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Posts com a Tag Eduardo Campos

segunda-feira, 5 de maio de 2014 Eleições | 09:00

Ex-executivo de bancos será tesoureiro de Eduardo Campos

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Amigo de faculdade do pré-candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, Henrique Costa, ex-diretor executivo de bancos internacionais será o tesoureiro da campanha do pessebista.

Costa trabalhou no BankBoston, no RaboBank e também no Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe). Além disso, foi vice-presidente financeiro da Petra Energia SA, empresa especializada em explorar gás natural que atua, entre outros locais, na Bacia do São Francisco.

“Não sou filiado ao PSB, tenho uma ligação pessoal com Campos e foi por isso que aceitei o convite”, afirmou Costa, que irá trabalhar ao lado do coordenador que será indicado pela Rede nesta semana.

Leia também: Redução de inflação e estímulo a investimentos estarão no programa de Campos

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sexta-feira, 2 de maio de 2014 Política | 18:45

Berzoini aproveita gafe de repórter para alfinetar Eduardo Campos

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Ricardo Berzoini

Ricardo Berzoini

Durante café da manhã de jornalistas com o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini (PT), o ex-presidente do PT foi questionado por dos presentes a respeito da situação de “Humberto Campos” em Pernambuco.

Berzoini não perdeu a chance de alfinetar o ex-aliado e hoje adversário político Eduardo Campos, pré-candidato à presidência da República pelo PSB.

“Você deve estar falando do Humberto Costa, mas é fácil confundir porque Eduardo Campos e Humberto Costa fizeram comício para o Lula abraçados em 2006”, disse o ministro sem perder o rebolado.

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quarta-feira, 30 de abril de 2014 Eleições | 20:00

Redução inflação e estímulo a investimentos estarão no programa de Eduardo de Campos

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O pré-candidato à Presidência do PSB, Eduardo Campos, acompanhado de sua vice Marina Silva, reuniram hoje um grupo de pessoas ligadas à área econômica para iniciar a discussão do programa de governo da chapa.

Eduardo Campos e Marina Silva (Alan Sampaio / IG Brasília)

Eduardo Campos e Marina Silva (Alan Sampaio / IG Brasília)

Durante a conversa, foi apontado um desequilíbro econômico e a necessidade de resgatar a credibilidade do tripé econômico (taxa de inflação, câmbio e taxa de juros). A política fiscal, estabilidade de preços e o aumento ao estímulo a investimentos também foram apontados para constarem como prioridades no programa.

O ponto polêmico é a possibilidade de dar independência jurídica ao Banco Central, pedido do mercado financeiro, defendido por Campos. Porém, a medida não é consenso na aliança PSB-Rede. Marina já se declarou contrária a proposta.

Entre os participantes, o economista André Lara Resende -um dos formuladores do Plano Real-, o economista Eduardo Gianetti, o ambientalista João Paulo Capobianco e os coordenadores do programa econômico da campanha: a socióloga Neca Setúbal e o ex-deputado Maurício Rands.

 Leia também: ‘Temos uma disputa com o governo mas também com o PSDB’, diz vice-presidente do PSB

 

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terça-feira, 29 de abril de 2014 Partidos | 06:00

PV negocia, mas faz doce para Eduardo Campos

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O presidente do PV, José Luiz Penna, almoçou com Serra recenetemente

O presidente do PV, José Luiz Penna, almoçou com Serra recenetemente

O PV segue conversando com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, mas, abertamente, resiste em levantar qualquer possibilidade de composição com o socialista.

“Não tem a menor chance de apoio. Nosso candidato é Eduardo Jorge”, esperneia o presidente nacional do PV, José Luiz Penna.

O PSB jura que é só jogo de cena. Já o verde diz que o PV precisa aproveitar o capital político da eleição passada para se fortalecer. E avisa que não tem a intenção de orbitar em torno de Marina Silva.

 

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domingo, 27 de abril de 2014 Eleições | 08:00

‘Temos uma disputa com o governo, mas também com o PSDB’, diz vice-presidente do PSB

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Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

Direto de mais um encontro da campanha de Eduardo Campos, desta vez na região Norte, o vice-presidente nacional do PSB e ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, relativiza o acordo de cavalheiros firmado com o PSDB do senador mineiro Aécio Neves.

Ele admite uma vantagem estratégica na atuação conjunta neste início de campanha, mas avisa: “Temos uma disputa com o governo, mas também uma disputa eleitoral objetiva com o PSDB”.

A estratégia de Campos, diz ele, já está bem definida. “A prioridade eleitoral é o que eu chamo de triângulo das bermudas: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro”, afirma Amaral. Se no RJ o objetivo é um excelente desempenho entre os eleitores, em Minas Gerais Amaral já se contenta em diminuir a força do tucano Aécio Neves. Já em SP, as indefinições permanecem, mas a ordem é trabalhar para divulgar o nome de Eduardo Campos.

Amaral defende, porém, que o partido não deve entrar no jogo das polêmicas baixas. “Nossa proposta é evitar que esse pleito seja um repeteco da pobreza ideológica que foi a disputa Dilma e Serra, em 2010. Como eu falei, cansamos dessa dicotomia.”

Poder Online: As pesquisas mostram que o principal desempenho do Eduardo Campos ainda é no nordeste, mas que nas outras regiões está por volta dos 4%…
Roberto Amaral: Eu não estou lendo pesquisa nenhuma, não estou preocupado com nenhuma delas. A gente sabe que pesquisa com muita antecedência tem uma possibilidade de manipulação muito grande. A essa altura, uma pesquisa e nada é a mesma coisa. O que pode fazer alguma diferença é a pesquisa qualitativa, aí sim.

Como quais, por exemplo?
Como as que dizem que há um desgaste muito grande do governo, um desejo por mudança. Mas que, ao mesmo tempo, os que não estão satisfeitos com o atual sistema também não querem uma mudança brusca, como representa o Aécio. Eu leio essas sondagens qualitativas como indicadores do grande espaço para a alvorada do Eduardo campos.

Uma outra pesquisa interessante para o Campos é a de que, entre o eleitorado que conhece bem Dilma, Aécio e Campos ele poderia superar até a Dilma, não é?
Exatamente. Ele é desconhecido, mas entre os que conhece passa a crescer muito. Então a nossa estratégia é clara, está nos discursos. Vamos fazer a mudança, mas não vamos olhar o Brasil pelo retrovisor, vamos olhar pelo para-brisas. Corrigir o que precisa ser corrigido e melhorar o que precisa ser melhorado. O país está cansado dessa dicotomia.

O senhor já defendeu diversas vezes que a candidatura do Campos não é de oposição ao atual governo. Mas como conciliar essa postura e o pacto de não-agressão com o Aécio Neves?
Nós não somos oposição porque temos uma parcela de responsabilidade deste governo, que não vamos jogar pela janela. Participamos de todo o governo Lula e parte do governo Dilma. E também não temos propriamente um pacto de não-agressão. O que foi feito, inicialmente, é um entendimento de que não deveríamos ficar nos esgaçando – PSB e PSDB – enquanto o governo ficaria só olhando da plateia. Mas também sabemos que só temos duas opções, no quadro de hoje – e amanhã posso dar outra resposta. Ou a Dilma se elege no primeiro turno ou vai para o segundo. Neste caso, só sobra uma vaga para o Campos e o Aécio disputarem. Ou seja, temos uma disputa com o governo, mas também uma disputa eleitoral objetiva com o PSDB.

Como isso está funcionando nos estados? Aliás, não só a relação com o PSDB, mas também internamente, com a Rede.
O PSB e a Rede são dois partidos, mas a candidatura do Eduardo está confirmada e Marina é a vice. Nós estamos unificados no plano nacional e em cerca de 20 ou mais unidades federativas. Só em dois ou três estados é que não vamos juntos. Isso é normal. No Acre estamos apoiando o PT – e muito em solidariedade à Marina, que sempre foi aliada do Tião Viana. No Rio de Janeiro apoiamos o Miro Teixeira do PROS e a Marina foi a principal defensora. No Rio Grande do Sul vamos apoiar o candidato do PMDB, Pedro Simon, que também foi defendido pela Marina. Ou seja, sempre que é possível, saímos juntos.

E em São Paulo? Com a ida do Márcio França (PSB-SP) para a coordenação de campanha do Campos, abre mais espaço para a Rede indicar um nome que agrade mais à Marina Silva?
Na hipótese de uma candidatura própria em São Paulo, o candidato natural do PSB é o presidente do partido estadual, Márcio França. A executiva nacional o convidou para coordenar a campanha do Campos. Ele acha que pode ser candidato e coordenador da campanha. A executiva discorda.

Qual a opinião do senhor?
Eu acho que uma coisa é complicadora da outra. Como é que eu vou explicar, para a população, que a candidatura dele é uma coisa mesmo pra valer? Nós queremos uma candidatura forte, para mexer. É verdade que, por enquanto, nós estamos com um cavalo lá atrás, um pangaré. Mas queremos fazer uma campanha que ajude o Campos. A estratégia principal em São Paulo é divulgar o nome dele. Além disso, estamos sentindo a falta do França na executiva, pela sua experiência. Ele é um excepcional articulador.

Se não houver uma candidatura própria, em São Paulo, quem o partido deve apoiar? Há alguma chance de sair com Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo?
Essa é uma hipótese com a qual eu não trabalho. Se não for candidatura própria, teremos que discutir – mas terá que ser alguém do nosso bloco, da nossa base.

O senhor disse que, em São Paulo, a prioridade é divulgar o nome do Eduardo Campos. Qual é a estratégia da campanha para aumentar a intenção de votos para além do Nordeste?
É uma estratégia óbvia. Primeiro vamos nos fortalecer, sedimentar, no nordeste. Segundo, queremos avançar especialmente no sul, onde o PT não tem tido bom desempenho eleitoral, historicamente. Mas a prioridade eleitoral é o que eu chamo de triângulo das bermudas: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Mas cada um desses estados tem um cenário bem diferente, não é?
Sim. Por isso temos estratégias diferentes. Queremos um excelente desempenho no Rio de Janeiro. Estamos convencidos de que podemos ir pra cabeça dos cariocas. A Marina vai participar ativamente dessa campanha, inclusive porque o Miro Teixeira tem muita identificação com ela e com a Rede. Além disso, 43%  do eleitorado é na capital, o que cria uma situação muito específica.  Lá a máquina do Estado funciona menos e nós apostamos também no desgaste do Cabral e do Paes. Temos razões objetivas para acreditar que é uma eleição competitiva. Agora, em São Paulo, queremos ter um bom desempenho. E, em Minas, o objetivo é diminuir o desempenho do Aécio.

Eduardo Campos, recentemente, chegou a entrar em uma série de polêmicas que marcaram muito o debate de 2010 – como aborto, maioridade penal. O tom da campanha vai ser polemizar?
Não, de jeito nenhum. Sou contra essas polêmicas, elas só empobrecem a política. Nossa proposta é evitar que esse pleito seja um repeteco da pobreza ideológica que foi a disputa Dilma e Serra, em 2010. Como eu falei, cansamos dessa dicotomia.

Leia também: Rede volta a falar em Walter Feldman e Ricardo Young para eleição em SP

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sexta-feira, 25 de abril de 2014 Eleições | 07:00

Rede volta a falar em Walter Feldman e Ricardo Young para eleição em SP

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Coordenador da Rede Sustentabilidade, Pedro Ivo Batista. (Foto: Evilázio Bezerra / CMFOR)

Coordenador da Rede Sustentabilidade, Pedro Ivo Batista. (Foto: Evilázio Bezerra / CMFOR)

Agora que o PSB começou a ensaiar uma receita para resolver o impasse na eleição em São Paulo, a coordenação da Rede voltou a alardear os nomes de Walter Feldman (PSB-SP) e Ricardo Young (PPS-SP) com opções para compor uma chapa para a corrida estadual.

Com a ideia de alocar o deputado Márcio França na coordenação da campanha, estaria aberto o espaço para um candidato mais próximo à ex-senadora Marina Silva. Assim, também acabou em banho-maria a aproximação que vinha sendo feita pela Rede com o PSOL, que planeja lançar Vladimir Safatle na eleição paulista.

“A Rede tem preferência por uma candidatura que apoie a chapa majoritária, com Eduardo Campos e Marina Silva”, afirmou Batista, citando especificamente Feldman e Young.

“O PSB não quer, em São Paulo, apoiar o PSOL. Eles querem o Márcio França e nós estamos defendendo o Feldman e o Ricardo”, afirmou.

Segundo ele, a decisão tem chances de sair em encontro da Rede, neste fim de semana.

Leia mais: Eduardo Campos usa largada da campanha para abordar polêmicas de 2010

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quinta-feira, 24 de abril de 2014 Eleições | 07:00

Agenda dos presidenciáveis dá canseira em organizadores de feira em Minas

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Os três candidatos à Presidência andam com dificuldade para conciliar as agendas para garantir presença no palanque que se abrirá com a realização da Expozebu, mega feira de gado que ocorre anualmente em Minas Gerais. A ideia não é casar as agendas e sim descasar. Isso porque Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos querem mesmo é brilhar sozinhos no evento.

Até agora as presenças ainda estão senado analisadas, mas Aécio já indicou que gostaria de estar presente no evento no dia 2 de maio. Já Dilma estaria estudando aparecer por lá no dia 3, possivelmente em companhia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

E Eduardo Campos está analisando as opções. Aliados acharam melhor aguardar uma confirmação das agendas dos adversários antes de bater o martelo.

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terça-feira, 22 de abril de 2014 Eleições | 15:00

“Eu nunca faria um aborto, mas não posso determinar isso às mulheres”, afirmou Erundina

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Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

“A gente não pode centrar o debate do que se está discutindo de projeto para o país a uma questão moral ou religiosa”, afirmou a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), com relação às recentes declarações do pré-candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos contra a legalização do aborto.

“Eu nunca faria um aborto, mas não posso determinar isso às mulheres. Temos que ter liberdade para discutir isso, mas até agora não se conseguiu construir um consenso sobre esta questão”, defendeu a deputada.

Politicamente, no entanto, ela demonstrou alinhamento à posição defendida pelo pré-candidato. “O governador Campos defende o que eu também defendo, que é a manutenção do código em vigor, reconhecendo o direito ao aborto naqueles casos tradicionais”, afirmou Erundina.

“Mas falta uma política pública que garanta esse direito, em sintonia com os movimentos – em especial o de mulheres – que pretendem avançar mais nesta questão como um problema de saúde pública, reduzindo o número de mulheres que chegam até mesmo a perder a vida, pelo aborto inseguro”, ressaltou Erundina.

 

 

 

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Eleições | 13:56

Eduardo Campos usa largada da campanha para abordar polêmicas de 2010

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O socialista Eduardo Campos aproveita a largada de sua campanha presidencial para fazer frente a alguns temas polêmicos que pautaram boa parte das discussões na eleição de 2010, quando sua hoje colega de chapa Marina Silva disputou a Presidência contra a presidente Dilma Rousseff e o tucano José Serra. No feriado da Páscoa, Campos falou sobre aborto ao cumprir agenda em São Paulo. Hoje, em Santa Catarina, onde cumpre agenda com empresários, disse a uma rádio do Recife, por telefone, ser contrário à redução da maioridade penal.

Eduardo Campos e Marina Silva (Alan Sampaio / IG Brasília)

Eduardo Campos e Marina Silva (Alan Sampaio / IG Brasília)

“As pessoas imaginam que se diminuir a maioridade penal vai resolver o problema da criminalidade. E não vai. Isso, na verdade, é um mito. Acho que o que a gente precisa é colocar as crianças na escola, ter creches abertas, ter escola em tempo integral”, disse.

A redução da maioridade penal é bandeira frequente no discurso do PSDB do senador mineiro Aécio Neves, com quem Campos mantém uma espécie de acordo de cavalheiros, na esperança de jogar a disputa presidencial para o segundo turno.

Campos não só abordou os dois assuntos ao ser provocado por jornalistas. Também rebateu críticas a suas declarações, feitas nas redes sociais. “Alguns de vcs (sic) questionam minhas opiniões. É legítimo. Mas eu sempre digo o que penso, não fujo dos temas. Minha caminhada vai ser assim”, escreveu.

Leia também: No primeiro fim de semana em SP, Campos leva a família a parques

*Com Julianna Granjeia, iG São Paulo

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segunda-feira, 21 de abril de 2014 Eleições | 07:00

No primeiro fim de semana em SP, Campos leva a família ao parque

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No primeiro fim de semana após a mudança para São Paulo, o ex-governador de Pernambuco, pré-candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB-PE), levou sua família para fazer um programa típico dos paulistanos: passear em parque.

Eduardo Campos e a família no parque Villa Lobos (foto: divulgação)

Eduardo Campos e a família no parque Villa Lobos (foto: divulgação)

Campos, sua mulher Renata Campos e os cinco filhos -incluindo o caçula de três meses- foram aos parques Ibirapuera e Villa Lobos.

De shorts, camiseta e tênis, o presidenciável posou para fotos ao lado da família. Ainda na programação para ser conhecido no estado, Campos também participou da tradicional missa de Páscoa da basílica de Aparecida (interior de SP).

Leia também: Campos vai receber título em Belo Horizonte e fazer giro pela terra de Aécio

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