Publicidade

Posts com a Tag Eduardo Campos

terça-feira, 19 de novembro de 2013 Política | 07:00

PSB agora tenta aproximar Marina Silva de ruralistas

Compartilhe: Twitter

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o deputado Walter Feldman (PSB-SP), vão articular um encontro entre ruralistas e a ex-senadora Marina Silva (PSB) para tentar diminuir a resistência do setor do agronegócio à ideia de indicar a ex-senadora para o posto de vice na chapa presidencial socialista.

Saiba mais: Campos convida entidades do agronegócio a ajudarem a elaborar programa político do PSB

Campos tem feito uma série de reuniões com o setor, que vê Marina como uma “dificuldade a ser ultrapassada”. Campos já teve dois encontros com ruralistas em São Paulo e já tem a simpatia de alguns líderes do setor. No entanto, ainda são recorrentes as menções a resistências em relação a Marina.

Os ruralistas já conversaram com Campos, com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além de Marina, que recebeu o convite formal para se reunir com o grupo, a presidente Dilma Rousseff também será convidada.

Leia também: ‘Marina terá que flexibilizar sua posição’, diz ex-ministro sobre agronegócio

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 18 de novembro de 2013 Política | 14:26

Tucanos participam de encontro entre ruralistas e Eduardo Campos

Compartilhe: Twitter

O diretor do Instituto FHC, Xico Graziano, e Ricardo Salles, secretário particular do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), participaram da reunião com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), organizada pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), nesta segunda-feira (18), em São Paulo.

Saiba mais: Campos convida entidades do agronegócio a ajudarem a elaborar programa político do PSB

Os dois afirmaram estar presentes como “pessoa física” e elogiaram o governador pernambucano. A sede do Instituto fica no mesmo prédio da SRB e o convite para que Graziano participasse partiu do presidente da SRB, Cesário Ramalho da Silva -que é filiado ao PSD-, pela amizade. “Vou contar tudo para o (senador) Aécio (Neves, PSDB)“, brincou Graziano após a reunião.

Já Salles foi diretor jurídico da SRB e, por isso, foi convidado para o encontro. “O Eduardo Campos é uma força jovem e, assim como Aécio, tem uma agenda mais moderna e coerente. Os dois trazem um debate mais desenvolvido para a eleição do que a política errática atual”, afirmou o assessor do governador de São Paulo.

Leia também: PSDB e PSB articulam encontro entre Alckmin e Campos

Autor: Tags: , , , , , ,

domingo, 17 de novembro de 2013 Política | 13:00

‘Marina terá de flexibilizar sua posição’, diz ex-ministro sobre agronegócio

Compartilhe: Twitter

O presidente da Academia Nacional de Agricultura, Roberto Rodrigues, ministro da Agricultura do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 2003 a 2006, é o articulador dos encontros dos presidenciáveis com o setor do agronegócio.

Para ele, de forma inédita, a classe política “finalmente” voltou os olhos para a área, que ele considera como  “locomotiva” do país – e tem números decorados para reforçar sua tese.

“A classe política finalmente compreendeu  a importância do agro para a economia brasileira. De modo que uma composição com o agro tem valor político e econômico mas não tem voto porque o agro é pequeno”, afirmou.

Leia também: ‘Já passei da idade pra isso’, diz ex-ministro sondado para ser vice de Padilha

Ao Poder Online, o ex-ministro também diz que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato do PSB à Presidência da República, tentará fazer com que a ex-senadora Marina Silva (PSB) flexibilize sua posição com relação ao setor. “Sustentabilidade, conservação, é um problema meu, não é da Marina. Se eu não fizer, eu perco meu negócio, minha fazenda”.

Poder Online – Qual é o panorama atual do agronegócio no Brasil?
Roberto Rodrigues –
A FAU (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura ) diz que até 2020 a oferta mundial de alimentos tem que crescer 20%. E, para que o mundo aumente a oferta em 20%, o Brasil terá que crescer 40% em dez anos. Temos vantagem, por isso FAU pede, porque temos terra disponível, tecnologia tropical e gente capaz. As exportações cresceram de 25 bilhões de dólares em 2002 para 96 bilhões em 2012, em 10 anos quase quatro vezes mais. Isso permitiu que o Brasil assumisse uma posição relevante  no comércio mundial e permitiu que o agro tivesse uma participação extraordinária. No ano passado, o saldo comercial do agronegócio foi de 79 bilhões de dólares, enquanto que o saldo do Brasil foi de 19 bilhões, incluindo o agro, portanto, os demais foram setores deficitários. Estamos sustentando a balança comercial, e isso se deu por causa de avanço tecnológico. Hoje, nós cultivamos 53 milhões de hectares com grãos no Brasil. Se nós tivéssemos hoje a produtividade por hectares de 20 anos atrás, seriam necessários mais 67 milhões de hectares, além dos 53 milhões hoje cultivados, para colher a safra que colhemos esse ano. Em outras palavras, nós preservamos 67 milhões de hectares de cerrado e floresta, isto mostra que nossa agricultura é muito sustentável, ao contrário do que pensa o vulgo e diz os nosso concorrente. Então, a agricultura é preservacionista, de regra geral. Tem gente que não preserva? Tem, mas a regra geral, os números não mentem.

Qual a avaliação da política atual para o setor?
Temos todas as vantagens necessárias, mas não vamos crescer porque temos alguns constrangimentos conhecidos: primeiro a logística, estamos crescendo produção e não fazemos investimento há 20 anos na logística, nenhum governo fez nada. É um absurdo. Tem milho apodrecendo em Mato Grosso porque não tem como escoar. Felizmente, o governo se mexeu, com as concessões das rodovias e a MP dos Portos.

O ex-ministro Roberto Rodrigues

O ex-ministro Roberto Rodrigues

É suficiente?
Será suficiente quando ficar pronto. Mas deve demorar uns sete, oito anos. Ainda vamos sofrer com logística dramaticamente uns três, quatro anos. Razão por isso, fiz muito esforço para que o governo colocasse dinheiro em armazenagem. E colocou. Cinco bilhões de reais por ano durante cinco anos. Segura a produção lá no armazém da zona de produção e alivia a logística, porque é mais rápido construir armazém do que estrada. O segundo ponto é politica de renda. Não temos politica de renda. Por exemplo, qualquer país sério tem seguro rural, o nosso hoje cobre 6%, o ideal seria 70%, 80%. É uma questão fundamental para estabilizar a renda da política de agricultura porque é uma atividade que tem os dois riscos, temperatura e mercado. Agora, não adianta ter seguro rural e não ter preço mínimo funcionando. Um preço mínimo e não politico. E a terceira questão é a reformulação do credito rural. Não é só botar dinheiro, é o custo, a forma de liberação, o zoneamento da agricultura. E tem também a questão do acordo bilateral, o mundo inteiro tem e nós não temos um acordo bilateral. O problema é que falta planejamento.

O Ministério da Agricultura não tem planejamento?
Se colocar Jesus Cristo lá de ministro, ele não faz nada. Se precisar de uma estrada, quem resolve é o Ministério dos Transportes, política agrária é com o MDA, etanol é com a Petrobrás, porto quem resolve é o Ministério dos Portos. É parte de uma engrenagem que só funciona se todas funcionarem. Aí entra o presidente da República, que tem que fazer tudo funcionar e aí aparecermos como uma potência de agronegócio e não de matéria-prima. A política está pronta, eu, quando fui ministro, criei 23 câmaras setoriais, todas presididas por iniciativa privada, mas também composta pelo governo, todas elas montaram uma politica de agricultura. O problema é que os instrumentos para a politica da agricultura estão dispersos em diversos ministérios e agências. Então, se não houver uma estratégia de estado – Executivo, Legislativo e Judiciário – nós não vamos sair do buraco e não vamos atender uma demanda mundial, inédita, para crescer 40%. Tem a estratégia e as vantagens para isso, falta funcionar. Precisa de um chefe de estado que queira, que execute a estratégia. Não estou defendendo o meu setor, estou defendendo o Brasil. Você tem um trem, que tem uma locomotiva, e essa locomotiva é o agro, com todos esses números que eu passei, não há nenhum demérito nisso, é uma vantagem, vamos aproveitá-la.

Qual importância do setor agro para essa composição que está sendo feita agora para as eleições do ano que vem?
Parece-me que todos esses números finalmente afloraram e a classe política finalmente compreendeu  a importância do agro para a economia brasileira. De modo que uma composição com o agro tem valor político e econômico, mas não tem voto porque o agro é pequeno. Acho que a classe política compreendeu a expressão política que terá um governo que se apoie no agro como uma das alavancas do desenvolvimento do país. A busca de entendimento de todos os candidatos está dentro dessa constatação. É o que estou ouvindo dos candidatos, inclusive.

Saiba mais: PT segue em busca de um ‘José Alencar’ para Padilha

Todos eles já procuraram o setor?
De uma forma ou de outra, sim. A Dilma não, ainda, acho, não sei se já procurou alguém. Mas a Dilma tem uma relação muito franca com a Kátia Abreu, que é a maior líder do Brasil, é a maior líder nossa, presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), senadora, mudou de partido agora para se preparar até para assumir o Ministério da Agricultura mais para frente, no segundo mandato da Dilma. Nós imaginamos que ela tenha mudado de partido por causa disso, estamos apostando e confiando nisso. E como a Kátia é ótima, sabe tudo, uma liderança extraordinária, mesmo que a Dilma não tenha falado com o setor, tem a relação com a Kátia.

Mas o Lula falou com vocês, não?
O Lula fala sempre, busca sempre entendimento. O Campos já falou e o Aécio está procurando a gente também, ainda não está marcado, mas já disse que quer conversar. Nós estamos bem, a Dilma tem a Kátia, o Aécio tem o Alyson Paulinelli lá em Minas Gerais (ex-ministro da Agricultura e secretário de Agricultura de Minas Gerais por três vezes), o Eduardo conversou com 30 líderes aquele dia. Os três candidatos estão com um approach em relação à agricultura que é novo.

Marina Silva é um empecilho para o setor apoiar futuramente o Eduardo Campos? Depois da conversa entre os líderes e o governador, a relação mudou?
Mudou muito. A agricultura tinha desconfiança com o agronegócio porque ela se posicionou contra, não foi o setor que foi contra ela. Sustentabilidade, conservação, é um problema meu, não é da Marina. Se eu não fizer, perco meu negócio, minha fazenda. É um problema meu comercial, se eu não for sustentável, ninguém vai comprar meu produto, é meu problema de sobrevivência porque a tecnologia me permite fazer adequado sem destruir meus recursos, social porque senão vou para a justiça trabalhista. É a minha bandeira. O governador Eduardo Campos disse quer estabelecer uma ponte de compreensão, de acoplar nosso tema com a Marina. Penso que ela terá que flexibilizar a posição dela para que o agro flexibilize sua posição com ela. Que é o que o Eduardo Campos vai fazer, creio.

Já mudou a visão do setor em relação a Campos, então?
O setor tem uma boa visão de Eduardo Campos, como gestor público, como homem sério, como gosta do Aécio também. Mas a entrada da Marina deu uma brecada, por isso que ele procurou para fazer essa ponte. Foi o que ele me pediu quando me procurou. O que você quer? Perguntei. Quer que eu organize a reunião? Organizo, foi o que fiz. Você me ajudaria a fazer um programa de governo? Ajudo, mas vou deixar claro que se o Aécio pedir, se a Dilma pedir, se o Zé da Esquina pedir um programa de governo para a Agricultura, entregarei para todos o mesmo programa, o que não significa nem apoio político nem compromisso eleitoral porque o meu compromisso é com a agricultura.

Autor: Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 14 de novembro de 2013 Partidos | 15:45

PSDB e PSB articulam encontro entre Alckmin e Campos

Compartilhe: Twitter

Apesar de a Rede Sustentabilidade rejeitar a aliança entre o PSB e o PSDB em São Paulo, os dois partidos articulam um encontro para breve entre os governadores de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Leia mais:  PSB e Rede admitem ser adversários em alguns Estados

Os interlocutores dos dois partidos que negociam a aliança para a candidatura à reeleição do governador tucano em São Paulo consideram que o apoio só não será concretizado caso algum fato novo altere o panorama atual.

Para eles, mesmo o PSDB tendo que abrir palanque duplo em São Paulo – contra a vontade do senador tucano Aécio Neves, pré-candidato à Presidência -, a aliança é a opção mais vantajosa para as duas siglas a longo prazo.

O encontro dos dois governadores deve selar o acordo que colocará o deputado Márcio França, presidente do diretório estadual do PSB-SP, como vice de Alckmin.

Autor: Tags: , , , ,

Política | 13:43

‘The Economist’ chama aliança de Campos com Marina de ‘golpe publicitário’

Compartilhe: Twitter

Depois de passar a ser conhecido nacionalmente, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato do PSB à Presidência, lança voos internacionais. Em sua temporada na Europa, Campos concedeu uma longa entrevista  para a revista britânica “The Economist”.

Marina e Eduardo Campos (Foto: Alice Vergueiro/Futura Press)

Marina e Eduardo Campos (Foto: Alice Vergueiro/Futura Press)

A publicação diz que o governador é um “gestor moderno” e “chefe de político antiquado”. E chamou sua aliança com a ex-senadora Marina Silva de “grande golpe publicitário”.

A revista também aborda a questão do agronegócio, diz que é um ponto de discórdia entre ele e Marina. O governador sai pela tangente, diz que os dois sabem da importância do setor para o futuro do país e que “não há conflito”. “Quando eu servi no governo Lula como ministro da Ciência e Tecnologia , eu trabalhei junto com Marina para monitorar o desmatamento (na Amazônia)“, respondeu à revista.

Bandeira de Aécio, Campos também defendeu a descentralização da federalização, criticou o sistema tributário brasileiro, disse ser a favor das parcerias públicos-privadas e comentou sobre os protestos de junho: “se eu não fosse governador, também teria ido às ruas”.

Autor: Tags: , , ,

terça-feira, 12 de novembro de 2013 Política | 15:30

Campos convida entidades do agronegócio a ajudarem a elaborar programa político do PSB

Compartilhe: Twitter

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato do PSB à Presidência, convidou entidades do setor do agronegócio de São Paulo a elaborarem um documento que fará parte do programa político da candidatura do partido.

Leia também: Campos compara sua aliança com Marina com a de Lula e José Alencar

O convite foi feito durante reunião com representantes da Sociedade Rural Brasileira (SRB), da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Cosag/Fiesp), além de entidades ligadas ao setor produtivo.

Campos tenta conquistar a confiança dos empresários que veem com preocupação a aliança com a ex-senadora Marina Silva.

O governador, inclusive, já marcou um segundo encontro com o setor. Na próxima segunda-feira, Campos retorna a São Paulo para falar aos associados da SRB, presidida por Cesario Ramalho, que se filiou na semana passada ao PSD.

Autor: Tags: , , , ,

Partidos | 10:30

Presidente do PPS diz que candidatura de Soninha é ‘pouco provável’

Compartilhe: Twitter

Soninha Francine (PPS-SP) já começou a viajar para viabilizar sua candidatura presidencial dentro de seu partido. No entanto, ela não tem a aprovação do presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP).

Leia também: ‘Vou adorar ser candidata a presidente’, diz Soninha

“A candidatura da Soninha é pouco provável. A tendência é fecharmos com (senador) Aécio (Neves, PSDB), com quem temos mais afinidade”, afirmou Freire, que deve ter trabalho com o diretório de São Paulo.

O PPS-SP aprovou no fim de semana apoio à candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

A reunião contou com a presença do deputado federal Marcio França, presidente do PSB paulista, e do deputado federal Arnaldo Jardim.

Soninha tem o apoio dos diretórios do Paraná e Pernambuco, que defendem candidatura própria do PPS. 

Autor: Tags: , , , , , , ,

Política | 00:54

Campos compara sua aliança com Marina com a de Lula e José Alencar

Compartilhe: Twitter

O governador de Pernambuco e pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, ouviu durante reunião com representantes do setor do agronegócio que a aliança com a ex-senadora Marina Silva (PSB) preocupa os empresários.

Marina e Eduardo Campos (Foto: Alice Vergueiro/Futura Press)

Marina e Eduardo Campos (Foto: Alice Vergueiro/Futura Press)

O encontro durou cerca de três horas em um hotel na zona sul de São Paulo e contou com cerca de 30 pessoas. Campos foi descrito pelos participantes como “habilidoso”. Os empresários colocaram ao governador que há contradições na aliança com Marina, sendo que ele defende o crescimento da agricultura, enquanto a ex-senadora fala em sustentabilidade.

Leia também: ‘Já passei da idade para isso’, diz ex-ministro, sobre sondagem para ser vice de Padilha

Ao ser questionado como ele lidaria com as diferenças, Campos citou o exemplo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu vice José Alencar, chamado a integrar a chapa do petista para ganhar a confiança de empresários após Lula perder três eleições. E disse que tem conversado com Marina sobre o tema e que ela está aberta ao diálogo.

A reunião, organizada pelo ex-ministro da Agricultura  e presidente do Centro da Fundação de Agronegócio Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, a pedido de Campos, serviu para apresentar o pernambucano aos empresários e tentar dissipar o mal-estar gerado pelas críticas da ex-senadora à bancada ruralista do Congresso.

 

 

Autor: Tags: , , , , ,

quinta-feira, 7 de novembro de 2013 Partidos | 13:30

Eduardo Campos dispensou ensinamentos da guru de Dilma

Compartilhe: Twitter

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), já foi apresentado à guru Adriane Brasileiro, que ensinou à presidente Dilma Rousseff as técnicas da meditação transcendental.

Leia mais: Dilma quer se preparar para campanha com guru da Índia

No entanto, Campos não fez o curso de cinco dias para encontrar seu mantra, nem se dispôs a dedicar 20 minutos duas vezes ao dia para se entregar a prática.

Tem socialista pensando em chamar novamente a guru “pé quente” de Dilma para dar umas aulas ao pré-candidato ao Planalto.

Autor: Tags: ,

quarta-feira, 30 de outubro de 2013 Eleições | 09:00

Fernando Bezerra está cada vez mais em alta no time de Eduardo Campos

Compartilhe: Twitter
 Fernando Bezerra (Foto: Renato Araujo/ABr)

Fernando Bezerra (Foto: Renato Araujo/ABr)

Quem acompanha de perto a movimentação do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, diz que o ex-ministro Fernando Bezerra só cresce dentro da equipe que comanda os preparativos da candidatura presidencial do PSB. Cada vez mais, é ele quem lidera a bolsa de apostas sobre quem irá assumir a coordenação geral da campanha.

Embora sua entrada no primeiro time de Campos tenha sido pensada como forma de compensar sua saída do ministério, assegurando uma boa mente econômica na equipe, o que se vê é que Campos agora o consulta antes de qualquer decisão relevante da estratégia eleitoral.

Autor: Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 18
  4. 19
  5. 20
  6. 21
  7. 22
  8. 30
  9. 40
  10. 50
  11. Última