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Posts com a Tag Economia

segunda-feira, 18 de maio de 2015 Política | 18:33

Governo inclui na conta do corte mudanças da Câmara no pacote fiscal

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Em tempos de especulação sobre o tamanho do corte a ser anunciado pelo governo ainda nesta semana, interlocutores do Planalto tem feito a seguinte conta: Soma-se o que o governo diz que já vem economizando, correspondente a 1/18 avos do previsto na Lei Orçamentária (aproximadamente R$ 58 bilhões), mais o que o Congresso, especificamente a Câmara, já modificou nas medidas do pacote fiscal e outra parcela de cautela, já que é de praxe, que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sempre pedirá um pouquinho mais. Na soma de Levy, o corte deve fechar entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões.
O texto aprovado pela Câmara diz que o trabalhador terá direito ao seguro-desemprego se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos dois anos. O prazo proposto pelo governo era de 18 meses. Antes, o trabalhador precisava de apenas seis meses.
Em relação ao abono salarial, a Câmara entendeu que o trabalhador que recebe até dois salários mínimos deverá ter trabalhado por três meses para ter direito ao benefício. O texto do Executivo exigia seis meses.
Para o seguro-defeso, pago ao pescador durante o período em que a pesca é proibida, a Câmara manteve a regra vigente antes da edição da medida provisória. O pescador necessita ter ao menos um ano de registro na categoria. O governo queria aumentar a exigência para três anos.

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segunda-feira, 11 de maio de 2015 Congresso | 09:00

Cansado de tanta crítica, Levy dá apelido a Rogério Rosso

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Ex-governador do DF, Rogério Rosso (PSD-DF)

O líder do PSD na Câmara, Rogério Rosso (PSD-DF)

As constantes críticas e demandas por políticas econômicas de valorização das exportações fizeram com que o líder do PSD na Câmara, Rogério Rosso (DF), recebesse um apelido do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Agora, sempre que se encontram, Levy se refere ao ex-governador do Distrito Federal como “mister produtividade”. Rosso garante que não levou a alfinetada a mal e diz que até tem gostado do estilo de atuação do ministro.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015 Economia | 08:49

Centrais esperam 400 mil demissões só no setor automotivo

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Diante das perspectivas de um aperto maior na economia, as centrais sindicais têm estimado em algo em torno de 400 mil o número de demissões que podem ocorrer nos próximos meses.

Isso só no setor automotivo.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014 Economia | 12:23

Escolha de Dilma para Fazenda indicará se mudança será maior ou menor

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A avaliação feita neste momento pelo governo é de que a escolha da presidente Dilma Rousseff sobre quem será o novo ministro da Fazenda deixará claro se ela pretende ou não atender de maneira mais efetiva ao desejo de mudança do mercado em relação à política econômica. Diante da recusa do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, os principais nomes colocados neste momento são o do ex-secretário-executivo da pasta Nelson Barbosa e do ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy.

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Barbosa, avaliam interlocutores de Dilma, seria a alternativa mais “conhecida” pela presidente. Ele figura entre os grandes favoritos da petista para a vaga desde o começo. Participou ativamente das decisões da pasta no passado, mas saiu justamente por discordar da linha adotada pelo atual ministro Guido Mantega. Na avaliação de líderes petistas, seria a escolha de Dilma para uma mudança mais “controlada”, na qual a presidente possa manter mais influência sobre os rumos da política econômica.

Levy, por sua vez, surgiria como uma opção mais “autônoma”. Por isso mesmo, entendem interlocutores do governo, poderia agradar mais ao mercado. Mas há no governo quem avalie que ele não é exatamente a menina dos olhos de Dilma.

Fontes palacianas ainda deixam em aberto a possibilidade de a presidente surpreender e indicar outro nome. O anúncio deve ocorrer ainda nesta sexta-feira, provavelmente no fim do dia.

Leia também: Vai-vém na definição da equipe econômica recoloca atenções em Nelson Barbosa

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quarta-feira, 30 de abril de 2014 Eleições | 20:00

Redução inflação e estímulo a investimentos estarão no programa de Eduardo de Campos

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O pré-candidato à Presidência do PSB, Eduardo Campos, acompanhado de sua vice Marina Silva, reuniram hoje um grupo de pessoas ligadas à área econômica para iniciar a discussão do programa de governo da chapa.

Eduardo Campos e Marina Silva (Alan Sampaio / IG Brasília)

Eduardo Campos e Marina Silva (Alan Sampaio / IG Brasília)

Durante a conversa, foi apontado um desequilíbro econômico e a necessidade de resgatar a credibilidade do tripé econômico (taxa de inflação, câmbio e taxa de juros). A política fiscal, estabilidade de preços e o aumento ao estímulo a investimentos também foram apontados para constarem como prioridades no programa.

O ponto polêmico é a possibilidade de dar independência jurídica ao Banco Central, pedido do mercado financeiro, defendido por Campos. Porém, a medida não é consenso na aliança PSB-Rede. Marina já se declarou contrária a proposta.

Entre os participantes, o economista André Lara Resende -um dos formuladores do Plano Real-, o economista Eduardo Gianetti, o ambientalista João Paulo Capobianco e os coordenadores do programa econômico da campanha: a socióloga Neca Setúbal e o ex-deputado Maurício Rands.

 Leia também: ‘Temos uma disputa com o governo mas também com o PSDB’, diz vice-presidente do PSB

 

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terça-feira, 29 de abril de 2014 Eleições | 13:30

Em palestra para investidores, Aécio promete independência do Banco Central

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O senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB à Presidência, prometeu mais independência ao Banco Central em palestra promovida pelo Itau BBA a cerca de 100 investidores e economistas em São Paulo.

Aécio foi acompanhado do economista Armínio Fraga, seu coordenador de campanha da área econômica. Fraga falou rapidamente à plateia sobre fortalecer a política fiscal e ajustar a inflação.

A palestra do tucano foi definida por participantes como “positiva mas sem novidades” e como uma tentativa de aprofundar o modelo econômico da era FHC. Em destaque na sua fala, o chamado “choque de gestão no poder público” -uma das bandeiras de sua campanha-, aumentar o estímulo a investimentos e o aparelhamento do estado.

Leia também: Equipe de Aécio custa a se entender sobre estratégia em São Paulo

 

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014 Economia | 09:00

Discurso econômico de Dilma só será acertado depois da Páscoa

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 Dilma Rousseff (Foto: Beto Barata/AE)

Dilma Rousseff (Foto: Beto Barata/AE)

A ordem no governo é monitorar cuidadosamente até a Páscoa o desempenho da economia para, somente a partir daí, acertar o tom do discurso eleitoral da presidente Dilma Rousseff sobre o assunto.

O clima no Planalto está longe de otimista. Resta saber qual será a intensidade do estrago esperado na campanha.

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014 Economia | 14:00

Modelo econômico brasileiro é tema de editorial do ‘NYT’

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Um editorial publicado nesta terça-feira pelo The New York Times usa o Brasil como exemplo para colocar em pauta a polêmica sobre a importância dos índices de crescimento da economia, diante dos avanços na redução da desigualdade social e dos níveis de emprego.

Num longo texto intitulado “Does Brazil have the answer?”, o articulista Joe Nocera conta como se impressionou com o avanço da classe média brasileira e visível ganho no poder de compra no país. Mas admite que, em conversas com economistas, se deparou com uma perspectiva de desaceleração do PIB e com a tese de que faltou o país investir em produtividade. Ao comparar o Brasil com os Estados Unidos, entretanto, ele questiona se os índices econômicos são de fato a melhor métrica para avaliar o ganho alcançado com a política do atual governo.

“É possível, é claro, que a economia do Brasil tenha alcançado um limite e que alguns dos ganhos obtidos até agora sejam revertidos. Uma nova ênfase no investimento e empreendendorismo provavelmente poderiam ajudar. Os protestos espontâneos ocorridos no último verão (no hemisfério norte) foram resultado de uma classe média que quer todo tipo de coisa que uma classe média sempre quer: serviços melhores, mais qualidade nas escolas, menos corrupção”, afirma o texto. “Ainda assim, o exemplo do Brasil nos faz levantar a questão que não colocamos suficientemente no nosso país: de que serve o crescimento econômico se ninguém tem emprego?”

*Correção: o texto original continha falha na tradução. O texto foi alterado.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013 Economia | 06:00

Governo agora torce por pedido de vista em ação sobre poupança

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O governo entra nesta quarta-feira na torcida por um pedido de vista na análise da ação que decidirá sobre a validade da correção da caderneta de poupança durante a vigência dos planos econômicos Collor, Bresser e Verão. Ontem, o que se dizia no círculo mais próximo à presidente Dilma Rousseff era que ao menos um ministro teria se sinalizado com essa possibilidade em conversas informais sobre o tema.

A decisão final sobre o assunto deve ficar para o ano que vem, mas o governo teme que a simples leitura do voto do ministro Ricardo Lewandowski se transforme em fator de turbulência na área econômica.

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013 Eleições | 09:00

A cargo de Ciro, programa econômico de Eduardo Campos será todo refeito

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Eduardo Campos (Foto: AE)

Eduardo Campos (Foto: AE)

Com o desembarque dos irmãos Cid e Ciro Gomes do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, vai ter que reformular toda a base de seu programa econômico para a eleição do ano que vem.

A produção do texto que dará a linha do pensamento do candidato do PSB para a economia havia sido repassada a Ciro, justamente como uma forma de integrar o ex-ministro à campanha presidencial do governador pernambucano.

Campos ainda vai montar uma nova equipe para reformular o material.

Leia também: Minas pode ser primeiro destino em nova fase da campanha de Eduardo Campos

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