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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Militares | 10:30

Comissão da Verdade faz retrospectiva de seus melhores momentos

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O coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari. (Foto: Divulgação)

O coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari. (Foto: Divulgação)

A pouco mais de um mês de concluir os trabalhos, a Comissão Nacional da Verdade começou a divulgar uma retrospectiva com vídeos dos momentos mais marcantes do órgão, na internet. O relatório final da comissão deve ser entregue até o dia 16 de dezembro.

Entre os marcos relembrados desde 2012, está o anúncio de tombamento dos complexo que reunia a Oban e o Doi-Codi de São Paulo, para a construção de um memorial em homenagem às vítimas. De acordo com a CNV, foram confirmados 52 assassinatos no local e a estimativa é de que pelo menos 5 mil pessoas tenham sido presas ou torturadas nas instalações.

Também foram resgatados os depoimentos do coronel e ex-chefe do Doi-Codi Carlos Alberto Brilhante Ustra, conhecido como Dr Tibiriçá, e de Elizabeth Teixeira, viúva do líder camponês João Paulo Teixeira, cuja história é narrada no documentário “Cabra Marcado Para Morrer”, de Eduardo Coutinho.

Leia também: Casa do coronel Ustra é alvo de escracho em Brasília

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segunda-feira, 31 de março de 2014 Militares | 17:51

Casa do coronel Ustra é alvo de escracho em Brasília

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Manifestação na casa do coronel Ustra, nos 50 anos do golpe militar.

Manifestação na casa do coronel Ustra, nos 50 anos do golpe militar. (Foto: divulgação)

A casa do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi de São Paulo, foi alvo de um protesto nesta tarde, em Brasília. Ustra foi condenado por crimes de tortura, durante a ditadura militar, mas não chegou a ser preso. Atualmente, ele reside no Lago Norte, bairro nobre de Brasília.

Leia mais: Coronel Ustra é condenado a pagar R$ 100 mil por tortura durante a ditadura

O protesto é inspirado em manifestações semelhantes, organizadas por jovens do Chile e da Argentina, explica Bárbara Loureiro, uma das organizadoras, integrante do Levante Popular da Juventude no DF. “Onde não tem justiça, a gente faz escracho popular, para denunciar os torturadores que continuaram soltos depois da ditadura militar”, afirmou.

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013 Política | 07:00

Comissão da Verdade vai ouvir Capitão Ubirajara

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O delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo Aparecido Laertes Calandra, conhecido pelo codinome de Capitão Ubirajara nas equipes de interrogatório do Doi-Codi (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna), do II Exército, em São Paulo, será ouvido na quinta-feira (12) pela Comissão Nacional da Verdade.

Intimado, Calandra -que nunca falou sobre o assunto- é obrigado a comparecer e é considerado peça importante da época. O ex-ministro da Justiça José Carlos Dias comandará a audiência que terá a participação da assessora da Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo, Maria Amélia Teles, que foi torturada pelo Capitão Ubirajara.

Leia também: “Vou botar mais lenha na fogueira”, diz novo coordenador da Comissão da Verdade

Também participarão da audiência com o ex-braço direito do delegado Romeu Tuma ex-presos políticos, incluindo o vereador Gilberto Natalini (PV-SP), presidente da Comissão da Verdade da Câmara de São Paulo, que teve negado o pedido de participação de Calandra e solicitou a intimação pela nacional.

Calandra estaria envolvido diretamente na tortura e desaparecimento do estudante Hiroaki Torigoe e na tortura e morte de Carlos Nicolau Danielli, dirigente do PCdoB, além de estar associado ao cenário da morte da morte do jornalista Vladimir Herzog.

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sexta-feira, 10 de maio de 2013 Política | 11:13

Site de Ustra ignora depoimento e cita cirurgia de sua filha

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Em meio à expectativa sobre se o coronel Carlos Alberto Ustra compareceria ou não ao depoimento agendado para esta sexta-feira na Comissão da Verdade, o assunto não era mencionado no site mantido na internet pelo militar e familiares, com base no livro de sua autoria A verdade sufocada.

Leia também: Comissão da Verdade negocia acordo para ouvir Ustra sobre crimes da ditadura

Um único post foi publicado na página até as 11h da manhã de hoje, horário marcado para que o coronel comparecesse à sede do Centro Cultural Banco Banco do Brasil, em Brasília, onde funciona a comissão. Na mensagem, a mulher de Ustra, Joseíta, afirmava que o militar estava impedido de fazer novas postagens.

O texto apontava como motivo que uma das filhas do coronel teria passado por uma cirurgia de emergência na noite de ontem. “Ela foi operada com sucesso e passa bem mas continua internada”, dizia a mensagem. Hoje cedo, a expectativa na Comissão era de que Ustra não compareceria ao depoimento.

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