bandeira, para empregar a cinco ou seis ativistas que teriam participado da Guerrilha do Araguaia. Todos eles teriam sido lotados no setor que cuidava de publicações voltadas para educação e cultura.

O MEC também vai firmar um acordo de cooperação com a CNV para auxiliar nas pesquisas sobre os anos de chumbo.

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quarta-feira, 20 de junho de 2012 Governo | 21:14

Veja foto de Dilma Rousseff durante interrogatório em Juiz de Fora

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Respeitado fotógrafo mineiro, Fernando Rabelo postou no seu endereço no Facebook  uma imagem histórica da presidenta Dilma Rousseff  nos anos de chumbo da ditadura.

Leia o texto de Fernando Rabelo e veja — mais abaixo — a imagem de Dilma e do seu colega de militância, o hoje ministro Fernando Pimentel, entre outros:

Fernando Rabelo Fotografias Históricas

EXCLUSIVO: Em 1972, Dilma Rousseff ficou encarcerada por dois meses em Juiz de Fora. Em 2011, o fotógrafo Aelson Foto Faria Amaral, que pesquisava o acervo fotográfico do Diário Mercantil no Arquivo Municipal de Juiz de Fora, localizou essa fotografia inédita (autor desconhecido), que mostra Dilma e seus companheiros durante um interrogatório na 4ªRM MG, em JF, em 1972. Na foto aparecem Marco Rocha, José Raimundo Jardim Alves Pinto, Guido de Souza Rocha, Ageu Heringer Lisboa, Fernando Pimentel ( atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Gilberto Vasconcelos e Dilma Rousseff. Em outubro de 2001, nove anos antes de ser eleita presidente, Dilma Rousseff revelou em depoimento ao Conselho dos Direitos Humanos de Minas Gerais, que sofreu torturas em Juiz de Fora. Ao todo, Dilma ficou presa durante três anos em prisões no Rio e São Paulo.

© Arquivo Municipal de Juiz de Fora. Dilma e companheiros no interrogatório na 4ªRM MG. Juiz de Fora, 1972.

(Colaboração de Gisele Silva)

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Internacional | 13:06

Opositora cubana diz se sentir como Dilma durante a ditadura

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Dilma sendo interrogada (Foto: Divulgação)

Ainda sem autorização para visitar o Brasil, a jornalista cubana Yoani Sánchez afirmou que sente como a presidenta Dilma Rousseff, aos 22 anos, sendo interrogada na sede da Auditoria Militar, no Rio de Janeiro, na década de 1970.

– Vi a foto da Dilma jovem sentada no banco dos réus e julgada por homens com a cara escondida. Me sinto assim – postou ela em seu perfil no twitter.

A imagem foi publicada no livro A Vida Quer Coragem, do jornalista Ricardo Amaral.

Yoani enviou uma carta à presidenta Dilma na semana passada pedindo ajuda para deixar Cuba e visitar o Brasil em fevereiro, quando será lançado o documentário Conexão Cuba>Honduras, de Dado Galvão. A blogueira é uma das entrevistadas do filme.

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Governo | 18:02

Maria do Rosário diz que Estado deve prestar contas sobre sumiço de documentos da ditadura

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A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou que não passa de “suposição” a declaração do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que os documentos referentes à ditadura militar “desapareceram”, e por isso as Forças Armadas não apresentam resistência em acabar com o sigilo eterno dos documentos.

Para a ministra, o Estado brasileiro terá de prestar contas sobre esse sumiço caso seja verdadeiro:

— Todos os documentos que existem devem ser disponibilizados, e aqueles que não existem mais, o próprio Estado brasileiro, com a Comissão da Verdade implantada, terá de prestar contas sobre seu desaparecimento — disse ao Poder Online.

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