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Posts com a Tag DNOCS

segunda-feira, 16 de abril de 2012 Governo | 19:41

Henrique Eduardo Alves tem indicação para o Dnocs atendida

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O ministério da Integração Nacional confirmou a nomeação de Emerson Fernandes Daniel Júnior para o cargo de diretor-geral Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs).

Ele entra no lugar de Elias Fernandes Neto, que pediu exoneração do cargo, em fevereiro, após ter sido acusado de favorecer seu estado em convênios do órgão.

Ambos são apadrinhados pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

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quarta-feira, 11 de abril de 2012 Partidos | 09:01

Resistência do Palácio a indicações do PMDB vira chacota no partido

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) é um brincalhão. E um provocador.

Sempre que cruza com o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ele cutuca:

— E o presidente do DNOCS, foi nomeado? Ainda não? Isso é muito desgastante para o partido.

É que o líder indicou um nome para o cargo há meses. E, até agora, nada…

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Congresso | 12:01

“O Henrique Eduardo Alves acabou vítima de sua própria traição”

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Lembra do deputado Átila Lins (PSD-AM), que deixou o PMDB magoado por ter se sentido traído na disputa pela vaga de ministro do Tribunal de Contas da União?

Na época ele disse isso ao Poder Online sem meias palavras:

Ontem na sessão de reabertura dos trabalhos do Congresso, Átila Lins mostrou que o episódio ainda está engasgado na sua garganta:

— O castigo veio a cavalo para o Henrique Eduardo Alves (líder do PMDB na Câmara). Seu apadrinhado no DNOCS foi demitdo exatamente pelo ministro da cota do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é filho da Ana Arraes. Ou seja, o Henrique me traiu para apoiar a eleição da Ana Arraes ao TCU, e puxar o saco do Eduardo Campos, mas acabou ferrado por eles.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012 Congresso | 19:00

Henrique Alves volta ao Planalto após demissão de seu afilhado

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O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), voltou hoje pela primeira vez ao Palácio do Planalto depois que seu afilhado político, Elias Fernandes, foi demitido da direção do Dnocs.

Ele participa de reunião entre líderes da base aliada com a ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

É a primeira oportunidade para Palácio por a limpo as ameaças feitas nos bastidores de que Alves iria dar o troco pela demissão de Fernandes do Dnocs.

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domingo, 29 de janeiro de 2012 Partidos | 16:10

Presidente do PMDB diz que partido não pode se digladiar por cargos

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Valdir Raupp (Foto: Paulo H Cardoso - Agência Senado)

Presidente nacional do PMDB desde que o titular, Michel Temer, pediu licença do cargo para ocupar a Vice-Presidência da República, o senador Valdir Raupp (RO) dá como superado o episódio do bate-boca do líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), com o governo por conta da demissão do presidente do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca), Elias Fernandes.

Em entrevista ao Poder Online, Raupp diz que a ameaça de demissão do presidente da Transpetro, Sérgio Machado — indicado pelo líder no Senado, Renan Calheiros –, “foi boato”. E que os líderes do PMDB fizeram essas indicações não por interesses pessoais, mas para cumprir “uma complicada tarefa comum em sua região, o Nordeste”.

Ele aponta, inclusive, como o autor das “mais ferozes indicações”, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é presidente nacional do PSB.

Apesar disso tudo, o senador diz que uma das lições a ser tirada do episódio é que “o PMDB não pode ficar de digladiando por cargos”.

Poder Online – Qual a sua avaliação final desse episódio da demissão do presidente do Dnocs em meio aos protestos do líder Henrique Eduardo Alves?
Valdir Raupp –
Nós já demos esse episódio como superado, página virada.

Poder Online – Como assim?
Valdir Raupp –
Já conversei com o Henrique, ele está tranquilo e já se acertou com o governo.

Poder Online – O acerto é que ele indicará o substituto.
Valdir Raupp
– Parece que é isso. Não sei.

Poder Online – E tem o caso da ameaça de demissão do presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
Valdir Raupp –
Esse caso eu conversei com o Renan Calheiros (líder do PMDB no Senado) e ele disse que foi só boato. Nem existiu.

Poder Online – Mas não fica mal para o PMDB os dois líderes do partido discutindo indicações pessoais com o governo?
Valdir Raupp –
Mas não são bem indicações pessoais. É uma complicada tarefa comum em sua região, o Nordeste, que eles têm que cumprir.

Poder Online – O Elias Fernandes foi apadrinhado pelo Henrique Eduardo alves, e o Sérgio Machado, pelo Renan.
Valdir Raupp –
Mas no Nordeste as bancadas regionais costumam se reunir e decidir as indicações como um todo, cabendo aos líderes a intermediação com o governo. E essas indicações passam principalmente pelos governadores. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), é o atuor das mais ferozes indicações.

Poder Online – O senhor acha que a presidenta Dilma tratou mal o partido, contribuindo para o desgaste?
Valdir Raupp –
Não. Acho que o diálogo com a presidenta está indo muito bem, até porque é muito bem intermediado pelo vice-presidente Michel Temer.

Poder Online – Qual lição fica destes episódios?
Valdir Raupp –
Primeiro, que o partido tem que se manter unido. Unidos, nós temos crescido esses anos todos e continuaremos crescendo. Acho que nos mantivemos unidos nesse período, e isso ajudou bastante.

Poder Online – Mas essa coisa de cargos…
Valdir Raupp –
De fato, eu nunca fui muito favorável a essa coisa de cargos. Tenho defendido a tese de que o PMDB não pode se digladiar por cargos.

Poder Online – E daqui para a frente? haverá alguma retaliação?
Valdir Raupp –
Retaliação? De forma alguma. Um partido do tamanho do PMDB não pode se rebelar. Seria muito ruim para o país.

Poder Online – Mas sempre tem aquelas coisas que se pode fazer…
Valdir Raupp –
Nada disso. No início do governo Lula, passamos dois anos sem qualquer cargo e continuamos apoiando o então presidente, em nome da governabilidade, do interesse do país. E aqueles foram momentos difíceis para o Lula, mas o PMDB continuou apoiando-o.

Poder Online – Assim será com a Dilma?
Valdir Raupp –
Sim continuaremos apoiando, independentemente de cargos. Estamos no governo. Temos o vice-presidente, Michel Temer, ao lado dela. Esse é o nosso papel.

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Congresso | 14:01

Planalto não teme reação de peemedebistas

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O Palácio do Planalto não está preocupado com um possível “troco” de setores peemedebistas, principalmente do líder da bancada na Câmara, Henrique Eduarto Alves (RN), por conta da demissão do ex-presidente do Dnocs, Elias Fernandes Neto.

Situação semelhante já aconteceu durante a troca do comando em Furnas e o PMDB acabou se acalmando rapidamente.

Quanto a Alves, o Planalto está ciente de que ele não criará problemas na Câmara após o início do ano legislativo para não prejudicar o seu projeto de chegar a presidência da Casa no próximo ano.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Governo | 19:02

Após demissão de afilhado, Henrique Eduardo Alves curte praia

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Depois de afrontar a presidenta Dilma Rousseff e se frustrar com a tentativa de garantir a permanência de seu apadrinhado político, Elias Fernandes, na diretoria-geral do Dnocs, o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), avisou que iria aproveitar os últimos dias de férias no Rio Grande do Norte curtindo a praia:

– Bem, agora… Na praia, dia lindo, vou tentar ver o mar. Refazer as energias. E para provocar também os amigos da imprensa de Brasília! Abraços – postou o deputado em seu perfil no twitter.

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Partidos | 10:03

Michel Temer e Eduardo Campos lideram guerra surda entre o PMDB e o PSB na base governista

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O vice-presidente Michel Temer (Foto: Léo Barrilari/Frame/AE)

Vice-presidente da República e presidente licenciado do PMDB, Michel Temer é um homem educado. Não vai sair por aí dizendo impropérios acerca do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos.

Mas Temer está irritadíssimo com Campos. Vê nos gestos do PSB, nos últimos tempos, uma estratégia clara de enfrentamento com o PMDB.

Não bastasse o próprio Eduardo Campos se insinuar como possível vice na chapa pela reeleição de Dilma Rousseff, o PSB ainda aliou-se nacionalmente ao PSD de Gilberto Kassab e ameaça formar um bloco na Câmara capaz de atropelar a eleição do líder do PMDB, Henrique Eduardp Alves (RN) para presidente da Casa.

E agora essa história da debnúncias contra o presidente do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes Neto, indicado para o cargo pelo próprio Henrique Eduardo Alves. O PMDB vê aí mais um gesto de guerra do PSB, cujo ministro da Integração, Fernando Bezerra, que é afilhado político de Eduardo Campos, se apressou em anunciar a demissão do peemedebista.

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sábado, 21 de janeiro de 2012 Governo | 16:27

PMDB tenta segurar aliado em órgão da Integração Nacional

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O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ligou hoje para o ministro da Integração, Fernando Bezerra, para se informar sobre a demissão do seu aliado político, Elias Fernandes, da diretoria-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS).

— O ministro me disse que só foi definida a saída do diretor administrativo-financeiro Albert Gradvohl. Inclusive vai sair no Diário Oficial desta segunda-feira. O Elias continua.

Para o lugar de Gradvohl foi escolhido um representante da Controladoria-Geral da União. O órgão de fiscalização do governo encontrou uma série de irregularidades no departamento.

Segundo palacianos, é por isso que Dilma já definiu a saída de Elias da diretoria-geral do órgão como o Poder Online informou. Só falta definir um substituto para a exoneração ser efetivada.

Mesmo assim, o líder do PMDB ainda sai em defesa do afilhado.

— A CGU apontou alguns problemas, mas o Elias respondeu tudo. Isso faz parte do processo administrativo. A CGU não é órgão punitivo.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Governo | 18:37

Dilma demite diretor de estatal ligado a líder do PMDB

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O PMDB foi comunicado na tarde de hoje que o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras e Secas (Dnocs), Elias Fernandes, será exonerado.

O principal motivo seria suspeita de corrupção no órgão.

A decisão foi tomada pela presidenta Dilma Rousseff hoje, mas será executada pelo ministro da Integração, Fernando Bezerra (PSB).

A demissão de Fernandes vai gerar uma crise com o PMDB, já que o diretor é uma indicação pessoal do líder da bancada do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Revoltados, peemedebistas veem a participação do PSB no processo de fritura de Fernandes.

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