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Posts com a Tag Eduardo Cunha

quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Congresso | 08:41

Cunha tira do ar programa premiado da TV Câmara

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O diretor-executivo da Secretaria de Comunicação da Câmara, Claudio Lessa, nomeado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha, decidiu retirar do ar o programa Participação Popular, uma das principais atrações da TV Câmara.

A última edição foi ao ar na sexta-feira (9), para surpresa da equipe do programa que já conta com 300 edições e no ano passado ganhou o prêmio engenho de Comunicação na categoria Inovação. Não houve aviso da decisão, nem para a equipe nem para os telespectadores, que ao assistir o programa não sabiam que seria o último.
O apresentador Fabrício Rocha, que é servidor de carreira da Câmara, é filiado ao PSOL. Este é o motivo alegado nos bastidores.Lessa é também funcionário de carreira da Câmara e mantém um blog dirigido a críticas ao PT.
O PSOL encabeça o rol de partidos que pede a saída de Cunha da Presidência da Câmara, principalmente depois da divulgação de detalhes das movimentações das contas de seus parentes na Suíça, investigada pela Operação lava Jato. A representação entregue pelo PSOL e pela Rede ao Conselho de Ética da Câmara, nesta semana, conta com 48 assinatura.
De acordo com os últimos levantamentos da TV Câmara, o programa está entre os três com maior audiência da TV Câmara, ao lado de Brasil Caipira e Câmara Ligada.
O programa é o que tem a linha mais popular da grade já que o público participa com perguntas e comentários a partir de links espalhados por Brasília ou em outras capitais. O formato ainda permite participações por e-mail, pelo telefone gratuito da Câmara e pelas redes sociais por meio do twitter ou facebook. No estúdio, dois convidados participam dos debates e um deputado é ouvido pelo telefone.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 20:14

Para Sílvio Costa, revolta na base é por “porteira fechada” nos ministérios

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) e um dos principais opositores do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e avalia que a ausência de deputados da base para a sessão do Congresso, logo após a reforma, nada mais é do que mais pressão por cargos de segundo escalão.

Costa ainda acrescenta que a briga do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o líder do PMDB, Eduardo Picciani (RJ) pode colocar toda articulação política a perder.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 19:52

Movimentação de Cunha para “cortar asas” de Picciani preocupa governo

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

A disputa de poder entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o líder do PMDB na Casa, Leonardo Picciani (RJ), tem preocupado o governo que teme que a briga impeça o governo de colher os frutos de ter dado ao principal aliado sete pastas importantes, na reforma feita pela presidente no início da semana.

Depois de perder a liderança do bloco da maioria, em uma manobra arquitetada por Cunha, Picciani, passou a se movimentar para não perder a liderança da bancada de seu partido. O líder passou a quarta-feira (7) coletando assinaturas para permanecer na liderança da bancada no próximo ano.

O objetivo de Picciani é se cacifar para a Presidência da Câmara. Recentemente, ele passou a ser um interlocutor privilegiado do Planalto nas negociações de cargos, em contraponto ao grupo peemedebista que defende o rompimento com Dilma e que forma a tropa de choque de Cunha.

Ao negociar com o Planalto, Picciani também obteve apoio do governo para seu projeto de chegar a presidência da Câmara.

Cunha, por sua vez,  joga contra a ascensão de Picciani como liderança no partido, ao mesmo tempo em que vê seu próprio poder ser colocado em xeque , devido a série de denúncias, entre as quais, as mais recentes suspeitas de contas na Suíça em seu nome e em nome de parentes.

O primeiro sinal de que a coalizão não funcionou foi a ausência de deputados da base do governo na sessão do Congresso, chamada pelo presidente da Casa, Renan Calheiros, para votar os vetos da presidente Dilma Rousseff.

Em movimento orquestrado, líderes de quatro partidos da base aliada na Câmara dos Deputados não registram presença. A sessão foi encerrada por falta de quorum para deliberação.

Preocupado com a falta de resultados da reforma, o chefe da Secretaria de Governo, ministro Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política, chamou interlocutores aliados insatisfeitos com a supervalorização do PMDB na Esplanada para uma conversa no Planalto.

Participam da reunião com o ministro os deputados Maurício Quintella (PR­AL), Eduardo da Fonte (PP­PE), Celso Russomanno (PRB­SP), Rogério Rosso (PSD­DF), Jovair Arantes (PRB-), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Maurício, Domingos Neto (PDT-CE), Aluísio Mendes (PSDC-MA), José Guimarães (PT-CE), Andre Moura (PSC-SE) e Marcelo Aro (PHS-MG).

Dos 34 deputados do PR, partido que tem o Ministério dos Transportes, apenas oito compareceram a sessão. Do PSD, partido que controla o Ministério das Cidades , compareceram oito de 33 parlamentares. Já o PP, que tem o ministro da Integração Nacional, Gilberto Ochi, colocou em plenário 16 dos 39 deputados de sua bancada. O PRB, que manteve o ministro George Hilton no ministério dos Esportes,  colocou 10 de seus 20 deputados em Plenário. Do PMDB, compareceram 37, dos 66 deputados.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 00:26

Governo aposta na estratégia de isolar Cunha agradando PMDB

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As movimentações da presidente Dilma Rousseff no sentido de agradar o PMDB, partido que passará a ter pelo menos sete pastas na Esplanada dos Ministérios, tiveram efeito de isolar, em parte, as já conhecidas investidas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no sentido de causar constrangimento ao Planalto.

Nesta quarta-feira (30), Cunha decidiu ocupar fisicamente o Plenário da Câmara dos Deputados com uma infindável sessão. O objetivo era impedir a realização da sessão do Congresso, marcada há uma semana, destinada a apreciar o restante dos vetos presidenciais.

Pela manhã, Cunha avisou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é presidente do Congresso e responsável pela convocação das sessões, sobre a sessão da Câmara. Cunha avisou: “Vai demorar”.

O presidente da Câmara ainda exigiu que Renan coloque em votação no Senado a proposta que permite o financiamento de campanhas por empresas privadas, ainda nesta semana

Renan não embarcou. Por enquanto, Renan tem dados sinais de que não se pautará pela vontade do colega.

O governo ainda considera vitória da articulação política ter atraído o líder do PMDB, Leonardo Picciani, aliado de primeira hora de Cunha.

O PMDB, que já possui cinco pastas no governo, passará a ter sete ministérios, mantendo as que já existem e ampliando seu domínio sobre a pasta da Saúde e, provavelmente, Cultura.

 

O nome mais indicado para a Saúde nesta semana passou a ser o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) antigo aliado de Cunha, mas que chegou a ter divergências com o presidente da Câmara por ocasião da votação da reforma política.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Governo, Política | 12:16

Saída de Mercadante do Planalto também é exigência de Eduardo Cunha

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Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

A situação do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante não é fácil. Caso ele seja poupado pela reforma ministerial que a presidente poderá anunciar na próxima semana, continuará com poderes esvaziados, ou seja, cuidando apenas dos serviços burocráticos da Casa Civil.

No entanto, se a solução for esta, não será suficiente para contemplar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que, nos bastidores, exigiu a cabeça de Mercadante, com quem se recusa a dialogar.

Cunha também não agrada da permanência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e teria mandado este recado ao Planalto.

Leia também: Mercadante briga para ficar na Casa Civil, mesmo anulado na articulação

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:02

Governo conta com Cunha para barrar impeachment, mas teme articulação da oposição

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

As devoluções, arquivamentos e postergações de decisão sobre os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são visto pelos auxiliares mais próximos da presidente como sinais de que ele não dará prosseguimento ao processo de impeachment, de forma monocrática, competência garantida ao presidente da Câmara, pela Constituição Federal.

No entanto, o governo teme que, diante de uma provável negação de Cunha, deputados de oposição, e até mesmo de partidos da base rebeldes ao governo, consigam aprovar recurso, dando início, em Plenário, à tramitação.

O assunto foi objeto de conversa da presidente Dilma com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira, no Palácio da Alvorada. Os dois se encontraram com o objetivo de traçar estratégia para enfrentar a deterioração do cenário político das últimas semanas, inclusive a eminência de um processo de impeachment a ser deflagrado na Câmara.

Na semana passada, a oposição levantou uma questão de ordem tratando deste assunto, que deve ser respondida por Cunha na próxima segunda-feira (21). Ao receber o principal pedido até agora, assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, Cunha disse que primeiro responderia a questão de ordem, depois decidiria sobre ele sem, no entanto, falar de prazos. Enquanto isso, a ordem no governo é negociação intensa no Congresso, principalmente na Câmara.

Dilma escalou seus ministros mais habilidosos para a função, entre eles o de Comunicação, Ricardo Berzoine, que também finaliza o novo desenho da Esplanada a ser anunciado na próxima quarta-feira (23); da Defesa, Jaques Wagner; além do chefe do Gabinete Pessoal da presidente, Giles Azevedo, que tem conseguido resultados importantes na negociação com a ala do PMDB mais rebelde da Câmara.

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quinta-feira, 17 de setembro de 2015 Congresso | 17:57

Molon chama Cunha de “majestade” que quer “calar” divergências na Câmara

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Um dos “vetados” na programação da TV Câmara, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) criticou a condução das votações por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Cunha havia colocado em votação um requerimento de urgência para a proposta que confere ao presidente da sessão, o poder de dar, ou não, a palavra aos vice-líderes. Ao perceber que o requerimento não seria aprovado, pediu ao líder dos Democratas, Mendonça Filho, que retirasse a proposta, manobra não prevista no regimento interno.

Molon, que é vice-líder do PT, reclamou. “Vossa excelência quer calar este plenário, tirar a palavra dos vice-líderes, para que, só possa falar os vice-líderes que vossa excelência, ou talvez, vossa majestade, desejar permitir que use a palavra”.

Além de Molon, mais dois “vetados” nas programações dos veículos de comunicação da Câmara são vice-líderes, entre eles o deputado Silvio Costa (PTB-PE), que é vice-líder do governo, e Glauber Braga (PSB-RJ) que é vice líder de seu partido. Além deles, os deputados do PSOL também reclamam de censura por parte do presidente da Câmara

Com dedo em riste, Molon criticou a postura de Cunha que, segundo ele, “retira de pauta” quando sente que vai perder, ou “refaz a votação”, quando perde. “Isto é impor a vontade de vossa excelência. Respeite este Parlamento. Respeite a Democracia. Abaixo a sua ditadura deputado Eduardo Cunha”, disse o deputado.

Leia também: Deputados críticos a Eduardo Cunha são vetados na TV Câmara

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:49

Para peemedebistas, sinalização Temer é de “desembarque próximo”

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

As movimentações do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP) no sentido de deixar bem claro seu descontentamento com o governo e a disposição em entregar à presidente Dilma Rousseff a função de articulador político passaram um sinal para o meio político, principalmente para peemedebistas rebeldes, de que “o desembarque está próximo”.

O PMDB já prepara sua convenção partidária para o dia 15 de novembro em Brasília. Entre os deputados do partido, boa parte seguidora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a tese majoritária é de rompimento com o governo petista.

Deputados do PMDB defendem que foi Temer quem defendeu a aliança na Convenção e que Temer é quem segurava a insatisfação.”O rompimento é o  caminho natural do PMDB e a postura de Temer, ao querer entregar a articulação, é uma sinalização importante e que terá  efeito na convenção”, disse ao Poder Online, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Temer se reuniu com Dilma para entregar suas funções de articulador do governo, assumida logo após o ministro Pepe Vargas (PT-RS), atual ministro de Direitos Humanos, ser defenestrado do Planalto, onde era ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), por exigência da bancada do PMDB da Câmara.

A decisão de ficar ou não na articulação vazou de forma meio dúbia, já que Temer, continuaria cuidando das questões mais importantes, enquanto seu auxiliar, Eliseu Padilha, atual ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), continuaria com o rame-rame da negociação de cargos e emendas parlamentares. Ou seja, o que mudou foi o clima. Temer continuaria cuidando do que sempre cuidou. A presidente teria agora é que  encontrar alguém para substituir Padilha até 1º setembro, quando ele deve passar a se dedicar exclusivamente à sua pasta titular.

“Se o PT não deixou Temer cuidar do micro, vai deixar cuidar o macro?”, questionou o deputado.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Justiça, Partidos, Política | 18:26

Para Sílvio Costa, só pressão popular tira Cunha da Presidência da Câmara

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) tem sido uma das vozes mais contestadoras da atuação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desde a posse de parlamentar no cargo. Após a denúncia, apresentada pelo procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), Costa se mostrou cético em relação a cassação do mandato de Cunha. O deputado disse não acreditar que pedidos de cassação prosperem na Câmara já que as instâncias de poder na Casa são controladas hoje pelo presidente.

“Isto que sestá acontecendo aqui não é nenhuma novidade, todo mudo sabia que ele ia ser denunciado . Sabiam dessas informações desde as eleições da Câmara”, disse o deputado.

“Se a gente colocar no Conselho de Ética, ele (Cunha) tem maioria. Se a gente colocar na Corregedoria, ele também tem maioria”, observou.

“Acho que a gente tem que começar um movimento de fora para dentro. A opinião pública tem que participar e dizer a ele que ele tem que sair.”

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Justiça, Política | 22:02

Janot deve oferecer denúncia nesta quinta contra Cunha e Collor

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Os parlamentares indiciados na investigação sobre o esquema de propina na Petrobras, entre eles o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Fernando Color de Melo (PTB-AL) vão precisar ficar mais uma noite na expectativa já que a previsão de apresentação de denúncia por parte do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, passou para quinta-feira.

E expectativa permeou as conversas e determinou o clima de tensão durante toda quarta-feira. De um lado, deputados se reuniram para pedir o afastamento de Cunha. Do outo, o presidente da Câmara passou toda tarde trancado em seu gabinete com seus principais interlocutores habituais, deputados já conhecidos como a “tropa de choque” de Cunha.

Passaram pelo gabinete da Presidência da Câmara os deputados Paulo pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP), o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE) e o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Pìcciani (RJ).

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