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Posts com a Tag Edinho Silva

terça-feira, 15 de dezembro de 2015 Política | 07:56

Advogado de Cunha assiste operação da PF pela TV de academia em Brasília

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Ficar em forma é o que importa.

Enquanto a Polícia Federal cumpria 53 mandados de busca e apreensão, cercava a residência oficial da Câmara, onde mora o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais advogados de Cunha, o ex-procurador da República Antonio Fernando de Souza, assistia tudo pela TV de uma academia em Brasília,  sem interromper sua malhação diária.

A mesma TV, disposta em frente as esteiras, era compartilhada pelo colega de malhação do lado, o ex-senador Luiz Estevão, condenado a devolver aos cofres públicos R$ 2,6 bilhões.

Não houve comentários entre os dois. Em outro aparelho de malhação, estava o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Edinho Silva.

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segunda-feira, 15 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Economia, Governo, Partidos, Política | 17:56

Ministros se esforçam para explicar veto sem dizer que Dilma vetará fim do fator

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Carlos Gabas (Foto: divulgação)

Carlos Gabas (Foto: divulgação)

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, precisou se esforçar para não adiantar a posição da presidente Dilma Rousseff de vetar a regra que acaba com o fator previdenciário e, ao mesmo tempo, defender as razões para o veto que deverá ocorrer até a quarta-feira. “Não sei qual será a decisão da presidente”, insistiu Gabas após dizer que não é da natureza da presidente “se acomodar com uma posição momentaneamente cômoda”.
Mais cedo, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Edinho Silva, passou pelo mesmo dilema: “A presidente ainda não tomou sua decisão”, disse Edinho, que ao mesmo tempo evocou a “responsabilidade” do governo com a sustentabilidade da Previdência. “O governo tem responsabilidade não só com o período que governa, mas também com a sociedade brasileira”, disse.

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terça-feira, 12 de maio de 2015 Política | 12:25

Edinho Silva reforçou o estoque de energético

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Edinho Silva (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Edinho Silva (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Edinho Silva virou consumidor ferrenho de bebidas energéticas desde que assumiu a Secretaria de Comunicação Social do governo.

Para compensar a esticada no horário, já que o ministro tem o hábito de acordar lá pelas 5h da manhã.

 

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quinta-feira, 30 de abril de 2015 Política | 15:49

Em almoço com ministros, bancada petista cobra Dilma na TV no Dia do Trabalhador

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Em almoço com toda bancada petista nesta semana, o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República, Edinho Silva, foi cobrado sobre a posição da presidente Dilma Rousseff de não fazer, neste ano, o tradicional pronunciamento em rede de TV e Rádio no Dia do Trabalho.

Os parlamentares petistas são contrários à estratégia adotada pelo Planalto de não convocar rede de rádio e TV. No almoço, o líder da bancada na Câmara, Sibá Machado (AC) opinou que ela deveria falar, independentemente das perspectivas de panelaços.

Edinho, ao lado dos ministros petistas, Ricardo Berzoini (Comunicação) e Carlos Gabas (Previdência), que também participaram do encontro, se esforçou para convencer os deputados sobre a decisão.

O ministro da Secom alegou que o governo precisa se modernizar, inclusive na forma de se comunicar. Entre as mudanças previstas está o uso mais frequente da internet e das redes sociais.

A presidente grava sua mensagem em vídeo na tarde de hoje e a previsão de divulgação nas redes é para o início da manhã desta desta sexta-feira.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Governo | 07:33

Dilma põe Temer na dianteira da resposta às manifestações

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A presidente Dilma Rousseff comentou rapidamente as manifestações de ontem colocando o vice-presidente Michel Temer na dianteira da resposta aos protestos. Por meio da Secretaria de Comunicação Social, Dilma afirmou que a posição do governo é aquela já manifestada pelo vice e que “as manifestações são normais do processo democrático”.

O ministro da Secom, Edinho Silva, acrescentou que “há um descontentamento generalizado com a organização política brasileira”. “A oposição não consegue capitalizar nas ruas as mobilizações. É um desgaste que atinge todos os poderes da República”, completou o ministro.

Segundo ele, Dilma “catalisa o descontentamento por ser o Poder Central”. “A pauta da corrupção é importante e só o tempo vai mostrar para a sociedade que a presidenta Dilma tem tido uma posição de fortalecimento das instituições que tem combatido a corrupção.”

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segunda-feira, 30 de março de 2015 Governo | 14:59

Thomas Traumann posta foto de cerveja: ‘a liberdade é dourada’

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O ex-ministro da Secom, Thomas Traumann, sobre a saída do governo. (Foto: Reprodução / Twitter)

O ex-ministro da Secom, Thomas Traumann, sobre a saída do governo. (Foto: Reprodução / Twitter)

No fim de semana seguinte à sua saída da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Thomas Traumann embarcou na boa e velha cerveja.

No Twitter, o jornalista publicou a foto de um copo de uma loira geladinha e engatou: “a liberdade é dourada”. E citou Paulinho da Viola: “Vou imprimir novos rumos ao barco agitado que foi minha vida…”.

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Governo | 11:51

Mesmo com PT na Secom, regulação da mídia segue fora da agenda

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O fato de o PT ter assumido o controle da Secretaria de Comunicação Social do governo, com a nomeação de Edinho Silva, em nada deve interferir no andamento da proposta alardeada durante a campanha de regulação da mídia.

Todos por lá concordam que não há clima nenhum para falar no assunto.

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sexta-feira, 27 de março de 2015 Governo | 17:50

Com boa relação com Dilma, Edinho Silva põe PT de Lula no centro da comunicação do governo

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Ao indicar o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, a presidente Dilma Rousseff atendeu diretamente a uma demanda do PT e ampliou o espaço do partido no Palácio do Planalto. Prevaleceu na escolha a ideia de devolver o perfil político à pasta, defendida há tempos pelo partido. Mais do que isso, a nomeação coloca no centro da política de comunicação do governo o PT mais ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao mesmo tempo assegura que o interlocutor seja uma pessoa tenha boa relação de Dilma.

Relembre: ‘Fazer denúncia é fácil. É preciso provar’, diz Edinho Silva

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

Ex-prefeito de Araraquara e ex-deputado estadual por São Paulo, Edinho é próximo de Lula e traçou seu caminho dentro do PT sempre ligado a nomes da confiança do ex-presidente. Tem uma relação antiga, por exemplo, com o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho. No passado, teve apoio interno de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci para crescer dentro da estrutura partidária.

Edinho é integrante da corrente petista Construindo um Novo Brasil, a mesma de Lula. Foi presidente do diretório paulista do partido com endosso direto do ex-presidente. Mas, nos últimos anos, conseguiu estabelecer uma boa relação com Dilma. Sua ligação com a presidente, entretanto, é bem mais recente. Ela se intensificou durante a última eleição, quando Edinho comandou as finanças da campanha à reeleição.

A indicação de Edinho pegou de surpresa até mesmo alguns integrantes do PT, que davam a alternativa como descartada.  Desde o fim da campanha, havia a expectativa de que Dilma encontrasse uma posição no governo para acomodar o ex-tesoureiro, que ficou sem mandato ao desistir de uma candidatura a deputado. Ele chegou a ser citado como opção para a própria Secom na virada para o segundo mandato, mas Dilma acabou optando por manter Traumann no posto.

Nas últimas semanas, tanto Dilma quanto Lula acompanharam de perto a busca por nomes para preencher a Secom. Cogitaram diversos jornalistas, em busca de um nome que pudesse apresentar um perfil semelhante ao que tinha o ex-ministro Franklin Martins. Insatisfeitos com o balanço da busca, acabaram se rendendo à tese defendida por alguns ministros de que o melhor era pensar numa indicação como a que colocou Luiz Gushiken no comando da Secom, durante o governo Lula.

Leia também: Em negociação para a Secom, governo fala em evitar atritos com a imprensa

Dentro desse modelo político para a pasta, a opção que circulava até ontem era o do deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Aqui, entretanto, pesou a lógica interna do PT. Molon pertence à corrente Mensagem ao Partido, que é bem menos representativa no diretório nacional petista do que a CNB.  A ala majoritária se opôs imediatamente a essa alternativa, sob o argumento de que a Mensagem, que atua em conjunto com outro grupo, a Democracia Socialista, já tem três outros ministros na Esplanada: José Eduardo Cardozo (Justiça), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) e Pepe Vargas (Relações Institucionais).

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domingo, 14 de dezembro de 2014 Eleições | 08:00

‘Fazer denúncia é fácil. É preciso provar’, diz Edinho Silva

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Encarregado de comandar as finanças da campanha da presidente Dilma Rousseff, o petista Edinho Silva diz assegurar a lisura das contas eleitorais  e diz que houve um “sentimento de injustiça” diante do parecer de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que recomendou a reprovação do balanço. Depois de reverter essa posição no pleno da Corte, ele reforça a defesa do PT pelo financiamento público de campanha e diz que o Brasil precisa endurecer as penas para crimes relacionados ao financiamento de campanha.

O petista rebate, por outro lado, as notícias sobre o suposto envolvimento do PT no esquema desmantelado pela Operação Lava Jato na Petrobras, que também toma por base o fluxo de dinheiro desviado por meio de doações eleitorais.

“É preciso ver se as denúncias têm fundamento. Nós só vamos saber quando todas as informações vierem à tona. Fazer denúncia é fácil. Mas é preciso provar”, afirma o tesoureiro. “Estamos incorrendo num erro gravíssimo no Brasil, em que denúncias são feitas, não são comprovadas, mas a honra e a historia de vida das pessoas são destruídas.”

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O tesoureiro da campanha presidencial de Dilma, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O parecer técnico do TSE que pedia a reprovação das contas da presidente Dilma pegou o PT de surpresa, embora as contas tenham sido aprovadas no final. Como o senhor avalia esse episódio?
Primeiro, fiquei surpreso com parecer da área técnica. Eu, como coordenador financeiro, sei de todos os cuidados que tivemos, as orientações que a presidenta deu e que nós seguimos rigorosamente. Desde o início, a ordem era rejeitar doações que gerassem qualquer tipo de dúvida e ter cuidado absoluto nos registros de despesas. A própria campanha criou controladoria interna para que isso fosse assegurado. Tomamos cuidados ao extremo para que a presidente não corresse nenhum risco. Portanto, claro que um parecer pela rejeição das contas causou surpresa e causou indignação. Tenho certeza da lisura das contas da campanha. Confesso que houve um certo sentimento de injustiça. Afinal, tivemos que convocar uma entrevista coletiva para rebater a área técnica do TSE. Foi uma injustiça.

Mas é sabido que o caixa dois no Brasil ainda existe. O senhor acredita que esse entendimento é errado também?
Eu asseguro que a campanha da presidente ficou longe de qualquer coisa que possa se assemelhar a caixa dois. Fugimos não só dessas doações, como de todos os diálogos que pudessem caminhar para isso. A campanha não correu o risco sequer de dialogar com quem fizesse esse tipo de proposta. Não aceitaremos questionamentos éticos e morais numa campanha que foi conduzida na legalidade e com critérios que refletem a postura da presidente Dilma.

Inicialmente, a estratégia da equipe jurídica era buscar irregularidades também na campanha do Aécio. Depois, passou a ser defender a campanha da presidente. O que motivou essa mudança na hora do julgamento no TSE?
Apontar irregularidades na campanha do senador Aécio nunca foi a estratégia da nossa equipe jurídica. O que nós verificávamos é que, quando fomos esclarecer questões nas diligências, nossos técnicos contábeis e jurídicos acabavam verificando também questões semelhantes ou até mais graves nas contas do Aécio. Mas é natural que, ao buscar uma estratégia de defesa, uma campanha vai buscar saber como outras campanhas se comparam. Mas trata-se de construir um argumento.

Mas o senhor avalia que o TSE foi injusto, foi mais duro com a Dilma do que será com Aécio?
As contas do senador Aécio ainda não estão sendo julgadas. A lei prevê que o eleito é o primeiro a ter suas contas analisadas.

Já que a equipe de vocês identificou problemas mais graves, como o senhor disse, então o senhor espera um parecer semelhante da área técnica?
O que eu espero é que o TSE siga parâmetros legais e jurisprudências na análise de todas as contas de campanha. Não só a nossa, mas a do Aécio, da Marina Silva, do Levy Fidelix, e assim por diante. Não esperamos nenhum tratamento especial para um lado ou para o outro. Só esperamos que o tribunal siga critérios legais e estamos certos de que é isso o que vai ocorrer.

Houve gente no seu partido que se queixou da escolha do ministro Gilmar Mendes como relator. O que o senhor achou? 
Não foi a minha postura. Em momento algum eu coloquei em questão a história do ministro Gilmar Mendes. Sempre disse que confiava no currículo, na história jurídica e na isenção do ministro Gilmar Mendes. Assim como sempre confiei no pleno do TSE.

O PT diz que a única forma de coibir de fato as irregularidades nas contas de campanha é o financiamento público exclusivo. O senhor acredita que essa mudança é viável?
Aqui está a palavra de um ex-tesoureiro. É impossível sustentarmos o modelo eleitoral brasileiro. Ou nós mudamos urgentemente, mudamos urgentemente a forma de financiamento de campanhas do Brasil, ou ficaremos o tempo todo enxugando gelo. Se não mudarmos o modelo, seguiremos tendo casos de relações que não são republicanas. A democracia como um todo precisa ser fortalecida.

Mas o caixa dois, na sua opinião, continua existindo no Brasil?
Só tem uma forma de coibir a doação ilegal: aumentar a penalidade. Além do financiamento público, acho que temos que ter uma pena duríssima para tudo aquilo que estiver fora do que está estabelecido na nossa lei.

Mas o caso Petrobras não mostra que o seu próprio partido ainda se vê envolvido em denúncias com irregularidades em doações eleitorais?
Em primeiro lugar, é preciso ver se as denúncias têm fundamento. Nós só vamos saber quando todas as informações vierem à tona. Fazer denúncia é fácil. Não podemos incorrer numa prática no Brasil de que o ônus da prova seja do denunciado. Tem que ser do denunciante. Senão, qualquer ilação coloca sobre o acusado a tarefa de provar que é inocente. Estamos incorrendo num erro gravíssimo no Brasil, em que denúncias são feitas, não são comprovadas, mas a honra e a historia de vida das pessoas são destruídas.

O senhor fala de petistas envolvidos no mensalão?
Falo no geral, não só na política. Isso virou prática em todas as áreas, destrói-se a vida das pessoas e, ao longo das investigações, é comum as coisas não se comprovarem. Quem denuncia tem a obrigação de fornecer a prova.

O senhor é cotado para integrar o ministério da presidente no novo governo. As conversas estão avançando?
Eu confesso que a maior honra da minha militância política foi assumir a coordenação financeira da campanha. Quem conhece a presidenta Dilma sabe que ela é rigorosa. E eu fui o dirigente da campanha que teve uma procuração para representá-la em todo o processo. Isso, para mim, não é pouco. É um imenso reconhecimento. Não fiz isso para obter cargo ou para obter salário. Se quisesse isso, eu teria disputado como deputado federal e certamente teria todas as condições de me eleger. Acredito no projeto que ela representa e que dá continuidade ao do presidente Lula. Se eu tiver a oportunidade de ser convidado por ela para integrar o governo, em algo que possa de fato representar uma colaboração minha na implantação desse político, vou ficar extremamente honrado. Mas entendo que a prioridade da presidente é formar maioria no Congresso para que ela possa ter condições de governabilidade. Minha relação é de militante e vai continuar sendo.

 

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 Partidos | 16:27

Tesoureiro da campanha de Dilma grava vídeo para comemorar aprovação de contas

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O tesoureiro do PT, Edinho Silva, gravou um vídeo em que comemora o resultado da votação que aprovou a prestação de contas da campanha da presidente Dilma Rousseff.

Nas imagens, gravadas logo após o julgamento, ele diz que o resultado da votação mostra que a arrecadação foi feita “dentro da legalidade, de forma transparente, de forma ética”.

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